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IMPRESCINDÍVEL: A LIBERDADE DE IMPRENSA NÃO MORREU Um testemunho poderoso de Lara Logan: "Eu trabalhei nos mais altos níveis da mídia como correspondente em tempo integral para o 60 Minutes, correspondente-chefe para assuntos estrangeiros na CBS News, e correspondente-chefe de assuntos estrangeiros na CBS News. Essa foi minha casa...

92,896 просмотров • 1 год назад •via X (Twitter)

Комментарии: 11

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Abenaildo Filho1 год назад

@rmotta2 @AnaPaulaVolei @silvionavarro @marcelvanhattem @nikolas_dm Vejam que “coincidência” nesse vídeo com a fala da Rosa Weber Quando ela comparou o 8 jan com o ataque Pearl Harbor Quanto cinismo e psicopatia daquela sujeita PQP, foi tudo orquestrado seguindo a mesma cartilha/narrativa Lamentavelmente centenas caíram naquela armadilha Tanto no 6 Jan EUA 🇺🇸 quanto no 8 Jan Brasil 🇧🇷

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Jotape Rodrigues1 год назад

Realmente fantástico! Compartilho essa pérola do Olavo, há 20 anos, sobre a USAID. By @kimpaim

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JORGE L S RIBEIRO1 год назад

Um relato impressionante que escancara a hipocrisia e canalhice de ongs e boa parte da mídia mainstream.

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marcia therezinhamac1 год назад

Caramba, que depoimento forte!!

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World Transformation Movement3 лет назад

WATCH: “The most important interview of all time, it solves the human condition, ends the turmoil & suffering in the world & finally makes sense of our lives” – Professor Harry Prosen, Former President of the Canadian Psychiatric Association.

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MADRUGADA DIREITA1 год назад

Não consigo achar um comentário adequado.

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Augusto Miranda1 год назад

Heroi da liberdade de expressão

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🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 M Silva1 год назад

🇧🇷 Um país sem justiça nunca terá paz! 🇧🇷 @camaradeputados @SenadoFederal

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Rafael Camp1 год назад

Que a imprensa tupiniquim tenha o mínimo de hombridade para ver este testemunho e refletir sobre seu papel na nossa sociedade.

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Jailson1 год назад

@liacrespo Porra Fernão, o conteúdo é bom, mas aqui é pra escrever, literalmente, um tuíte… não é pra publicar um livro não. 😅

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+ 1 Tio do Churrasco 🇧🇷🇧🇷1 год назад

Que testemunho 👏👏

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O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

