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🇺🇸🇿🇦 CÚPULA DO G20 E O GENOCÍDIO BRANCO Nesta semana, em participação no programa “de leste a Oeste” na Revista Oeste, comandado pela querida Ana Paula Henkel, comentei sobre a ausência dos Estados Unidos na cúpula do G20 e a perseguição aos fazendeiros brancos (Bôeres) e de como esta...

14,544 次观看 • 8 个月前 •via X (Twitter)

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A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista. Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi. Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China. Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil". Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing. Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026. Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil. Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos. Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.

Karina Michelin

46,471 次观看 • 2 个月前

O ano de 2023 não foi fácil. O Brasil entrou em uma decadência moral, econômica e social, com graves crises na segurança, na educação e na saúde. Um verdadeiro caos! No Congresso Nacional, tenho lutado para impedir o desmonte do legado do governo Bolsonaro e para impedir retrocessos em temas importantes, grandes conquistas para o Brasil. Essa luta contra o sistema e contra a esquerda corrupta é pesada e desgastante, mas meus valores vêm de berço, ensinados pelo melhor pai e professor do mundo, Jair Messias Bolsonaro. E uma das coisas que ele ensinou desde cedo lá em casa foram os ideais de patriotismo, os valores familiares e a perseverança. Se o motivo é justo, a gente não desiste. O Brasil tem jeito e Bolsonaro já mostrou como se faz. Meu trabalho, como parlamentar, é honrar cada um dos cariocas e fluminenses que confiaram em mim seu voto para trabalhar muito pelo meu Rio de Janeiro. Por isso, tenho destinado todos os anos milhões de reais à saúde, segurança e educação, além de projetos e parcerias com o Estado fazendo do Rio não só um lugar seguro como também para que a frase “cidade maravilhosa” possa fazer cada vez mais sentido a quem vem conhecê-la. Também tenho lutado por uma reestruturação da segurança pública, com penas mais duras e pela redução da maioridade penal. Também estamos na briga para democratizar e simplificar o acesso à proteção pessoal, com porte e posse de armas para o cidadão de bem. Além de buscar mais recursos para áreas que são essenciais para os brasileiros. A gente quer mais segurança, mais saúde, mais educação, mas quer também mais emprego e renda para as pessoas. Esse é meu Norte e eu estou aqui no Senado para isso, jogando na linha de frente por um Brasil mais próspero, seguro e justo. Que 2024 seja melhor para todos nós. Será um ano de reorganização da direita no Brasil. As eleições municipais são uma oportunidade para darmos um recado com a força das urnas. Porque o Brasil não começa em Brasília, ele começa no seu bairro, na sua prefeitura e no seu Estado. É a força de cada um que faz o nosso país ser o que é. Que Deus abençoe a todos! Um Feliz Ano Novo!

Flávio Bolsonaro

76,610 次观看 • 2 年前

“Ninguém é dono do mundo e ninguém é dono da América do Sul”. A frase do Presidente Lula na Reunião de Cúpula do Mercosul fica ainda mais importante quando olhamos o contexto. O Mercosul completa 35 anos com os Estados Unidos ameaçando impor tarifas sobre produto brasileiro, atacando o PIX e desafiando a soberania do país. Lá fora, a família Bolsonaro conspira em Washington para se livrar dos problemas do BolsoMaster aqui dentro. As duas coisas correm em paralelo porque são a mesma disputa em tabuleiros diferentes: um pela Presidência, outro por quem o Brasil vai escutar quando tiver que decidir. E tem um detalhe que ajuda a entender o tamanho real dessa pressão. O governo Trump hoje não tem apoio da população norte-americana. É um governo fragilizado por dentro, tentando exportar uma força que já não corresponde ao que ele tem em casa. Enquanto isso, o Brasil segue discutindo infraestrutura própria. Levar o Pix pro bloco significa autonomia dos meios de pagamento sem depender de sistema de outro país. A mesma lógica vale pra terra rara, energia limpa e qualquer recurso disputado globalmente hoje: quem segura moeda de barganha nessas próximas décadas é quem vai ter peso real nas próximas negociações. Quem abre mão de decidir por conta própria não passa a jogar contra o Brasil. Está trocando o destino do país por vantagem pessoal, eleitoral ou jurídica. No debate sobre soberania, convém perguntar: quem vai decidir o rumo econômico do Brasil nos próximos anos? Os brasileiros, ou quem estiver de plantão em Washington?

