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Que tipo de relacionamento é esse que só machuca? Que amor é esse que não acolhe, não soma, não respeita? O que a gente vê da Saory com o Dudu não é parceria, não é cuidado, não é construção. É um “relacionamento” onde um lado humilha, diminui, provoca e...

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Eduardo falou o óbvio que muita gente já está vendo e fingindo que não vê. Nikolas e Michelle jogando lado a lado nas redes, compartilhando um ao outro, fortalecendo narrativa paralela, enquanto a eleição real está polarizada. Ele foi claro. A disputa é Flávio Bolsonaro contra Lula. Não é tese acadêmica. Não é especulação. É cenário político concreto. Nikolas está no primeiro mandato. Michelle sequer tem mandato. Ambos sabem ler ambiente político. Não precisam de reunião estratégica para entender onde está a batalha principal. A pergunta que fica é simples e incômoda: se a eleição é essa, por que o silêncio seletivo? Eduardo Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não acusou, não gritou, não fez teatro. Ele apenas expôs a incoerência. Disse que não viu apoio da Michelle ao Flávio. Disse que ela compartilha Nikolas toda hora. Disse que parece haver uma amnésia estratégica. E ele tem razão. Em política, silêncio também é posicionamento. Não apoiar publicamente quem representa o campo principal numa eleição polarizada é escolha. Não é distração. Não é acaso. É cálculo. Ele ainda foi cuidadoso. Disse que não queria gerar polêmica. Que é pergunta que deve ser feita a eles. Mas o ponto está lançado. Se o adversário é Lula, a prioridade deveria ser inequívoca. Política não é rede social de amizade. É alinhamento estratégico. Se o campo conservador começa a dispersar foco no momento crucial, não adianta depois reclamar do resultado. Eduardo apenas verbalizou o que muitos já perceberam: a eleição tem dois polos. E quem finge que não vê isso está, no mínimo, jogando outro jogo.

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Silvio Navarro é direto, matemático e brutalmente honesto — e é exatamente isso que incomoda. Ele não está fazendo torcida, está fazendo leitura política elementar. O presidente Jair Bolsonaro já indicou um caminho. Já colocou um nome. Já deu uma missão. E quem aparece agora tentando empurrar outro nome “da direita”, fingindo que isso é união, não é bem-intencionado. Silvio crava o ponto que muitos fingem não entender. Se surge alguém, em janeiro de 2026, tentando vender Tarcísio presidente, ou qualquer outro nome fora do que foi explicitamente colocado pelo maior líder político do país, isso não é construção. É divisão. É fragmentação. É sabotagem aritmética. Não é ideologia. É conta simples. Ele lembra o óbvio histórico que a imprensa gosta de esquecer. Eleição se ganha com base consolidada, não com balão de ensaio fabricado por instituto, redação ou narrativa “moderada”. Quem planta outro nome agora não está ajudando a direita. Está enfraquecendo deliberadamente. E quando Silvio diz que quem faz isso não é de direita, ele não está ofendendo. Está descrevendo. Direita não é oportunismo eleitoral. Direita não é teste de mercado. Direita não é jogar nome no ar para medir reação. Direita, nesse momento, é respeitar o recado político já dado. É não fingir neutralidade enquanto trabalha para dividir. É não vender “peixe” em redação como se isso fosse espontâneo. O que ele desmonta ali é a velha tática brasileira: criar alternativas artificiais para diluir força real. E quem já viu isso acontecer antes sabe exatamente como termina. Silvio não pede aplauso. Ele pede coerência. E coerência, hoje, passa por uma linha clara: quem surge com outro nome fora do que foi posto não está somando. Está cumprindo outro papel.

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Ele disse exatamente isso, sem rodeios, sem disfarce, sem preocupação em parecer maior do que o próprio umbigo: “Eu sou deputado por Minas Gerais. Eu não estou fazendo parte do planejamento desta campanha presidencial. Se Flávio não ganhar, não quero ser culpado como fizeram com a Magnitsky. Então quero deixar bem claro que Minas Gerais é minha prioridade e no primeiro turno eu estarei em Minas, ponto final. Não vou entregar meu capital político sem ter algo (projeto) de volta.” A fala é cristalina. Não há entrelinhas. O país não aparece. O projeto coletivo não existe. O risco compartilhado inexiste. Tudo gira em torno de autoproteção, cálculo e vaidade. Não é discurso de liderança. É ata notarial do próprio ego. Não é estratégia eleitoral. É cláusula de escape. Não é compromisso político. É contrato de conveniência. Quem fala assim não entra para construir. Entra para se preservar. Não caminha junto. Caminha com um olho no retrovisor e outro no espelho. A prioridade não é vencer, é não ser responsabilizado. Não é servir, é garantir que o próprio “capital político” saia ileso, mesmo que o projeto afunde. Quando alguém precisa avisar publicamente que não quer “ser culpado”, já está mais preocupado com a narrativa do fracasso do que com a possibilidade da vitória. E política, goste-se ou não, exige risco, lealdade e coragem de assumir o resultado — bom ou ruim. O resto é retórica para justificar o que sempre foi a mesma coisa: ego blindado, compromisso condicionado e apoio com preço. Exemplo é tudo, fica a lição.

・ Ice ・  Ⅹ ・

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