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Ana Sayfaya Dön

Dossiê: TRIANGULAÇÃO — Eduardo e Nikolas NÃO ROMPERAM Pela RISADA + Assumindo que MANIPULOU o Vídeo Há momentos em que a narrativa não resiste à própria realidade. Quando o material é integral, contínuo, sem cortes, sem edição salvadora, não existe mais o álibi confortável do “foi tirado de contexto”....

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Benzer Videolar

CONHEÇA O FILHO DE JAIR BOLSONARO: O RESGATE QUE MUITOS IGNORAM - Dezembro de 2011 Não é sobre sobrenome. É sobre atuação. Quando falam de Carlos Bolsonaro Carlos Bolsonaro , a tentativa é sempre a mesma: reduzir a trajetória a um rótulo fácil. Mas o que a própria linha do tempo mostra é algo bem diferente — presença constante, posicionamento firme e participação ativa muito antes de qualquer narrativa pronta. No vídeo, o que se vê não é apenas alguém “ligado ao pai”. É alguém já inserido no ambiente político, acompanhando de perto, entendendo o funcionamento real do poder e, principalmente, se posicionando quando muitos preferiam o silêncio. Quando Carlos Bolsonaro afirma que 99,9% dos seus votos vêm de Jair Bolsonaro, ele não tenta suavizar, não tenta maquiar, não tenta reescrever a história. Ele expõe. Assume. E vai além: se coloca como braço direito no Rio de Janeiro das propostas defendidas em Brasília. Ou seja, não existe ruptura, não existe ambiguidade, não existe discurso duplo. Existe alinhamento direto entre base eleitoral, atuação política e estrutura de gabinete. E isso desmonta uma narrativa muito conveniente: a de que tudo seria apenas herança vazia. Não é. É transferência consciente de capital político, sustentada por uma base que sabe exatamente o que está apoiando. E a pergunta inevitável permanece: isso é dependência… ou é coerência assumida sem filtro? E isso muda tudo. Porque quando a atuação vem de antes, quando o discurso já existia antes do holofote nacional, o que aparece depois não é improviso. É continuidade. Críticos tentam enquadrar como influência. Mas evitam reconhecer o fator central: construção ao longo do tempo. Não foi um salto. Foi um processo. E o resgate expõe exatamente isso. Mostra que o que hoje é tratado como “estilo” ou “marca” já estava lá atrás — na forma de falar, na forma de confrontar e na forma de se posicionar diante de temas sensíveis. No fim, não é sobre ser filho de alguém. É sobre entender quem já estava no jogo… antes mesmo de muitos perceberem que ele já estava jogando. E a pergunta inevitável permanece: foi apenas proximidade… ou sempre foi protagonismo?

・ Ice ・  Ⅹ ・

31,805 görüntüleme • 2 ay önce

Furto de vírus na Unicamp: H1N1 estava entre amostras levadas de laboratório Material biológico foi levado sem permissão do Instituto de Biologia para a Faculdade de Engenharia de Alimentos na universidade. Uma pesquisadora foi presa. PF diz que não houve contaminação externa. Um laboratório de alta segurança não é feito para erro. Ele é feito justamente para impedir que o erro exista. E ainda assim, no Brasil, até isso virou detalhe. A Unicamp, um dos principais centros de pesquisa do país, viu amostras de vírus simplesmente desaparecerem. Entre elas, H1N1. Não é material comum. Não é algo que se perde numa gaveta. É o tipo de agente que exige controle absoluto, registro rigoroso, rastreabilidade total. E mesmo assim, saiu. Não por ataque externo. Não por invasão sofisticada. Por dentro. As amostras foram levadas e permaneceram fora do ambiente controlado por semanas. Circularam dentro da própria estrutura universitária, fora do protocolo, fora da lógica mínima de segurança que esse tipo de material exige. Depois vem a explicação. Sempre vem. Falta de espaço. Uso de outras áreas. Ajustes operacionais. A tentativa de transformar quebra de protocolo em rotina aceitável. O famoso improviso institucionalizado, que no Brasil deixa de ser exceção e vira método. O problema nunca é só o ato. É o ambiente que permite o ato. Um laboratório de nível elevado de biossegurança existe justamente porque trabalha com riscos que não podem ser relativizados. Não existe margem para adaptação criativa quando o assunto é vírus. Não existe espaço para “dar um jeito”. Ou há controle, ou não há segurança. E nesse caso, ficou claro que o controle falhou. As autoridades dizem que o material foi recuperado. Que não houve vazamento. Que não houve impacto externo. Pode até ser. Mas isso não apaga o ponto central. Se foi possível retirar esse tipo de material de dentro de um laboratório desse nível, então o problema não é pontual. É estrutural. Porque segurança de verdade não é medida quando tudo dá certo. É medida quando algo tenta dar errado. E aqui, deu. Só não virou algo maior por circunstância. Não por sistema. E quando um país começa a depender de sorte em áreas críticas, ele já ultrapassou um limite perigoso. O da confiança.