783,547 просмотров • 2 лет назад

Elon Musk é a única coisa que impede o totalitarismo global Aqui é Michael Shellenberger, falando de São Paulo, Brasil. Ontem à noite, por volta das 20h, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, anunciou uma investigação criminal contra Elon Musk, dono do X, antes conhecido como Twitter, por supostamente espalhar desinformação, obstruir a justiça e permitir que pessoas banidas por Alexandre de Moraes voltassem a usar as redes sociais para expressar livremente suas opiniões. Alexandre determinou que multará o X em 20 vinte mil dólares, por dia, para cada pessoa banida que Musk permitir voltar a postar e se expressar. Com tal decisão, Alexandre de Moraes levou o Brasil a ficar a um passo de se tornar uma ditadura totalitária. Os acontecimentos das últimas semanas demonstram que Elon Musk é a última barreira contra o totalitarismo global. Sem liberdade de expressão, não pode haver democracia. Se o X cair, devemos continuar a lutar. Podemos continuar a nos comunicar através do whatsapp, e-mail e outras plataformas de redes sociais, como o Facebook e Instagram. Mas o e-mail e mesmo o whatsapp não substituem completamente a capacidade das redes sociais de partilharem informações simultâneas com milhões de pessoas. E Mark Zuckerberg, o proprietário do Facebook, abandonou a liberdade de expressão em 2020, após três anos de pressão implacável de ONGs ativistas, membros do partido democratas e anunciantes empresariais. E os principais veículos de mídia globais nunca foram tão corruptos e totalitários. Com poucas exceções, a mídia tradicional difunde desinformação e propaganda governamental como seu modelo de negócios. Os governos são agentes ativos nesta guerra global contra a liberdade de expressão. No mês passado, a Suprema Corte dos EUA realizou uma audiência onde os juízes deixaram claro que concordavam com o fato de o governo dos EUA pressionar as empresas de mídia social a censurar. Na semana passada, o governo escocês implementou uma lei para reprimir o chamado discurso de ódio, incluindo piadas de comediantes. Na Irlanda, o governo quer ter o poder de enviar a polícia às casas das pessoas para revistar computadores e telefones em busca de discurso de ódio. No Canadá, o partido Liberal, no poder, quer a autoridade de mandar pessoas para a prisão perpétua por coisas que disseram. E a União Europeia capacitou um pequeno grupo de burocratas para decidir o que é verdadeiro e falso e para se envolverem na censura em massa. Tudo isto acontece exatamente no momento em que os meus colegas e eu revelamos que as organizações governamentais de inteligência estão trabalhando através de ONGs para interferir nas eleições, espalhando desinformação sobre ativistas populistas e candidatos políticos. Por outras palavras, os governos exigem censura para proteger a sua capacidade de espalhar desinformação. Para piorar a situação, os governos estão financiando diretamente a mídia tradicional. O atual governo brasileiro está gastando 30 vezes mais do que o governo anterior em publicidade para os veículos, a fim de espalhar desinformação de seu interesse. Nunca na minha vida pensei que viveria para ver a ascensão do totalitarismo a nível global. Uma poderosa minoria de elites instruídas em todo o mundo exige a censura, a perseguição e o encarceramento dos seus inimigos políticos. Naturalmente, fazem-no em nome da salvação da democracia. Estou chocado e envergonhado ao perceber que amigos e aliados históricos se tornaram totalitários. A única explicação é que eles estão nas garras de uma psicose em massa, após anos de propaganda midiática e desinformação governamental, alegando falsamente que movimentos políticos populistas são antidemocráticos. O fato do futuro da liberdade de expressão em boa parte repousar sobre os ombros de um único indivíduo não é algo que qualquer um de nós deva desejar. Não creio que esta seja uma responsabilidade que Elon Musk queira. Ele seria uma pessoa ainda mais rica se não tivesse comprado o Twitter. Ele também estaria vivendo uma vida mais tranquila. Depois que Musk comprou o Twitter, a administração Biden e o Partido Democrata declararam guerra contra ele. Várias agências governamentais entraram com vários processos frágeis contra Musk e suas empresas, de forma muito semelhante à guerra que o governo brasileiro está travando contra ele. O que foi eventualmente revelado é que, até Musk comprar o Twitter, não tínhamos liberdade de expressão desimpedida. O governo dos EUA sentiu que controlava tanto a mídia como as redes sociais. Vimos nos Twitter Files dos Estados Unidos que o FBI orquestrou uma campanha de desinformação e censura para proteger a Família Biden. Começando pela Liga de Inteligência sobre Ameaças Cibernéticas, servidores do Departamento de Defesa dos EUA e do Ministério da Defesa britânico implementaram censura e desinformação enquanto alegavam que apenas aprimoravam a “segurança cibernética”. Depois disso, o Departamento de Segurança Interna dos EUA e o Observatório da Internet de Stanford envolveram-se num esforço de censura em massa em torno das eleições de 2020 e durante a pandemia. É também claro que as agências de inteligência e de segurança têm trabalhado em conjunto, em todo o mundo, para obter controle sobre as plataformas das redes sociais, a fim de desacreditar, processar e encarcerar líderes denominados de populistas ou extremistas de direita. As evidências agora são esmagadoras de que o FBI e o Serviço Secreto estão encobrindo evidências relacionadas ao motim de 6 de janeiro de 2021, no Capitólio em Washington, DC. E ainda há muito que não sabemos sobre o motim assustadoramente semelhante na capital do Brasil em 8 de janeiro de 2023. Há muito que precisamos fazer para voltar a lutar....

