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Uma declaração inesperada de Mathew Knowles, pai e ex-empresário de Beyoncé, expôs o Brasil dos narcos. Em entrevista ao programa americano “Reality with The King”, que foi ao ar nesta terça-feira, 7 de outubro, Knowles afirmou que o clipe gravado por Beyoncé e Alicia Keys no Rio de Janeiro,...

70,339 views • 9 months ago •via X (Twitter)

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🚨NÃO FOI ACIDENTE: O ASSASSINATO DE ANA KEVILE E A DESCULPA QUE SE REPETE O assassinato da adolescente Ana Kevile, no interior do Ceará, expõe mais uma vez uma realidade que insiste em se repetir. A jovem foi morta a tiros em Deputado Irapuan Pinheiro, e o principal suspeito, apontado como Derimar Gonçalves, embora a identidade ainda não tenha sido confirmada oficialmente, foi preso dias depois no município de Acopiara. Ao falar sobre o crime, Derimar alegou que havia bebido muito, que ficou nervoso após uma discussão e que acabou “perdendo a cabeça”. Esse tipo de justificativa, no entanto, não explica a gravidade do que aconteceu. Não se trata de um episódio banal, nem de um simples descontrole, uma vida foi tirada. Em entrevista ao jornalista Lindomar Rodrigues, o suspeito afirmou que não conhecia a vítima e tentou tratar o ocorrido como um “acidente”. Já o delegado Vicente de Paula, responsável pelo caso, destacou que o homem demonstrou frieza durante o depoimento, ainda que tenha mencionado algum remorso. A Polícia Civil segue com os procedimentos legais para encaminhar o suspeito ao sistema prisional, considerando inclusive a repercussão do caso e a comoção entre os moradores da região. O que fica é um cenário que já não pode mais ser tratado como exceção. Uma adolescente morreu, uma família foi destruída e, mais uma vez, surge uma narrativa que tenta suavizar a responsabilidade de quem cometeu o crime. Não foi um acidente. Foi um ato que precisa ser encarado com a seriedade que merece. FOGO NOS FEMINICIDAS 🔥

Beta Bastos

28,136 views • 2 months ago

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 views • 7 months ago

🔥 ▪️Porquê Não Respeito Eduardo Bolsonaro 🗣DEPOIS DE LER E ASSISTIR ESTE POST, NUNCA MAIS ALGUÉM PODERÁ TE ACUSAR DE NÃO SER DE DIREITA APENAS POR NÃO APOIAR A LIDERANÇA DE EDUARDO BOLSONARO! Fatos e opiniões: Em Março/2023 Jair Bolsonaro volta ao Brasil, neste período ele deixa bem claro que retornou porque NÃO HAVIAM LIDERES para coordenar a direita brasileira. Alguem que quer ser líder, teria dito a Jair Bolsonaro para continuar nos EUA, que ele mesmo iria liderar a oposição a partir de fevereiro de 2023. O que ele fez? Resumo: Não foi Líder! No período pós eleições 2022, precisávamos de uma liderança enquanto o presidente estava em silencio. Pergunto se Eduardo LIDEROU o povo para evitar o desespero e a histeria coletiva? Resumo: Não foi lider! Em 2018 quando Bolsonaro ainda batalhava sem dinheiro, apoio e tempo de televisão para ser eleito presidente da república. A grande contribuição de Eduardo foi iniciar uma briga com o STF, fazendo o seguinte comentário: "Bastaria um "cabo e um soldado" se alguém "quiser fechar o STF". "Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva… pô, impugna a ação dele… a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, cara: 'se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo'. Resumo: Não foi líder! Após Jair ser eleito em 2019, Eduardo encheu o saco do pai, que ainda sem força política e apoio no congresso, passou a vergonha de tentar indicar Eduardo para Embaixador do Brasil nos EUA, situação que não se confirmou por total falta de apoio no Senado. Situação interessante pois já desmonstrava que Eduardo gostaria de morar nos EUA. Resumo: Não foi lider! Em Outubro de 2019, novamente Eduardo precisa der repreendido publicamente por Jair Bolsonaro ao dizer que "Um novo Ai-5 seria uma possibilidade em caso de radicalização da esquerda no Brasil". Essa declaração caiu como uma bomba nos 3 poderes da República, e mais uma vez o poder judiciário aumentou sua antipatia com o governo Bolsonaro. Resumo: Não foi lider! Um fato que considero importantíssimo para demonstrar a falta de liderança de Eduardo, foi durante a tragédia do Rio Grande do Sul, que se iniciou em 27 de Abril de 2024, com milhares de pessoas morrendo afogadas, com fome e desamparadas. Incrivelmente o deputado Eduardo apenas foi dar um passeio de Jet-ski em 16 de Maio de 2024 (quase 20 dias depois) praticamente quando todos os heróis socorristas ja haviam controlado a situacao. Resumo: Não foi líder! A cereja do bolo, foi quando Eduardo participa do podcast Inteligência Ltda, confessando que sabia das taxações de Trump ao Brasil, e que opinou FAVORÁVELMENTE. Essa total falta de estratégia alavancou a popularidade de Lula, que até Julho de 2025 batia recordes de rejeição. Os Governadores RatinhoJr, Tarcísio e Caiado tentaram mudar a narrativa colocando a culpa no BRICS e no ataque a moeda americana promovido por Lula. No dia seguinte Eduardo desmente os Governadores em sua redesocial e em entrevistas publicas, novamente dando a entender que era a favor de "queimar toda a floresta", ou seja, a favor do tarifaço. Nas mensagens vazadas pela PF, Jair Bolsonaro tenta avisar seu filho "imaturo" que ele nao venceria Lula em 2026, mais uma vez Eduardo ignora as orientações do pai (assim como fez quando abandonou seu mandato para ir aos EUA) e ainda dispara xingamentos totalmente desrespeitosos ao próprio pai. No final, todas as ações de Eduardo brigando com aliados, falando demais e tentando impor uma liderança apenas pelo SOBRENOME, hoje coloca Luiz Inácio Lula da Silva liderando TODAS as pesquisas para reeleição presidencial em 2026. Resumo: Não foi lider. A lideranca é vocação e não imposição! 🫡🇧🇷