Zé Dirceu

10,761 次观看 • 1 个月前

“Foreign Terrorist Arrested” - “Terrorista Estrangeiro Preso”. Foi com essa expressão que o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) anunciou a prisão do brasileiro Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como “Don”, apontado pelas autoridades americanas como ex-comandante do PCC e do Comando Vermelho. A prisão ocorreu em 5 de junho de 2026, em Mooresville, na Carolina do Norte. Segundo o DHS, agentes da HSI localizaram Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, o “Don”, quando ele tentava fugir para o México. Ao ser abordado, iniciou uma perseguição em alta velocidade que terminou após colidir com veículos parados no trânsito. Mesmo após o acidente, Don tentou escapar a pé, mas acabou capturado pelos agentes. Durante a operação, foram apreendidos diversos celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola calibre 9 mm. As autoridades afirmam ainda que ele mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto organizava a fuga. A mulher teria confirmado os fatos aos investigadores após a prisão. Dell Aquilla era procurado no Brasil por acusações de associação criminosa e extorsão e agora também enfrenta acusações nos EUA por fuga da polícia, posse ilegal de arma de fogo e possíveis crimes relacionados a sequestro. O ICE já apresentou pedido formal para mantê-lo sob custódia federal. Em 2026, o governo Trump classificou oficialmente o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras, uma medida inédita para facções brasileiras. A decisão ampliou significativamente os instrumentos legais disponíveis para rastrear, prender, deportar e bloquear ativos de integrantes dessas organizações em território americano e no exterior. Por isso, a prisão de Felipe Linares, não se trata apenas da captura de um foragido brasileiro. É um dos primeiros casos em que um suposto integrante de PCC e CV é publicamente enquadrado pelas autoridades americanas dentro da nova estratégia de combate ao terrorismo transnacional. Para os Estados Unidos, PCC e CV deixaram de ser apenas facções criminosas brasileiras e passaram a ser tratados como ameaças internacionais à segurança nacional - o cerco está se fechando.

Karina Michelin

17,308 次观看 • 2 个月前

Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

Karina Michelin

46,677 次观看 • 1 个月前

Apesar da derrota do time NOJENTO do São Paulo hoje em Porto Alegre, faço questão de registrar meus aplausos a todo o staff que cuida da estrutura MARAVILHOSA da Arena do Grêmio. Reitero um elogio que faço a tempos sobre esse estádio: A Arena do Grêmio é um dos estádios mais fantásticos para se transmitir jogo no Brasil. O único palco esportivo que considero próximo ao estádio do tricolor gaúcho é o Mineirão, em BH. Desde a recepção até as acomodações não tem um A para se questionar. Estacionamento amplo, infraestrutura de banheiros espetaculares com acessibilidade e limpeza contínua, diversos elevadores para a locomoção dos torcedores. Espaços amplos para comer, localização espetacular entre duas rodovias FEDERAIS, bem próximo do aeroporto. Completo. E para mim, como imprensa, os elogios são ainda maiores. Ao todo, o estádio tem cerca de 35 cabines de transmissão. Nas fotos e vídeos mostro o tamanho delas, junto com uma infraestrutura exclusiva para os jornalistas e técnicos. Três elevadores exclusivos de cada lado dos setores de cabines (Leste e Oeste), espaço amplo para acomodação dos profissionais, com disponibilidade de som ambiente e televisão com retorno de imagem. Banheiros (no plural) exclusivos para os profissionais de imprensa. Um senhor banquete para os jornalistas com salgadinhos, água, refrigerante, sucos, e até uma garçonete para servir. Corredores amplos e acústica excepcional. Creio que o único ponto falho é a não disponibilidade de internet cabeada gratuita. Porém, creio que possa ser melhorado esse dispositivo, já que o sinal de internet na Arena é ótimo, tanto no cabo, quanto no 5G (não tive problemas no celular, por exemplo). Um estádio completo, avançado, que, apesar de ser chamado de arena, tem ar e conceito de estádio grande e bonito. Parabéns ao Grêmio por esse patrimônio e pela sua conservação.

Ramoni Artico

101,719 次观看 • 10 天前