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Ana Sayfaya Dön

Oops! A veces las cosas no salen como uno espera. / Oops! Sometimes things don't go as you expect. / Ops! Às vezes as coisas não acontecem como você espera. / Oops! Parfois, les choses ne se passent pas comme prévu. #mecagué #poopingpants #shitmyself #shitinbriefs

17,682 görüntüleme • 2 yıl önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Christian Chávez fala sobre sua relação com Anahi, que infelizmente não está boa no momento. Christian diz que infelizmente ele e Anahi não estão mais unidos como eram, mas espera que isso seja solucionado o quanto antes. O respeito e o carinho sempre vai existir, mas é importante para ele defender seus pensamentos. O RBD não está planejando nada para esse momento, apenas pensando em lançar o DVD em São Paulo e talvez algumas surpresas. "É verdade que existe um processo por parte do RBD contra Guillermo Rosas, estamos demandando como empresa, como Souls. Maite, Christopher e eu temos as três primeiras posições: Christopher é o presidente, eu o vice presidente e Maite a tesoureira. É assim que segue a demanda, mas isso é como empresa. [JORNALISTA] - Por isso não tem Dulce e Anahi, mas são partes disso? "Sim, são partes como empresa" [JORNALISTA] - Sua relação com Anahi como está? "Não está bem, infelizmente, mas acontece, essas coisas acontecem nas familias, as vezes você se magoa com sua irmã e deixa de falar dois ou três meses, não tem a mesma forma de pensar e isso é algo que estou vendo desde que decidi por meus limites e disse que vou lutar pelo que quero, pelo que penso. É importante porque não somente faz por você mas também por toda essa ferida que teve em algum momento de deixar que as pessoas façam coisas... Eu já tentei ser a melhor versão para os outros, queria me dar bem com todo mundo, que todos me aceitassem e me amassem..."

rbdmaniaco

175,344 görüntüleme • 2 yıl önce

Bella: Você é o líder do BTS, um dos maiores grupos de todos os tempos. Vocês venderam mais de 40 milhões de álbuns e se tornaram o único grupo desde os Beatles a conquistar três álbuns em primeiro lugar no mesmo ano. Ainda assim, você demonstra uma humildade que normalmente não é associada ao mundo do pop. Por que isso é tão importante para você? RM: Hum... Acho que eu nunca quis me tornar tão popular. Claro, sempre quis ter influência. Sabe, quando você se torna um artista ou uma figura pública, às vezes quer alcançar o maior número possível de pessoas. Mas, quando você está no centro da indústria pop, é muito fácil ceder a essa pressão e sentir que precisa agradar as pessoas, precisa estar nos rankings. Como você faz parte do mainstream, sente que deve manter sua influência e relevância por meio dos números e de tudo isso... Mas por que escolhi esse caminho... ri Na verdade, talvez nem tenha sido uma escolha minha. Alguém simplesmente me deu tudo isso. E, se existe um motivo para isso, acredito que tudo precisa começar de dentro, e não da tentativa de apenas "entregar algo para as pessoas". Tudo deve nascer do lugar onde você está agora, do que está vivendo na vida real, da inspiração que tira da própria vida. Acho que tudo se resume a equilíbrio. Veja, hoje estou no epicentro da indústria pop. Então preciso manter esse equilíbrio: tentar me afastar um pouco dos números e do alcance, ao mesmo tempo em que me aproximo da natureza e das coisas que não estão ligadas a essa era tão acelerada. Bella: Sim, para continuar fiel àquilo que realmente inspira você. RM: Exatamente. Porque, como um homem jovem... tenho 30 anos, aliás, agora já tenho 31... não é nada fácil não se distrair com shorts, reels e vídeos curtos. Isso me deixa ansioso e cria a sensação de que preciso fazer alguma coisa todos os dias, deixar algo para trás o tempo todo. Mas tudo desaparece tão rápido. Tenho um enorme medo dessas ondas de conteúdo que passam depressa demais.

BUSAN SUPPORT BRAZIL⁷

22,418 görüntüleme • 1 ay önce

Quatro de novembro de 2023. Um dia histórico, sonhado, profetizado e realizado. Uma espera que se intensificou através do espaço-tempo. Do místico. Do metafísico. Anos, meses e dias de uma torcida e um clube imaginando esse momento, em sintonia. Sonhando. Claro, às vezes a felicidade demora a chegar. E foi aí que não deixamos de sonhar. Parece que todo mundo sabia o que iria acontecer: chegou a hora, vamos ganhar a Libertadores. Os dias que antecederam a decisão foram de nervosismo, de sonhos, de pesadelos... de experiências individuais que cada tricolor carrega consigo e jamais vai se esquecer. A ansiedade para ver o Fluminense jogar e ficar louco da cabeça estava a mil. E quando o dia 04 de novembro chegou, o roteiro estava pronto na cabeça de todos. Tá escrito. Todos os caminhos levavam ao Maracanã e à nossa Glória Eterna. Não ia ser fácil. Nunca é fácil. Mas se tinha um cenário em comum que todo tricolor idealizava é que ELLE ia marcar. Não tinha como não acontecer. Se você perguntasse para 10 tricolores quem balançaria a rede naquela final, 14 responderiam fazendo o L. E ele fez. Um passo mais perto. Mas nunca é fácil... O empate veio. A prorrogação veio. As dificuldades estavam ali, entre a torcida e a Glória Eterna. Mas ela não ia escapar. Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer. 99 minutos. 9. Vem que tem. Era óbvio. Cristalino. A mística da camisa. A mística dos Moleques de Xerém. O Urso apareceu e resolveu. Como ele mesmo havia sonhado, profetizado e realizado junto com milhões de tricolores. A Glória Eterna estava logo ali. Mas o jogo não acabava. Até que veio o momento. "VAI PEDIR A BOLA ROLDÁN..." O Maracanã explodiu. O Rio de Janeiro, o Brasil e a América do Sul eram TRICOLORES. A espera havia acabado. 4/11/2023. A Glória Eterna estava pintada em verde, branco e grená.

Fluminense F.C.

