Sensitive content

This media may contain sensitive content.

Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

STOP HATE BRASIL – ALERTA PÚBLICO A Stop Hate Brasil alerta pais, responsáveis, educadores e autoridades para o aumento expressivo das atividades da rede transnacional violenta, orientação satanista/niilista, conhecida como Com/764 Network, responsável por graves crimes envolvendo aliciamento, recrutamento, automutilação e incitacao ao suicídio, incitação à violência extrema contra...

87,124 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

6 Kommentare

Profilbild von Michele Prado
Michele Pradovor 1 Jahr

Obrigada amore por postar o vídeo inteiro ❤️

Profilbild von SecBriefs | Making Cybersecurity Simple
SecBriefs | Making Cybersecurity Simplevor 1 Jahr

🇺🇸 New Leadership, New Priorities! The old ways are gone. This administration must step up where others failed. 🦅 🛡️A stronger nation starts with informed citizens. Start your own cyber awareness journey with the CYBERSECURITY DICTIONARY for Everyone:

Profilbild von Corporate Attorney
Corporate Attorneyvor 1 Jahr

O trabalho feito pela Michele Prado no estudo e conscientização da realidade do extremismo (não somente na tosquice propagandista utilizada pelo mainstream) é de uma ótima qualidade

Profilbild von Luciana 🇺🇦 🇮🇱🇪🇺
Luciana 🇺🇦 🇮🇱🇪🇺vor 1 Jahr

Importantíssimo esse alerta!!! Os pais precisam prestar mais atenção nos filhos!

Profilbild von JMR
JMRvor 1 Jahr

Que mundo é esse?!?!

Profilbild von SEM ANISTIA 🏴‍☠️ 🏴‍☠️🏴‍☠️
SEM ANISTIA 🏴‍☠️ 🏴‍☠️🏴‍☠️vor 1 Jahr

Tô com medo...

Ähnliche Videos

Em um pronunciamento marcado por emoção e indignação, um coronel da Polícia Militar relatou o impacto da tragédia que tirou a vida de duas crianças, de 8 e 12 anos, mortas pelo próprio pai após ele não aceitar o fim do relacionamento. No depoimento, o oficial destacou que o papel de um pai é proteger, jamais usar os filhos como instrumento de vingança. Ele também fez um alerta à sociedade sobre a importância de observar sinais de desequilíbrio emocional e denunciar ameaças antes que situações extremas aconteçam. A fala reforçou algo básico, mas que ainda precisa ser repetido, traição ou término não justificam violência. Separações se resolvem com dignidade, reconstrução pessoal e responsabilidade. Nunca com agressão. Casos como esse, no entanto, revelam um padrão que vai além de um suposto “descontrole emocional”. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que grande parte dos crimes dentro do ambiente familiar é precedida por ameaças, histórico de violência e comportamentos de controle. Não são explosões repentinas: são escaladas. Os canais de denúncia existem, Disque 100 para crianças e adolescentes, 180 para mulheres vítimas de violência, e o SUS oferece atendimento psicológico por meio das Unidades Básicas de Saúde e dos CAPS. Mas a eficácia desses instrumentos depende de algo essencial: que a sociedade leve os sinais a sério. Quando ameaças são relativizadas, quando a obsessão é chamada de “amor”, quando a violência é tratada como “drama de casal”, o silêncio vira cúmplice. A omissão custa vidas. E, neste caso, custou as de duas crianças que deveriam ter sido protegidas.