ⱼₐₗᵢₙ

15,139 views • 7 months ago

Este vídeo deveria ter tido uma visibilidade muito maior; a fala da Milena aqui deveria ter repercutido muito mais. Imagine que, mesmo sem saber ou entender completamente, você passa 100 dias dentro de um jogo sofrendo racismo tanto dentro quanto fora do confinamento. Após enfrentar ataques pesadíssimos em uma casa de vidro e cancelamentos sucessivos (na grande maioria, injustos), por ser simplesmente quem você é, por ter se jogado ao jogo de uma forma tão intensa e já mais vista antes em um reality show, você olhar para outra pessoa e diz que o prêmio valerá mais a pena se ela ganhar. É preciso amar muito a pessoa para colocar a sua própria trajetória de jogo e de vida em segundo plano em prol da dor dessa pessoa. É necessária uma sensibilidade e uma empatia maiores que o desejo de ganhar 5 milhões e mudar de vida para sempre — e sabemos que a vida da Milena nunca foi fácil. Milena dizer que quer a vitória da Ana Paula, pois "valerá mais a pena" por toda questão envolvendo o pai dela, diz muito sobre quem a Milena é e sobre o que foi sua trajetória no BBB. Não foi uma jornada apenas de redescoberta e crescimento pessoal, foi de cuidado, afeto e sensibilidade com o outro. Foi sobre se colocar na zona de risco para proteger os seus e ser exatamente quem ela é, genuinamente 80% coração. Milena, ao proferir estas palavras para Ana Paula, transforma toda a dor que viveu em um ato de compaixão e puro amor, provando que, às vezes, a maior vitória não é o prêmio final, mas a preservação da própria humanidade e do afeto. No fim, foi muito mais do que uma busca por dinheiro. É um desfecho emocionante para uma trajetória marcada pela resiliência.

Ádila

16,797 views • 2 months ago

O ministro Gilmar Mendes não apenas votou, fez algo politicamente muito mais grave; ele verbalizou, em rede nacional e sem qualquer pudor, o caminho jurídico que pode ser usado para implodir investigações sensíveis no país - do INSS ao Banco Master, e de tudo o que ainda possa respingar nos andares de cima. Durante o julgamento desta quinta-feira, 26 de março, em que o STF enterrou a prorrogação da CPMI do INSS por 7 votos a 2, o decano não se limitou a divergir, ele deu um sermão. E, no meio do sermão, entregou a fórmula já vista na época da lava jato - quebra de sigilo sem fundamentação individualizada, uso abusivo de dados, exposição pública de informações protegidas, desvio de finalidade, humilhação de convocados. Foi um catálogo de nulidades, roteiro pronto, um manual de demolição processual. O problema não é apenas a CPMI do INSS ter sido derrotada. O problema é que quando uma investigação começa a se aproximar demais de zonas sensíveis do poder, o debate deixa de ser sobre o fato investigado e passa a ser sobre o vício do investigador. O foco sai do escândalo e migra para o procedimento e o mérito perde lugar para a nulidade. Foi exatamente essa lógica que marcou, por anos, o enterro de grandes operações no Brasil. aPor isso o vídeo de Gilmar tem tanto peso. Ele remete ao ambiente da Lava Jato; não porque os casos sejam idênticos, mas porque o mecanismo é reconhecível. Primeiro tolera-se o avanço investigativo. Depois, quando passa a ameaçar estruturas maiores, invoca-se o devido processo, expõem-se abusos e a discussão é rearranjada para o terreno da invalidação - o investigado vira vítima e o investigador criminoso. Foi isso que se desenhou no plenário. Mendonça e Fux insistiram na continuidade diante de um “roubo de bilhões”, mas a maioria mandou o recado que a prorrogação não é automática e as CPIs não podem funcionar como terra sem lei. No fim, quem saiu julgado não foi só a CPMI do INSS, foi o próprio Congresso - derrotado, esvaziado e incapaz de sustentar sua própria função investigativa. E o mais grave; o roteiro final para anular as investigações já foi dito em voz alta.