353,199 görüntüleme • 1 yıl önce

GOOGLE MAPS SALVOU UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM PEDIU PARA CONTAR... E QUEBROU O NOSSO CORAÇÃO 💔 Não era uma grande cidade. Nem uma história famosa. Apenas uma rua tranquila e duas cadeiras no banco. Lá, sem pesquisar, o Google capturou mais do que coordenadas: capturou uma história de amor que foi desaparecendo ao longo dos anos... como as folhas de outono que ninguém pega. Em 2015, um casal de idosos aparece sentado em frente a sua casa. Eles não precisavam de muito: só estarem juntos. Ela com seu vestido, ele olhando para a frente. Havia algo eterno nesse cotidiano tão simples. 2016 trouxe a mesma cena. Duas vidas cruzadas por décadas, acompanhadas em silêncio. Essas imagens não diziam muito... até que pararam de se repetir. Em 2017, algo se quebrou: ele não estava mais. Ela sim. E embora continuasse sentada no mesmo banco, sua solidão era impossível de ignorar. Ficou lá... como se esperasse que o tempo voltasse atrás. Em 2018, a porta parecia mais aberta do que nunca... E ainda assim ninguém saía dela. Ela não olhava mais para a frente, mas para o vazio. O tipo de vazio que só conhece quem perdeu quem era seu tudo. Em 2020, a câmera captou mais uma vez. Mais magra. Mais frágil. Mas ainda lá está. Como se todos os anos esperasse que ele voltasse com a próxima tomada. 2021 foi diferente. Ela parecia mais pequena, quase derretida com a cadeira. O amor pode nos sustentar por muitos anos, mas o corpo mais cedo ou mais tarde desiste. Em 2022, ninguém estava lá. Apenas a porta fechada. Talvez finalmente se tenham reencontrado. Talvez a espera tenha acabado. 2023 mostrou sinais de esquecimento. As cadeiras empilhadas. A pintura deslavada. Como se a casa também estivesse de luto. E em 2025... já não há casa. Só o terreno. E uma história que nunca foi contada em voz alta, mas que o Google guardou por acidente. Ou por destino. Porque, às vezes, o mais real, o mais profundo, não é publicado nem viralizado. Só vive na memória de quem olha com o coração. ❤️ 🕊️ Via Instagram | valeriaferroborges

Katharina Gurgel

96,734 görüntüleme • 1 yıl önce

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.
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O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.

Michael Shellenberger

1,074,365 görüntüleme • 2 yıl önce

Taylor Swift falando sobre a composição de “I Knew It, I Knew You” e sobre Toy Story 5: “Acho que a questão da história da Jessie em Toy Story 5, sem dar spoilers do filme, é que nós a acompanhamos desde o segundo filme, e a amamos desde então. Nós a vimos passar por tanto sofrimento, tantas vitórias e perdas. Conhecemos sua história de origem, mas em Toy Story 5 vemos um desenvolvimento tão grande da personagem e lições com as quais eu realmente pude me identificar, à medida que ela amadureceu, aprendeu mais sobre suas experiências e suas memórias — não apenas com Bonnie, mas também com Emily. Acho que quando as pessoas ouvirem ‘I Knew It, I Knew You’ no final de Toy Story 5, seria muito especial se elas pensassem em alguém com quem tiveram memórias incríveis, mas que não veem há muito tempo, ou alguém de quem sentem falta. Saber que essa pessoa pode voltar para a sua vida, ou simplesmente sentir que, às vezes, os caminhos das pessoas se separam, e isso não significa que aquela foi a última vez que você poderá reviver aquelas memórias ou conhecer aquela pessoa. E, às vezes, quando você olha para trás e lembra da sua infância, essas memórias por si só já são algo especial. Isso significa muito para mim, de verdade, fazer parte deste filme, mesmo que de uma forma pequena, porque é um mundo tão incrível de imaginação, brincadeira, travessuras, humor, comédia e tragédia. Toy Story ajudou a criar tantas crianças, inclusive eu. Eu assisti Toy Story quando tinha 5 anos e vi todos os filmes inúmeras vezes. Então, poder ser acolhida por algo que, sem eu perceber, me acolheu durante toda a sua existência como fã, é algo muito emocionante para mim e para a minha família.”

nuno 🧣

115,066 görüntüleme • 2 ay önce

Bella: Você passa a impressão de ser uma pessoa muito reflexiva. Você costuma citar influências literárias, como George Orwell, Haruki Murakami e até Carl Jung. Qual foi o primeiro livro que realmente mudou a sua vida? RM: Acho que... (suspiro). Bem, preciso dizer que, quando era mais novo, eu lia muito mais. As redes sociais estão me fazendo perder o hábito da leitura. (risos). Está cada vez mais difícil assistir a filmes e ler livros, porque às vezes tudo parece entediante. Posso colocar um filme na Netflix e pausar a qualquer momento. Por isso, hoje em dia, ir ao cinema e deixar o celular no modo avião parece um luxo. Permitir-se seguir a visão e a arte de um único diretor se tornou uma experiência cada vez mais rara. Acho que o primeiro livro que me causou uma espécie de "síndrome de Stendhal" foi Demian, de Hermann Hesse. Bella: Ah, sim. RM: Sim. Foi ali que descobri a essência e a realidade da minha... como posso dizer... da minha inveja. Bella: Que interessante. RM: Porque Demian é retratado como uma pessoa ideal, um ser quase elevado. E as frases do início do livro eram extremamente marcantes — a metáfora do pássaro e do ovo, e a ideia de Abraxas. Acho que reli esse livro cinco ou seis vezes na adolescência. Bella: Sério? Meu Deus. RM: Acho que preciso lê-lo novamente. Naquela época, ele parecia representar exatamente a vida escolar. Todos aqueles sentimentos ruins, a inveja dos colegas — dos que eram altos, bonitos, inteligentes, bons nos esportes e sempre faziam sucesso com as garotas... (risos). Mesmo adolescente, eu conseguia enxergar minha própria vida refletida naquele livro. Bella: Sim, eu me lembro dessa sensação. É um ótimo livro, especialmente porque a inveja pode ser um sentimento muito destrutivo e sufocante. Lembro que meu terapeuta me disse, quando conversávamos sobre como é difícil competir com alguém, que era possível enxergar isso como um jogo. Ler algo assim tão jovem é muito filosófico. E, na verdade, sentir inveja não é necessariamente algo ruim. Faz parte do caminho para entender aquilo que você é capaz de enfrentar. É um livro extraordinário. Como você o encontrou? RM: Era considerado um clássico e era muito recomendado pelos meus pais e professores. (risos). Todos os fins de semana meus pais me levavam à biblioteca da cidade. Acho que essa é uma das melhores coisas que os pais podem fazer pelos filhos: dar a eles a oportunidade de entrar em contato com grandes ideias e com todo esse conhecimento que as gerações anteriores nos deixaram.

