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Vamos dividir mais a direita? Reestabelecendo a verdade, acabando com as narrativas e parando com o vitimismo! Kim não atacou a esposa do Paulo. Não, não atacou! ❌ Não disse, nem insinuou que ela fez algo ilegal. ❌ Não falou de salário. ❌ E muito menos afirmou que ele...

36,689 views • 8 months ago •via X (Twitter)

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Ricardo Salles foi quem traiu o Jair Bolsonaro — e não o contrário. Bolsonaro tentou, sim, ajudar o Salles. Falou diversas vezes que ele era o candidato “do coração” em São Paulo e que iria trabalhar para colocá-lo. Isso é fato — está registrado na época, é só procurar. Mas não conseguiu, porque o cenário já estava todo armado. Agora, o que o Salles fez depois disso? Começou a desgastar o Bolsonaro. Passou a apoiar um aventureiro como Pablo Marçal. Ficava o tempo todo soltando indiretas contra quem tentou ajudá-lo. E mais: sendo de São Paulo, era ele quem deveria ter se articulado antes. Não fez. Aliás, o mandato dele como deputado foi fraco — está chegando a quatro anos e não entregou praticamente nada relevante. E aí vem com esse discurso de que será melhor no Senado? Se não conseguiu trabalhar bem na Câmara, por que seria diferente no Senado? Depois ainda tenta inverter a narrativa, dizendo que foi traído. Não foi. Quem traiu foi o Salles. É absurdo ver parte da direita ainda tratando Ricardo Salles como referência. Já ficou claro que ele não representa o conservadorismo. Está alinhado com figuras e grupos que não têm compromisso com essa base. E os fatos continuam sendo fatos: Bolsonaro tentou lançá-lo. Não conseguiu por fatores externos. E, mesmo assim, Salles escolheu partir para o ataque. Hoje, insistir em colocá-lo como representante da direita é ignorar a realidade. Trata-se de um nome ligado a um projeto liberal específico, não ao campo conservador que muitos dizem defender. Ficar forçando essa narrativa não é análise política — é distorção dos fatos.

Petropolis Conservador 🇧🇷

15,393 views • 2 months ago

Ao ver esse corte do Kim Paim com a postagem da reunião onde Bolsonaro fala sobre a necessidade de todos se posicionarem em defesa do grupo, sinto um misto de tristeza e revolta. É desolador perceber que, quase sempre, Bolsonaro é o único a comprar brigas pelo grupo, enquanto, na hora de defendê-lo, muitos dos que dependem diretamente dele se esquivam, fingem que não é com eles ou simplesmente se calam covardemente. Foi assim durante todo o governo, com a maioria dos ministros e políticos, e continua sendo assim até hoje. Basta assistir ao vídeo para perceber que Bolsonaro está pedindo o mínimo, o óbvio, e, ainda assim, muitos fingem não ouvir. É muito fácil se eleger às custas de Bolsonaro, mas quando ele é atacado 24 horas por dia, a maioria prefere fazer a egípcia, fingindo que não está vendo. Que os eleitores comecem a reparar no silêncio vergonhoso de seus deputados e senadores, que só chegaram ao poder graças a Bolsonaro, mas agora se escondem – ou pior, desfilam de braços dados com inimigos políticos que sempre tentaram destruir Bolsonaro e tudo o que ele representa. E o mais revoltante: como pode alguém se eleger à sombra de Bolsonaro, sabendo que ele está nessa luta há décadas, e depois se aliar a oportunistas que até o final de 2022 estavam contra Bolsonaro e contra eles próprios, ou que simplesmente pregavam voto nulo? É de uma ingratidão e deslealdade que beira a traição. Fica aqui um aviso: o povo não é trouxa. Estamos vendo. Muitos não falam, mas enxergam claramente o que está acontecendo e não estão nada satisfeitos. Hoje, vocês acham que não precisam do eleitorado bolsonarista, mas quando 2026 chegar e as urnas falarem, não adianta reclamar, muito menos chorar. Eu, assim como muitos, não darei meu voto a quem está se omitindo agora.

Petropolis Conservador 🇧🇷

29,440 views • 1 year ago

Não é para provocar divisão na ¨DIREITA¨. Pelo contrário. Assistam a este vídeo com calma. Sem filtro, sem torcida organizada, sem paixão cega. Ignorem o mensageiro e foquem na informação. Não se deixem conduzir como massa de manobra. Observem os fatos, as falas, o contexto. Tudo aquilo que costuma ser ignorado quando a conveniência fala mais alto. Quando a doença se instala, o remédio raramente tem gosto agradável. Ele arde, incomoda, provoca rejeição. Mas é justamente esse desconforto que denuncia a profundidade do problema e a urgência da cura. Depois disso, sem roteiro imposto ou aplauso automático, tirem suas próprias conclusões. Temos um presidente sequestrado pelo Sistema, correndo risco iminente de vida. E, ao redor dele, parlamentares que se elegeram abraçados à sua imagem, sustentados por sua força, impulsionados por sua base. Os mesmos que agora viram as costas, fazem silêncio, calculam conveniência e fingem não reconhecer a própria origem. Isso não é amadurecimento político. É oportunismo. Não é estratégia. É abandono. Chega. Porque há um limite entre divergência e traição. E esse limite já foi ultrapassado há muito tempo. E deixo um recado muito claro, em linha com tudo o que foi dito acima. Quem faltar com respeito, distorcer fatos que estão escancarados à frente do nariz ou partir para ataques pessoais não terá debate, nem réplica, nem palco. A resposta será o silêncio e o já conhecido block. O país não chegou ao caos atual por falta de informação. Chegou aqui pela ausência de posicionamento, pela covardia disfarçada de neutralidade e pelo conforto de fingir que não viu. Isso, sim, cobra um preço. Eu não Sou de Direita, eu Sou um Bolsonarista.

・ Ice ・  Ⅹ ・

12,493 views • 5 months ago