Karina Michelin

40,944 views • 3 months ago

Parabéns aos envolvidos. Aprovaram sem ler, comemoraram sem entender e agora fingem surpresa com o resultado. Quando a verdade aparece nua, sem maquiagem, ela assusta. Pavinatto apenas escancarou aquilo que muitos já sabiam, mas fingiam não ver. O país assistiu a uma operação milimetricamente construída para iludir parlamentares, ludibriar a opinião pública e empurrar a sociedade para um abismo jurídico disfarçado de solução humanitária. O tal projeto vendido como salvação era, na verdade, um texto escondido, trancado a sete chaves, não por segurança, mas por vergonha. Deputados votaram no escuro. Lideranças foram “convencidas” com histórias prontas, enquanto o texto real permanecia guardado como contrabando legislativo. A promessa de que todos iriam para casa era tão verdadeira quanto promessa de campanha em comício de madrugada. E o mais grave é que tudo isso teria sido coordenado com a participação direta de quem deveria ser apenas julgador, não autor intelectual de lei. A denúncia mostra o que já se repetiu desde o início dessa crise. Não houve leitura. Não houve transparência. Não houve consciência jurídica. Houve apenas uma narrativa fabricada com pressa e empurrada goela abaixo em Brasília. O Congresso acreditou na palavra de sindicalista metido a estadista. Acreditou em versões, não em documentos. E agora descobrem que o texto que aprovaram não faz o que prometeram. Não solta ninguém. Não corrige nada. E ainda devolve todo poder de decisão à mesma instância que gerou o problema. O áudio revelado explica tudo. O texto não foi divulgado para líderes, não foi entregue para a Câmara, não foi apresentado conforme manda o rito. A estratégia era simples. Aprovar primeiro e explicar depois. O problema é que a mentira venceu a corrida, e a verdade ficou presa no bloqueio. Só existia um objetivo: transformar o país inteiro em massa de manobra para legitimar um processo construído fora das regras mais básicas do jogo democrático. E a ironia final é dolorosa. A mesma lei que foi vendida como bênção aos perseguidos exclui justamente aqueles classificados como lideranças e financiadores. Ou seja, os alvos principais continuam exatamente onde estavam. Nada mudou. Nunca mudaria. Porque nunca foi essa a intenção. O que se vê agora é um cenário tão perverso quanto óbvio. Parlamentares enganados. População enganada. Presos políticos enganados. E um país novamente colocado no papel de figurante de uma trama já escrita, onde os únicos beneficiados são os autores do caos. A verdade dói, mas precisa ser dita. Não foi ingenuidade. Foi manipulação. E quem alerta agora está apenas recolhendo os destroços de uma ilusão cuidadosamente fabricada. Se alguém ainda tinha dúvida sobre como se produz uma fraude política em pleno século XXI, aqui está o passo a passo. Segredo, narrativa e voto às cegas. E o pior de tudo é ver gente ainda defendendo o indefensável como se fosse possível construir justiça em cima de areia movediça. O país não foi traído ontem. Ele foi traído no momento em que decidiram que a população não merecia conhecer o texto que iria decidir o destino de centenas de vidas. A denúncia apenas revelou o que já estava escrito no silêncio. Esse é o retrato cru da verdade que evitam encarar. Quando o sistema decide que a mentira é mais útil do que a lei, o resultado é esse. Um Congresso usado como figurante e um povo jogado como peça descartável em um tabuleiro que nunca lhe pertenceu.

