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“Foreign Terrorist Arrested” - “Terrorista Estrangeiro Preso”. Foi com essa expressão que o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) anunciou a prisão do brasileiro Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como “Don”, apontado pelas autoridades americanas como ex-comandante do PCC e do Comando Vermelho. A prisão...

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O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo é obrigado a deixar os Estados Unidos - para não dizer expulso - e retornar ao Brasil. O Bureau of Western Hemisphere Affairs, departamento do governo dos EUA, publicou a pouco um post no X com a seguinte mensagem: “Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso.” Marcelo Ivo, delegado de carreira da PF, ocupava desde agosto de 2023 o posto de oficial de ligação em Miami - uma função estratégica que o colocava como ponte direta entre o Brasil e autoridades americanas, especialmente no sistema migratório e na cooperação policial. Esse tipo de cargo não é apenas técnico; ele passa por indicação e confiança da cúpula da instituição e, na prática, representa o Estado brasileiro dentro de estruturas estrangeiras. Foi nessa posição que ele atuou no caso envolvendo o ex-deputado Alexandre Ramagem, de forma clandestina em território americano. No dia 13 de abril, Ramagem foi preso nos Estados Unidos pelo ICE. A detenção durou cerca de dois dias, mas terminou de forma inesperada, com sua liberação - algo que, segundo relatos, pegou a própria Polícia Federal de surpresa. Nos bastidores, havia uma movimentação intensa para impedir essa soltura. A PF chegou a preparar um dossiê e se reuniu com autoridades americanas no dia 16 de abril, em Miami, tentando reverter a decisão e acelerar uma possível deportação. Poucos dias depois dessa sequência de prisão, soltura, tentativa de reversão e reação pública dos EUA, Marcelo Ivo é convidado a se retirar do país imediatamente. O caso ainda está longe de ser encerrado. Há muita coisa nesta história que ainda precisa ser revelada.

Karina Michelin

36,404 次观看 • 4 个月前

Vamos deixar uma coisa bem clara: se um político americano ,digamos, o filho de um ex-presidente dos EUA , fizesse as malas, voasse para o Brasil e começasse a se aproximar de autoridades estrangeiras para sabotar ativamente o próprio país, o governo dos Estados Unidos o teria destruído completamente. Dá para imaginar o caos absoluto? Imagine esse sujeito em Brasília, implorando ao governo brasileiro que impusesse tarifas econômicas sobre produtos americanos, cancelasse os vistos de viagem de ministros da Suprema Corte dos EUA e congelasse os bens de juízes americanos, tudo isso apenas para livrar o pai de uma encrenca judicial. É uma piada completa achar que Washington ficaria de braços cruzados dizendo: "Ah, tudo bem, isso é apenas liberdade de expressão!" De jeito nenhum! As autoridades federais estariam esperando por ele na pista de pouso antes mesmo de o avião tocar o solo americano! Eles o teriam enquadrado tão rapidamente na Lei Logan , por conduzir uma diplomacia paralela, não autorizada e à revelia das normas ,que ele ficaria tonto. O Departamento de Justiça teria caído em cima dele com todo o peso da lei por obstrução federal da justiça, conspiração e atuação ativa contra interesses de segurança nacional. Estamos falando de um país que não brinca em serviço quando se trata de interferência estrangeira, muito menos quando se trata de traição cometida por um de seus próprios cidadãos! Portanto, para qualquer pessoa de lá olhar para o Brasil e reclamar, chamando uma condenação legal de "perseguição política", isso é o auge da hipocrisia. Eles adoram falar grosso sobre soberania e lei e ordem, mas, se alguém tentasse fazer exatamente essa mesma baixaria contra os Estados Unidos, estaria vestindo um macacão laranja de presidiário federal tão rápido que a família nem teria tempo de tuitar sobre o assunto. Ponto final!

