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❗️👉🔊 EUA sempre agiram para limitar programas nucleares como o Brasil, dizem analistas 📌 À Sputnik Brasil, especialistas apontam que o Brasil e outros países tiveram o acesso a tecnologias nucleares sensíveis coibido pelos EUA, que consideram capacidades nucleares autônomas um risco, o que atrasou projetos de defesa e...

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🇧🇷 O governo federal está cometendo um erro histórico ao não retomar as obras da Usina Nuclear Angra 3. Um estudo do BNDES apontou que o abandono da obra custaria R$ 21 bilhões, enquanto o custo de concluir a construção é de R$ 23 bilhões. Além do custo financeiro de manter a obra parada, a conclusão de Angra 3 significaria um passo significativo para a soberania energética do Brasil e andamento do Programa Nuclear Brasileiro, que hoje se encontra estagnado pagando dívidas e manutenção da obra paralisada de Angra 3. A previsão é de que, se a obra fosse retomada este ano, até 2031 a usina já estaria operacional, pois boa parte de sua estrutura já está pronta. Com a usina funcionando, apenas o retorno financeiro da produção energética compensaria o investimento na obra, além da previsão de que até 20 mil empregos diretos e indiretos seriam gerados para a operação da usina. Iniciada em 1984, a construção de Angra 3 já consumiu cerca de 12 bilhões de reais da União e da Eletronuclear. Em 2024, a Eletronuclear enviou ao Ministério de Minas e Energia um plano para a retomada das obras de Angra 3, que até o momento não foi sequer respondido. Apenas nesse tempo de 2 anos em que o projeto está parado aguardando uma decisão do governo federal, milhões de reais foram gastos na manutenção do canteiro de obras. Enquanto o mundo aposta cada vez mais em energia nuclear para atender à demanda energética com uma fonte poderosa de energia limpa, o governo brasileiro permanece omisso em relação à Angra 3. A China, por exemplo, tem 33 reatores nucleares em construção neste momento, expandindo em ritmo acelerado sua capacidade energética nuclear. Nos EUA, empresas privadas estão adquirindo usinas nucleares desativadas para produzir energia para datacenters. A Rússia financia e constrói múltiplos reatores nucleares em diversos países através da sua estatal Rosatom, além de inovar com a construção de usinas nucleares flutuantes, investindo pesadamente no desenvolvimento de energia nuclear. O Programa Nuclear Brasileiro precisa definitivamente de mais atenção e recursos do governo federal, pois é essencial para garantir a verdadeira soberania do Brasil. Finalizar Angra 3 é o primeiro passo para a retomada efetiva do programa.

Análise Geopolítica

25,882 views • 1 month ago

New Start - Os Estados Unidos e a Rússia, as maiores potências nucleares do mundo, estão agora sem limites de produção e posicionamento de ogivas atômicas, após o vencimento do tratado New START na quarta-feira (4). Essa nova realidade, inédita no cenário pós-Guerra Fria, vai acelerar a corrida nuclear global e joga o mundo no desconhecido, segundo especialistas ouvidos pelo g1. ➡️ Assinado em 2010, o New START era um acordo entre Washington e Moscou limitando a quantidade de ogivas nucleares que os países poderiam ter prontas para uso em seus arsenais — até 1.550, cada. O tratado também impunha um teto para o número e o uso de armas nucleares e regulamentava onde elas poderiam estar armazenadas. Considerado elemento vital para prevenir uma escalada nuclear pelo mundo, o New START era também o último tratado do tipo entre EUA e Rússia — os dois países já tiveram outros acordos nucleares, mas todos foram desfeitos. O vencimento do tratado, para os especialistas ouvidos pelo g1, ocorre impulsionado pela ascensão da China como potência nuclear global e consolida o fim da lógica de não proliferação de armas nucleares que predominava no mundo desde o fim da Guerra Fria. Nessa nova realidade, o descompasso declarado entre as maiores potências nucleares escancara uma corrida armamentista nuclear mundial que será encabeçada por EUA, Rússia e China em um contexto de desconfiança mútua no panorama geopolítico global e que deve causar uma proliferação de ogivas pelo mundo nos próximos meses, segundo os especialistas. Pra saber mais, acesse o #g1. #russia #eua #trump #putin #armanuclear #g1mundo

