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FLÁVIO DIZ QUE CONTROLARÁ GASTOS COM PRIVATIZAÇÕES E COMBATE À CORRUPÇÃO Flávio rejeitou a fórmula petista de aumentar impostos para financiar ainda mais gastos. O plano prevê privatizações, redução dos 39 ministérios, corte de cargos comissionados, combate à corrupção e melhor gestão dos imóveis da União. Também defendeu desburocratização,...

14,321 次观看 • 1 个月前 •via X (Twitter)

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Vou deixar aqui para vocês, na íntegra, o vídeo da participação do próximo presidente da República, Flávio Bolsonaro, na CNI. Não tem como dizer o contrário: o cara foi esmagador, sensacional. Sentem o dedo e compartilhem. Crítica à política econômica atual: Argumenta que o atual governo prioriza o aumento de gastos e impostos, resultando em altas taxas de juros e insegurança para investidores (0:00 - 3:00). Combate ao "Custo Brasil": Defende a redução da carga tributária (comparando os 32% do PIB brasileiro com a média de 21,5% da América Latina) e a simplificação de normas regulamentadoras para aumentar a competitividade (3:53 - 23:28). Segurança Pública e Narcoterrorismo: Propõe classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, além de endurecer a legislação penal e construir mais presídios federais (3:30 - 11:28, 15:19 - 18:25). Segurança Jurídica: Expressa forte preocupação com decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal, que, segundo ele, geram instabilidade para o planejamento empresarial e investimentos de longo prazo (5:57 - 8:45). Modernização do Estado: Defende o uso intensivo de inteligência artificial e tecnologia na administração pública para reduzir a burocracia, otimizar gastos (com controle de licitações) e melhorar o atendimento em saúde (27:33 - 29:23). Autonomia Energética: Propõe o fim de subsídios baseados em lobbies e o aproveitamento do gás natural do pré-sal para reduzir os custos energéticos para a indústria nacional (30:41 - 31:45). Privatizações e Infraestrutura: Defende a concessão e privatização de ativos, especialmente em infraestrutura, para destravar o desenvolvimento e equilibrar as contas públicas (36:20 - 37:10). Educação e Inovação: Sugere subordinar o ensino superior ao Ministério da Ciência e Tecnologia para incentivar parcerias com o setor privado e fomentar a inovação tecnológica (25:24 - 26:30).

Clarke de Souza

44,335 次观看 • 2 个月前

Na noite desta sexta-feira, 28 de agosto, Flávio Bolsonaro enfrentou 40 minutos de sabatina ao vivo na TV Globo, conduzida por Renata Vasconcellos e César Tralli. Pressionado sobre Daniel Vorcaro, a condenação de Jair Bolsonaro, o 8 de Janeiro, o tarifaço americano e episódios de sua trajetória, manteve o tom e procurou deslocar o confronto do passado para as escolhas de 2026. Sobre os R$ 61 milhões repassados por Vorcaro ao filme “Dark Horse”, afirmou que o financiamento foi privado, sem dinheiro público ou contrapartida política. Ao tratar de Jair Bolsonaro, chamou o processo de farsa e prometeu trabalhar por anistia ainda na transição ou conceder indulto aos condenados pelo 8 de Janeiro. Admitiu ter errado ao dizer que urnas brasileiras foram fabricadas por empresa venezuelana, afirmou que respeitará o resultado eleitoral e previu vitória no primeiro turno. Na crise com Washington, responsabilizou Lula pelo tarifaço de 50%, reconheceu que Eduardo Bolsonaro errou ao agradecer a Donald Trump pelas tarifas e declarou o Pix “sagrado” e “inegociável”. Na economia, prometeu forte ajuste fiscal, redução de ministérios e cargos comissionados, corte de burocracia e impostos e combate às fraudes e à corrupção, sem economizar sobre salário mínimo e aposentadorias. O anúncio da noite veio na Saúde: Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, aceitou o convite para comandar o ministério em um eventual governo Flávio Bolsonaro - uma escolha, no mínimo, questionável - sobretudo pelas medidas restritivas que defendeu durante a pandemia. Flávio finalizou perguntando ao brasileiro se hoje deve mais ou menos, se vive com mais ou menos violência e se espera mais ou menos corrupção após outros quatro anos do atual governo. E resumiu: “Não precisa gostar de Flávio Bolsonaro. Goste de você.” Essa, de fato, é a pergunta incômoda que o povo deve responder: a vida do brasileiro melhorou ou piorou nos últimos quatro anos sob o governo Lula?

Karina Michelin

28,292 次观看 • 11 天前