Beta Bastos

74,379 Aufrufe • vor 5 Monaten

GRAVE!!! Como senador da república e com a proteção do artigo53 da Constituição Federal, Venho tornar público mais uma GRAVE violação, ou seja, um crime contra a Humanidade por parte do Ministro Alexandre de Morais. De acordo com o Tribunal Penal Internacional, o Tribunal dos Direitos Humanos da OEA, e a Constituição Brasileira, específica os crimes em casos de prisão de crianças em locais inadequados e junto com idosos, homens e mulheres. Tribunal Penal Internacional (TPI) O Artigo 25 aborda a responsabilidade criminal individual e especifica que o TPI tem jurisdição sobre indivíduos, não sobre estados. Destaca que: -*Qualquer pessoa* que cometa crimes sob a jurisdição do TPI (Tribunal Penal Internacional) no caso o Brasil - será responsável e sujeita a processo criminal. O artigo 28 - Responsabilidade pela Tortura e Outras Violações: O Estatuto de Roma considera tortura e maus-tratos como crimes contra a humanidade. Isso inclui: ⁃*Tortura:* O uso de dor ou sofrimento severo, físico ou mental, intencionalmente infligido a uma pessoa para obter informações ou confissões, punição, intimidação ou coerção. ⁃*Tratamento Desumano:* A submissão de pessoas a condições desumanas, como confinamento sem alimentação, água ou saneamento, em condições que causem sofrimento físico ou mental significativo. ⁃*Tratamento de Vulneráveis:* Inclui a responsabilidade por ações contra idosos, jovens, crianças e mulheres em condições sem estrutura adequada, como ausência de instalações sanitárias ou de alimentação, o que configura um tratamento cruel e desumano. Tribunal dos Direitos Humanos da OEA A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) têm vários precedentes sobre a proteção dos direitos das crianças e dos idosos. Eles enfatizam a proteção especial que deve ser dada a esses grupos vulneráveis, conforme estipulado na Convenção Americana sobre Direitos Humanos: •Artigo 19: Toda criança tem direito às medidas de proteção que a sua condição de menor requer por parte da sua família, da sociedade e do Estado. Constituição Brasileira de 1988 Artigo 227: É dever do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação à dignidade, ao respeito, à liberdade e além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, violência, crueldade e opressão.

Senador Marcos do Val

174,680 Aufrufe • vor 2 Jahren

🚨 ⚠️👉 Motorista por aplicativo faz alerta após corrida com adolescente de 15 anos e vídeo repercute nas redes Por Redação FOCO NA NET 09 de julho de 2026 Um vídeo publicado nas redes sociais pelo motorista por aplicativo @falabrunex tem gerado grande repercussão ao relatar uma situação vivenciada durante uma corrida envolvendo uma adolescente de 15 anos. Segundo o motorista, a jovem embarcou sozinha durante a noite com destino ao bairro Boca do Rio, onde, de acordo com o relato, encontraria um suposto namorado. Durante a conversa, ela teria informado que era a primeira vez que iria à casa do rapaz, que estava sem celular e que pretendia utilizar o aparelho do namorado para avisar os pais sobre sua chegada. A situação chamou a atenção do motorista, que afirmou ter ficado preocupado com a segurança da adolescente. Em seu desabafo, ele questiona a falta de acompanhamento por parte de alguns responsáveis e alerta para os riscos que crianças e adolescentes podem enfrentar ao marcar encontros sem a devida supervisão. "Toda hora vemos notícias de adolescentes desaparecidos ou vítimas de violência. É preciso mais diálogo e atenção dentro de casa", afirmou o motorista no vídeo. O conteúdo rapidamente ganhou milhares de visualizações e comentários. Enquanto muitos internautas elogiaram a postura do profissional por demonstrar preocupação com a segurança da menor, outros destacaram que a responsabilidade pela orientação dos filhos cabe aos pais e responsáveis. Atenção e diálogo são fundamentais Especialistas em segurança e proteção à infância recomendam que pais e responsáveis mantenham diálogo constante com adolescentes, conheçam seus amigos, saibam para onde estão indo e, sempre que possível, acompanhem encontros presenciais, especialmente quando envolvem pessoas pouco conhecidas ou contatos feitos pela internet. A exposição de adolescentes a situações de risco continua sendo motivo de preocupação para autoridades e entidades de proteção à infância, que reforçam a importância da participação ativa da família na prevenção.

Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV

54,464 Aufrufe • vor 6 Tagen

Um piloto de 60 anos foi preso na manhã desta segunda-feira, 9 de fevereiro, dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, instantes antes da decolagem de um voo com destino ao Rio de Janeiro. Ele é suspeito de integrar uma rede criminosa dedicada à exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação policial foi registrada em vídeo e ocorreu ainda no pátio do aeroporto. A prisão está ligada a outro desdobramento da investigação no interior paulista. Em Guararema, uma mulher de 55 anos, avó das vítimas, foi presa acusada de “vender” as próprias netas - três meninas menores de idade - ao piloto. Segundo a polícia, a mulher teria recebido pagamentos em troca da exploração sexual das crianças, caracterizando crimes de abuso sexual infantil, exploração sexual e associação criminosa. As autoridades afirmam que o caso integra uma apuração mais ampla, que investiga a existência de uma rede estruturada, com intermediários, pagamento recorrente e possível participação de outros envolvidos. Os elementos colhidos até agora indicam que os crimes não seriam episódios isolados, mas parte de um esquema continuado. O inquérito corre sob sigilo para preservar as vítimas, que recebem acompanhamento psicológico e social. Em diversas regiões do Brasil, sobretudo nas áreas mais pobres e abandonadas pelo Estado, práticas como prostituição infantil, venda de crianças e até incesto foram naturalizadas pelos próprios parentes, convertendo a infância em mercadoria. Não se trata de “contexto cultural”, mas de uma falência civilizatória profunda - um cenário em que crimes hediondos seguem ocorrendo à sombra da omissão, do silêncio e da inércia do sistema judiciário, o mesmo que hoje se mostra célere e implacável ao impor penas de 15, 16, 17 e até 27 anos de prisão a inocentes, sob a alegação de um suposto golpe de Estado.

Karina Michelin

12,315 Aufrufe • vor 5 Monaten

🥵🤢Penico na cabeça com orelhas de burro, tshirt com nomes como badalhoca, de quatro no chão de terra, grunhe e repete alto e bom som enquanto abana as nádegas: “sou porca, porca, porca”. É uma caloira em Lisboa. Futura jurista. Ensopado em lama e álcool, rebola no chão, aceita rodas de penalties e o desfile pelas ruas comandado por praxistas. É um futuro psicólogo de crianças e adolescentes. Cara borrada com pinturas, exibida como troféu, exemplar da submissão modelo, segue cabisbaixa, receando os auto -intitulados dux’s. Mostra-lhes respeito, com medo de ser isolada e punida. É uma futura professora. Ou autarca. Ou directora de recursos humanos. ⁉️Quem é esta geração universitária que enche a boca com a #Inclusão, o #Antibullying, a denúncia do assédio e das #microagressões, a Saúde Mental e que até desfila no 25 de abril mas depois anda nas #praxes? Isso já não é “hierarquização tóxica”?! Já não é “violência simbólica”?! Então condenam, e bem, o #bullying, a violência contra as mulheres ou contra os animais e depois coagem #caloiros a serem vexados nos jardins públicos? Será hipocrisia ou pior?! ⚠️☢️Chamar integração a uma prática que, todos os anos, intimida e humilha milhares de putos só faz sentido nas cabecinhas de bullies frustrados. É mentira que participem voluntariamente. Há uma bruta pressão de uma suposta autoridade, uma intensa pressão do grupo e ainda o estafado e idiota argumento da tradição. Empregam-se tácticas como gritos, ameaças, esperas, represálias. Procuram e perseguem quem recusa, rodeiam-os, gozam, excluem. Separam os praxados dos não praxados, aos quais berram na cara que terão que se declarar anti-#praxe e ficarão impedidos de estar na demais vida académica, nas festas, na queima das fitas ou na benção das pastas. Muitos acreditam. Outros têm medo. Alguns não estão para se chatear e aceitam. Quantos conseguem fazer frente à matilha? E quantos vão depois para casa chorar, cheios de dores do vexame? Pois. O escárnio dói. E muito. ⚠️🚨 continuamos a fechar os olhos? #joanaamaraldias

