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Ana Sayfaya Dön

Como já venho explicando em vários posts anteriores. Os EUA estão 95% da conclusão de um Golpe de Estado. Trump já controla os 3 poderes. Se fosse no Brasil, já seria DITADOR. Mas nos EUA existe um 4º poder. OS ESTADOS. Esse é o motivo de se chamarem "UNIÃO...

341,516 görüntüleme • 10 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

⚠️ Vídeo importante. Esse é um dos vídeos mais bem montados para explicar em que pé estamos da queda do império americano. Todos deveriam ver para entender o futuro iminente que nos aguarda, e porque a China já emitiu sua nova Governança Global esse mês, já se colocando como líder da Nova Ordem Global, e nela os EUA são PÁREAS por utilizarem duplo padrão. Esse vídeo foi criado pelo economista americano Ray Dalio Hoje ele é um dos maiores nomes na divulgação de uma informação importante sobre o declínio do império americano e seus riscos para toda a humanidade. Para Ray a armadilha de Tucídides é inevitável, mesmo o declínio dos EUA ser por motivos internos, ele reagirá contra a China, e a demonstração de força de uma superpotência em ascenção costuma ser muito maior do que a da superpotência em declínio, isso porque a nova superpotência quando liga seus motores de guerra, ela cresce mais, já o império em declínio acelera seu fim já que irá amplificar os conflitos internos direcionando recursos para uma guerra da qual não possui capacidade financeira de sustentar. A China irá ultrapassar nos próximos 5 a 10 anos o último número psicológico que os EUA sustentam, o PIB nominal, por tanto, veremos cada vez mais os EUA agressivos mas incapazes de alterar o curso da história, e a China cada vez mais demonstrando seu poder sobre os EUA de forma sutil até que eles decidam ir para o conflito. Veremos se a China consegue ascender ou os EUA farão algo inédito na história humana e se permanecer como potência hegemônica. Vendo a situação atual do povo americano acho que a resposta mais obvia será a certa, os EUA irão cair rápido e será doloroso para os norte americanos, principalmente para o ego inflado que cultivaram durante décadas. Estamos presenciando a história humana mudar seu eixo de poder para o Sul Global com a China como líder, e os países aliados dessa nova superpotência terão a oportunidade de ascender juntos, e adivinha quem é um dos maiores parceiros da China? O Brasil. Se não fosse Lula nos seus primeiros mandatos, estaríamos alinhados aos EUA e amargando uma queda sem precedentes, graças à Lula esse risco ficou no passado, o que nos espera é prosperidade e ascensão como nação soberana sem os tentáculos dos EUA sabotando as capacidades da sociedade brasileira em avançar. A China não impem como os EUA, ela negocia e costuma negociar propondo melhorias e não atrasos.

Bruno Brezenski

275,355 görüntüleme • 10 ay önce

O FIM DA ERA DOS IMPÉRIOS. 🤴🏻⚰️ Análise geopolítica. Ontem a Rússia deu um conselho para os europeus. "Escutem o que o professor Jeffrey Sachs diz" Sachs é professor de ciências políticas na universidade de Chicago, é talvez um dos mais renomados do mundo, totalmente pé no chão, suas falas são ouvidas com atenção em todos os lugares, menos na Europa e nos EUA porque essas regiões acreditam que dominam a narrativa e ninguém percebeu o que eles estão fazendo. Eu sempre faço análises colocando os EUA como um império porque de fato são, herdaram a hegemonia dos britânicos e com a destruição da Europa na primeira e segunda guerras eles literalmente dominaram o continente que hoje vive na orbita dos interesses desse império. Mas essa Aliança Ocidental que os EUA lideram chegou ao fim, por isso estamos vendo os países europeus recusarem a entrada na guerra contra o Irã. A questão aqui é importante porque se a gente não colocar os EUA na sua caixinha imperial, nos vamos continuar achando que os problemas do Brasil são causados pelo Brasil, que não existe interferência externa, que não existe um império dominante ditando as regras e impedindo o desenvolvimento brasileiro assim como impede vários outros países. Impérios funcionam concentrando poder, não compartilham e nações que se desenvolvem ganham soberania, costumam conflitar com os interesses desse império hegemônico. O Brasil, a Rússia e a China hoje são os países que mais conflitam com esse império porque ele chegou no seu limite e esses países já estão em condições de questioná-lo. A queda da Aliança Ocidental que está acontecendo nesse momento, a queda da hegemonia dos EUA no mundo, tudo isso tem ligação com a arrogância de um povo que se colocou como dono do mundo, roubou nações, destruiu a capacidade de desenvolvimento de povos em miséria para evitar que eles cobrassem mais pelo custo de extração de riquezas. E principalmente, destruiu o ciclo do carbono e levou o planeta para uma espiral de aquecimento irreversível. Estamos assistindo no século 21 a queda não só do império ianque como também do sistema imperialista que perdura há milênios com a queda e ascenção de novos poderes hegemonicos sempre tratando povos como fonte de riqueza e não como parceiros de uma civilização humana integrada que partilha o mesmo planeta. O Mundo Multipolar ergue agora, e novamente reafirmo. Não está emergindo porque a China está impondo ele, nem os BRICS, nem o Sul Global, está emergindo porque é a única solução para enfrentar a questão climática que é o legado do último império da Terra. O Mundo Multipolar é a solução para que nações a muito paradas no tempo por causa do interesse dos EUA consigam se desenvolver e principalmente, se adaptar a nova realidade climática. A questão climática não pode ser revertida, não dá pra corrigir o que foi feito em 300 anos de destruição pelos impérios europeus e acelerado pelo império ianque, mas com o fim da concentração de riqueza indo para a Aliança Ocidental, sobra capacidade para que os países possam achar meios adaptativos para enfrentar a tormenta que já chegou, já está entre nós. Infelizmente a era dos impérios acaba mas deixa para o Mundo Multipolar uma terra arrasada. E se depender dos EUA não terá nem terra arrasada porque pra eles é tudo deles ou de mais ninguém. Há sim grandes chances de um conflito maior se não conseguirem conter a burrice da administração Trump, principalmente com relação a Israel. E se os povos querem sobreviver às mudanças climáticas, precisam que os EUA percam toda sua hegemonia, o tempo urge.

