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O Comando Central dos EUA afirmou que completou a onda mais recente de ataques contra o Irã, enquanto dezenas de ataques foram realizados contra sistemas de defesa aérea militar iranianos, locais de radar costeiros, capacidades de mísseis e drones, e pequenos barcos.

55,485 次观看 • 11 天前 •via X (Twitter)

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🇮🇷🇺🇸 A Inteligência do Exército dos EUA constatou que o Irã ainda detém milhares de mísseis balísticos e lançadores prontos para serem usados em seu arsenal, mesmo após todos os lançamentos durante a guerra e do que foi destruído em ataques dos Estados Unidos e Israel durante o conflito. O relatório citado pelo Wall Street Journal também indica que os iranianos conseguem aumentar ainda mais sua capacidade de lançamento ao acessar estoques contidos em bases subterrâneas que estavam armazenados propositalmente para evitar os ataques dos EUA/Israel durante a guerra. Por várias vezes, Trump e Pete Hegseth declararam que os ataques dos EUA "destruíram 90% da capacidade militar do Irã", mas agora, a própria inteligência dos EUA desmente essas alegações, corroborando com levantamentos independentes que apontavam ainda durante a guerra que a capacidade missilística do Irã continuava alta. A mídia iraniana, citando a analista independente Patricia Marins, chegou a apontar que o Irã ainda possui 17.000 mísseis entre balísticos e de cruzeiro em estoque, um número realmente impressionante, que representa uma capacidade enorme de ataque. Autoridades de Washington estão preocupadas que o Irã possa usar o cessar-fogo vigente para reconstruir instalações do seu programa de mísseis danificados durante a guerra, retomando ainda mais sua capacidade de produzir, preparar e lançar mísseis balísticos. A quantidade exata de mísseis disponíveis aos iranianos ainda é desconhecida, mas é fato que trata-se de milhares de mísseis prontos para uso e mais ainda levando em consideração a capacidade produtiva iraniana, que ronda a casa de centenas de mísseis fabricados por mês. Além dos mísseis, ainda há os drones de ataque como o Shahed-136, que fizeram grandes estragos contra as bases dos EUA no Oriente Médio e instalações variadas nos países do Golfo. O governo Trump mentiu repetidamente que o Irã estava "obliterado".

Análise Geopolítica

29,898 次观看 • 3 个月前

Donald Trump fez exatamente o que havia prometido. Horas depois de declarar que o cessar-fogo estava morto, que não pretendia mais negociar com Teerã e que o regime iraniano precisava ser derrotado, os Estados Unidos lançaram uma nova e massiva ofensiva militar contra o Irã. Nesta quarta-feira, 8 de julho, o CENTCOM confirmou uma nova rodada de ataques contra mais de 80 alvos estratégicos. A operação atingiu sistemas de defesa aérea, centros de comando, radares costeiros, instalações de mísseis antinavio e dezenas de embarcações da Guarda Revolucionária Islâmica — justamente a estrutura militar responsável por projetar o poder do regime sobre o Estreito de Ormuz. Explosões foram registradas em diversos pontos do sul iraniano. Entre os locais citados estão Bandar Abbas, Bushehr, Sirik, Qeshm e Chabahar. Em Bushehr, os ataques atingiram a região da base aérea. Em Bandar Abbas e Qeshm, os alvos estariam ligados à infraestrutura naval e aos sistemas de defesa costeira. A mídia estatal iraniana também relata danos em estruturas portuárias em Chabahar, embora parte dessas informações ainda aguarde confirmação independente. Na prática, Washington deixou de lado qualquer tentativa de contenção. O objetivo agora parece ser claro; desmontar a capacidade militar iraniana de controlar ou fechar o Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela significativa do petróleo comercializado no planeta. Este ataque representa uma mudança de rota, Trump sinaliza que o objetivo já não é apenas conter o regime iraniano, mas reduzir sua capacidade de projeção militar e impor, pela força, uma nova ordem estratégica no Oriente Médio - custe o que custar.

Karina Michelin

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