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Esse trecho final do Kim Paim hoje não é só importante — é UTILIDADE PÚBLICA. É o tipo de vídeo que deveria atravessar as redes de ponta a ponta, porque expõe com clareza o que muita gente finge não ver: oportunistas que ajudaram a enfraquecer a direita, sabotaram Bolsonaro...

41,167 views • 4 months ago •via X (Twitter)

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Ao ver esse corte do Kim Paim com a postagem da reunião onde Bolsonaro fala sobre a necessidade de todos se posicionarem em defesa do grupo, sinto um misto de tristeza e revolta. É desolador perceber que, quase sempre, Bolsonaro é o único a comprar brigas pelo grupo, enquanto, na hora de defendê-lo, muitos dos que dependem diretamente dele se esquivam, fingem que não é com eles ou simplesmente se calam covardemente. Foi assim durante todo o governo, com a maioria dos ministros e políticos, e continua sendo assim até hoje. Basta assistir ao vídeo para perceber que Bolsonaro está pedindo o mínimo, o óbvio, e, ainda assim, muitos fingem não ouvir. É muito fácil se eleger às custas de Bolsonaro, mas quando ele é atacado 24 horas por dia, a maioria prefere fazer a egípcia, fingindo que não está vendo. Que os eleitores comecem a reparar no silêncio vergonhoso de seus deputados e senadores, que só chegaram ao poder graças a Bolsonaro, mas agora se escondem – ou pior, desfilam de braços dados com inimigos políticos que sempre tentaram destruir Bolsonaro e tudo o que ele representa. E o mais revoltante: como pode alguém se eleger à sombra de Bolsonaro, sabendo que ele está nessa luta há décadas, e depois se aliar a oportunistas que até o final de 2022 estavam contra Bolsonaro e contra eles próprios, ou que simplesmente pregavam voto nulo? É de uma ingratidão e deslealdade que beira a traição. Fica aqui um aviso: o povo não é trouxa. Estamos vendo. Muitos não falam, mas enxergam claramente o que está acontecendo e não estão nada satisfeitos. Hoje, vocês acham que não precisam do eleitorado bolsonarista, mas quando 2026 chegar e as urnas falarem, não adianta reclamar, muito menos chorar. Eu, assim como muitos, não darei meu voto a quem está se omitindo agora.

Petropolis Conservador 🇧🇷

29,440 views • 1 year ago

Tem cara que impressiona com barulho. Com pose. Com arma na mão. Mas comigo? É catástrofe. Não é estética. Não é promessa. Não é conversa fiada. É presença que entra no ambiente e muda o clima… muda a respiração… muda o jeito que ela olha. Porque quando eu falo que é diferente, não é marketing. É inevitável. E é aí que entra a comparação… Tipo o Charles Oliveira, o Charles do Bronx. Todo mundo sabe o que vai acontecer. Todo mundo vê chegando. Todo mundo tenta evitar. Mas no final? Vai pro chão. E no chão… já era. Mesma coisa comigo. Podem até tentar segurar, desviar, controlar o ritmo… mas quando a catástrofe entra em ação, não tem roteiro que segure. É bagunça. É desordem. É intensidade sem pedir licença. E o mais louco? Ela já chega inclinada pra guerra. Sempre pro lado. Sempre pronta. Como se tivesse vida própria, como se soubesse exatamente o que veio fazer. E quando começa… não tem mais “talvez”. É só reação. É só entrega. É só aquele momento onde ninguém tá mais pensando — só sentindo. Porque não é sobre força. É sobre domínio. É sobre saber exatamente o que tá fazendo… enquanto o outro lado tenta entender o que tá acontecendo. E é por isso que eu digo, sem caô nenhum: Eu não tô nesse jogo como aluno. Eu sou o professor. Professor da matéria que ninguém ensina… mas todo mundo quer aprender. Experiência. Sem teoria. Sem ensaio. Sem espaço pra amadorismo. Aqui é prática… pressão… presença. E quem entra nessa aula… Nunca mais esquece como é estar diante de uma catástrofe de verdade.

Dr. Catástrofe

18,776 views • 2 months ago