BUSAN SUPPORT BRAZIL⁷

178,192 görüntüleme • 1 ay önce

🗣️ | George Russell comenta sobre a vida como piloto de Fórmula 1 (parte única): "Uma das coisas incríveis da Fórmula 1 é que cada corrida é completamente diferente. Vamos para países diferentes, a cultura é muito diferente. Corridas com calor, com frio, na chuva, no seco... Você lida com todas essas circunstâncias diferentes e precisa saber como tirar o máximo proveito delas." "Lidar com o jet lag, não só o seu, mas também o de todos os membros da equipe que viajam com você. Como posso ajudá-los a lidar melhor com esse jet lag?" "A alimentação... Eu adoraria experimentar a comida típica de cada país para onde vou, mas, sabe, são mais de 20 países por ano e isso provavelmente não faria muito bem ao meu estômago. Então, minha equipe prepara sempre as mesmas refeições, de circuito para circuito, para me dar uma sensação de consistência." "Eu viajo com o meu próprio travesseiro, então, quando vou dormir à noite, reconheço aquele travesseiro, e isso me faz dormir melhor. Esses são pequenos detalhes que fomos aperfeiçoando ao longo da minha carreira e que continuaremos ajustando." "Acho que, provavelmente, a parte mais difícil do nosso estilo de vida é não poder passar tempo com a família. Tenho sobrinhos pequenos que vejo uma ou duas vezes por ano, se tiver sorte. Isso não é, sabe, um sacrifício; é uma escolha. Eu escolhi seguir esse estilo de vida e não o trocaria por nada no mundo. Também reconheço que não dá para ter tudo o que se quer na vida. Alguma coisa precisa ser deixada para trás. E, infelizmente, isso é uma das coisas que acaba ficando para trás. Às vezes é difícil quando você está do outro lado do mundo e vê seus familiares mais jovens crescendo. Mas eles me apoiam no que faço. Sei que me assistem todos os fins de semana, e quando temos momentos de vitória ou de sucesso, posso ligar para eles, conversar e ver a alegria no rosto deles. Isso me enche de orgulho e me faz muito feliz." "Você está sempre vivendo o presente e trabalhando em direção ao futuro. Gosto de enxergar isso como se estivéssemos subindo uma escada. Chegar à Fórmula 1 foi um grande degrau nessa escada. Agora que você chegou e está estabelecido nesse degrau, pensa: 'Certo, qual é o próximo passo?' Marcar os primeiros pontos, conquistar o primeiro pódio, vencer a primeira corrida, disputar um Campeonato Mundial, conquistar um Campeonato Mundial... Mas essa escada é infinita, ela não tem um topo. Depois que você conquista um campeonato, quer ganhar dois, depois três." "E tendo sido companheiro de equipe do Lewis... Ele é tão bem-sucedido, estatisticamente o maior de todos, e ainda assim quer mais. Não é que você nunca valorize o que já conquistou; é que está sempre olhando para o próximo objetivo. Sempre existe uma oportunidade de vencer, de ter sucesso com a equipe incrível que você tem ao seu redor. Então, raramente tiramos o pé do acelerador. É simplesmente seguir em frente, seguir em frente. Mas estamos fazendo aquilo que amamos." 🎥 | CrowdStrike

Info George Russell 🇧🇷

16,822 görüntüleme • 23 gün önce

🗣️ erde assume mau momento individual na LOUD durante o #VCTAmericas 2026 Stage 2 e justifica com base em "problemas pessoais": “Bom, eu vou contar a metade da verdade. Não vou contar tudo, óbvio, porque é minha vida pessoal. Desde a semana de preparação contra a KRÜ, minha vida pessoal começou a ficar muito ruim. Então, tipo assim, eu sou um cara que acredita que, se sua cabeça está ruim, você vai jogar mal. Estava jogando os treinos, estava amassando, e cheguei no campeonato, a dúvida surgiu na minha mente, pouca calma. Tipo, dava para ver. Acho que minhas decisões nas partidas contra a KRÜ e a Sentinels estavam muito mal, muito mal, muito mal. Só pugzando, jogando mal, não jogando com o time, avançando quando não tenho que avançar. Às vezes eu fazia as coisas meio certas, mas eu abria de novo quando não tinha que abrir, e eu sabia. Era esse tipo de erro. E, claro, tudo foi, primeiramente, pelo meu mental, uma semana muito ruim que eu estava tendo. E depois, claro, acho que a performance não é que atrapalhou, mas eu fiquei: ‘Caralho, preciso arrumar meu mental o mais rápido possível para chegar e continuar quebrando os caras’. Tipo, eu acredito muito no meu potencial como player. Então, eu sei que posso, em um dia ruim de todo mundo, carregar, e a gente pode ganhar do mesmo jeito. Mas, claro, com esse mental que eu estava nessas duas semanas, não estava dando. Nos treinos eu continuava jogando bem, chegava no campeonato e duvidava. Então, de que adiantava jogar bem no treino se eu não conseguia fazer no campeonato? Era isso. E acho que agora estou me recuperando bastante bem”.