Michael Shellenberger

677,283 просмотров • 2 лет назад

O governo diz que deve censurar o “discurso de ódio” e a “desinformação”, mas não deve. Fazer isso é o totalitarismo orwelliano. Nas democracias, o povo, e não o governo, deve decidir o que é verdadeiro e falso. E o ódio, como todos *deveriam* saber, é uma condição universal. Existem muito poucos limites justificáveis à liberdade de expressão: fraude: você não deveria poder usar palavras para roubar; difamação: você não deveria poder mentir para arruinar a carreira ou o negócio de uma pessoa, mas a barreira deveria ser muito alta, pois caso contrário os ricos abusam desta lei, como fazem na Inglaterra, para processar e empobrecer seus críticos; pornografia infantil, por razões óbvias; e incitação *imediata* à violência já que, nesses casos, as palavras fazem parte do ato de violência. Contudo, deve ser imediato, ou os governos usarão tais leis para perseguir os seus inimigos políticos. Os políticos devem absolutamente ter permissão para dizer que a eleição foi roubada. Como evitaríamos a fraude eleitoral se proibissemos os políticos de alegar que as eleições foram roubadas? Estou surpreso com o número de jornalistas brasileiros que aparentemente acreditam que o dia 8 de janeiro foi resultado de muito pouca censura. Que absurdo! Tal como o dia 6 de Janeiro nos Estados Unidos, resultou de muito pouca segurança! O desejo de censurar as pessoas por alegarem que as eleições foram roubadas é uma forma perigosa de intolerância e de "safetyism" a la Jonathan Haidt. Palavras não são ações. Os políticos, não apenas Bolsonaro e Trump, negam as suas derrotas eleitorais há séculos. Você quer prendê-los? Isso é totalitarismo! Deixe-os reclamar e depois peça-lhes provas. Os jornalistas que me perguntam: “Ah, mas depois as pessoas vão invadir o Congresso como fizeram no dia 8 de janeiro!” Minha resposta é esta: acrescentem mais policiais, não policiem o discurso! Qualquer jornalista sério deveria perguntar-se porque é que a segurança falhou tão miseravelmente em 6 de janeiro de 2021 e depois em 8 de janeiro de 2022. Quem não conseguiu garantir polícia suficiente? Por que? Houve uma investigação adequada desta notável coincidência? Se sim, qual é a resposta? E por que os jornalistas estão mais obcecados em policiar o discurso do que em descobrir as falhas de segurança? A combinação de mídias sociais e mimos tornou as pessoas intolerantes, loucas e estúpidas. Muitas pessoas, especialmente os jovens, pensam que palavras são a mesma coisa que actos físicos de violência. Esta é uma receita para a ditadura. Estou chocado e assustado com a quantidade de jornalistas brasileiros a favor da censura. Acredito que muitos escondem a sua intolerância por trás do “incitamento imediato à violência”. Negar um resultado eleitoral não é o mesmo que incitar imediatamente à violência! Que ridículo! Por favor, cresçam e parem de agir como crianças. E pare de tratar as outras pessoas como crianças. Olhe ao seu redor: você vive em um mundo onde as pessoas discordam de você. Essa é a vida em uma democracia. Acredite em mim quando digo que você não ficaria feliz vivendo na alternativa – ditadura – onde “o poder dá certo”. Nosso sistema, onde “o certo faz o poder”, é muito superior. A ideia de que esta é uma ideia “americana”, e não uma ideia humana universal, deveria ofender todos os brasileiros. Leia sua constituição. Diz: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. [Capítulo 5, artigo 220, parágrafo 2º.] Quanto ao ódio, haverá alguém mais cheio de ódio do que as pessoas que querem censurar os seus semelhantes por razões injustificáveis? Eu não acho. Em nome de “ser gentil” e empático, muitas pessoas, incluindo um número chocante de jornalistas, estão a propor a forma de tirania mais cruel e odiosa que se possa imaginar. Fiquei feliz por ter 45 minutos para discutir esses assuntos, assim como os Arquivos do Twitter - Brasil, com Poder360