JOANA AMARAL DIAS

367,642 Aufrufe • vor 10 Monaten

- Vamos falar sobre política de cotas e identificação racial ? - Ps:. Demorei a postar sobre política de cotas e a questão envolvendo o Matteus Alegrete, já que não sou especialista no tema. Porém busquei na literatura, na lei e também no judiciário pra trazer como funciona a política de cotas e sua evolução ao longo do tempo. Nesse post , não haverá opinião pessoal sobre mas SIM fatos respaldados pela lei ok? .No Brasil, a política de cotas raciais é regulamentada pela Lei nº 12.711/2012, que estabelece a reserva de vagas em instituições públicas de ensino superior, em concursos públicos e em outros espaços, para estudantes negros, pardos e indígenas, de acordo com a autodeclaração de raça ou etnia no momento da inscrição. -Fred, além das cotas raciais ,quais são as outras políticas de cotas vigentes no país ? •Além das cotas raciais, existem outras políticas de cotas voltadas para diferentes grupos sociais e com o objetivo de promover a inclusão e a equidade no acesso à educação e ao mercado de trabalho. Alguns exemplos de políticas de cotas além das cotas raciais incluem: 1.Cotas sociais 2. Cotas para pessoas com deficiência: 3.Cotas a indígenas -O que seria autodeclaraçao racial /identificação racial ? •A autodeclaração de raça ou etnia significa que o indivíduo tem o direito de se identificar com um grupo racial específico com base em sua própria percepção de sua identidade racial. Isso significa que a pessoa tem liberdade para se declarar como negro, pardo, branco, indígena, ou outra categoria racial, de acordo com sua autopercepção. **No entanto, o processo de autodeclaração pode gerar controvérsias e desafios, já que a identificação racial é uma questão complexa e subjetiva. **Algumas pessoas podem se autodeclarar como pertencentes a um grupo racial específico, enquanto outras podem discordar dessa autodeclaração com base em critérios como aparência física, ascendência genética, entre outros. 👉🏻A autodeclaração de negritude é um ato individual e subjetivo, e cabe ao próprio indivíduo decidir como se identificar racialmente, levando em consideração sua própria percepção de sua identidade racial. - Fred , e como funciona essa autodeclaracao no que tange a processos seletivos ? Tem alguma comissão que avalia esse processo para validar ou impedir que estudados hajam de má fé ? **Talvez essa seja uma das maiores dúvidas e que por não saber ao certo muitos opinam sobre de fato saber o que a lei traz como exigências ! •A autodeclaração de raça ou etnia em processos seletivos, como em cotas raciais, é um procedimento baseado na auto-identificação do indivíduo com base em sua percepção de sua identidade racial. Em geral, a autodeclaração é aceita como válida, a menos que haja evidências concretas de má-fé ou fraude por parte do declarante. No caso de questionamentos sobre a autenticidade da autodeclaração, as instituições têm mecanismos e comissões específicas para averiguar e validar a autodeclaração racial dos candidatos. Essas comissões podem solicitar documentos adicionais, como fotos, declarações de parentes, entre outros, para auxiliar na verificação da autodeclaração. No geral, as comissões responsáveis pela verificação das cotas podem solicitar documentos adicionais, entrevistas e outras formas de avaliação para confirmar a veracidade das informações autodeclaradas pelos candidatos. Não é possível determinar com precisão qual tipo de cota é mais fraudada, pois isso pode variar de acordo com o contexto e as circunstâncias de cada caso. Caso haja indícios de má-fé na autodeclaração, a pessoa pode estar sujeita a sanções legais e administrativas, podendo inclusive resultar na anulação da matrícula ou da participação no processo seletivo. ** É fundamental que o processo de autodeclaração racial seja conduzido de forma responsável e ética, respeitando a diversidade e a autopercepção dos indivíduos. 👉🏻 Ajudei ? Se sim curtam e comentem aqui abaixo! Matteus Amaral 🧉 @CentralMatteus_ @portalmabelle #