THESPIKE.GG BR

20,878 görüntüleme • 22 gün önce

IMPRESCINDÍVEL: A LIBERDADE DE IMPRENSA NÃO MORREU Um testemunho poderoso de Lara Logan: "Eu trabalhei nos mais altos níveis da mídia como correspondente em tempo integral para o 60 Minutes, correspondente-chefe para assuntos estrangeiros na CBS News, e correspondente-chefe de assuntos estrangeiros na CBS News. Essa foi minha casa por 16 anos. E, como jornalista, já me sentei com líderes mundiais, assassinos em massa e terroristas, e já responsabilizei pessoas de ambos os lados do espectro político. Eu tenho visto o sofrimento, e tenho enfrentado o mal, e tenho caminhado através das chamas do inferno em campos de batalha distantes. Enfrentei minha própria morte às mãos de uma multidão de cerca de 200 homens no Egito, quando fui estuprado em grupo, sodomizado e espancado quase até a morte enquanto estava em uma missão para o 60 Minutos. E, no entanto, por quase uma década, tenho sido alvo e falsamente rotulado, e tenho sido alvo e falsamente rotulado. Fui acusado de muitas coisas que não fiz. Eles atacaram o meu trabalho, o meu caráter, a minha sanidade e o meu casamento. E eu não estou sozinho. Nós somos muitos. E nós não desistiremos, e não cederemos. Para aqueles que desejam censurar a ideia de liberdade de expressão na América e em todo o mundo, as empresas de comunicação, as instituições e as escolas de jornalismo falharam todos nós. E por muito tempo, permitimos que organizações sem fins lucrativos se disfarcem de observatórios de mídia não partidários, quando na verdade são pouco mais do que propagandistas políticos altamente pagos e assassinos, cujo único motivo de existência é esmagar quem quer que fique em seu caminho. E junto com eles, as ideias há muito tempo mantidas e valorizadas de liberdade de expressão, livre pensamento e mentes livres. Isso é um esporte sangrento para eles. Seus aliados políticos e seus mestres de marionetes. Eles sabem como matar um jornalista sem assassiná-lo. Chamamos de cultura do cancelamento. Na verdade, é uma sentença de morte. E eles se safam com isso porque têm isso. Eles têm domínio da informação. Alguns são fortes o suficiente para sobreviver, mas apenas alguns, como Glenn Greenwald, Tucker Carlson, Matt Taibbi, apenas alguns como eles são capazes de alcançar maiores alturas e prosperar. Essas organizações sem fins lucrativos das quais estou falando fazem parte de uma vasta rede de censura que inclui agências governamentais. Eles usam a decepção para encobrir suas ações com objetivos grandiosos como prevenir a propagação de desinformação, desinformação, discursos de ódio. Eles usam frases como proteger a democracia; não se engane, as palavras importam. A mídia está colaborando com agências governamentais e operativos para censurar e moldar o campo de batalha da informação para justificar certas ações. Por exemplo, quando o Presidente dos Estados Unidos ameaça os não vacinados, dizendo que nossa paciência está se esgotando, e os acusa de colocar comunidades em risco, suas palavras são projetadas para justificar o ódio, a censura e a intimidação. E quando o Vice-Presidente compara o 6 de janeiro ao 11 de setembro e a Pearl Harbor, é um pretexto para silenciar a oposição e justificar a judicialização da arma. Estamos testemunhando outra operação de moldagem para influenciar o resultado das eleições de 2024. Desta vez, com a falsa alegação de que se um lado vencer, será o fim da democracia. Esta mentira foi criada para garantir um resultado específico e sabotar a liberdade de expressão mais uma vez. Fundos de contribuintes no exterior, provenientes de trabalhadores americanos, estão sendo distribuídos por empreiteiros sob o Escritório de Iniciativas de Transição da USAID, ou pelo Departamento de Estado Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho. Esses empreiteiros, muitos deles fanáticos ideológicos, que nem mesmo U. S. funcionários do governo, muitas vezes ganham mais de um quarto de milhão de dólares por ano e estão fora do alcance, Senador, de si mesmo e de comitês como este. Eles distribuem dólares dos contribuintes para programas moldados por ONGs altamente partidárias que se escondem por trás de termos como diálogo inter-religioso, quando na verdade não têm o poder para tal. Na verdade, eles estão financiando escolas muçulmanas que treinam terroristas islâmicos, como fizeram na Malásia. Outro exemplo é a Humanistas Internacionais. Através deles, o Departamento de Estado está financiando subsídios para o ateísmo que cultivam ativamente uma rede de defesa do ateísmo no Nepal. Isso não é apenas para atacar a religião e manipular a política estrangeira. É um ataque à liberdade de expressão, à fé e a Deus. A propaganda e a censura não são novas. Tecnologia significa um poder e alcance sem precedentes nas mãos de poucos. Empresas como o Facebook, Instagram e Google, como você já ouviu várias vezes hoje, têm sido autorizadas a acumular poder de monopólio. E como resultado, não apenas alcançam bilhões de pessoas em todo o mundo a cada segundo do dia, mas têm controle absoluto sobre o que vemos e ouvimos. Imagine essas ferramentas nas mãos de Lenin, Stalin, Mao, Hitler. Quando me tornei jornalista há mais de 35 anos, estávamos sob restrições de emergência na África do Sul do apartheid. E eu tinha 17 anos. A segurança pública e a segurança eram as armas dos censores do estado. A nossa era a verdade. Não tínhamos uma Carta de Direitos, nenhuma Constituição, nenhuma Primeira Emenda, nenhuma Declaração de Independência. E os jornalistas teriam que esconder suas filmagens da polícia de segurança, às vezes costurando as fitas em seus colchões em casa para que não pudessem ser apreendidas e usadas para identificar e visar os manifestantes que tínhamos filmado. A luz da liberdade que incendiou nossos corações na África do Sul foi acesa. Foi aceso a milhares de milhas de distância. Foi aceso bem aqui, onde estamos sentados hoje nos Estados Unidos da América. Quando os Fundadores colocaram a liberdade de expressão em primeiro lugar, não foi por acaso, foi por design. Os direitos que se seguiram foram criados em parte para proteger a Primeira Emenda. Sem isso, eles sabiam que a liberdade em si pereceria. Sou lembrado hoje que a própria liberdade pereceria. Sou lembrado hoje, das palavras proferidas pelo Secretário de Relações Exteriores Britânico, Sir Edward Grey, em 1914, no início da Primeira Guerra Mundial. Ele disse: "As lâmpadas estão se apagando por toda a Europa." Não voltaremos a vê-los acesos em nossa vida. Estamos mais uma vez a ver as luzes da liberdade. Eles estão saindo daqui e por todo o mundo. E cabe a nós determinar se eles serão acesos novamente."

Fernao Lara Mesquita

92,896 görüntüleme • 1 yıl önce

Nesse filme, uma criança morre porque fez barulho com um brinquedo E eu sinceramente acho que foi exatamente aí que Um Lugar Silencioso ganhou o público. Porque o filme não perde tempo tentando explicar tudo devagar ou construir tensão aos poucos. Ele simplesmente pega o espectador pela garganta nos primeiros minutos e deixa uma regra muito clara: naquele mundo, qualquer som pode matar você. Depois dessa cena, o jeito de assistir muda completamente. Você para de assistir como alguém vendo um filme de terror normal… e começa a observar cada detalhe como se estivesse tentando sobreviver junto com os personagens. O simples ato de andar descalço vira tensão. Respirar fundo parece perigoso. Derrubar qualquer objeto no chão começa a dar ansiedade real. E eu acho muito interessante como o filme consegue transformar coisas extremamente comuns em fonte de medo. Porque não é um terror baseado em monstros aparecendo toda hora. O desconforto vem da ideia de que qualquer erro humano simples pode destruir tudo. Uma tosse. Um piso rangendo. Um prato quebrando. Uma criança chorando. Coisas normais da vida viram ameaça de morte instantânea. E talvez seja justamente isso que deixa a experiência tão diferente. Eu lembro claramente da primeira vez que assisti no cinema e perceber algo estranho acontecendo na sala inteira: ninguém fazia barulho. Não era exagero. Parecia que o próprio público tinha entrado nas regras daquele universo sem perceber. Pessoas evitavam abrir embalagem de comida, evitavam comentar cenas, evitavam até se mexer demais. Pouquíssimos filmes conseguem criar esse tipo de imersão coletiva. E o mais curioso é que Um Lugar Silencioso faz praticamente o oposto do que Hollywood costuma fazer hoje. Enquanto a maioria dos blockbusters tenta manter atenção através de explosão, trilha sonora alta e estímulo constante, esse filme aposta justamente no vazio. No silêncio. Na espera. Só que esse silêncio nunca parece confortável. Ele parece pressão psicológica acumulando o tempo inteiro. Tem cenas que fazem você prender a respiração involuntariamente porque o filme convence seu cérebro de que qualquer mínimo som pode dar errado. E quanto mais a história avança, mais você percebe que o verdadeiro terror não está só nas criaturas… mas na impossibilidade de viver normalmente. Porque imagina existir em um mundo onde você não pode gritar quando sente dor. Não pode correr fazendo barulho. Não pode chorar alto. Não pode deixar um filho brincar livremente. Não pode nem sofrer do jeito natural do ser humano sem correr risco de morrer. No fundo, acho que o filme funciona tão bem porque ele pega uma coisa invisível e transforma em ameaça constante: o próprio som da vida humana. E talvez seja por isso que tanta gente saiu do cinema lembrando mais da tensão do que dos monstros em si. Porque depois de um tempo, as criaturas quase viram detalhe. O que realmente fica é aquela sensação sufocante de viver tentando não existir alto demais. 🎬: Um Lugar Silencioso (2018) 📺: Netflix e Paramount+