・ Ice ・  Ⅹ ・

34,061 görüntüleme • 3 ay önce

Nada começa com violência explícita. Começa com regras. Com termos de uso. Com uma pontuação invisível que ninguém vê, mas todos sentem. Na China, uma geração inteira está descobrindo que o futuro pode ser cancelado por um clique. Jovens que estudaram, trabalharam, obedeceram. Até o dia em que o sistema decidiu que não bastava mais. Entrar na lista negra do crédito social não é cair em desgraça pública. É algo pior. É desaparecer sem barulho. A carteira digital trava. O aluguel não é pago. A comida não é comprada. O transporte não funciona. O salário não chega porque o emprego não vem. E o emprego não vem porque o sistema já decidiu que você não é confiável. Não há tribunal. Não há defesa. Não há explicação clara. Há apenas a rua. Dormir ao relento, cercado por arranha-céus inteligentes, câmeras de alta precisão e slogans de prosperidade coletiva. A tecnologia avança. O humano retrocede. Chamam isso de confiança. Mas confiança não se impõe. Chamam isso de ordem. Mas ordem sem escolha é submissão. Chamam isso de progresso. Mas progresso que elimina pessoas não é progresso, é descarte. O mais cruel não é perder dinheiro. É perder o direito de tentar novamente. Quando um algoritmo decide quem pode comer, trabalhar e morar, o Estado já não governa cidadãos. Administra corpos. E cada jovem dormindo na calçada não é um erro estatístico. É uma mensagem. O sistema está avisando que, ali, viver deixou de ser um direito.

・ Ice ・  Ⅹ ・

19,288 görüntüleme • 6 ay önce

Há uma diferença silenciosa - e brutal - entre estar preso sabendo o motivo e estar preso sabendo-se inocente. Para quem reconhece a própria culpa, a punição pode doer, mas faz sentido. Existe um fio lógico que conecta o ato à consequência. A prisão, nesse caso, é castigo, é limite, é cobrança. O tempo passa com peso, mas com algum significado: pagar pelo que fez. Para o inocente, não. Para o inocente, a prisão não é punição - é tortura. É a suspensão da lógica. É o castigo sem causa. É o dia que amanhece sem explicação e a noite que cai sem esperança. Não há aprendizado possível quando não há culpa. Só há desgaste, humilhação e erosão da alma. E o sistema sabe disso. Sabe que o corpo aguenta mais do que a mente. Sabe que a dúvida corrói mais que a sentença. Sabe que a injustiça repetida, dia após dia, é capaz de quebrar até os mais fortes - não pela dor física, mas pela sensação de abandono, de impotência, de absurdo. Por isso a prisão do inocente é tão eficaz para quem quer destruir sem deixar marcas visíveis. Não é preciso bater. Basta prolongar. Basta silenciar. Basta normalizar o injustificável. A cela se torna um espaço onde o tempo não ensina nada, apenas consome. Onde a esperança vira resistência. Onde permanecer de pé já é um ato político, moral e humano. Prender um culpado é exercer poder. Prender um inocente é abusar dele. E quando o sistema escolhe esse caminho, não está buscando justiça - está testando até onde alguém consegue suportar sem deixar de ser quem é.