Frederico Marques⚓️ 🔑🚗🏹(🍓)🌪️🧙‍♀️🥂

74,006 Aufrufe • vor 2 Jahren

🚨ALERTA DE TEXTÃO. Isto aqui é supostamente crime de CORRUPÇÃO ATIVA e COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO, do art. 333 e §1º; e art. 344 do Código Penal. O que Paulo Figueiredo diz expressamente é que ele e Eduardo Bolsonaro pediram para retirar da lista de punições da Lei Magnitsky os nomes dos ministros Gilmar Mendes e Barroso. Figueiredo, que autoriza a reprodução do vídeo, diz expressamente que se Gilmar e Barroso trabalharem em prol da anistia, da liberdade na internet e na punição do Min. Alexandre, eles são bem-vindos. Na entrevista que saiu hoje para Bela Megale, colunista do O Globo: “Eduardo e Figueiredo afirmam que, se o STF não isolar Moraes e não atender às demandas impostas por ele, como uma anistia ampla para Jair Bolsonaro se seus aliados políticos, Gilmar e Barroso serão os próximos nome incluídos na da Lei Magnitsky.” Ou seja, usam de grave ameaça a magistrado que atua em processo judicial a fim de favorecer interesse próprio e/ou de terceiros. E não só isso, oferecem benefícios – vantagens indevidas – para que Gilmar e Barroso, funcionários públicos, pratiquem ato em desacordo com a legislação. Saliento que mesmo que o funcionário público [no caso Barroso e Gilmar] não aceite ou recuse, o suposto crime já está CONSUMADO com o simples oferecimento ou promessa da vantagem. Espero que a PGR abra inquérito em desfavor de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo para que se investigue os supostos crimes de corrupção ativa e coação no curso do processo. Não obstante, há indícios também de cometimento de obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, § 1 º, da Lei 12.850/13) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal). —————— Corrupção ativa Art. 333 - Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.763, de 12.11.2003) Parágrafo único - A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional. […] Coação no curso do processo Art. 344 - Usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, além da pena correspondente à violência.

Jeje ✨

102,932 Aufrufe • vor 11 Monaten

A entrevista exibida pelo Repórter Record Investigação, da Record TV, revelou um dos capítulos mais sombrios da história criminal brasileira: o tráfico internacional de bebês operado durante décadas no país. A reportagem foi ao ar em 4 de março de 2016 e teve como uma de suas personagens centrais Arlete Honorina Vitor Hilú, apontada pela Justiça como líder de uma das maiores quadrilhas de tráfico de recém-nascidos do Brasil, com atuação principalmente entre as décadas de 1970 e 1980. Na entrevista, Arlete fala abertamente sobre sua participação no esquema criminoso. Sem demonstrar arrependimento, descreve como bebês eram retirados de mães em situação de extrema vulnerabilidade - muitas vezes por meio de promessas falsas ou aliciamento direto - e posteriormente vendidos para adoções ilegais no exterior. A organização operava com falsificação de certidões de nascimento, documentos médicos e registros civis. Segundo investigações, mais de 12 mil bebês brasileiros teriam sido traficados pela quadrilha, com destino a países da Europa, da América do Norte e do Oriente Médio. O esquema envolvia intermediários, redes internacionais e conivência ou omissão de agentes públicos, o que dificultou por anos a responsabilização dos envolvidos. Arlete chegou a afirmar que “não fez nada errado”, alegando que as crianças “teriam uma vida maravilhosa” fora do Brasil - uma justificativa recorrente em crimes de tráfico humano. Ela foi presa em 1988 e novamente em 1992, confessando seus crimes em entrevistas posteriores, e acabou condenada por tráfico de crianças, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Diagnosticada com Alzheimer, viveu desde 2016 em uma casa de repouso em Porto Feliz (SP). Morreu em dezembro de 2023, aos 78 anos. A morte só foi divulgada publicamente em abril de 2024. Passados quase dez anos, a reportagem permanece como um documento histórico e perturbador, ao expor como, durante décadas, o Estado continua falhando em proteger os mais vulneráveis - recém-nascidos tratados como mercadoria em um mercado clandestino internacional, com o aval de agentes estatais. Vergonha.

