Загрузка видео...

Не удалось загрузить видео

На главную

No PTB 9.5.0, a BHVR alterou internamente o funcionamento dos poderes do Wesker. Isso incomodou alguns jogadores experientes, pois algumas tech/glitches que permitia deslizar por paredes ou rodar loops de certas formas foram removidas. Para os jogadores casuais, aconteceram diversas mudanças que talvez atrapalhe ou mude a gameplay dele....

19,595 просмотров • 4 месяцев назад •via X (Twitter)

Комментарии: 0

Нет доступных комментариев

Здесь появятся комментарии из оригинального поста

Похожие видео

🚨JORNALISTA RICA PERRONE AFIRMA QUE A MELHOR GESTÃO DO FUTEBOL BRASILEIRO HOJE É A DO SE Palmeiras e nao a do Flamengo. 🎙️RICA PERRONE: "Você tem um período de 2018 até o começo de 2026 que dá para você ter um puta recorte. O Flamengo leva uma pequena vantagem para o Palmeiras em relação a títulos. O Flamengo ganhou três Libertadores, o Palmeiras ganhou duas, mas a final Flamengo x Palmeiras foi decidida no último minuto por uma bola. Então, assim, se você for pegar grosso modo para analisar gestão, você não vai analisar só aquela bola, né? Você vai analisar como é que se chegou e tal. Fluxo de venda e compra. O Palmeiras compra menos e vende mais do que o Flamengo. Jogadores revelados vendidos. O Palmeiras faz mais dinheiro com jogadores revelados em casa do que o Flamengo de 2018 para cá. O Flamengo trocou de técnico 13 vezes, o Palmeiras 4. Você tem um cenário aqui de um clube que compra menos. Nos últimos anos, o Palmeiras até fez umas loucuras de comprar alguns jogadores, mas no geral o Palmeiras encontrou muito mais soluções do que necessariamente jogadores que você compra para resolver o problema. O Flamengo já foi sempre no alvo. O Flamengo pode ter queimado garotos antes da hora por não ter opção no time principal porque tinha jogadores notáveis. E isso não é um defeito do Flamengo, isso é uma escolha, tá? Você pode escolher ser o Barcelona, você pode escolher ser o Real Madrid. O Flamengo escolheu ser o Real Madrid. Ele é o cara que pega o dinheiro e compra o jogador. O Barcelona é o cara que pega um menino com 17 anos e faz o cara resolver os problemas dele. Eu acho que o Flamengo é um time que consegue faturar 2 bilhões como, por exemplo, no ano passado. Só que o Palmeiras, uma torcida bem menor que a do Flamengo, fatura 1,8. Isso quer dizer alguma coisa do tipo, talvez a torcida do Flamengo não seja tão discrepante em relação às outras torcidas se elas estiverem num lugar mais valioso, que é o Sudeste, por exemplo. Isso é um fato que só a diretoria do Flamengo vai renegar. O valor que o Flamengo diz ter superior aos outros, ele existe. Só que na cabeça do Flamengo, ele é um valor completamente atrelado ao número de torcedores. Isso é uma puta, uma falácia do Flamengo. O que que mostra isso o Palmeiras? O Palmeiras mostra um poder de faturamento foda. O treinador do Palmeiras está lá há 5 anos, com todas as crises que aconteceram durante esses anos. A torcida organizada do Palmeiras não entra no CT do Palmeiras. Faz anos que a Leila foi lá e cortou. Dizer hoje que porque o Flamengo ganha mais dinheiro ele é o clube mais bem administrado do país, eu acho que é um pouco de sacanagem, entre aspas, com a administração do Palmeiras, que embora tenha vários defeitos, cometa vários erros como todo mundo, eu acho que você colocar os dois na mesma condição de faturamento em 2018, falar: 'daqui para frente vocês tocam', e o Palmeiras o tempo inteiro conseguir brigar em pé de igualdade com o Flamengo, e ainda produzir dinheiro semelhante, usar melhor a sua base, vender melhor a sua base, ter um fluxo de compra e venda de jogadores lucrativo, eu acho que a resposta está dada, não está? O time que hoje tem a melhor gestão do Brasil, nos últimos anos, não é o Flamengo, é o Palmeiras." #Palmeiras #flamengo #varmengo #Brasileirão #cbf #futebol #Faturamento #gestão

Catão🇳🇬🐷

38,854 просмотров • 1 месяц назад

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,519 просмотров • 2 лет назад