R R

75,647 次观看 • 2 个月前

A crise entre Brasil e Estados Unidos acaba de ultrapassar um limite raramente visto na diplomacia. Nesta terça-feira, 4 de agosto, o governo Donald Trump revogou o visto diplomático da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. A decisão foi apresentada como uma medida de reciprocidade após o governo Lula negar vistos a diplomatas americanos e se recusar a conceder o agrément ao indicado de Trump para comandar a Embaixada dos EUA em Brasília. Embora Viotti não tenha sido expulsa do território americano, ela passa a permanecer nos EUA sem um visto diplomático válido - um gesto de enorme peso político e um recado inequívoco de que Washington decidiu aumentar o custo do confronto com Lula. Mas este episódio não surgiu do nada; ele é apenas o capítulo mais recente de uma escalada que já inclui tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, a investigação da Seção 301 conduzida pelo USTR, acusações americanas de restrições à liberdade de expressão, críticas às decisões judiciais contra plataformas digitais dos EUA, disputas sobre propriedade intelectual, comércio, etanol e até o processo eleitoral brasileiro. Na visão da Casa Branca, todos esses temas passaram a integrar um único conflito estratégico. O governo Trump considera que o Brasil deixou de representar apenas um parceiro comercial problemático e passou a desafiar interesses políticos, econômicos e institucionais dos Estados Unidos. O resultado é preocupante. O Brasil entra em uma das maiores crises diplomáticas com os Estados Unidos em décadas, justamente às vésperas das eleições presidenciais. Se nenhuma das partes recuar, novas retaliações poderão atingir comércio, investimentos, cooperação em segurança, tecnologia e até futuras relações diplomáticas. A revogação do visto da embaixadora é um sinal de que a disputa entre Trump e Lula deixou de ser retórica e passou a produzir consequências concretas. A política externa do PT, historicamente ligada ao Foro de São Paulo e à aproximação com regimes ditatoriais na América Latina, contribuiu para o agravamento da crise com Washington. Se a escalada continuar, o Brasil poderá enfrentar um isolamento diplomático e econômico cada vez maior.

Karina Michelin

18,063 次观看 • 15 天前

Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

Karina Michelin

46,677 次观看 • 1 个月前

Flávio Bolsonaro apresenta argumentos políticos e técnicos para defender o Brasil em negociação com governo americano Participação em audiência do USTR tem fala contra sobretaxas e a favor do PIX Em um apelo contundente às autoridades norte-americanas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, defendeu o cancelamento das sobretaxas aos produtos brasileiros, nesta terça-feira (7), durante exposição oral em audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), em Washington. Ao abrir seu discurso, Flávio solicitou que os membros da Comissão “não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do PIX e cancelem esta medida para que possamos negociar.” O senador lembrou já ter feito o mesmo apelo ao presidente Donald Trump, ao vice-presidente James David Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, no mês de maio. Fez questão de ser enfático sobre os graves equívocos da sanção, que punem severamente o Brasil e a população brasileira, mas também são muito prejudiciais aos Estados Unidos. O senador alertou aos membros da Comissão que os dados de 2025 mostraram que as tarifas não produziram os resultados pretendidos pelos Estados Unidos. “Em vez disso, elas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões”, ressaltou. Flávio Bolsonaro fez ponderações importantes, uma vez que em apenas noventa dias, o cenário político do país poderá ser completamente diferente. “Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse Flávio, em um apelo aos membros da Comissão. Em outro trecho de seu discurso, o senador fez uma contundente defesa do PIX. “O PIX não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal. Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do PIX, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos”, explicou Flávio. Ao abordar o tema dos retrocessos no combate à corrupção no Brasil, um dos motivadores da medida, Flávio disse que esse é um dos maiores flagelos enfrentados pelo povo brasileiro. “Sobre isso, não há divergência. Mas a corrupção tem responsáveis identificáveis. A corrupção tornou-se uma característica marcante da esquerda política brasileira. O povo brasileiro não deve ser punido por isso”, destacou.