MART

254,626 görüntüleme • 3 ay önce

É chocante ver como a cultura pop mudou: em 1986, Madonna revoltou abortistas ao lançar uma música condenando o aborto e defendendo a vida. Na canção "Papa Don't Preach" (parte de seu terceiro disco "True Blue"), a cantora contava a história de uma adolescente grávida de um homem que a abandonou, decidida a manter seu bebê e não abortar. Ela canta: "Você me alertou, entrei em uma confusão enorme. Por favor, papai, não brigue comigo, estou muito encrencada, mas já decidi, vou ter o bebê. Meus amigos pedem para eu desistir (abortar), dizem que eu tenho que curtir a vida, mas preciso de um bom conselho, papai, não brigue comigo. Já decidi, vou ficar com o bebê." Um dos maiores sucessos de sua carreira, a música liderou a parada Billboard Hot 100 por duas semanas e fez sucesso no mundo todo. Assim, é óbvio que os defensores do assassinato de bebês inocentes ficaram revoltados. Na época, a instituição de esquerda Planned Parenthood, que usa dinheiro público para realizar abortos, se revoltou. Em uma entrevista ao New York Times, o diretor Alfred Moran afirmou: "Madonna oferece o caminho para a eterna pobreza às adolescentes, sugerindo que ter um bebê é a coisa certa a se fazer. Essa música é muito destrutiva." Moran também anunciou que a organização estava tentando censurar a música, impedindo que rádios e canais de TV tocassem a música e exibissem seu videoclipe, além de exigir que a gravadora Warner Bros. Records ajudasse a financiar abortos (como "desculpa"). Consultada sobre isso, Madonna afirmou que não tomaria um lado político, dizendo que sua única função era cantar. É óbvio que não estou dizendo que a cantora é cristã ou defensora da vida; nada disso. Ao longo de sua carreira, Madonna mostrou exatamente o contrário, defendendo todo tipo de barbaridade (como o aborto). Mas um fato como esse é importante para que entendamos como a guerra cultural se configura, ficando cada vez mais intensa e degenerada ao longo das últimas décadas. Antes havia espaço para vozes dissidentes da extrema esquerda, mas hoje seria impossível ter uma estrela pop sequer lançando qualquer conteúdo anti-aborto. Nos anos 80, as coisas eram diferentes. E mesmo após ser revelado que a instituição vende partes desmembradas de bebês mortos (sim, isso mesmo), a Planned Parenthood segue firme na defesa do assassinato de bebês, usando suas grandes conexões com o Partido Democrata e Hollywood.

Paulo

330,312 görüntüleme • 2 yıl önce

YELLOW - Coldplay. 💛 “Your SKIN Oh yeah, your SKIN and bones Turn into something beautiful Do you know? You know I love you so You know I love you so.” Becky sobre os momentos românticos do seu clipe “SKIN”. 🪽: “Você vê todos os momentos felizes, tipo quando estamos apaixonadas, felizes, tudo tem essa cor AMARELO, muito positiva, uma energia muito boa... Então, é isso.” Vocês sabiam que a música escolhida foi escrita depois que um dos compositores saiu um pouco do estúdio em busca de inspiração e olhou para o céu estrelado? A música fala sobre ter esse momento especial ao lado de uma pessoa importante. Isso só me faz pensar no momento de Paris que a Becky escolheu para esse edit, porque sabemos o quanto Paris foi importante para as duas e o quanto a Becky sempre diz que Paris é muito romântico. 🌷: “...nós tínhamos que nos encontrar porque eu voltaria para casa no dia seguinte. Não tínhamos tempo, mas queríamos passar um tempo juntas, então perguntei à Bec se ela poderia vir aqui e tirar uma foto juntas... foi o momento mágico de FreenBecky.” Desde os primórdios, quando falam sobre cores que representam uma à outra, elas costumam escolher o branco ou o amarelo. O amarelo remete à felicidade, à luz e aos momentos felizes; já o branco simboliza a pureza, a sinceridade e a beleza do relacionamento. Nosso querido coração branco também está presente... 🤍 🪽: “Então eu vejo ela como AMARELO... Quando ela consegue tirar fotos ou conhecer cachorros... Olha só, olha o sorriso dela...” 🌷: “AMARELO, porque às vezes eu não quero sorrir, porque estou cansada e desanimada. Mas só de ver o sorriso dela, o mundo fica mais brilhante.” Cansadas e desanimadas? O corte brusco do vídeo no México, que parece muito a Freen puxando a Becky para um beijo... Temos uma foto delas super exaustas naquele restaurante, completamente grudadas uma na outra. 🪽: “O amor é uma coisa linda. Tem alguém que chega e diz: ‘Ei, estou cansada’.” 🌷: “Estou tão cansada, quero um abraço.” 🪽: “Quando você está cansada, você gosta de ficar grudada.” 🪽: “Eu sou grudenta. Eu amo ser grudenta, como um gato.” 🗣️: “Se você tem um parceiro, você é grudenta?” 🪽: “Grudenta. Eu sou grudenta.” Tudo sobre amor romântico e felicidade, a Becky associa à Freen, e a Freen associa à Becky. De verdade, tem coisas que nem precisam ser faladas, porque já foram demonstradas de todas as formas possíveis. E, além de tudo, existe uma consistência surreal nessa relação: todas as palavras das duas que se interligam, a postagem às 00:00, o uso do coração branco, a prioridade que uma dá à outra, a Freen repostando, como sempre, a Becky primeiro e mais ninguém no meio da madrugada… São tantas coisas, tantos detalhes e tanta constância, é lindo demais.