Bruno Brezenski

28,194 görüntüleme • 5 ay önce

Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,154 görüntüleme • 8 ay önce

O relator do PL da Anistia, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), se reuniu com Aécio Neves e Michel Temer para discutir os rumos do projeto. A mensagem é clara: querem limitar o debate à dosimetria das penas, vendendo a narrativa de que o objetivo é “pacificar o país” e de que “o Brasil precisa pensar no futuro”. A dosimetria das penas não é favor político, mas obrigação jurídica. Após o voto do ministro Luís Fux, ficou estabelecido que os advogados têm não apenas o direito, mas o dever de exigir a individualização do processo e condutas dos réus e a correta dosimetria da pena - mesmo sem qualquer anistia em discussão. Esse pacto com Fausto não protege a democracia, mas sim o regime e seus abusadores. O problema é que, na prática, a verdadeira caneta que escreverá esse pacto não está nas mãos de Paulinho, Aécio ou Temer - mas sim nas de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que já se posicionam como os verdadeiros “árbitros”do jogo. É um escândalo sem precedentes. Essa promessa de anistia seletiva não tem nada a ver com pacificação nacional - é apenas a perpetuação de um sistema apodrecido, que usa a toga e a caneta para salvar os seus e esmagar os outros. Chamam de “justiça”, mas não passa de mais uma fraude. O Brasil, mais uma vez, é condenado a assistir a um teatro: mudam-se os enredos, mas os atores e o roteiro são quase sempre os mesmos - um país sequestrado para que tudo continue exatamente como está.

Karina Michelin

47,303 görüntüleme • 11 ay önce

Eu tento formular um jeito de explicar didaticamente como o agro está comendo a riqueza do Brasil e mandando para a Europa e EUA, é difícil mas uma hora consigo. Se todos souberem que esse setor não é o que se vende, tudo mudaria. 28 milhões de brasileiros trabalham no setor do agro, ele compra maquinário majoritariamente dos EUA, mas poderia usar parte do investimento voluptuoso do governo brasileiro e investir na fabricação própria de maquinários e inclusive vender depois. Mas se fizer isso ele terá que criar uma indústria, ela irá competir com os EUA, os EUA também financiam o agro brasileiro, os insumos são importados por multinacionais que não são brasileiras. O agro paga patente, compra maquinário do exterior que entra sem pagar imposto, afinal de contas é "investimento" só que eles compram com dinheiro público. No final o lucro pra ficar baixo eles precisam precarizar a mão de obra. Salários baixos e muitas vezes análogos à escravidão. Se fizer reforma agrária isso acaba, mas como o agro detém os funcionários ele ficaria sem funcionários, concorrência direta. Então ele impede por isso. E impede a fabricação de maquinário no Brasil porque também levaria seus funcionários/escravizados. É o mais do mesmo, o Brasil colônia vem do agro, o império caiu, a democracia emergiu, mas o agro continua manipulando o mesmo sistema, mantendo o Brasil num eterno ciclo de subdesenvolvimento porque a riqueza não está sendo investida no Brasil, está abastecendo o lucro de empresas dos EUA e da Europa. E ainda tem a questão dos preços das commodities que são definidos pelas bolsas dos EUA, e eles manipulam de vários meios para manter sempre baixo. O comprador define o preço, o comprador te vende o maquinário, o comprador fica com tudo praticamente de graça e o que sobra não dá nem pra pagar um salário digno, e no final quem tá pagando esse salário indigno e mantendo a margem de lucro do agro, é o povo brasileiro que paga imposto e o governo mantém o fluxo desse imposto para o agro. Deveria estar indo para faculdades, hospitais, ferrovias, portos, INDUSTRIA, mas não sobra, ou os lordes do agro não terão como viajar para a Flórida e torrar o resto do dinheiro novamente no solo de outra nação. Mano, é impressionante, tipo 50% do que nós produzimos de riqueza não fica aqui para ser investido, vai para bancar os avanços tecnológicos e de maquinários dos EUA e Europa. Você não pode olhar o valor do PIB como de fosse dinheiro no caixa, ele é um fluxo continuo e um desvio enorme é feito para os EUA e Europa ao longo do ano. No final aparece 12 trilhões de reais de PIB mas desses só 6 trilhões circularam aqui, o restantes fica circulando lá fora, sendo investido lá fora. É como se o Brasil fosse uma estrela sendo sugada por um buraco negro. Por isso é chamado de sistema imperialista colonial, o nomenclatura não se usa muito, mas o modus operandi é o mesmo da época colonial quando enviamos tudo para Portugal e ficávamos com o mínimo para bancar a comida dos escravizados e o luxo da pequena elite.

