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Durante a cúpula do BRICS, Lula voltou a defender abertamente o abandono do dólar nas transações internacionais. Segundo ele, “ou deixamos o dólar para trás, ou encerraremos o século XXI como começamos o XX”. A frase vazia, revela mais sobre os delírios ideológicos do que sobre qualquer estratégia econômica...

65,566 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

10 Kommentare

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José Rodriguesvor 1 Jahr

O larápio segue a cartilha do Min de Relações Exteriores de fato, o @CelsoAmorim, COMUNISTA de carteirinha e antissemita.

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Silvio Cassiano: SIGA MEU PERFIL!vor 1 Jahr

O Lula em breve estara no foco du Trump e muita coisa vai acontecer, a diferença é que o Trump não só fala, ele faz.

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ju 🇧🇷vor 1 Jahr

Receber sansões agora , seria um presente pro descondenado Seria a desculpa perfeita pra narrativa deles pra quebra da nossa economia feita pelo PT Parabéns isentoes, falsa direita e canalhas de plantão que disseram que era tudo a mesma coisa Vocês são piores que o PT

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Cris Brvor 1 Jahr

Lá vem o Brasil descendo aa ladeira,,,

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Lono LION🦁😎🫶🇧🇷🚀vor 1 Jahr

Eles acham que esse cara vai brincar no segundo mandato 🤔🤔

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Jeffvor 1 Jahr

A postura atual do Brasil, aliado do lixo do mundo, só comprova que o PT tem 2 tipos de eleitores: O ignorante, que é prejudicado mas acha cegamente que vai melhorar de vida, e o pilantra, que ganha muito dinheiro e está se lixando para o povo.

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Robert Brazilvor 1 Jahr

Até quando o Congresso ficará omisso com as falas do Lula, que com certeza irão prejudicar os brasileiros que lutam com dignidade pra sobreviver? A China controla seu cambio há décadas pra facilitar suas exportações. Neste período destruiu grande parte das indústrias brasileiras.

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Monique Aragaovor 1 Jahr

@LulaOficial LADRÃO

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Rô ¤_¤vor 1 Jahr

Um irresponsável doente e letal

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Cris Vivi 🌼vor 1 Jahr

Lula não tem mais vontade de governar, está no cargo apenas para dizerem que existe um presidente,mas ele divide o seu cargo com outro poder e é esse que manda.

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Lula declarou em entrevista à CNN que Donald Trump “não foi eleito imperador do mundo”. Disse ainda para os militantes na UNE que “não aceita ordens de gringo nenhum”. A frase carrega um tom hipócrita e contraditório que precisa ser exposto. Enquanto acusa Trump de querer mandar no mundo, Lula age como operador do projeto comunoglobalista - submisso a interesses da ONU, da OMS, do Foro de São Paulo e do BRICS. A soberania que ele cobra dos outros, ele mesmo entrega para fora. Trump impôs tarifas sobre o Brasil porque viu desindustrialização, dumping e alianças perigosas com Rússia, China e Irã. Já Lula defende ditaduras, ataca Israel, flerta com Teerã, e tenta transformar o Brasil numa peça da nova ordem comunista global. Quem realmente ameaça a estabilidade mundial? Essa fala de Lula faz parte da cartilha esquerdista. Lula sempre usou o discurso anti-EUA para inflar sua imagem de “rebelde soberano”, mas na prática segue alinhado com regimes autoritários e interesses internacionais que pouco têm de soberanos. Lula critica Trump, mas quem de fato tem mandado no Brasil são entidades supranacionais, ONGs com financiamento externo e organismos multilaterais. O brasileiro vê seu país sendo saqueado e empurrado para o abismo econômico, com impostos, censura, e submissão ideológica. Lula tenta posar de defensor da soberania nacional, mas age como marionete do globalismo ideológico. Trump, com todos os seus defeitos, defende os interesses de seu povo. Lula, com todas as palavras ataca os EUA, protege ditadores e coloca o Brasil na contramão do Ocidente livre. Quem age como imperador do mundo não é Trump. É Lula - querendo redesenhar a América Latina com a velha tinta do comunismo.

Karina Michelin

25,211 Aufrufe • vor 1 Jahr

Mauro Vieira acaba de oferecer uma das explicações mais convenientes - e mais irresponsáveis - para o fracasso diplomático do governo Lula. Segundo a declaração do chanceler, nesta quinta-feira, 16 de julho, o que incomoda Donald Trump é o fato de o Brasil não ter se “curvado” às pretensões americanas. Não, ministro! O que deveria incomodar os brasileiros é ver o país sair de uma negociação com uma tarifa de 25% sobre milhares de produtos, bilhões de dólares em exportações ameaçados e empregos brasileiros colocados em risco - enquanto o Itamaraty tenta transformar derrota em “ato de bravura”. Soberania não significa levantar da mesa sem acordo e depois entregar a conta ao trabalhador, ao produtor e ao empresário. Defender o Brasil até o final, exige competência para negociar, apresentar soluções, construir alianças e impedir que divergências diplomáticas terminem em punições econômicas. A investigação da Seção 301 não surgiu ontem nem se limitou a uma única exigência política. Durante aproximadamente um ano, Washington apresentou questionamentos sobre comércio digital, Pix, tarifas, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e política ambiental. O governo brasileiro sabia exatamente o que estava em jogo. Agora, depois de fracassar em impedir o tarifaço, Mauro Vieira tenta reduzir tudo a uma narrativa infantil - de um lado, os Estados Unidos exigindo “capitulação”; do outro, Lula defendendo heroicamente a “soberania nacional”. Isso é propaganda para esconder incompetência. O próprio governo americano afirma que Lula não negociou de boa-fé e colocou o ego acima dos interesses do povo brasileiro. O Itamaraty responde com bravatas, mas quem sofrerá as consequências não será Mauro Vieira, Lula ou qualquer ministro protegido pelo salário público. Serão os trabalhadores das empresas atingidas, os produtores que perderão competitividade e as famílias que dependem dessas exportações. Um governo sério não confunde diplomacia com palanque eleitoral e não usa a palavra “soberania” como escudo para fugir da responsabilidade. O Brasil não precisava se curvar aos Estados Unidos. Precisava negociar com inteligência, e nisso o governo Lula fracassou.

Karina Michelin

56,605 Aufrufe • vor 1 Monat