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Ana Sayfaya Dön

Em 2019 eu era espectadora assídua de Arthur do Val e de Nando Moura, até que, no segundo semestre daquele ano, aconteceu algo envolvendo o Carlos. Não me lembro exatamente do episódio, mas eu acompanhava tudo de perto e sabia o que estava se passando. Salvo engano, Nando Moura...

63,786 görüntüleme • 8 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 8 ay önce

Sou eu o Miguel citado pelo Nando no vídeo. E vou ser direto: ele está mentindo. Nunca fui militante do MBL. Nunca participei de evento, reunião ou qualquer coisa ligada ao movimento. Inventar que eu era “fonte” já começa na mentira. Essa história de que eu “fiz o trâmite” para o Arthur do Val - Mamaefalei ⬛️⬜️🟨 e o Renan Santos⬛️🟨⬜️ irem para a Ucrânia é outra mentira tirada do rabo. O que aconteceu foi simples: o Artur me procurou na época para saber como poderia entrar na Ucrânia por causa da Covid. Eu expliquei o que ele precisava fazer. Só isso. Informação básica. E isso nem é segredo. Eu mesmo falei isso publicamente no X na época dos áudios, quando fiquei puto. Depois mencionei no grupo. Ou seja, não tem nada de bastidor. É só mais uma narrativa inventada para os “irmãos de batalha” dele engolirem o que ele vomita. Também é mentira dizer que eu queria destruir a reputação do Danilo Gentili e André Guedes 🇺🇦 . Nunca houve isso. O que existiram foram questionamentos meus, inclusive públicos, sobre por que eles não estavam do lado do Nando. E hoje dá para ver bem o porquê. E tem mais uma coisa que deixa tudo ainda mais ridículo: no vídeo do André, ele sequer me chama de “militante”. Isso foi invenção do próprio Nando. Ou seja, ou ele nem assistiu ao vídeo direito, ou respondeu a algum resumo porco e distorcido, porque foi rebater coisas que simplesmente não correspondem à realidade. Se qualquer merda do que ele falou fosse verdade, era a coisa mais fácil do mundo provar. Bastava mostrar prints, áudios, qualquer prova. Mas sabem por que isso não vai acontecer? Porque não existe. É tudo mentira. E mesmo assim esse mitomaníaco continua inventando história e distorcendo tudo. No fim, o que fica claro é isto: o Nando Moura é um egocêntrico da pior espécie, que precisa mentir sobre os outros para sustentar o próprio discurso. E ainda se diz cristão. Mas a boca podre não para de mentir.

Miguel 𓃠

78,838 görüntüleme • 5 ay önce

Ao ver esse corte do Kim Paim com a postagem da reunião onde Bolsonaro fala sobre a necessidade de todos se posicionarem em defesa do grupo, sinto um misto de tristeza e revolta. É desolador perceber que, quase sempre, Bolsonaro é o único a comprar brigas pelo grupo, enquanto, na hora de defendê-lo, muitos dos que dependem diretamente dele se esquivam, fingem que não é com eles ou simplesmente se calam covardemente. Foi assim durante todo o governo, com a maioria dos ministros e políticos, e continua sendo assim até hoje. Basta assistir ao vídeo para perceber que Bolsonaro está pedindo o mínimo, o óbvio, e, ainda assim, muitos fingem não ouvir. É muito fácil se eleger às custas de Bolsonaro, mas quando ele é atacado 24 horas por dia, a maioria prefere fazer a egípcia, fingindo que não está vendo. Que os eleitores comecem a reparar no silêncio vergonhoso de seus deputados e senadores, que só chegaram ao poder graças a Bolsonaro, mas agora se escondem – ou pior, desfilam de braços dados com inimigos políticos que sempre tentaram destruir Bolsonaro e tudo o que ele representa. E o mais revoltante: como pode alguém se eleger à sombra de Bolsonaro, sabendo que ele está nessa luta há décadas, e depois se aliar a oportunistas que até o final de 2022 estavam contra Bolsonaro e contra eles próprios, ou que simplesmente pregavam voto nulo? É de uma ingratidão e deslealdade que beira a traição. Fica aqui um aviso: o povo não é trouxa. Estamos vendo. Muitos não falam, mas enxergam claramente o que está acontecendo e não estão nada satisfeitos. Hoje, vocês acham que não precisam do eleitorado bolsonarista, mas quando 2026 chegar e as urnas falarem, não adianta reclamar, muito menos chorar. Eu, assim como muitos, não darei meu voto a quem está se omitindo agora.