Carlos Bolsonaro

109,335 görüntüleme • 6 ay önce

Quando um ministro precisa lembrar o próprio Supremo do que o próprio Supremo já decidiu, o problema não é jurídico. É memória seletiva. Fux não trouxe tese nova, não reinventou nada. Apenas resgatou o óbvio. O mesmo tribunal que agora fala em limites, em excesso, em perigo institucional, já reconheceu que a minoria tem direito de investigar e, mais do que isso, de continuar investigando. No caso das fake news, a história era outra. Diziam que a CPI estava indo longe demais, avançando no tempo, ampliando o escopo. Ainda assim, o Supremo garantiu a continuidade. Chamou isso pelo nome correto, direito subjetivo da minoria. Proteção democrática. Equilíbrio de forças. Agora, o discurso muda. O que antes era garantia vira risco. O que antes era proteção vira abuso. O que antes era necessário para o funcionamento do sistema passa a ser tratado como ameaça ao próprio sistema. E não é porque a regra mudou. É porque o alvo mudou. Fux expôs isso sem precisar dizer diretamente. Ao lembrar o precedente, ele desmonta a narrativa de que o Supremo nunca enfrentou o tema. Enfrentou sim. E decidiu de forma oposta. O resto é ajuste de contexto. Porque no Brasil, a Constituição não é reinterpretada por necessidade jurídica. Ela é recalibrada conforme o risco político. E quando até o precedente precisa ser esquecido para sustentar a decisão do presente, o que está em jogo não é coerência. É conveniência.

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,262 görüntüleme • 3 ay önce

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 görüntüleme • 8 ay önce

Neste sábado, 21 de março,Jair Bolsonaro não vive um aniversário comum. Não há celebração pelos seus 71 anos, não há encontro com apoiadores, não há sequer a liberdade de estar com a própria família. O que existe é um leito de hospital, um corpo fragilizado por mais de dez comorbidades e uma rotina marcada por dor, limitações e incertezas. Muitas dessas sequelas têm origem direta no atentado de 2018 - que na prática, nunca terminou. Aquela facada não ficou no passado; ela se prolongou no tempo. Está nas cirurgias sucessivas, nas complicações, nas noites difíceis, nas traições políticas - e tudo isso está marcado em um corpo que já não responde como antes. Mas o verdadeiro calvário não é apenas físico. É existir sob julgamento permanente, ser reduzido a versões falaciosas; é ver a própria história ser disputada, reinterpretada, fragmentada e distorcida - sem que seja permitido que a verdade prevaleça. Bolsonaro deixou de ser apenas um homem há muito tempo; tornou-se um símbolo. E símbolos não têm descanso - são exaltados ou destruídos, mas raramente compreendidos. O isolamento que hoje o cerca não é apenas de paredes. É o silêncio dos que se afastaram, é a superficialidade dos que o condenam - é o peso de existir em um país onde a verdade já não é consenso, mas território de guerra. Neste aniversário, Jair Bolsonaro, não apaga velas, ele enfrenta o tempo. Tempo para lembrar que todo poder é transitório. Que toda ascensão carrega, em si, a possibilidade da queda.E que, no fim, o que resta de um homem não é o cargo que ocupou - mas aquilo que foi capaz de suportar. Há algo profundamente humano em sua condição atual. Porque, despido do poder, da voz e da multidão, resta apenas o essencial: um homem à frente de seu tempo, que lutou pelo que acreditava ser verdade e justiça e que, diante de todas as cruzes que carregou, permaneceu de cabeça erguida ancorado na verdade em sua própria travessia. E talvez seja justamente esse o ato “revolucionário” que desconcerta uma República falida.