Michael Shellenberger

235,843 просмотров • 2 лет назад

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 просмотров • 8 месяцев назад

🚨💉 Fonte da Pfizer denuncia: 🗣️⚠️ "VAIDs foi programado para matar bilhões em 2025!" 😱☠️🌍 Sigam o 🧵👇 Por anos, eles zombaram e negaram. Eles disseram que a VAIDS não era real – que estava tudo na sua cabeça. Mas a verdade não pode ficar enterrada para sempre. Agora, a represa está se rompendo e a cabala da Covid está em pânico. Pesquisadores de organizações de prestígio estão admitindo a verdade sobre a síndrome da imunodeficiência adquirida pela vacina. E denunciantes dentro da Pfizer estão se apresentando com uma revelação assustadora: a VAIDS nunca foi apenas um efeito colateral — ela foi projetada para ser contagiosa. Isso mesmo. Mesmo os não vacinados não estão seguros. De acordo com fontes internas da Pfizer, a epidemia de VAIDS foi planejada para atingir o pico no final de 2025 e, quando isso acontecer, o mundo testemunhará uma onda sem precedentes de mortes — bilhões de mortes em questão de meses. Eles planejaram isso. Eles contavam que você nunca descobriria. Mas agora, graças a pesquisadores e delatores corajosos, você sabe. E uma vez que você sabe, não há como voltar atrás. Você notou algo diferente sobre os vacinados? A pele pálida, quase acinzentada... a névoa cerebral persistente... as mudanças repentinas de humor... a fadiga constante... e a maneira como até mesmo o resfriado ou gripe mais leve parece derrubá-los por semanas? Você não está sozinho — essas observações perturbadoras estão sendo relatadas no mundo todo e as pessoas estão acordando para a verdade. Não é de se espantar que a cabala da Covid esteja em pânico, como a ex-diretora do CDC Rochelle Walensky, que está escondida na Alemanha.

・ Ice ・  Ⅹ ・

47,089 просмотров • 1 год назад

As revelações de Mike Benz, ex-subsecretário do governo Trump - atualmente diretor executivo da Foundation for Freedom Online (FFO), uma organização focada na defesa da liberdade de expressão e dos direitos digitais - jogam luz sobre uma operação obscura e vergonhosa no Brasil: a criação de um “Complexo Industrial de Censura” para manipular o debate público e silenciar vozes conservadoras. Segundo Benz, após a vitória de Jair Bolsonaro em 2018, elites globais, em conluio com instituições brasileiras, decidiram que o povo não poderia mais decidir livremente. Organizações poderosas, como o Atlantic Council, reuniram-se para planejar um cerco às mídias sociais, preocupadas com o impacto que plataformas como WhatsApp e Telegram tiveram na campanha de Bolsonaro. O objetivo? Neutralizar a influência das redes e impor uma narrativa única. Benz revela que essas ações não pararam por aí: instituições como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teriam se aliado ao esquema, “criando” pesquisas usando a criatividade para justificar leis de censura travestidas de combate à “desinformação”. Grupos de mídia brasileiros teriam, segundo Benz, recebido dinheiro para promover essa agenda autoritária. O resultado foi a restrição de conteúdos que desafiavam o establishment e o controle absoluto das informações que chegavam ao público. Tudo isso, é claro, sob o pretexto hipócrita de proteger a democracia. Mas a quem realmente interessa esse tipo de “proteção”? A verdade é clara e perturbadora: há um esforço internacional em curso para esmagar a liberdade de expressão no Brasil e garantir que o povo permaneça sob o controle de uma elite globalista. O discurso de “combate às fake news” não passa de uma cortina de fumaça para justificar a censura política. As denúncias de Mike Benz soam como um alerta máximo para todos que defendem a liberdade como um valor fundamental: estamos sob ataque! Se essa rede de controle não for desmantelada, o espaço para o contraditório desaparecerá, e o verdadeiro estado de direito será corroído, condenando o Brasil a décadas de censura e manipulação. Alexandre de Moraes, com o respaldo do STF e TSE, está à frente do que Mike Benz chamou de tirania. As revelações expõem uma Suprema Corte em ruínas, com sua reputação profundamente abalada. A confiança da população foi destruída, e o respeito pela instituição corroído por aqueles que, em vez de proteger a Constituição, agora mancham seu nome com autoritarismo e censura.

