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Ele disse exatamente isso, sem rodeios, sem disfarce, sem preocupação em parecer maior do que o próprio umbigo: “Eu sou deputado por Minas Gerais. Eu não estou fazendo parte do planejamento desta campanha presidencial. Se Flávio não ganhar, não quero ser culpado como fizeram com a Magnitsky. Então quero...

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As discussões entre Nikolas e Eduardo têm um ponto importante… Mas tem uma coisa que ninguém está falando. Ter milhões de seguidores não te faz líder. Te dá alcance. Mas liderança… exige maturidade. Exige saber o peso do que você fala. E principalmente… do que você deixa de falar. Tudo começou lá no X. Um comentário com tom de deboche. Uma resposta atravessada. E pronto… virou discussão. Mas o problema não é a risada. É o que isso revela. Hoje, muita gente confunde influência com liderança. Influência mobiliza. Mas liderança direciona. E são coisas completamente diferentes. União também não é concordar com tudo. Isso não é união. Isso é conveniência. O verdadeiro líder é aquele que, mesmo discordando, sabe colocar o projeto — e a sociedade — acima do próprio ego. E é aí que a diferença aparece. Porque quando o cenário esquenta, fica claro quem quer construir… e quem só quer ter razão. O episódio do Flávio mostrou uma coisa: Quando há direcionamento, a base responde. Rápido. Forte. Mas isso não pode acontecer só em crise. Não pode ser reação. Tem que ser postura. Tem que ser constância. Se existe um projeto maior, ele precisa estar acima das disputas internas. Porque divisão enfraquece. E vaidade destrói qualquer movimento. No fim, não é sobre Nikolas. Não é sobre Eduardo. É sobre quem está pronto para liderar de verdade. E liderança de verdade não grita mais alto… Ela sustenta mais peso. Menos ego. Mais responsabilidade. Porque quem quer liderar um país… precisa, antes de tudo, saber liderar a si mesmo.

Paulo Mansur

65,107 Aufrufe • vor 5 Monaten

Nos últimos 10 dias, em todas as entrevistas, deixei claro: Flávio é o candidato escolhido pelo Presidente Bolsonaro e terá o meu apoio. Disse isso de forma objetiva e afirmei que estarei na campanha, mesmo sem participar da coordenação ou planejamento do processo. Não há qualquer declaração minha dizendo que não participaria da campanha presidencial no primeiro turno. Essa é uma narrativa claramente falsa, a ponto de ser patética, construída a partir de cortes descontextualizados e de muita má-fé. Basta assistir ao vídeo completo para entender o que realmente foi dito. O ponto que levantei foi outro. Sou deputado federal por Minas Gerais e concorrerei à reeleição. Minas, portanto, deve ser a minha prioridade. E por que? Simples: a votação expressiva que o povo mineiro me confiou é um dos pilares que sustentam a minha força. Se hoje consigo me posicionar com firmeza, enfrentar o sistema e o STF, ou tomar a frente em batalhas como a CPMI do 8 de janeiro e na caminhada que moveu o Brasil, é porque represento a confiança de milhões de eleitores. É essa expressiva votação que me confere a legitimidade para dar continuidade ao meu trabalho. A força que tenho não vem de mim, mas da confiança de quem me elegeu; sem o apoio dessas pessoas, eu não sou ninguém. Portanto, focar em Minas é o que me garante as condições para continuar lutando pelo Brasil. Além disso, é de conhecimento de todos que, historicamente, a vitória em Minas Gerais é condição necessária para que um candidato se torne Presidente. Não é egoísmo ou projeto pessoal, é propósito. E esses perfis, que insistem em atacar e destruir, não só a minha reputação, mas a de qualquer pessoa que tenha uma vida dedicada às causas e valores defendidos pela direita e que não age da forma que eles querem ou esperam, precisam ser desautorizados publicamente. Do contrário, continuarão a criar conflitos desnecessários e a afastar quem pode somar forças para que tenhamos um parlamento mais forte e sucesso na campanha do Flávio.