O Caldeirão de La Plata: O Flamengo não joga só contra 11 pela Libertadores A partida desta semana na Argentina é mais do que um jogo. É uma batalha em um dos palcos mais historicamente hostis da América do Sul. O adversário não será apenas o Estudiantes, mas todo o ambiente que eles sabem criar como poucos. A recente e correta anulação do cartão vermelho de Plata pela CONMEBOL, após a revisão confirmar o erro do árbitro no jogo de ida, está sendo cinicamente distorcida. A imprensa e a torcida local ignoram o erro que os beneficiou em campo e usam a anulação para pintar um cenário de "favorecimento", criando um perigoso clima de guerra para o jogo de volta. As declarações de Filipe Luís no pós jogo servem como combustível para a imprensa e torcida Argentina. Entendam, todos os subterfúgios possíveis serão usando, é parte da formação do atleta argentino operar no nível emocional dos adversários e juízes. A máxima de nós contra o gigante brasileiro serve como um ingrediente a mais. Apenas isso não ganha jogo, mas ajuda. Isso não é uma tática nova. É o DNA do Estudiantes na Libertadores. A "Mística Copeira" e a Violência (1969): A final do Mundial de Clubes contra o Milan ficou marcada pela violência extrema dos jogadores do Estudiantes. O goleiro Poletti foi banido do esporte e o zagueiro Aguirre Suárez foi preso após o jogo pelas agressões brutais, em um dos episódios mais vergonhosos da história do futebol. Pergunte a um torcedor local se isso é motivo de orgulho ou vergonha? A Batalha de La Plata (1983): A final da Libertadores contra o Grêmio foi um exemplo de intimidação e violência. O jogo foi tão brutal que ficou conhecido como a "Batalha de La Plata". O Grêmio precisou de muito mais do que bom futebol para vencer e ser campeão. O Legado de Bilardo: Carlos Bilardo, ídolo e técnico do Estudiantes, é famoso pela filosofia do "vale-tudo" para vencer. Sua famosa história, que requer comprovação, mas o simples fato dele ter comentado já me parece suficiente, de oferecer água com sonífero a jogadores brasileiros e o uso de alfinetes para espetar adversários simbolizam a mentalidade que o clube por vezes abraçou. O que o Flamengo vai enfrentar em La Plata? Narrativa de Injustiça: Eles usarão a anulação do cartão para justificar um ambiente de "nós contra o sistema". Cada decisão do árbitro será recebida com uma pressão ensurdecedora das arquibancadas. Intimidação Sistemática: A hostilidade não se limitará ao campo. Ela começa na chegada ao aeroporto, continua no hotel e atinge o ápice no trajeto e dentro do estádio. É uma estratégia calculada para desestabilizar. O Jogo da "Catimba": Em campo, podemos esperar um jogo travado, com provocações constantes e um teste ao limite emocional dos nossos jogadores. Eles sabem que um time irritado é um time que erra. Filipe Luís testado. Será cobrado do técnico, ex-jogador, a transferência de experiência nesses tipos de jogo para a sua função como treinador. Não se trata de um processo simples, e o que veremos na Argentina será o maior desafio ao treinador, não por aquilo que virá do campo, porque a libertadores não é apenas o que está no campo, é o que está em volta dele. Trata-se de um processo contínuo de teste emocional. Tudo será usado, o treinador já está sendo chamado de chorão, soberbo porque voltou os seus comentários a péssima arbitragem. O flamengo tem um mix interessante de atletas experientes com alguns que nunca participaram desse torneio, e o treinador, foco máximo desse processo, precisa manter todos os jogadores em um nível emocional elevando, coisa que perdem com frequência, vemos habitualmente jogadores muito pilhados, ou desligados, apesar de ser clara a evolução e emocionalmente o time estar MUITO mais maduro do que alguns meses atrás. Não é a questão de entrar ligado, ou desligado, ou pilhado, é ter a medida certa entre foco, concentração, e não passar do ponto. Times passivos perdem tanto quanto times muito pilhados, o tom tem que ser dado pela comissão técnica. Sua função é preparar o time e eventualmente blindá-lo. No campo dá Flamengo, no combo: campo + extra-campo + torcida + arbitragem+imprensa, vai precisar de todos os detalhes. Aposto, ainda, no Flamengo. tem um vídeo no canal sobre isso - E aí o que está rolando nas terras Porteñas, 👇 #CRF #Flamengo #Libertadores #PelaCopa #ContraTudoEContraTodos