Karina Michelin

12,444 görüntüleme • 3 ay önce

Tem gente que olha esse vídeo e desliga na primeira frase só porque não gosta de quem está falando. É o maior erro que a direita comete hoje. Em vez de dissecar a mensagem, cancela o mensageiro. E enquanto isso o sistema agradece, porque segue avançando sem resistência real. O recado aqui não é sobre simpatia pessoal, é sobre o buraco onde estamos entrando. O ponto central é simples e incômodo. Estão vendendo a ideia de que esse projeto de dosimetria é alívio quando, na prática, ele consolida a narrativa de que todo mundo é culpado e de que a perseguição virou política de Estado. Antes, era o arbítrio concentrado em uma pessoa. Agora passa a ser carimbado pelo Legislativo. O que era abuso virou posição oficial da Casa que diz representar o povo. Isso não é avanço. É selar no papel a versão dos algozes. Outro ponto que muita gente não quer encarar é a desonestidade política de prometer o que não dá para entregar. Em vez de dizer claramente que não foi possível garantir a anistia, que há limites técnicos, que o sistema travou tudo, preferem empacotar meia derrota como se fosse vitória. Isso não engana a base mais engajada, que já entendeu o jogo. Mas destrói o eleitor comum, aquele que precisava de um sinal claro para escolher um lado. Esse olha a cena e conclui o óbvio: é tudo igual, tanto faz. E é nesse vazio que nasce o nem Lula nem Bolsonaro que tanto interessa ao sistema. O alerta é direto. Se a direita continuar fingindo força onde está apanhando, quem paga a conta é o projeto de 2026. Não adianta, daqui a um ano, culpar a falta de mobilização, culpar “máquinas” ou culpar setores infiltrados se hoje não há coragem para falar com todas as letras que o jogo é sujo, que as regras são viciadas e que, mesmo assim, é preciso enfrentar com verdade, não com marketing. Bolsonaro venceu em 2018 porque falava o que ninguém tinha coragem de dizer. Não foi por estratégia de gabinete. Foi porque chamou o sistema pelo nome. E a parte sobre Flávio é o outro lado da moeda. Existe espaço real para crescer. Existe cenário favorável. Existe legado concreto. Existe uma candidatura com base forte. Mas isso só vira vitória se vier acompanhado de sinceridade. O povo sempre perdoa limitações. O que o povo não perdoa é ser enganado. É preciso explicar até onde foi possível ir, onde o sistema trancou a porta, o que foi tentado e o que não deu. Não é hora de enfeitar realidade. É hora de colocar a verdade na mesa, mesmo que doa. Por isso o pedido é simples. Esqueçam quem está falando no vídeo. Esqueçam se gostam ou não do mensageiro. Esqueçam o ranço, as implicâncias, o passado, a persona. Foquem na mensagem. O alerta é sério. Se quem deveria defender a verdade começar a dourar derrota, a base desanima, o ambiente esfria e quem estava quase chegando volta para a apatia. Se queremos ver o legado de Bolsonaro continuar vivo na voz e na campanha de Flávio,(Flavio Bolsonaro ) não dá para maquiar a realidade. Ou a direita aprende a ser brutalmente honesta agora, ou vai assistir, mais uma vez, o Brasil ser levado no laço enquanto muitos comemoram migalhas achando que foi banquete. O futuro não perdoa ilusões. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026 Créditos : Allan Dos Santos e Alexandre Ramagem

・ Ice ・

16,886 görüntüleme • 7 ay önce

Não é para provocar divisão na ¨DIREITA¨. Pelo contrário. Assistam a este vídeo com calma. Sem filtro, sem torcida organizada, sem paixão cega. Ignorem o mensageiro e foquem na informação. Não se deixem conduzir como massa de manobra. Observem os fatos, as falas, o contexto. Tudo aquilo que costuma ser ignorado quando a conveniência fala mais alto. Quando a doença se instala, o remédio raramente tem gosto agradável. Ele arde, incomoda, provoca rejeição. Mas é justamente esse desconforto que denuncia a profundidade do problema e a urgência da cura. Depois disso, sem roteiro imposto ou aplauso automático, tirem suas próprias conclusões. Temos um presidente sequestrado pelo Sistema, correndo risco iminente de vida. E, ao redor dele, parlamentares que se elegeram abraçados à sua imagem, sustentados por sua força, impulsionados por sua base. Os mesmos que agora viram as costas, fazem silêncio, calculam conveniência e fingem não reconhecer a própria origem. Isso não é amadurecimento político. É oportunismo. Não é estratégia. É abandono. Chega. Porque há um limite entre divergência e traição. E esse limite já foi ultrapassado há muito tempo. E deixo um recado muito claro, em linha com tudo o que foi dito acima. Quem faltar com respeito, distorcer fatos que estão escancarados à frente do nariz ou partir para ataques pessoais não terá debate, nem réplica, nem palco. A resposta será o silêncio e o já conhecido block. O país não chegou ao caos atual por falta de informação. Chegou aqui pela ausência de posicionamento, pela covardia disfarçada de neutralidade e pelo conforto de fingir que não viu. Isso, sim, cobra um preço. Eu não Sou de Direita, eu Sou um Bolsonarista.

・ Ice ・  Ⅹ ・

12,493 görüntüleme • 5 ay önce