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O Comando Central dos EUA (CENTCOM) divulgou um novo vídeo mostrando parte dos ataques ampliados contra ao menos 8 regiões do Irã, concluindo assim mais uma rodada de ataques às 21h (horário do leste dos EUA) do dia 20 de julho. "As forças americanas atacaram centros de comando militar...

32,650 次观看 • 1 个月前 •via X (Twitter)

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🇮🇷🇺🇸 A Inteligência do Exército dos EUA constatou que o Irã ainda detém milhares de mísseis balísticos e lançadores prontos para serem usados em seu arsenal, mesmo após todos os lançamentos durante a guerra e do que foi destruído em ataques dos Estados Unidos e Israel durante o conflito. O relatório citado pelo Wall Street Journal também indica que os iranianos conseguem aumentar ainda mais sua capacidade de lançamento ao acessar estoques contidos em bases subterrâneas que estavam armazenados propositalmente para evitar os ataques dos EUA/Israel durante a guerra. Por várias vezes, Trump e Pete Hegseth declararam que os ataques dos EUA "destruíram 90% da capacidade militar do Irã", mas agora, a própria inteligência dos EUA desmente essas alegações, corroborando com levantamentos independentes que apontavam ainda durante a guerra que a capacidade missilística do Irã continuava alta. A mídia iraniana, citando a analista independente Patricia Marins, chegou a apontar que o Irã ainda possui 17.000 mísseis entre balísticos e de cruzeiro em estoque, um número realmente impressionante, que representa uma capacidade enorme de ataque. Autoridades de Washington estão preocupadas que o Irã possa usar o cessar-fogo vigente para reconstruir instalações do seu programa de mísseis danificados durante a guerra, retomando ainda mais sua capacidade de produzir, preparar e lançar mísseis balísticos. A quantidade exata de mísseis disponíveis aos iranianos ainda é desconhecida, mas é fato que trata-se de milhares de mísseis prontos para uso e mais ainda levando em consideração a capacidade produtiva iraniana, que ronda a casa de centenas de mísseis fabricados por mês. Além dos mísseis, ainda há os drones de ataque como o Shahed-136, que fizeram grandes estragos contra as bases dos EUA no Oriente Médio e instalações variadas nos países do Golfo. O governo Trump mentiu repetidamente que o Irã estava "obliterado".

Análise Geopolítica

29,898 次观看 • 5 个月前

Guerra - Uma nova frente foi aberta na guerra de quase cinco meses no Oriente Médio. Rebeldes do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram nesta segunda-feira (20) que vão fechar uma das principais rotas marítimas do mundo. O alvo do bloqueio são os navios carregados de petróleo da Arábia Saudita, o maior produtor da região. Essa ameaça e os últimos ataques entre Estados Unidos e Irã fizeram o preço do barril chegar ao valor mais alto em um mês. 🔍 O Estreito de Ormuz, entre o Irã e Omã, é onde passavam 20% do petróleo do mundo antes da guerra começar. Do outro lado da Arábia Saudita, entre o Iêmen e o Djibouti, é o Estreito de Bab-el-Mandeb - que separa a Ásia e a África, e liga o Mar Vermelho ao Oceano Índico. Por lá, passam cerca de 9% do petróleo do mundo. Se este estreito é fechado para navegação, os navios que vêm do Golfo Pérsico têm que contornar todo o continente africano. Esse desvio acrescenta 10 a 15 dias à viagem e aumenta o preço do frete. Nesta segunda-feira (20), o grupo de rebeldes houthis, do Iêmen - apoiado pelo Irã - anunciou um bloqueio aos navios sauditas no Estreito de Bab-el-Mandeb. O que fez com que o preço do petróleo tipo Brent se aproximasse dos US$ 90 o barril. O resultado nas bombas de gasolina americanas foi imediato. O preço médio nacional do galão da gasolina voltou a atingir US$ 4 - isso não acontecia desde a metade de junho. Os preços tinham caído nas últimas semanas, mas subiram de novo por causa da trocas de ataques entre americanos e iranianos no Estreito de Ormuz. Em 2026, o valor do petróleo já subiu cerca de 45%. Saiba mais no #g1. #estreitodeormuz #estreitodebabelmandeb #petróleo #guerra #orientemédio #notícias #JN

g1

18,593 次观看 • 1 个月前