Acervo FreenBecky ☁️

21,157 görüntüleme • 16 gün önce

Hailey Bieber revelou, em sua participação no podcast "Therapuss with Jake Shane", novas atualizações sobre o crescimento de seu filho, Jack Blues. 💙 A modelo e empresária compartilhou que o pequeno, agora com 1 ano e 6 meses, já está correndo, chutando bolas de futebol e até arriscando as primeiras palavras. Confira a transição abaixo! JS: "E quantos anos, quantos anos tem o seu filho? Ele tem um?" HB: "Ele tem um, ele tem 1 ano e 6 meses." JS: "Ele já está falando?" HB: "Sim." JS: "Para!" HB: "Sim, ele é tão fofo." JS: "O que ele diz?" HB: "Então, ele fala muito sobre basquete. Ele diz 'basquete' o tempo todo. Fui buscá-lo da soneca hoje e ele estava tipo: 'Basquete?'. É simplesmente insano. É tão engraçado. Ele também começou a dizer 'por favor' agora. Tipo 'diga por favor', ele sabia o sinal de 'por favor' em libras por muito tempo, então se eu dissesse 'Ei, diga por favor', ele fazia o sinal. Mas agora ele fala 'pavor' (pease)." JS: "Ah! É tão fofo. É tão divertido. Como é ser mãe?" HB: "É muito divertido. Eu sempre soube que queria ter filhos, sempre quis ser mãe. E quando acontece, você nunca sabe o que esperar e não sabe como vai ser, e honestamente é... é muito divertido. É tão louco." JS: "Qual foi a única coisa que você ficou tipo 'Ninguém me avisou sobre isso e eu não esperava'?" HB: "É um monte de coisas que você simplesmente não sabe o que vai acontecer até chegar lá. Acho que algo que me surpreendeu foi que sinto que sou muito mais relaxada como mãe do que pensei que seria. Especialmente sendo mãe de primeira viagem." JS: "Certo, porque você achou que ia ficar estressada com tipo a saúde e a segurança?" HB: "Sim, achei que seria muito mais. E eu fui, tipo, quando o tive logo no começo, definitivamente tive mais ansiedade porque, você sabe, quando eles são tão pequenos é muito mais assustador. Mas mesmo assim, fui muito mais relaxada sobre tudo do que pensei, porque percebi que você simplesmente descobre as coisas conforme avança. Todo santo dia você está apenas descobrindo como ser mãe e aprendendo enquanto eles aprendem. É a coisa mais legal assistir uma pessoinha se tornar sua própria pessoinha. Estou vendo ele ganhar personalidade, vendo do que ele gosta... ele gosta de basquete, gosta dessa outra coisa... é tão divertido." JS: "Ele já ouve as músicas do Justin?" HB: "Sim, ele ouve. Ele tem dito 'baby oh, baby oh, baby oh'. E eu fico tipo 'Ah!'. Isso foi literalmente nos últimos dois dias. É muito louco." JS: "Ele está andando? Ele já está andando, né?" HB: "Ele está correndo." JS: "Cala a boca!" HB: "Sim. Ele está correndo, chutando bola de futebol, jogando a bola..." JS: "Oh, então ele vai ser uma criança esportista." HB: "Até agora, sim. Ele gosta de tudo isso." JS: "Meu Deus, eu amo bebês." HB: "Sim, ele é tão fofo. Eu tenho que te mostrar, vou te mostrar fora das câmeras." JS: "Espera, acho que nunca vi uma foto dele." HB: "Sério? Eu acabei de raspar a cabeça dele. Bem, eu não raspei, mas ele cortou o cabelo." JS: "Ele é tão loiro!" HB: "Igual ao papai. Ele honestamente parece idêntico a ele." JS: "Meu Deus. Esse é o Justin. Louise, você tem que ver isso. Vem cá. Eu vou surtar. Não, eu vou passar mal. Eu vou passar mal." JS: "Deixe-me ver de novo. Oh meu Deus, ele é adorável. Ele é a mistura perfeita de vocês dois." HB: "Eu sei. É meio surreal."

