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da série: histórias que a rua tentou apagar #02 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙘𝙖𝙙𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙩𝙚𝙢 𝙪𝙢 𝙥𝙖𝙨𝙨𝙖𝙙𝙤- 𝙚 𝙢𝙚𝙧𝙚𝙘𝙚 𝙪𝙢 𝙛𝙪𝙩𝙪𝙧𝙤 O ano era 2022, Hope estava encurralada com seus 7 recém-nascidos. Uma mamãe tentando proteger quem acabou de chegar ao mundo Segue o 🧶

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Jornalismo medíocre. Apuração fake. Notícia plantada para tentar me diminuir e minimizar minha ida para um grande partido. As perguntas que ficam são: quem teria interesse nisso? Quem tem medo da força do meu nome junto ao fiel e esclarecido eleitorado conservador? Quem tem medo de concorrer com Cristina Graeml? A VERDADE: foi o senador Álvaro Dias quem primeiro me procurou oferecendo abrir as portas do Podemos p mim. O convite p a filiação veio da pres nacional do partido, Renata Abreu. Tudo o mais é invencionice de blogueiro mal intencionado. E mais: ñ estou “migrando” de partido. EU ESTAVA SEM PARTIDO. Me desfiliei da sigla pela qual concorri à prefeitura de Curitiba pelo simples fato de que a executiva nacional do Partido da Mulher Brasileira (PMB) descumpriu o que tínhamos acordado e tentou impedir minha candidatura já com o processo eleitoral em curso. Além de disputar uma eleição dificílima, com uma indústria de calúnias e difamações armada contra mim, ainda precisei enfrentar uma batalha jurídica contra a própria pres do PMB p manter a candidatura. Consegui o feito de ser a primeira mulher a chegar ao 2º turno numa disputa municipal em Curitiba, mas a mulher que preside o partido, em vez de celebrar, deu mais uma rasteira. Substituiu o então presidente estadual do PMB, que me apoiava, por outro que se declarou neutro nas eleições!!! Acho que foi a primeira vez na história do Brasil que um partido se declarou neutro tendo um candidato na disputa de 2º turno. E era o Partido da Mulher Brasileira! E com uma mulher na disputa, com chances reais se tronar a primeira prefeita de Curitiba e a primeira do partido a governar uma capital! Dá o imaginar o que rolou nos bastidores… Ou seja, como já disse antes, ao comunicar minha desfiliação do PMB… nada devo à executiva nacional, pelo contrário. Elevei o nome de um partido que ninguém conhecia, sem receber qualquer reconhecimento ou apoio por isso. Sou grata ao ex-presidente estadual e ao presidente municipal do PMB pelos esforços para que eu pudesse disputar. Ao Podemos, que me recebe agora, agradeço pela receptividade da executiva nacional. Estou muito feliz com a possibilidade de trabalhar pelo Paraná e pelo Brasil. #cristinagraeml #eleições2026

Cristina Graeml

144,445 次观看 • 1 年前

O MUNDO INVERTIDO dos Filhos do Bolsonaro... É curioso ver como, de repente, surgiram dezenas de "historiadores" tentando reescrever os acontecimentos dos últimos anos. Agora querem convencer todo mundo de que o Flávio Bolsonaro sempre foi um grande combatente do STF, defensor do impeachment de ministros e entusiasta da CPI da Lava Toga. O problema é que existe uma coisa muito inconveniente para essa narrativa: a memória das pessoas e os registros públicos. O próprio Flávio Bolsonaro afirmou diversas vezes que não havia assinado a CPI da Lava Toga e que sua visão era a de não entrar em confronto com o STF. Em diferentes momentos, o discurso foi justamente o de evitar o enfrentamento institucional. Agora tentam vender uma versão completamente diferente dos fatos, como se sempre tivessem liderado uma cruzada contra a Corte. É uma aposta ousada na falta de memória do povo brasileiro. Afinal, quem acompanhou a política nos últimos anos sabe que os maiores defensores da CPI da Lava Toga passaram boa parte do tempo criticando a postura passiva do bolsonarismo em relação ao STF. Não existe problema em alguém mudar de posição ao longo do tempo. O problema é tentar apagar o que foi dito e feito para criar uma biografia política mais conveniente. Os vídeos existem, as entrevistas existem, as declarações existem. Reescrever a história pode funcionar para quem chegou agora, mas dificilmente convence quem acompanhou os acontecimentos em tempo real. Quem quiser defender o Flávio hoje tem todo o direito. O que não dá é fingir que ele sempre defendeu exatamente o contrário do que declarou publicamente durante anos.

Ualifi Araújo

19,586 次观看 • 2 个月前

🔥 O GOVERNO TENTOU IMPEDIR… MAS O MUNDO VIU 🎥🇧🇷 Em 1996, o Rio de Janeiro parou. Michael Jackson, o homem mais famoso do planeta, desembarcava no Brasil para gravar They Don’t Care About Us, sob direção de Spike Lee. A música falava sobre injustiça, desigualdade e exclusão. E foi justamente por isso que a polêmica começou. As autoridades alegavam que gravar em uma favela “mancharia a imagem do país”. Houve tentativa de barrar as filmagens, processo judicial e tensão nos bastidores. Uma liminar acabou liberando o projeto. Mas o maior desafio ainda estava por vir. Michael queria gravar no Morro Dona Marta, em Botafogo. Naquela época, a região era controlada pelo tráfico, e entrar ali sem autorização era simplesmente impensável. Sem acordo com autoridades formais, a produção buscou quem realmente mandava no morro. O chefe do tráfico teria hesitado. Até ouvir o motivo. Era para Michael Jackson. A resposta ficou marcada: “Com ele aqui, este vai ser o lugar mais seguro do mundo.” E foi. Durante as gravações, o Dona Marta virou o centro do planeta. Crianças corriam pelas vielas, moradores acompanhavam das janelas, e o Olodum fazia o chão tremer. O rei do pop dançava no coração da comunidade que muitos preferiam não enxergar. O resultado foi um dos clipes mais simbólicos da carreira de Michael. Uma mistura de denúncia, cultura e identidade brasileira que atravessou o mundo. O governo quis esconder. A favela mostrou. E o mundo nunca esqueceu. 🎬✨

ARQUIVADO

13,095 次观看 • 5 个月前