Senator Shane Jett 🇺🇸🇧🇷

139,016 次观看 • 1 个月前

Prisão com ouro - Um passageiro foi preso neste sábado (18) após ser flagrado transportando cerca de 3,5 quilos de ouro escondidos nos sapatos, nos tornozelos e em uma bolsa durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um ônibus na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. A abordagem ocorreu por volta das 10h50, no km 211 da rodovia. O ônibus fazia a linha entre Goiânia (GO) e Cuiabá. Segundo a PRF, durante a fiscalização no interior do veículo, um dos passageiros informou que um homem que estava sentado no fundo do ônibus demonstrou nervosismo e passou a agir de forma incomum quando os policiais entraram no coletivo. Ao ser abordado, o suspeito disse que saiu de Goiânia e seguia para Cuiabá, onde faria um curso promovido pela empresa em que trabalha. Durante a revista, os policiais encontraram quatro barras de ouro escondidas nas palmilhas dos sapatos do passageiro, duas barras presas aos tornozelos e outra barra dentro de uma bolsa. Ao todo, o material pesava aproximadamente 3,488 quilos. Questionado, o homem afirmou que recebeu o ouro em Goiânia e que faria a entrega em Cuiabá. Ele disse ainda que receberia R$ 3,5 mil pelo transporte, mas não revelou a identidade da pessoa que receberia o material. O passageiro foi preso em flagrante por suspeita de crimes contra a ordem econômica e ambientais. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, em Rondonópolis, que dará continuidade às investigações. Veja mais detalhes no #g1. #prisão #ouro #rondonópolis #matogrosso #PRF #BR364

g1

127,964 次观看 • 1 个月前

🚨 APONTADO COMO TRAFICANTE DE ARMAS, "DOURADO" TERIA SE FORTALECIDO NO COMPLEXO DO SÃO CARLOS APÓS NÃO RETORNAR DA SAIDINHA Tiago Vinicius, conhecido como "Dourado", é apontado pela Polícia Federal como traficante de armas e drogas. Segundo informações das investigações, ele deixou o sistema prisional durante a saída temporária de Natal em 2025 e não retornou, passando a atuar no Complexo do São Carlos, na região central do Rio. De acordo com os levantamentos, Dourado teria ampliado sua influência dentro da facção e se tornado um dos principais responsáveis pela aquisição e distribuição de armamentos para comunidades dominadas pelo TCP no estado do Rio de Janeiro e também em outras regiões do país, com destaque para o Complexo do São Carlos. As investigações indicam ainda que o criminoso teria fortalecido sua atuação nos últimos anos, período em que a comunidade registrou pouca presença de operações da Polícia Militar. A Polícia Federal aponta que ele desempenha papel estratégico no abastecimento de armas e drogas para áreas sob influência da facção. ⚠️🎥 O criminoso vem exibindo com frequência os armamentos adquiridos recentemente por ele e sua quadrilha para sua facção. O último fuzil apreendido pela PM na comunidade, onde o mesmo se encontra, foi em outubro de 2023. (A polícia civil operou recentemente na região, mas foi contra uma quadrilha de estelionarios e roubo de celulares), na ocasião um fuzis foi apreendido.