Hailey Bieber Brasil

76,221 görüntüleme • 6 ay önce

Tem muito tempo que eu quero falar sobre isso, e acredito que seja o momento certo, eu busquei informação por esses ultimos meses para tentar me expressar da melhor forma, então espero muito de coração que haja respeito e seriedade como nunca. Obrigado a quem realmente for ler, e tentar discutir sobre o assunto <3 obrigado de coração a todos. Bom dia, rapaziada. Hoje, decidi tirar um tempo para falar com vocês sobre alguns assuntos que considero muito importantes. Acredito que o nosso cenário atual ainda é bastante imaturo no que diz respeito a questões políticas. Enquanto algumas pessoas têm medo de abordar temas “sensíveis”, outras, que se atrevem a falar sobre eles, acabam sendo inferiorizadas ou tratadas com irrelevância. Isso ocorre, principalmente, por dois motivos. O primeiro é que a maior parte do público do cenário de e-sports é muito jovem. O segundo é que, para estar inserido nesse cenário, é preciso ter uma vida bastante privilegiada. Afinal, não é qualquer pessoa, na verdade, é uma minoria — que tem acesso a um computador para jogar League of Legends e, consequentemente, acompanhar o cenário de maneira mais intensa. Tendo isso em mente, podemos dizer que o público que acompanha o cenário de LoL pertence a um nicho que, em sua maioria, é elitizado. Por isso, busquei mais conhecimento, especialmente em teóricos das ciências sociais, para fundamentar melhor minhas ideias e compartilhar essa visão com a minha galera e com todos que se interessarem e se sentirem bem-vindos. O fato de eu ser uma pessoa preta influencia minha vida cotidiana em todos os aspectos. Isso não é algo exclusivo meu, mas uma ferida da sociedade que recai sobre mim porque, por acaso, nasci com a pele negra. Um grande teórico brasileiro, Milton Santos, escreve sobre a experiência de ser negro no Brasil no mundo moderno. Ele defende que a pessoa preta no Brasil vive em uma luta constante contra os 500 anos de violência que sofreu. E é evidente que 500 anos de escravidão e colonização não seriam apagados com algumas décadas de “libertação”, especialmente porque essa libertação nunca foi completa. Durante esses 500 anos de imposição do homem branco europeu sobre o homem preto e o indígena, os pensamentos que marcaram os âmbitos sociais e políticos eram aqueles pertencentes à classe dominante, nesse caso, os brancos europeus. Muitas leis e doutrinas, que deveriam orientar o povo, têm fundamentos racistas. Por exemplo, há menos de 100 anos, o artigo 138 da Constituição de 1934, durante a Era Vargas, previa que o Estado deveria estimular a educação eugênica. Isso significa, basicamente, que o Estado ensinava a superioridade dos brancos em relação aos negros. Pessoas vivas hoje foram educadas sob essa ideologia. Portanto, o fato de a escravidão ter, supostamente, acabado há muito tempo não significa que os traços deixados por ela não tenham impacto atualmente. Pelo contrário, qualquer pessoa preta no Brasil hoje sente na pele as consequências da escravidão e do pensamento racista e colonizador europeu. Milton Santos argumenta que existem “marcas visíveis” que ajudam a entender a origem dos problemas raciais. A primeira delas é a corporeidade, ou seja, a aparência, a pele, propriamente dita. As outras marcas são a individualidade e a cidadania. O problema central é que, para a pessoa preta, a cor de sua pele sempre chega antes de sua individualidade. Minha pele preta chega à mente das pessoas antes mesmo do Buero, e muito antes do Daniel enquanto cidadão. E isso é apenas uma das consequências do pensamento racista que ainda existe. Milton Santos também explica que, para o pensamento popular, o erro não está em ter preconceito de cor, mas em manifestá-lo. Em outras palavras, hoje em dia, muitas pessoas repudiam ofensas racistas, mas já foram educadas dentro de uma ideologia racista. Esse simples fato afeta diretamente minha autoestima e a de muitos outros homens pretos. A autoestima vai além da aparência: envolve também o intelecto e a cultura. Muitas vezes, sinto que sou incapaz ou que não posso alcançar algo por ser preto, e isso dói profundamente, especialmente quando somos jovens em desenvolvimento, como eu era quando comecei a fazer streams. Quando comecei a streamar, sofri muitos ataques racistas diretos, sendo insultado pela cor da minha pele. Com o tempo, estudei e passei a compreender algumas coisas. Um teórico chamado Franz Fanon explica que, na América Latina, o racismo se manifesta de forma “velada” por conta do passado colonial. Isso significa que as pessoas foram educadas a serem racistas, ainda que de maneira implícita, e, com o tempo, esse racismo se tornou estrutural e banalizado. Ou seja, atitudes racistas passaram a ser vistas como cotidianas e sem grandes consequências, já que foram “normalizadas”. A colonização racial não apenas explorava os corpos das pessoas, mas também calava, apagava e deslegitimava suas culturas, fazendo-as acreditar que elas não existiam ou que eram erradas. Esse processo gerou, em grande parte da população negra brasileira, um complexo de inferioridade. Recentemente, vimos o caso de Vinícius Jr., que foi injustiçado. O mais chocante, porém, é que houve quem dissesse que ele não merecia o reconhecimento porque era “muito combativo”. Combativo em relação a quê? Ao racismo. Falar sobre racismo e combatê-lo é visto quase como uma atitude violenta em uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Confundem submissão com humildade, dizendo que ele deveria ter sido humilde diante das ofensas racistas. Mas, sinceramente, ele deveria ser humilde com quem o insultava por sua cor? Na verdade, a sociedade espera que a pessoa preta se comporte de forma submissa, pois isso facilita a perpetuação do racismo velado. Querem que nossos corpos não lutem, nossas mentes não estudem e nossas vozes não se levantem. Essa submissão é constantemente aplaudida, porque crescemos em um mundo racista. Além disso, há uma constante comparação entre pessoas pretas para justificar regras com base em exceções. Um dos primeiros comentários que recebi dizia algo como: “O jogador X é negro, MAS não fica de mimimi como o Buero”. O simples fato de eu não aceitar ser ofendido pela cor da minha pele me torna, para alguns, um vitimista ou “mimizento”. Esses comentários não são pontuais; eles sempre existiram e continuam existindo até hoje. Assim como a comparação entre pessoas pretas existe, também me vi em situações de comparação com pessoas brancas diversas vezes. A realidade é que, para a pessoa preta, tudo o que é dito é amplificado e julgado como agressivo, enquanto, para a pessoa branca, mesmo declarações absurdas podem ser ignoradas ou minimizadas. Essa comparação desigual faz parte de um julgamento de imagem, uma imagem que não é definida por mim nem por quem observa, mas é mais uma consequência da cultura racista impregnada na sociedade. A representação das pessoas pretas frequentemente segue estigmas e estereótipos criados para diminuí-las e ridicularizá-las. A mulher preta, por exemplo, sofre com a constante sexualização de seu corpo, um reflexo histórico da época pós-escravidão, quando suas opções de sobrevivência eram limitadas à servidão ou à prostituição. Não era uma escolha, mas uma necessidade, algo que, infelizmente, ainda persiste em muitos casos. Já o homem preto é frequentemente visto como agressivo, selvagem, como uma peça fora do lugar, sempre diferenciado dos demais. Como Milton Santos nos mostra, tudo se resume à pele. Se tudo para na pele, a própria identidade da pessoa preta também é interrompida. A cor é usada como principal característica para diferenciar e identificar alguém. “Aquele neguinho ali”, “Quem era aquele neguinho?”, “Aquele neguinho até que era bom”. Eu não tenho nome, origem, idade ou identidade; para a sociedade, eu só tenho cor. Tudo o que me define, minhas ambições, desejos, gostos e desgostos é reduzido à cor da minha pele. Todos os fatores que fazem Daniel ser Daniel e Buero ser Buero são eclipsados pela cor de minha pele. A cor da pele também é usada como justificativa para o apagamento das pessoas pretas na sociedade. Vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas quantos autores pretos você viu na escola? Quantos filósofos, escritores e pensadores pretos foram estudados? Você sabia que, por lei, deveria haver o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas? Onde está esse ensino? Não é possível que, em um país majoritariamente preto, tenhamos menos de cinco autores pretos no cânone literário. E aqueles que fazem parte dele frequentemente têm sua imagem embranquecida. O próprio Machado de Assis, por exemplo, foi retratado de forma embranquecida ao longo da história, a ponto de o fato de ele ser preto nem sequer ser mencionado. Estudamos em uma educação que rejeita e esconde as pessoas pretas. Talvez você, que está se preparando para ser professor, possa mudar isso um dia, pelo bem da comunidade preta no Brasil. É evidente que, se a cor da pele afeta os aspectos sociais, ela também influencia a relação com a classe social. Como mencionei antes, vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas as estruturas de poder no capitalismo ainda são compostas por aqueles que sempre estiveram no controle: os descendentes dos senhores de escravos, os herdeiros de dinastias, e até grande parte da classe média, que se beneficia do privilégio branco. Ver uma pessoa preta em posições de destaque ou ascensão social incomoda essas estruturas de poder. É raro, mas, quando acontece, gera desconforto. A maioria das pessoas que vivem na periferia são pretas, consequência de todo o sistema histórico de exclusão que mencionei anteriormente. E o capitalismo faz questão de manter essa situação, perpetuando a pobreza entre as pessoas pretas, com pouquíssimas exceções de ascensão social. “Mas eu conheci uma pessoa preta que era pobre e conseguiu ascender socialmente.” Esse é um caso específico, uma exceção, e não a regra. No entanto, com base em casos isolados, muitos desenvolvem a narrativa da meritocracia, dizendo que tudo é possível se você acreditar e se esforçar ao máximo. Mas essa não é a realidade. A meritocracia é, na verdade, um mecanismo de controle social, que incentiva as pessoas a darem seu máximo para receberem o mínimo, enquanto a engrenagem do sistema segue funcionando como antes, de forma semelhante à escravidão. A cor da pele influencia diretamente a vida social. É mais difícil arrumar emprego, ter relacionamentos duradouros e, em geral, é mais difícil viver. Reconheço que sou uma exceção no meu meio. O ambiente do League of Legends é extremamente racista, e isso faz de mim um alvo constante. Qualquer coisa que digam sobre mim repercute de alguma forma, e, recentemente, essa repercussão tem sido, na maioria das vezes, negativa. No cenário competitivo, a questão das “narrativas” foi um tema relevante, e as narrativas criadas por outras pessoas me influenciaram diretamente. Muitas vezes, começam a falar de situações que nem aconteceram, mas que ouviram de "tal pessoa" e tomaram como verdade absoluta. Por ser preto, isso tem um impacto cem vezes maior, pois não me é dado espaço para me manifestar. A pessoa preta viveu sob o silêncio imposto pelo colonizador durante 500 anos, e a única opção que esperam que ela aceite é continuar calada, de cabeça baixa, simplesmente aceitando ou “entrando na brincadeira”. Quando essas pessoas falam sobre mim e isso gera alguma controvérsia, não há repercussões negativas para elas, apenas para mim. Esse julgamento é feito de maneira inconsciente porque, mais uma vez, tudo para na minha pele. Por isso, é muito fácil deturpar a imagem de uma pessoa preta, a minha imagem. Eu não tenho a oportunidade de me defender ou responder; e, quando respondo, a minha voz não aparece nos canais de cortes ou de fofoca, apenas o que falam sobre mim. Já estou sendo apagado antes mesmo de ter a chance de aparecer. Por que estou falando tudo isso? Nós já sabemos que a sociedade foi educada e induzida a agir de maneira naturalmente racista. De acordo com Antônio Sérgio Guimarães, em Racismo e Antirracismo no Brasil, a maneira mais eficaz de combater o racismo é agir ativamente, falar sobre ele, dar voz a outros pretos e entrar nessa luta que enfrentamos diariamente. Isso é um posicionamento político claro, que sei que contraria o padrão da maioria no cenário competitivo. Mas, se não começarmos, veremos cada vez mais pessoas pretas sendo rebaixadas e isso é muito perigoso. Compreender de onde veio e para onde vai a pessoa preta no mundo atual, e especificamente no meio dos e-sports, ajuda a promover maior inclusão e diversidade em nosso cenário. É isso que busco fazer: dar voz às pessoas e ser um agente ativo de transformação na nossa comunidade. Precisamos mostrar que, com educação, informação e comunicação direta, podemos avançar na emancipação da população negra dentro dos e-sports A pessoa preta convive com um elemento imaterial profundamente presente: o MEDO. O medo faz parte de sua vida desde sempre, pois é influenciada por dois outros elementos: o TEMPO e a MEMÓRIA. Quem nasce na periferia já começa com menos tempo de vida, pois precisa correr atrás do prejuízo para sobreviver. Além disso, carrega o medo constante de simplesmente ser preto em um país racista: medo da polícia, da sociedade, das consequências políticas, e até do ato de existir. Esse medo é agravado pela ausência de oportunidades de libertação. A memória da população preta é apagada, sua cultura e imagem são diminuídas e esquecidas. Apagar essa memória é uma forma de reclusão social, que impede a conscientização política e reduz a participação das pessoas pretas na sociedade. Isso se reflete no número insuficiente de políticos pretos nas câmaras, de estudantes pretos nas universidades e de profissionais pretos em cargos de destaque. Eu convivo diariamente com pessoas que me desejam o mal e atacam até quem está próximo de mim. Não falo de brincadeiras como o “ratinho com diamante”, que não me afeta tanto, mas de comentários racistas que incentivam, por exemplo, que eu me mate. Essas atitudes são manifestações de algo que chamamos de banalização do mal. A naturalização e estruturação do racismo no Brasil transformam o preconceito contra pessoas pretas em algo corriqueiro. Piadas racistas, estereótipos como “ladrão”, “fedido” ou “agressivo” são aceitos e replicados, criando um ambiente onde o mal é banalizado de forma tão extrema que o preto precisa crescer cercado de violência e, ao mesmo tempo, aceitar calado. Quero deixar claro que meu problema não é com a pessoa branca em si, especialmente em um país tão miscigenado como o Brasil. Minha luta é contra o racismo, mais especificamente, o racismo velado que permeia o cotidiano e perpetua as marcas da escravidão. A conscientização negra pode até ser um pequeno band-aid que tenta sarar a ferida de 500 anos que existe no Brasil, mas é muito importante aquilo que falamos nesse dia, e a influência que podemos causar nesse dia. Minha luta é direta e constante. Lembre-se: a culpa não é sua. É apenas o reflexo de um sistema que precisa ser derrubado.