Karina Michelin

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O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.
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O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.

Michael Shellenberger

1,074,365 просмотров • 2 лет назад

IMPRESCINDÍVEL: MILEI DISCURSA COMO NÃO SE OUVIA DESDE A FUNDAÇÃO DA ONU Seguem, abaixo, os principais pontos do seu discurso histórico: * A Organização das Nações Unidas nasceu do horror da guerra mais sangrenta da história global com o objetivo principal de nunca mais acontecer. Para isso, gravou em pedra os seus princípios fundamentais, na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ali foi registrado um acordo básico, em torno de uma máxima: que todos os seres humanos nascem livres e iguais, em dignidade e direitos. * Sob a tutela destas ideias - durante os últimos 70 anos - a humanidade viveu o mais longo período de paz global da História, * onde entra o comércio não entram as balas - disse Bastiat - porque o comércio garante a paz, a liberdade garante o comércio e a igualdade perante a lei garante a liberdade. * a dada altura - e como costuma acontecer com a maior parte das estruturas burocráticas que os homens criam - esta organização deixou de garantir os princípios delineados na sua declaração fundadora * foi transformada num Leviatã de múltiplos tentáculos, que procura decidir não só o que cada Estado-Nação deve fazer, mas também como todos os cidadãos do mundo devem fazer. * passamos de uma organização que buscava a paz a uma organização que impõe uma agenda ideológica * O modelo das Nações Unidas, que tinha sido bem sucedido, … foi substituído por um modelo de governo supranacional de burocratas internacionais, que procuram impor um certo modo de vida aos cidadãos do mundo. * exige a definição de um novo contrato social em escala global * um programa de governo supranacional, de natureza socialista, que visa resolver os problemas da modernidade com soluções que atacam a soberania dos Estados-nação e violam o direito à vida, à liberdade e à propriedade das pessoas. * a história mundial mostra que a única forma de garantir a prosperidade é limitando o poder do monarca, garantindo a igualdade perante a lei e defendendo o direito à vida, à liberdade e à propriedade dos indivíduos. * o abandono dos princípios - enunciados na Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas - distorceram o papel desta instituição * permitiram que ditaduras sangrentas como as de Cuba e da Venezuela entrassem no Conselho de Direitos Humanos, sem a menor censura. * permitem que os países que punem as suas mulheres por mostrarem a pele entrem no Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres. * tem votado sistematicamente contra o Estado de Israel, que é o único país do Oriente Médio que defende a democracia liberal, ao mesmo tempo que demonstra uma total incapacidade de resposta ao flagelo do terrorismo * Regulamentações e proibições promovidas justamente pelos países que se desenvolveram, graças a fazerem o mesmo que hoje condenam. * foi promovida uma relação tóxica entre as políticas de governança global e as organizações de crédito internacionais, exigindo que os países comprometessem recursos que não têm em programas de que não precisam, * promovem políticas ridículas * também não cumpriu satisfatoriamente a sua missão de defender a soberania territorial dos seus membros, * estamos hoje, com uma organização impotente em fornecer soluções para verdadeiros conflitos globais, como a aberrante invasão russa da Ucrânia, que já custou a vida a mais de 300 mil pessoas, * em vez de enfrentar esses conflitos, investe tempo e esforço em impor aos países pobres o que e como devem produzir, com quem devem se relacionar, o que devem comer e em que devem acreditar, * Isso resultou na perda de credibilidade das Nações Unidas * não têm soluções críveis para oferecer aos problemas reais do mundo. * desenham um modelo de acordo com o que o ser humano deveria ser - segundo eles - e quando os indivíduos - livremente - agem de forma diferente, não têm solução melhor do que reprimir e restringir a sua liberdade. * Nós – na Argentina – já vimos com os nossos próprios olhos o que está no final desse caminho * a Argentina decidiu abraçar as ideias de liberdade; aquelas ideias que dizem que todos os cidadãos nascem livres e iguais perante a lei, que temos direitos inalienáveis ​​​​concedidos pelo Criador, entre os quais estão o direito à vida, à liberdade e à propriedade. * Acreditamos na defesa da vida de todos; acreditamos na defesa do patrimônio de todos; acreditamos na liberdade de expressão para todos; acreditamos na liberdade de culto para todos; acreditamos no livre comércio para todos e acreditamos num governo limitado para todos. * acreditamos que todos os povos devem viver livres da tirania e da opressão, quer esta assuma a forma de opressão política, escravatura econômica ou fanatismo religioso. * Esta doutrina da nova Argentina não é nem mais nem menos que a verdadeira essência da Organização das Nações Unidas, ou seja, a cooperação das Nações unidas em defesa da liberdade. * a Argentina não apoiará nenhuma política que implique a restrição das liberdades individuais, do comércio ou a violação dos direitos naturais dos indivíduos, não importa quem a promova ou quanto consenso essa instituição tenha. Por essa razão, queremos expressar - oficialmente - a nossa dissidência sobre o Pacto do Futuro, assinado no domingo, e convidamos todas as nações do mundo livre a juntarem-se a nós, não só na dissidência desse pacto, mas na criação de uma nova agenda para esta nobre instituição: a agenda da liberdade. * A partir de hoje, saibam que a República Argentina abandonará a posição de neutralidade histórica que nos caracterizou e estará na vanguarda da luta em defesa da liberdade. Porque – como disse Thomas Paine – “aqueles que desejam colher as bênçãos da liberdade devem – como homens – suportar o cansaço de defendê-la”.