PEGAVISAORJNEWS

89,368 次观看 • 2 个月前

Na Suíça, autoridades encontraram uma alternativa engenhosa para evitar os transtornos clássicos de obras em rodovias: em vez de fechar faixas ou redirecionar o tráfego, é utilizada uma ponte móvel temporária, chamada ASTRA Bridge. A estrutura permite que os veículos continuem passando por cima da área em que estão sendo realizadas reparações, enquanto as equipes trabalham com segurança embaixo da ponte. A ideia funciona assim: pouco antes do início das obras, o trecho afetado da rodovia é fechado durante um fim de semana. Durante a noite, seções modulares da ponte são transportadas para o local e montadas sobre o pavimento que será reparado. Rampas nas extremidades garantem que os carros entrem e saiam da ponte de forma suave. Quando pronta, a ASTRA Bridge permite a passagem contínua de veículos, geralmente com limite de velocidade reduzido (por volta de 60 km/h), eliminando a necessidade de desviar tráfego por vias alternativas. Para os motoristas, essa solução faz uma grande diferença: o tráfego se mantém fluido, sem os habituais congestionamentos e sem desvios complicados. Para as equipes de obra, a vantagem também é enorme: trabalhando sob a ponte, elas ficam protegidas dos veículos em movimento e de intempéries, o que eleva a segurança e permite que o trabalho siga com eficiência. O conceito de ponte móvel para manutenção rodoviária começou a ser testado em 2022 na rodovia A1 motorway, entre Recherswil e Luterbach. Após os testes iniciais, a versão aprimorada da ponte passou a ser utilizada regularmente, mostrando-se uma estratégia viável para reduzir interrupções no tráfego enquanto obras essenciais são realizadas. Além da fluidez no tráfego e da segurança, essa solução também traz ganhos econômicos e ambientais: evitando longos congestionamentos e reduções bruscas de velocidade, há menor desperdício de combustível e menos emissões. A manutenção do cronograma da obra é facilitada, já que máquinas e equipes não dependem de interrupções no fluxo de veículos para operar. Esse método representa uma forma moderna e eficiente de conciliar manutenção de infraestrutura com o direito,e necessidade, de mobilidade dos cidadãos. Será que não valeria a pena trazer esse conceito para o Brasil? Se você curte o meu conteúdo ou se ele já impactou positivamente a sua vida, conto com seu voto na fase final do Prêmio iBest (Top3), mesmo que você já tenha votado na fase anterior. A votação foi zerada. Via: espetacular #inovacao #tecnologia #Brasil #video #3os

Ricardo Amorim

85,611 次观看 • 8 个月前

O ano de 2023 não foi fácil. O Brasil entrou em uma decadência moral, econômica e social, com graves crises na segurança, na educação e na saúde. Um verdadeiro caos! No Congresso Nacional, tenho lutado para impedir o desmonte do legado do governo Bolsonaro e para impedir retrocessos em temas importantes, grandes conquistas para o Brasil. Essa luta contra o sistema e contra a esquerda corrupta é pesada e desgastante, mas meus valores vêm de berço, ensinados pelo melhor pai e professor do mundo, Jair Messias Bolsonaro. E uma das coisas que ele ensinou desde cedo lá em casa foram os ideais de patriotismo, os valores familiares e a perseverança. Se o motivo é justo, a gente não desiste. O Brasil tem jeito e Bolsonaro já mostrou como se faz. Meu trabalho, como parlamentar, é honrar cada um dos cariocas e fluminenses que confiaram em mim seu voto para trabalhar muito pelo meu Rio de Janeiro. Por isso, tenho destinado todos os anos milhões de reais à saúde, segurança e educação, além de projetos e parcerias com o Estado fazendo do Rio não só um lugar seguro como também para que a frase “cidade maravilhosa” possa fazer cada vez mais sentido a quem vem conhecê-la. Também tenho lutado por uma reestruturação da segurança pública, com penas mais duras e pela redução da maioridade penal. Também estamos na briga para democratizar e simplificar o acesso à proteção pessoal, com porte e posse de armas para o cidadão de bem. Além de buscar mais recursos para áreas que são essenciais para os brasileiros. A gente quer mais segurança, mais saúde, mais educação, mas quer também mais emprego e renda para as pessoas. Esse é meu Norte e eu estou aqui no Senado para isso, jogando na linha de frente por um Brasil mais próspero, seguro e justo. Que 2024 seja melhor para todos nós. Será um ano de reorganização da direita no Brasil. As eleições municipais são uma oportunidade para darmos um recado com a força das urnas. Porque o Brasil não começa em Brasília, ele começa no seu bairro, na sua prefeitura e no seu Estado. É a força de cada um que faz o nosso país ser o que é. Que Deus abençoe a todos! Um Feliz Ano Novo!

Flávio Bolsonaro

76,610 次观看 • 2 年前