g1

13,387 views • 5 months ago

🇧🇷🏭🇵🇾 Itaipu: Brasil e EUA travam no Paraguai uma 'disputa clássica' entre potências global e regional 🌐 Brasil e Paraguai retomam em dezembro as negociações em torno da atualização do Anexo C do Tratado de Itaipu. À Sputnik Brasil, analistas apontam que a retomada das negociações ocorre em um cenário muito diferente do observado no início das tratativas, em um momento que o governo dos EUA sinaliza interesse na energia da usina. 🗣 A pesquisadora Beatriz Bandeira de Mello afirma que as negociações são estratégicas para ambos os lados, mas sublinha que o envolvimento dos EUA no imbróglio ameaça tornar ainda mais custosas as tratativas para os dois lados, e pode "afetar outros mecanismos regionais, como o Mercosul, onde Brasil e Paraguai são sócios". 💬 "Além disso, uma ofensiva dos Estados Unidos sobre os recursos energéticos da região pode ser usada para desequilibrar a relação entre os países sul-americanos, como o que tem sido feito na Venezuela, por exemplo", observa. ❗️ "O que antes era uma discussão técnica e financeira bilateral, foi se transformando, aos poucos, num imbróglio diplomático e geopolítico também, de muita complexidade", afirma a professora de relações internacionais Regiane Nitsch Bressan. ⚔️ O professor de economia Vinícius Guilherme Rodrigues Vieira afirma que o que ocorre hoje "é uma disputa clássica entre uma grande potência, no caso, os EUA, e uma potência regional, no caso, o Brasil, buscando exercer seu espaço de influência". 🔊 Segundo ele, se as negociações tiverem resultados negativos podem afetar não apenas o mercado energético brasileiro, mas também levar o Brasil a perder "um parceiro do sonho de integração regional da América do Sul, e eventualmente da América Latina". * Vídeo de 11 de julho de 2025

Sputnik Brasil

24,086 views • 7 months ago

🚨🗣️Jornalista argentino afirma que Trump vê Lula como obstáculo estratégico aos EUA na América do Sul O jornalista e analista político Jorge Fontevecchia apresentou uma apuração em que sustenta que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria interesse direto na queda do presidente brasileiro Lula, por enxergá-lo como um entrave central à estratégia de reposicionamento geopolítico norte-americano na América do Sul. Segundo Fontevecchia, o Brasil ocupa uma posição-chave nesse tabuleiro. Não apenas por ser a maior economia da região, mas por seu papel estruturante em blocos multilaterais como o Mercosul e os BRICS. Para o analista, nenhuma estratégia dos EUA no Cone Sul seria viável sem algum grau de cooptação ou neutralização do Brasil. O acordo UE–Mercosul como ponto de inflexão Na leitura apresentada, o acordo entre Mercosul e União Europeia, celebrado após mais de duas décadas de negociações, extrapola o campo comercial. Fontevecchia o descreve como um gesto político de resistência ao que chama de “expansionismo econômico e estratégico norte-americano”. Para ele, o pacto fortalece Lula internamente em um contexto pré-eleitoral e consolida o protagonismo brasileiro, já que o Brasil responde por cerca de três quartos da população e do PIB do Mercosul. Assim, o tratado seria, na prática, um acordo “Brasil–Europa”. Maduro, Brasil e a disputa pela hegemonia O jornalista conecta esse cenário à queda de Nicolás Maduro na Venezuela, tratando os eventos como fios de uma mesma disputa maior: hegemonia norte-americana versus cooperação multilateral. Na sua avaliação, uma eventual reeleição de Lula inviabilizaria qualquer controle regional efetivo por parte de Washington. Fontevecchia cita ainda declarações de Trump em entrevista ao The New York Times, nas quais o presidente afirma que seu único limite seria a própria consciência, relativizando o papel do direito internacional — ponto que o analista interpreta como sinal de uma política externa mais agressiva e unilateral. Leitura ideológica e ressalvas É importante destacar que a análise de Fontevecchia parte de uma visão progressista e pró-multilateral, interpretando o acordo UE–Mercosul e o protagonismo brasileiro como avanços estratégicos. Trata-se, portanto, de uma interpretação política, não de uma confirmação documental de ações diretas de interferência eleitoral. Ainda assim, a leitura expõe como setores da imprensa progressista latino-americana percebem o Brasil como peça central na disputa global entre projetos de poder, reforçando o peso geopolítico do país no cenário internacional.

The Incorrupt

15,996 views • 5 months ago

O crime organizado brasileiro deixou de ser um problema interno: passou a ser visto, em Washington, como um risco geopolítico direto à segurança continental. Para os EUA, Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) já não são meras facções criminosas - são estruturas de narcoterrorismo com ramificações na Venezuela, Colômbia, Paraguai e África Ocidental. E é por isso que a Casa Branca vem pressionando o governo Lula a reconhecer oficialmente essas organizações como grupos terroristas. Mas o Planalto resiste. Reconhecer o CV e o PCC como terroristas seria abrir a caixa-preta do próprio Estado, que há anos mantém linhas de financiamento, proteção e conivência política com o crime organizado. Seria admitir que o Brasil abriga um narcoestado institucionalizado, onde parte das instituições serve como escudo legal e financeiro para redes de tráfico, contrabando e lavagem. Nos bastidores da diplomacia americana, o recado é claro: se o Brasil não agir, os EUA agirão. O Departamento de Estado já discute sanções graduais, começando por autoridades envolvidas na leniência com o narcotráfico. A pressão de Marco Rubio e Pete Hegseth, ambos próximos do presidente Trump, é crescente. Eles enxergam o Brasil como o elo sul-americano da rede de narcocomunismo continental, que liga o Foro de São Paulo à estrutura de Maduro e Petro. Quem controla o tráfico controla o Estado - e é isso que Washington, finalmente, começa a entender.

Karina Michelin

75,385 views • 8 months ago