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Isso aqui não é só absurdo. É o raio-X perfeito de como funcionam os sindicatos no Brasil. O SATED, o tal “sindicato dos artistas”, apareceu no set do filme Dark Horse para “fiscalizar” condições de trabalho. Um longa que retrata a eleição de 2018 e a trajetória de Bolsonaro....

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Segundo a mídia lulista, o judiciário e o esquema político do regime “sindicatos são fundamentais para a democracia”, daí porque defendem o cavalo de pau dado pelo essetefe ao julgar legais as convenções coletivas que obrigam empregados a pagarem contribuições às máfias sindicais. Esqueceram de avisar os trabalhadores, que fazem filas gigantescas nas portas dos sindicatos para se oporem ao desconto, que em geral não passa de 50 reais mensais. Ou seja: a repulsa é por princípio, os trabalhadores sabem que seu dinheiro irá penas sustentar o esquema de apoio ao lulismo, responsável pelo atoleiro econômico, social, educacional, cultural do Brasil. E para não ficar sem resposta: sindicatos não são fundamentais para a democracia. O que é fundamental para a democracia é o direito de organizar sindicatos e o direito de trabalhadores optarem por participarem ou não, de pagarem ao não. No Brasil não há essa opção. A Constituição de 1988 e sob a inspiração do PT criou a ditadura sindical sob o nome fofo de “unicidade sindical”, mediante o qual não se pode organizar mais de um sindicato por categoria econômica/profissional por base territorial, tanto para sindicatos de empregados e também de empresas, o que explica a inércia dos sindicatos e federações patronais ante os sucessivos ataques do lulismo e da justiça do trabalho às empresas. Detendo o monopólio da representação e defendendo os interesses dos burocratas que se perpetuam no poder, os sindicatos causam asco a quem dizem representar.

Dama de Ferro

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Ele disse exatamente isso, sem rodeios, sem disfarce, sem preocupação em parecer maior do que o próprio umbigo: “Eu sou deputado por Minas Gerais. Eu não estou fazendo parte do planejamento desta campanha presidencial. Se Flávio não ganhar, não quero ser culpado como fizeram com a Magnitsky. Então quero deixar bem claro que Minas Gerais é minha prioridade e no primeiro turno eu estarei em Minas, ponto final. Não vou entregar meu capital político sem ter algo (projeto) de volta.” A fala é cristalina. Não há entrelinhas. O país não aparece. O projeto coletivo não existe. O risco compartilhado inexiste. Tudo gira em torno de autoproteção, cálculo e vaidade. Não é discurso de liderança. É ata notarial do próprio ego. Não é estratégia eleitoral. É cláusula de escape. Não é compromisso político. É contrato de conveniência. Quem fala assim não entra para construir. Entra para se preservar. Não caminha junto. Caminha com um olho no retrovisor e outro no espelho. A prioridade não é vencer, é não ser responsabilizado. Não é servir, é garantir que o próprio “capital político” saia ileso, mesmo que o projeto afunde. Quando alguém precisa avisar publicamente que não quer “ser culpado”, já está mais preocupado com a narrativa do fracasso do que com a possibilidade da vitória. E política, goste-se ou não, exige risco, lealdade e coragem de assumir o resultado — bom ou ruim. O resto é retórica para justificar o que sempre foi a mesma coisa: ego blindado, compromisso condicionado e apoio com preço. Exemplo é tudo, fica a lição.

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