Karina Michelin

29,003 Aufrufe • vor 5 Monaten

Durante um evento sobre combate à violência contra a mulher realizado ao lado de Lula, nesta quarta-feira, 20 de maio, Janja da Silva resolveu entrar - mais uma vez - diretamente em uma polêmica envolvendo o ator Juliano Cazarré e um programa do Grupo Globo. Sem citar seu nome, Janja criticou a entrevista em que o ator comentou dados sobre violência doméstica e afirmou ser “inaceitável” que aquilo tivesse sido exibido “ao vivo em rede nacional” sem contestação da emissora ou da jornalista que conduzia o programa. Não é apenas uma primeira-dama opinando sobre televisão, é uma agente do governo sinalizando publicamente indignação pelo fato de determinada fala ter sido permitida em cadeia nacional. A fala de Janja acontece justamente no mesmo momento em que Lula assina dois decretos que ampliam significativamente o poder do Estado sobre plataformas digitais e redes sociais como Google, Meta, TikTok e outras big techs, sob a narrativa de regulamentação das redes sociais, combate à “desinformação”, aos “discursos de ódio” e maior controle das plataformas digitais. Nos últimos anos, criou-se no Brasil uma lógica extremamente perigosa onde opiniões divergentes passaram a deixar de ser combatidas com argumentos para começarem a ser tratadas como ameaças que precisam ser removidas, silenciadas ou criminalizadas institucionalmente. Tudo entra no mesmo pacote - “ódio”, “fake news”, “desinformação”, “extremismo”. Conceitos amplos, subjetivos e maleáveis, que vão sendo utilizados para justificar pressão sobre plataformas, remoção de conteúdos e censura de perfis “incômodos”. O mais preocupante é perceber como isso já começa a ser tratado com naturalidade. Uma primeira-dama da República criticando publicamente o fato de uma opinião ter ido ao ar na televisão nacional no mesmo momento em que o governo amplia mecanismos de controle digital não é apenas coincidência política. No fundo, o que está em jogo não é apenas uma fala de Juliano Cazarré. É quem terá o poder de decidir o que milhões de brasileiros poderão ou não dizer daqui para frente.

Karina Michelin

31,630 Aufrufe • vor 1 Monat

O escritor e analista político americano Nima Yamini, referência no debate sobre censura digital e manipulação política global, publicou um vídeo em que descreve, de forma contundente, o que está acontecendo no Brasil — enquanto muitos brasileiros fingem demência e outros corroboram com o avanço do autoritarismo. Segundo Yamini, o mesmo aparato de censura usado nos Estados Unidos durante o governo Biden foi transplantado para o Brasil com um objetivo claro: interferir no processo eleitoral, manipular as redes sociais e impor Lula ao poder. Ele afirma que milhões de dólares de contribuintes americanos foram canalizados por ONGs ligadas à Casa Branca para sufocar os apoiadores de Jair Bolsonaro e empurrar uma narrativa artificial em favor da esquerda. “Isso não é democracia. É imperialismo social. O Brasil hoje tem um presidente corrupto, comunista e louco, eleito com base em censura e dinheiro externo.” O escritor não trata o tema como hipótese, mas como constatação, lembrando que o ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA Mike Benz já revelou documentos e relatórios detalhando a operação de censura e ingerência externa no Brasil. A atual visita de Alex Soros, filho do globalista George Soros, ao país, reforça ainda mais a dimensão dessa aliança entre elites globais e o regime brasileiro. Yamini alerta que o que se vê no Brasil é um modelo de colonialismo moderno, onde a democracia é substituída por propaganda estrangeira e censura orquestrada. “Hoje é Bolsonaro em prisão domiciliar. Amanhã pode ser você ou eu. A democracia termina quando deixamos a censura decidir nossas eleições.” As palavras de Nima Yamini são mais uma denúncia contundente - agora dirigida também ao público americano - de que o Brasil se tornou um laboratório da agenda globalista, colocando em xeque a soberania nacional, a própria ideia de democracia e todo o Ocidente em risco, com a ajuda do dinheiro do contribuinte americano que nada sabia.

Karina Michelin

62,586 Aufrufe • vor 10 Monaten