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Michael Jackson brinca e faz uma reflexão com o trecho da canção Fall Again, e admite que não gostaria de morrer enquanto dorme. A canção foi gravada em 1999 durante as sessões de gravação do álbum Invincible. Escrita por Walter Afanasieff, a canção chegou a ser considerada para o...

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A canção "Smooth", interpretada por Carlos Santana com participação de Rob Thomas, é um dos maiores sucessos do álbum Supernatural (1999). O concerto capturou a energia vibrante da música, combinando o estilo latino de Santana com o pop-rock de Thomas. Rob Thomas, vocalista do Matchbox Twenty, trouxe uma energia única com seu estilo de rock alternativo, descrito como "brega" por ele mesmo, mas cativante. A performance ao vivo de "Smooth" foi amplamente celebrada, ajudando a consolidar o sucesso da música, que ficou 12 semanas no topo da Billboard Hot 100 e venceu três prêmios Grammy em 2000: Gravação do Ano, Canção do Ano e Melhor Colaboração Pop com Vocais. Foi escrita por Itaal Shur e Rob Thomas, com produção de Matt Serletic. Originalmente, a música se chamava "Room 17", mas Thomas reescreveu a letra e melodia, renomeando-a como "Smooth". Ele inicialmente imaginou George Michael como vocalista, mas Santana optou por manter Thomas após ouvir a demo. Número 1 nos EUA por 12 semanas consecutivas a partir de 23 de outubro de 1999. Única canção a aparecer nas paradas de fim de ano da Billboard das décadas de 1990 e 2000. Segundo a Billboard, é a segunda música mais bem-sucedida de todos os tempos no Hot 100, atrás apenas de "The Twist" de Chubby Checker. Supernatural marcou o ressurgimento da carreira de Carlos Santana, após um hiato de sete anos desde o álbum Milagro (1992). "Smooth" é considerada um hino dos anos 90, com mais de 30 milhões de cópias do álbum Supernatural vendidas globalmente.

Marco Angeli

37,021 Aufrufe • vor 1 Jahr

O músico canadense Peter Pringle canta o "Hino à Deusa Nikkal". Produzida na Mesopotâmia há mais de 3.400 anos, essa é a canção mais antiga que se conhece. O Hino à Deusa Nikkal é proveniente da Civilização Hurrita, um povo que vivia ao norte da Mesopotâmia, no território hoje correspondente à Síria. Tanto a notação musical quanto a letra da canção são conhecidas. Elas foram registradas utilizando a escrita cuneiforme, gravada em uma tabuleta de argila, datada por volta de 1.400 a.C. O artefato foi escavado nas ruínas da cidade de Ugarite, nos anos 50, e encontra-se conservado no Museu Nacional de Damasco. A notação musical gravada na tabuleta não é totalmente compreendida. Há décadas, pesquisadores se dedicam a decifrar e adaptar a notação à linguagem contemporânea. A presente versão é baseada na interpretação do arqueomusicologista Richard Dumbrill. A canção exalta a deusa Nikkal, uma divindade derivada da mitologia suméria, considerada a esposa de Nana, o deus da Lua. Ela era associada à fertilidade e invocada para auxiliar nos partos. Segue-se uma tradução aproximada da letra: "Fiz minhas oferendas para a deusa Para que ela abra seu coração em compaixão, E para que meus pecados sejam perdoados. Que meus jarros de óleo de sésamo a agradem Que ela olhe por nós com misericórdia E nos traga fertilidade Como os campos repletos de grãos brotando Que as mulheres possam dar à luz E que aquelas que ainda são virgens Possam um dia ser abençoadas com a graça de ter um filho".

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Acabo de falar com o Beto Acosta para lhe desejar um feliz aniversário, no dia em que completa 60 anos. Como o tempo passa… Talvez os mais novos já não se recordem bem de quem foi o Acosta. Mas quem o viu jogar de verde e branco dificilmente o esquecerá. Chegou ao Sporting em Dezembro de 1998, já com 32 anos. Chegou com problemas físicos e os primeiros meses não foram fáceis. Mas Acosta tinha aquilo que não se ensina: carácter, experiência, raça e golos. Assim, acabou por conquistar definitivamente o seu lugar no onze e tornou-se decisivo na conquista do inesquecível Campeonato de 1999/00. Foram 22 golos nessa caminhada que acabou com um jejum de muitos anos sem sermos campeões. Foi aí que nasceu, para muitos de nós, o eterno “Matador”. Foram 99 jogos, 48 golos e 9 assistências de leão ao peito. E houve noites que ficaram para sempre na memória: os famosos “dois golos e meio” ao Benfica na Luz; aquele remate seco de fora da área no 2-0 ao Porto, após uma gentileza do Secretário, numa noite em que o Sporting chegou ao primeiro lugar; ou até a lição que deu ao sempre agressivo Paulinho Santos… Em 2000 foi justamente reconhecido com o Prémio Stromp de Futebolista. Ainda conquistou uma Supertaça pelo Sporting, marcando o golo da vitória por 1-0 na Finalíssima, depois de já ter marcado nas Antas. A 27 de Maio de 2001, diante do Marítimo, vestiu oficialmente pela última vez a camisola do Sporting. Passaram-se 25 anos. Acosta tem agora 60. Mas para quem viveu aquele Sporting, há jogadores que não envelhecem. Ficam eternamente ligados a uma época, a um título, a uma geração e a uma memória. Feliz aniversário, Matador. Obrigado por tudo. 💚🦁 #SportingCP #Acosta #Matador

Nuno Mourão

23,746 Aufrufe • vor 1 Monat