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🚨 Quando o crime é apresentado como estilo de vida, entretenimento ou sinônimo de sucesso, os impactos vão muito além da música. ‼️ Enquanto algumas letras romantizam o tráfico, o consumo de drogas e o confronto com as forças de segurança, a realidade é marcada por violência, famílias destruídas,...

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É muito importante ressaltar que ninguém está criticando o policial que responde a uma agressão de um criminoso armado. A crítica ao que aconteceu é à política de segurança do governador Cláudio Castro. Os bolsonaristas venceram as eleições com o Witzel. Depois, o Cláudio Castro ficou por dois mandatos. O que eles fizeram para desestruturar as facções criminosas? Absolutamente nada de efetivo! Quem mora no Rio de Janeiro sabe que a violência só aumentou. E isso aconteceu porque o plano de segurança da direita para o Rio de Janeiro consiste em: permitir que o crime organizado controle territórios, não combater as fontes de renda dos grupos criminosos e esperar chegar perto das eleições para mandar a polícia subir a favela para trocar tiros. O resultado? Policiais, moradores e traficantes mortos, só para sair nos jornais, enquanto as organizações criminosas continuam atuando. O fornecedor de armas do Comando Vermelho era um deputado aliado do governador. A lavagem de dinheiro das organizações criminosas é feita por bancos digitais, protegidos por políticos de direita. As drogas são levadas para a favela em caminhões, carros, aviões e helicópteros de políticos de direita. Precisamos de um plano de segurança para o Rio de Janeiro (e para outros estados). As facções precisam perder as suas fontes de renda. Sem dinheiro, elas deixarão de existir, sem precisar expor policiais e moradores ao que aconteceu ontem. Ano que vem tem eleição. O povo terá a chance de dizer não ao Cláudio Castro e a todo político de direita, que são os responsáveis pelo caos em que o Rio de Janeiro se encontra.

Vinicios Betiol

34,879 Aufrufe • vor 9 Monaten

Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

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