buero

1,481,888 görüntüleme • 1 yıl önce

Demasiados años reclamando una #LeyELA. Demasiados compañeros que ya no están. Demasiadas familias rotas. Demasiadas noches de angustia, demasiada espera, demasiados palos en las ruedas. Ayer, mientras escuchaba mi nombre en el Congreso en boca de Pilar Calvo, sentí un nudo en la garganta difícil de explicar. Emoción, gratitud y, sobre todo, el peso inmenso de quienes abrieron esta brecha con su lucha y no han podido ver que seguimos avanzando por ellos y por los que vendrán. Como decía, hace poco menos de 20 horas, una buena noticia se abrió paso en el hemiciclo. A veces, la vida de muchas familias puede cambiar con algo aparentemente pequeño: unos tachones en un texto legal, un nuevo apartado segundo en el artículo 31 de la Ley de Dependencia, apenas 24 palabras y, sobre todo, un poco de voluntad política. A partir de la entrada en vigor de la reforma, que esperemos que sea pronto, las personas en grado III+ no verán deducido el complemento de gran incapacidad y otros similares del importe de sus prestaciones. Dicho de otra forma: podrán salvar uno de los mayores obstáculos que les impedía el acceso a las ayudas, sin que eso suponga empobrecer a sus familias o empujarlas al endeudamiento. Hasta ahora, demasiadas personas han tenido que renunciar a apoyos imprescindibles, aun necesitándolos, por no condenar económicamente a quienes más quieren. Eso no es justo, no es digno y tampoco podía seguir así. Mil gracias a Pilar Calvo, a Jordi Fàbrega 🎗 y a Junts per Catalunya🎗 por no soltar nuestra mano en todo este tiempo. Mil gracias también por anteponer en esta ocasión las necesidades de las personas más vulnerables a los intereses estrictamente partidistas. Cuando se quiere, se puede. Y cuando se escucha a quienes sufren, la política recupera parte de su sentido. Queda recorrido para que lo votado ayer sea una realidad. Queda también mucho trabajo en torno a la #LeyELA y al resto de afectados, pero el paso de ayer dejará huella. Ojalá sea el principio de una forma distinta de hacer las cosas. Una que llega tarde para demasiados compañeros, pero que todavía puede llegar a tiempo para muchas familias.

Javi Gámez

11,456 görüntüleme • 1 ay önce