Fernao Lara Mesquita

72,590 просмотров • 1 год назад

🇺🇸🇻🇪🇨🇳Lara Logan explica que o escritório de máquinas de votação eletrônica Smartmaric, na Venezuela, é capaz de fraudar eleições nos Estados Unidos e em 70 outros países. “Temos uma nação que determina os resultados de eleições em mais de 70 países no mundo, incluindo o seu, aliás, em todos os níveis — seja no controle da Câmara, do Senado, e não apenas da Casa Branca. Eles estão colocando em seus cargos as pessoas que desejam, não necessariamente as pessoas escolhidas pelo povo americano, porque conseguem influenciar os resultados de nossas eleições em todos os níveis." "E eles podem fazer isso em mais de 70 países no mundo." "Vejam um país que não é governado por um governo de verdade, mas sim pela organização criminosa mais poderosa do mundo, que não se importa com convenções internacionais, direito internacional e assim por diante, e que tem parcerias com todos os nossos adversários, não apenas com organizações terroristas, organizações terroristas islâmicas, Não apenas adversários estrangeiros, certo? Não apenas outros cartéis criminosos, mas todos eles juntos." "Então, esse consórcio de inimigos, seja o PCC, os norte-coreanos ou os iranianos, está em parceria com os venezuelanos. Eles conseguem escolher líderes, sabe, da América Latina à América do Sul, aliás, e também da Europa, países como a Espanha, que estão completamente sob seu controle." "Eles conseguem subornar autoridades americanas, infiltrar-se no governo, do Conselho de Segurança Nacional à Casa Branca, completamente infiltrado, controlado pela inteligência cubana, uma das organizações de inteligência mais sofisticadas do mundo." "Como você vai impedir o avanço da China quando tem um país como esse que também usa a guerra às drogas para matar centenas de milhares de americanos, mais americanos morrendo de overdose do que nunca na história desta nação?"