・ Ice ・  Ⅹ ・

29,151 views • 7 months ago

🚨Combatendo Fakenews Episódio 5 "Eu não sou coveiro" Sim, Bolsonaro disse isso, mas em qual contexto? O repórter estava pressionando Bolsonaro com um tom claramente acusatório, tentando forçar uma resposta que colocasse o presidente na defensiva sobre o número de mortes. O diálogo foi mais ou menos assim (20/04/2020): Repórter (do G1): "Presidente, o Brasil ultrapassou a China hoje em número de mortes. Chegou a 2.575 mortes. O senhor acha que esse número é aceitável? O senhor acha que é aceitável o Brasil ultrapassar a China em número de mortes?" Bolsonaro estava sob pressão, interrompe, irritado: "Ô, ô, ô, cara... Eu não sou coveiro, tá? Tá certo? Não sou coveiro, tá?" 👉O repórter não estava apenas informando ou pedindo um comentário técnico. Ele formulou a pergunta de forma carregada, como se Bolsonaro fosse pessoalmente responsável por cada morte e como se tivesse o dever de "aceitar" ou "rejeitar" um número de mortos. Era uma armadilha retórica clássica: qualquer resposta seria usada contra ele. Bolsonaro, em vez de cair na armadilha e responder "sim" ou "não" (o que seria fatal), optou por uma resposta curta, grosseira e evasiva: "Eu não sou coveiro". Ele quis dizer: "Não cabe a mim ficar contando cadáveres e dando entrevista sobre isso todo dia; meu trabalho não é esse". Do ponto de vista técnico, a resposta foi defensiva e correta: o presidente não é legista nem responsável por fazer necropsia ou contagem diária de corpos. Mas do ponto de vista político foi péssimo: soou como falta de empatia. E a imprensa soube aproveitar numa hora em que o país estava em choque com as mortes. O repórter estava sim tentando encurralar e culpar Bolsonaro diretamente. A frase "Eu não sou coveiro" foi uma reação à pressão hostil da pergunta. Foi um momento em que os dois lados erraram na forma: o repórter com uma pergunta-armadilha carregada de julgamento, e Bolsonaro com uma resposta deselegante e fria. O resultado foi a frase entrar para a história como "deboche", mesmo tendo nascido de uma tentativa de se livrar de uma acusação implícita. Bolsonaro caiu em um monte de armadilha da imprensa! Sem dúvidas. Quando acordou para a estratégia já era tarde.

Nigra Aqua

439,698 views • 7 months ago

Mauro Vieira acaba de oferecer uma das explicações mais convenientes - e mais irresponsáveis - para o fracasso diplomático do governo Lula. Segundo a declaração do chanceler, nesta quinta-feira, 16 de julho, o que incomoda Donald Trump é o fato de o Brasil não ter se “curvado” às pretensões americanas. Não, ministro! O que deveria incomodar os brasileiros é ver o país sair de uma negociação com uma tarifa de 25% sobre milhares de produtos, bilhões de dólares em exportações ameaçados e empregos brasileiros colocados em risco - enquanto o Itamaraty tenta transformar derrota em “ato de bravura”. Soberania não significa levantar da mesa sem acordo e depois entregar a conta ao trabalhador, ao produtor e ao empresário. Defender o Brasil até o final, exige competência para negociar, apresentar soluções, construir alianças e impedir que divergências diplomáticas terminem em punições econômicas. A investigação da Seção 301 não surgiu ontem nem se limitou a uma única exigência política. Durante aproximadamente um ano, Washington apresentou questionamentos sobre comércio digital, Pix, tarifas, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e política ambiental. O governo brasileiro sabia exatamente o que estava em jogo. Agora, depois de fracassar em impedir o tarifaço, Mauro Vieira tenta reduzir tudo a uma narrativa infantil - de um lado, os Estados Unidos exigindo “capitulação”; do outro, Lula defendendo heroicamente a “soberania nacional”. Isso é propaganda para esconder incompetência. O próprio governo americano afirma que Lula não negociou de boa-fé e colocou o ego acima dos interesses do povo brasileiro. O Itamaraty responde com bravatas, mas quem sofrerá as consequências não será Mauro Vieira, Lula ou qualquer ministro protegido pelo salário público. Serão os trabalhadores das empresas atingidas, os produtores que perderão competitividade e as famílias que dependem dessas exportações. Um governo sério não confunde diplomacia com palanque eleitoral e não usa a palavra “soberania” como escudo para fugir da responsabilidade. O Brasil não precisava se curvar aos Estados Unidos. Precisava negociar com inteligência, e nisso o governo Lula fracassou.