FABRICIO CHICCA | MUNDO NA BOLA | ex-STADIA

34,236 просмотров • 9 месяцев назад

No dia 02/04/1988, Ivan Lester McGuire, um paraquedista experiente com mais de 800 saltos realizados, ia realizar o seu terceiro salto do dia. Seu objetivo era filmar um aluno pulando com seu instrutor. Naquela época, diferente de hoje em dia, em que se consegue filmar com uma GoPro minúscula, para realizar filmagens no ar era necessário um equipamento pesado carregado em uma mochila. Com a repetição dos eventos do dia, McGuire cometeu um erro inacreditável para um paraquedista tão experiente: simplesmente pulou sem o paraquedas. Confundiu o peso da mochila do equipamento de filmagem com o da mochila do paraquedas. Esse vídeo mostra seus últimos momentos, em que filma o aluno e o instrutor até que ambos abrem o paraquedas e chega o momento em que precisa abrir o seu próprio e, para seu horror, descobre que não tem um. 12 pessoas estavam com ele no avião antes de ele saltar, e ninguém percebeu que ele não estava usando um paraquedas. As investigações apontaram a fadiga e a repetição de eventos ao longo do dia como causas para o acidente. Com a repetição, o cérebro "se confunde" e acredita que a pessoa já realizou ações que, na verdade, foram realizadas no evento anterior. Além disso, havendo realizado centenas de saltos antes, a rotina cria automação. Os "passos" são realizados em modo "automático", e não mais conscientemente. Nós fazemos isso ao dirigir, por exemplo. Motoristas experientes não ficam pensando conscientemente sobre como precisam acelerar, reduzir, parar ou dar seta. Essas ações são tomadas automaticamente. E com a experiência, vem a falsa sensação de segurança. Isso explica, por exemplo, por que grande parte dos acidentes de trânsito acontecem próximos à residência das pessoas, em locais em que já estão habituadas e em que já se sentem seguras para "baixar a guarda" e ficarem menos alertas. Mas McGuire não saltou para a própria morte "assumindo o risco de morrer". É claríssimo que morrer não foi nem a sua intenção e nem a de assumir esse risco. Aliás, pular sem paraquedas a 2300m de altitude não seria sequer "um risco de morrer", mas CERTEZA de morrer. Tampouco houve "dolo eventual" por parte de nenhuma das outras 12 pessoas a bordo. O piloto chegou a ser investigado, porque havia uma regra que determinava expressamente ao piloto que verificasse se todos os saltadores estavam com paraquedas antes do salto, mas não foi nem processado. Nem mesmo por homicídio culposo, pois consideraram razoável a alegação de que o piloto confundiu a mochila do equipamento de filmagem com a do paraquedas. Enfim, trago esse caso para mostrar como esse tipo de erro fatal, embora pareça bizarro e inacreditável, não é novidade. É, sim, grave, mas as suas causas e ocorrências são bem documentadas como comportamento humano. Inclusive, sabendo disso, medidas de segurança costumam ser tomadas para mitigar esses riscos, como checagem dupla ou checklist em voz alta. No caso do rope jump, a ausência dessas precauções após centenas ou milhares de saltos bem sucedidos indica que os profissionais agiram "traídos" por essa falsa sensação de segurança. "Fizemos isso tantas vezes antes. Fazemos todos os dias. Nunca tivemos problemas". Isso não caracteriza dolo. Não se trata de praticar conduta que poderiam prever que resultaria em morte (até porque esse resultado nunca tinha acontecido antes), mas sim de NEGLIGENCIAREM passo essencial, por um lapso, que nunca havia sido negligenciado antes. Como eu disse antes, essa negligência, ainda que grave e fatal, implica em crime culposo. Não em dolo eventual. A culpa deles é grave e inaceitável, mas isso não a transforma em dolo.

João Paulo M. Rocha

280,183 просмотров • 1 месяц назад

1 - O vídeo é o recorte do evento com as falas do Tarcísio usadas para cortes no seu Instagram E os momentos que foram omitidos. 2- O 1º print é a frase da esposa com a curtida de Tarcísio. 3 - O 2º print são as curtidas da Michelle e o compartilhamento do vídeo de Tarcísio no seu Stories. 1* - Aconteceu uma invocação explícita para “presidente”. A pergunta foi direta. Tarcísio não nega, não reafirma Bolsonaro ou o seu escolhido, sorri, disfarça e silencia. Seja neutralidade por causa do ambiente ou ambiguidade calculada, ambas as posturas destoam quando a pergunta confronta indiretamente um amigo. 2* - Gramaticalmente a frase da esposa se dirige ao marido, não o nomeia como CEO. Não é preciso “assassinar” a vírgula que chama o vocativo (Tarcísio) para inflar desconfianças sobre a não postura do governador. Quem lê a frase como se ela dissesse que o marido é o novo CEO do Brasil, mostra uma leitura equivocada, descontextualizada ou intencionalmente distorcida. Somos melhores do que isso. 3* - A Michelle n faz ressalvas, não reafirma a decisão de Bolsonaro, não reafirma Flávio, não neutraliza a leitura e não bloqueia (se é que é) a narrativa de Tarcísio como presidente. Ao não fazer nada disso, ela permite que o seu gesto seja lido como sinal político, ainda que não verbalizado. Está claro que existem dois lados. Um, puxa para o Tarcísio, outro, puxa para Flávio. Nada do que foi descrito acima é aleatório. Também não são ataques, mas significam algo. O problema não é jogar o jogo político. O problema é fingir que o jogo não está sendo jogado e quem está com quem. Saindo do jogo político, e aqui é onde a coisa complica. Se eu sou a esposa e o companheirismo existe, eu fecho como um escudo do meu companheiro. Se eu sou amiga, idem. Bolsonaro seria fácil meu amigo pessoal, mesmo não sendo, é alguém que valorizo e me importo muito, por isso as posturas de Michelle e Tarcísio ultrapassam o jogo político e confrontam totalmente a minha postura como pessoa. Fechar os olhos pra isso seria como eu bater a porta na minha própria cara.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

49,400 просмотров • 6 месяцев назад