Nikolas Ferreira

524,257 Aufrufe • vor 7 Monaten

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 Aufrufe • vor 9 Monaten

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,115 Aufrufe • vor 10 Monaten

Filhos da puta!!! Pais e profissionais de saúde. ESTA CRIANÇA RECEBE 6 VACINAS EM UM MINUTO ISTO É COMPLETAMENTE INSANO O que estão fazendo com crianças é, no mínimo, irresponsável. Aplicar múltiplas vacinas em sequência, em questão de minutos, sem debate público sério, sem transparência plena e sem espaço para questionamento, não é ciência madura. É protocolo cego. Pais e profissionais de saúde deveriam ser a primeira barreira de prudência, não a correia de transmissão automática de decisões tomadas longe da realidade clínica individual. Criança não é linha de produção. Corpo humano não é campo de teste. Há algo que não pode ser ignorado: doenças infantis estão aumentando. Transtornos do neurodesenvolvimento, condições autoimunes, alergias severas. Isso é fato epidemiológico observado, ainda que as causas estejam em debate. E é justamente por isso que perguntar não é crime. Vender a ideia de que “quanto mais vacinas, maior a imunidade” como mantra absoluto é empobrecer a medicina. Imunologia é complexa. Resposta individual existe. Risco-benefício precisa ser discutido, não imposto. Pais têm o direito — e o dever — de perguntar por que calendários mudam, por que doses se acumulam, por que não há individualização, por que o debate é silenciado. Quando questionamento vira tabu, o problema já não é médico. É político. Isso não é negacionismo. É prudência. É responsabilidade com quem não pode consentir. Crianças merecem cuidado. Pais merecem respostas. E ciência de verdade não teme perguntas.

・ Ice ・  Ⅹ ・

94,463 Aufrufe • vor 8 Monaten

Silvio Navarro é direto, matemático e brutalmente honesto — e é exatamente isso que incomoda. Ele não está fazendo torcida, está fazendo leitura política elementar. O presidente Jair Bolsonaro já indicou um caminho. Já colocou um nome. Já deu uma missão. E quem aparece agora tentando empurrar outro nome “da direita”, fingindo que isso é união, não é bem-intencionado. Silvio crava o ponto que muitos fingem não entender. Se surge alguém, em janeiro de 2026, tentando vender Tarcísio presidente, ou qualquer outro nome fora do que foi explicitamente colocado pelo maior líder político do país, isso não é construção. É divisão. É fragmentação. É sabotagem aritmética. Não é ideologia. É conta simples. Ele lembra o óbvio histórico que a imprensa gosta de esquecer. Eleição se ganha com base consolidada, não com balão de ensaio fabricado por instituto, redação ou narrativa “moderada”. Quem planta outro nome agora não está ajudando a direita. Está enfraquecendo deliberadamente. E quando Silvio diz que quem faz isso não é de direita, ele não está ofendendo. Está descrevendo. Direita não é oportunismo eleitoral. Direita não é teste de mercado. Direita não é jogar nome no ar para medir reação. Direita, nesse momento, é respeitar o recado político já dado. É não fingir neutralidade enquanto trabalha para dividir. É não vender “peixe” em redação como se isso fosse espontâneo. O que ele desmonta ali é a velha tática brasileira: criar alternativas artificiais para diluir força real. E quem já viu isso acontecer antes sabe exatamente como termina. Silvio não pede aplauso. Ele pede coerência. E coerência, hoje, passa por uma linha clara: quem surge com outro nome fora do que foi posto não está somando. Está cumprindo outro papel.

・ Ice ・  Ⅹ ・

40,717 Aufrufe • vor 7 Monaten

Eduardo falou o óbvio que muita gente já está vendo e fingindo que não vê. Nikolas e Michelle jogando lado a lado nas redes, compartilhando um ao outro, fortalecendo narrativa paralela, enquanto a eleição real está polarizada. Ele foi claro. A disputa é Flávio Bolsonaro contra Lula. Não é tese acadêmica. Não é especulação. É cenário político concreto. Nikolas está no primeiro mandato. Michelle sequer tem mandato. Ambos sabem ler ambiente político. Não precisam de reunião estratégica para entender onde está a batalha principal. A pergunta que fica é simples e incômoda: se a eleição é essa, por que o silêncio seletivo? Eduardo Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não acusou, não gritou, não fez teatro. Ele apenas expôs a incoerência. Disse que não viu apoio da Michelle ao Flávio. Disse que ela compartilha Nikolas toda hora. Disse que parece haver uma amnésia estratégica. E ele tem razão. Em política, silêncio também é posicionamento. Não apoiar publicamente quem representa o campo principal numa eleição polarizada é escolha. Não é distração. Não é acaso. É cálculo. Ele ainda foi cuidadoso. Disse que não queria gerar polêmica. Que é pergunta que deve ser feita a eles. Mas o ponto está lançado. Se o adversário é Lula, a prioridade deveria ser inequívoca. Política não é rede social de amizade. É alinhamento estratégico. Se o campo conservador começa a dispersar foco no momento crucial, não adianta depois reclamar do resultado. Eduardo apenas verbalizou o que muitos já perceberam: a eleição tem dois polos. E quem finge que não vê isso está, no mínimo, jogando outro jogo.

・ Ice ・  Ⅹ ・

23,286 Aufrufe • vor 6 Monaten

Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 Aufrufe • vor 10 Monaten