Conservatism And Elegance 🇺🇲

25,310 просмотров • 7 месяцев назад

Hoje o bolsonarismo levou uma porrada com sensação de nocaute, e não há por que passar pano para isso. Não neguem e nem peçam para as pessoas negarem. Ao contrário do andar de cima, onde o jogo é jogado de forma diferente, aqui embaixo ainda existem pessoas que acreditam em algo maior do que interesses. Trump mostrou o que sempre foi e o motivo de ter chegado tão longe. Enquanto candidato, o discurso foi “America First” e assim está agindo. Enquanto empresário e ser humano, “Me First”. Mesmo que muitos se coloquem contra a lógica do “eu primeiro”, ela está impregnada em todos nós. Talvez por isso a passagem bíblica “Ame o próximo como a ti mesmo” seja uma das, senão a mais difícil de ser colocada em prática. Por essa razão, causa incômodo ver versículos sendo usados aleatoriamente como ornamento. Olhando de fora, a retirada da Magnitsky foi mais uma amostra de como os interesses se movem. Quando interesses entram na sala, a ideologia não debate, ela se retira. Além de descredibilizar uma lei cujo objetivo é proteger direitos humanos, o episódio deixa claro que o instrumento nunca foi utilizado por compaixão, liberdade de expressão, compromisso democrático e ideologia. A atitude não gera surpresa, raiva ou revolta. Apenas um certo “ok, isso é o que você sempre foi”. Vê esse vídeo? Ele é o retrato explícito e escancarado da linha que separa o povo do andar de cima. Um povo que existe para além dos rótulos de direita e esquerda, bolsonarista ou petista. Na maioria das vezes, ideologias e rótulos servem apenas como “pompom” de torcida. Quem balança melhor vence o jogo. A massa acredita que participa, quando na verdade é apenas conduzida. Eu sinto muito, muito mesmo, apenas pelos presos do dia 8. Certo ou errado, esses sim levaram às últimas consequências aquilo em que acreditavam. Pensar por si mesmo é incentivado como virtude e aplaudido até o momento em que atravessa limites e começa a incomodar.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

148,488 просмотров • 8 месяцев назад

Deborah Turness, até então CEO da BBC News, tentou conter o incêndio que consome a imagem da emissora britânica. Em sua declaração de despedida, Turness rejeitou de forma enfática as acusações de “preconceito institucional” e saiu em defesa de seus jornalistas, afirmando que “a BBC News não é tendenciosa” e que continua sendo “o provedor de notícias mais confiável do mundo”. A entrevista ensaiada e as respostas automáticas como - “erros são cometidos, mas não há viés institucional” - revelam o desconforto de quem tenta preservar uma reputação em ruínas. A BBC, ícone do jornalismo britânico, mergulhou em uma crise sem precedentes após a revelação de manipulações e cortes seletivos em entrevistas, incluindo a recente distorção de falas de Donald Trump. Enquanto Turness diz “defender o jornalismo” e nega corrupção, o público vê uma emissora que se tornou o espelho do establishment - rápida para censurar opiniões conservadoras e complacente com narrativas politicamente convenientes. Quando questionada por que “os erros não foram tratados” em temas como Trump, antissemitismo e direitos das mulheres, a executiva não respondeu. Sua saída marca mais um capítulo na decadência de um império midiático que já foi sinônimo de rigor e equilíbrio. Hoje, a BBC luta para convencer o mundo de que ainda faz jornalismo - e não militância travestida de notícia.

Karina Michelin

70,934 просмотров • 9 месяцев назад