Bruno Brezenski

94,249 görüntüleme • 5 ay önce

Um vídeo que traz esperança e luz no fim do túnel, não medo e desespero. Veja essa aula que o Professor Eduardo Giannetti deu no Provoca sobre a atual situação dos EUA e do Brasil. É muito didática, bem explicadinho. Os EUA chegaram naquele ponto em que tem que escolher se prioriza seus cidadãos ou foca nos assuntos externos que estão se demonstrando nada satisfatórios. Enquanto seu povo entra em modo desespero e busca soluções fáceis ofertadas pela extrema-direita, a mesma extrema-direita entrega tudo oposto ao que prometeu. O medo elege os incompetentes, os incompetentes terminam de destruir o que já estava ruindo, o resultado é esse comportamento anômalo de uma nação à beira de enfrentar um regime ditatorial com ideologia supremacista. E com relação ao Brasil eles descobriram que hoje há no mundo quem não se intimida, já apanhou tanto que engrossou o couro e não há porque não reagir, vai doer do mesmo jeito, então melhor tentar. Esse é o atual momento do Brasil e da China, a China obviamente com porrete pra revidar caso seja agredida, o Brasil com domínio da narrativa, com uso de diplomacia avançada de alto nível e integração multipolar. Não nos intimidamos e vimos esse exemplo estampado no encontro presencial entre Lula e Trump, uma demonstração clara de uma nação falando de igual para igual com os EUA. O mundo está mudando e o Brasil é um dos fortes candidatos a assumir o posto da mais não nação desenvolvida. Só precisamos remover algumas ervas daninhas que insistem em crescer nos sabotando. Sinto que a Constituição de 88 é o veneno para essa praga.

Bruno Brezenski

39,456 görüntüleme • 9 ay önce

LULA MENTE NA ONU Lula fala em “sanções arbitrárias” e “ingerência estrangeira”, mas esquece que as medidas do governo Trump não foram contra o povo brasileiro, e sim contra quem rasga a Constituição. Os EUA têm soberania para decidir com quem fazem negócios e aplicam a sua própria lei — a Global Magnitsky — contra violadores de direitos humanos. Se Moraes e seus aliados foram sancionados, é porque o mundo enxerga no Judiciário brasileiro práticas autoritárias, e não porque Trump “atacou o Brasil”. Ao citar a “extrema-direita subserviente”, Lula tenta atacar Eduardo Bolsonaro, que sempre defendeu a aproximação do Brasil com os EUA, Israel e diversos outros países do mundo, fortalecendo nossas alianças estratégicas. Isso não é submissão, é soberania ativa — exatamente o contrário do que o petismo fez ao ajoelhar-se diante de ditaduras como Cuba, Venezuela e Nicarágua. Lula tenta transformar em “crime” o trabalho diplomático legítimo de um deputado que representa milhões de brasileiros. E quando fala da condenação de Jair Bolsonaro, Lula pinta um retrato de “processo exemplar”, mas ignora que todo o julgamento foi conduzido por um ministro já sancionado pelos EUA por graves violações de direitos humanos. Como falar em “amplo direito de defesa” quando as testemunhas foram cerceadas e a sentença já estava escrita antes do julgamento começar? O que vimos não foi justiça, mas vingança política. Bolsonaro não é um criminoso — é um perseguido político que continua a inspirar milhões de patriotas.

Gil Diniz

65,294 görüntüleme • 11 ay önce

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 görüntüleme • 8 ay önce