Petropolis Conservador 🇧🇷

29,440 görüntüleme • 1 yıl önce

Um lutador de MMA do estilo antigo versus um campeão mundial de boxe. Um boxeador precisa ser excelente, mas um lutador de MMA precisa ser bom em vários tipos de luta e excelente em apenas uma, certamente o boxe não era o forte de Wanderlei. Apesar disso, Popó foi um gigante, não só como boxeador, mas também como showman, pois ele claramente, no começo, não pesou a mão e teve paciência quando a memória muscular de Wanderlei confundiu boxe com MMA. Eu acredito na memória muscular e não na maldade, pois ambos são atletas de alta performance que dedicaram e abdicaram muito da vida para ser campeões. Dizer ao Wanderlei que ele entrará num ring e só poderá usar o boxe, é o mesmo que dizer ao Popó que ele entrará no ring e só vale jab. Imagine uma vida inteira dedicada a sparins duríssimos, exercícios desgastantes, dietas rigorosas e lutas que mais pareciam medievais, até a luva e o shorts, deve ter sido difícil para Wanderlei usar. Ainda assim, Popó foi generoso com seu adversário e muito generoso com o esporte que ama, uma pena que sua equipe não conseguiu agir igual e protagonizou esse final lamentável, pra quem gosta do esporte, mas lucrativo pro o grande público, afinal, o brasileiro adora um programa do Ratinho. Uma pena eu não gostar e nem entender de futebol, se eu escrevesse assim, ganharia uma grana afrodescendente, também não entendo muito do mundo da luta, mas gosto e isso basta. Apesar do meu público diversas vezes pedir pra eu falar de futebol, mas eu meto um sambarylove, e eles racham o bico, mas acho falta de respeito com quem gosta.

Canal do Negão

739,868 görüntüleme • 11 ay önce

O INTERNACIONAL NÃO TEM UM JOGADOR IGUAL AO NICO LÓPEZ É fato: o Nico López sempre dividiu a torcida. Tinha quem achasse ele descompromissado. Tinha quem achasse ele ruim. Mas uma coisa é inegável… o que ele fez pelo Inter não é pra qualquer um. Foram quase 40 gols em pouco tempo de clube. Poucos atacantes conseguiram isso com a camisa do Inter — e muitos precisaram de anos pra fazer metade. E mais do que números… o Nico era diferente. Tecnicamente, era extra-classe. Era o tipo de jogador que mudava um jogo a qualquer momento. Finalizava de qualquer lugar, de qualquer jeito… e a bola entrava. Era golaço atrás de golaço. Se tu for tentar montar um top 10 dos gols dele, tu vai sofrer… porque a maioria é absurda. No jeito de dominar, driblar, correr e finalizar… era nítido: tinha algo a mais. E hoje? Hoje o Inter não tem isso. Tabata não faz. Borré não faz. Carbonero até poderia… mas não faz. Alan Patrick não faz. O Nico era diferencial naquela época… e seria diferencial hoje também. Se desse pra trazer de volta, eu traria sem pensar duas vezes. “Ah, mas já encerrou o ciclo…” Não importa. Hoje, qualquer jogador que agregue qualidade já muda esse time. Porque além de não ter um time titular forte, o Inter também não tem grupo. E quando sai um titular… o nível despenca ainda mais. Eu traria o Nico López de volta. Sou viúva do Nico mesmo. E te convido a desfrutar esses belos e lindos gols do uruguaio com a camisa do nosso colorado. Aproveite e me agradeça. E tu, torcedor colorado… o que acha?

Diogo Bohun

16,397 görüntüleme • 5 ay önce

Sempre tive certa relutância a respeito de alguns jornalistas e influencers. A respeito da maioria, na verdade. Kim Paim sempre um deles. Dessa vez, entretanto, é preciso admitir que ele acerta na mosca, vai ao cerne da questão. O Brasil vive hoje um estado de excepcionalidade, muito claro, mas que parece não ser visto por muitos. O luxo de estar num estado democrático e livre diante de eleições normais é algo que não pertence mais, no momento, aos brasileiros. O Brasil vive um estado emergencial. Não se trata da idealização de um milagroso sistema limpinho, impecável, que colocará imediatamente o país nos trilhos. Se trata de um estado emergencial. Muitos dos que promovem, por ingenuidade ou má fé, essa busca impossível de virtuosismo em candidato fazem certamente o jogo do inimigo. No lodo de corrupção em que este país está afundado até pescoço, não haverá virtuosismo. Haverá sim, construção de narrativas, perseguição política incessante e criação de factoides contra quem ousar disputar o poder com lula. Hoje, o caso do financiamento de Dark Horse, amanhã a 'relação suspeita' de Flavio Bolsonaro com um miliciano qualquer preso no Rio. Ou qualquer coisa. As narrativas se sucederão, incessantes, até outubro, e além de desconstruir a imagem do candidato servem como barulho para abafar a incomoda situação do desgoverno lula, cercado por todos os lados de acusações de corrupção como o Master ou INSS. Exigir que Flavio Bolsonaro seja Jair Bolsonaro é, além de uma injustiça, uma estupidez. Flavio Bolsonaro é Flavio Bolsonaro, e como tal terá que imprimir sua força e sua vontade, longe da sombra do pai. Mas, sem dúvida, ele possui tudo o que é necessário, o que é mais precioso: o legado de Jair Bolsonaro, mais vivo e pulsante do que nunca, apesar dos esforços do lulismo e do sistema em destruí-lo. Kim Paim tem razão: Se Flavio Bolsonaro vai ser o presidente deste país, é hora de botar, definitivamente, o pau na mesa.

Marco Angeli

40,626 görüntüleme • 3 ay önce