Karina Michelin

55,224 views • 3 days ago

Partido Novo: O Cavalo de Troia que Sabota a Direita e o Brasil! O Partido Novo, esse grupelho de ilusionistas políticos que insiste em posar como guardiões da moralidade e da eficiência, parece ter como único projeto de governo sabotar a direita e, por tabela, o Brasil. Sim, você leu certo. Eles não apenas dão a mão ao PT — entregam a liderança de bandeja! — como também fazem questão de desempenhar o papel de quinta-coluna na Câmara e no Senado. Tudo em nome do quê? De um protagonismo vazio, de uma pose ridícula de "heróis incompreendidos", enquanto o país despenca. Esses gênios iluminados, que sabem muito bem que não têm votos nem para liderar um jogo de bingo, continuam a promover o desgaste da direita. Eles sabem que o PT só precisa de uma oposição mínima para "deitar e rolar" por dois anos inteiros, e o que fazem? Trabalham diligentemente para entregar de mão beijada os cargos de liderança que poderiam, ao menos, tentar conter a avalanche petista. Mas claro, é tudo estratégia. Porque, quando o PT passar o trator — e passaria, graças à omissão deliberada desses brilhantes estrategistas do Novo —, adivinhem o que eles vão dizer? Que os parlamentares de direita “não fizeram nada”. Ora, mas como, senhores donos da verdade, se vocês mesmos tentaram sabotar qualquer possibilidade de organização e resistência eficaz? É um jogo sujo, baixo, mesquinho e desesperado, digno de quem nunca conseguiu de fato representar ninguém, nem a esquerda, nem a direita, nem sequer o Uber que usam para ir ao Congresso. Por sorte, temos Bolsonaro, que elegeu a maior bancada da direita no Congresso (apesar de alguns traíras), e trabalha para que os deputados e senadores tenham cargos de liderança. Obrigado, Bolsonaro, por colocar o seu na reta sempre em defesa do Brasil. Desde 2018, o Partido Novo tem sido o coadjuvante predileto do PT, sempre disposto a “dialogar” e “debater” — o que, traduzido do novês para o português, significa entregar o país em doses homeopáticas enquanto se afogam em sua mediocridade disfarçada de virtude. Um teatro patético, onde o Brasil e os brasileiros pagam o preço pela vaidade insuportável de quem não sabe que é irrelevante, mas insiste em fingir que está no jogo.

Petropolis Conservador 🇧🇷

23,402 views • 1 year ago

Faz hoje sete anos que o Estádio do Dragão se encheu para celebrar a conquista do campeonato nacional, o célebre pentaxau. De todos os campeonatos nacionais que vi o FC Porto ganhar (e já são 25) este foi o mais saboroso, por o ter vivido de perto e por ter sido tão difícil, com obstáculos tão grandes e poderosos – vivíamos o apogeu do benfiquistão. Devemos isso aquele grupo de jogadores em quem nem os próprios adeptos acreditavam quando a época começou, mas devemos essencialmente a dois homens com uma vontade indómita de vencer e que a todos contagiaram, falo, é claro, de Jorge Nuno Pinto da Costa e de Sérgio Conceição, os reais feiticeiros do título. Pinto da Costa soube, uma vez mais, reinventar-se e no momento mais débil das nossas finanças não hesitou em manter a ambição de ganhar. Contra a maioria das opiniões, em conjunto com Luís Gonçalves, apostou em Sérgio Conceição. Como certamente todos recordam, não houve contratações (exceto o guarda-redes suplente Vanã, por um milhão de euros), porque não havia dinheiro. O plano de recuperação era de todos os anos melhorar um bocadinho, mantendo a aposta desportiva, porque só através do sucesso desportivo se podia recuperar economicamente. E assim foi, nesse ano não se compraram jogadores, mas só se vendeu um, André Silva. Mantiveram-se jogadores como Corona, Brahimi, Danilo, Felipe, Otávio, cujas vendas teriam de imediato permitido contas mais simpáticas, mas sacrificariam a competitividade da equipa. Sérgio Conceição trouxe uma ambição e uma ética no trabalho insuperáveis. Duro, direto, exigente, mas justo com os jogadores. Porque não sou dos que acertam no totobola depois dos jogos, devo dizer que Sérgio não seria a minha escolha. Eu, como a maioria dos portistas de então, queria Marco Silva, mas mais uma vez Pinto da Costa tinha razão e a escolha foi perfeita – ainda nos primeiros meses dessa época disse isso mesmo ao Sérgio, porque já nessa altura ele merecia que todos fossemos frontais, como ele era com todos nós, para o bem ou para o mal. Ganhámos esse campeonato porque fomos muito melhores do que os nossos adversários, porque jogávamos muito melhor, mas não faltaram as armadilhas, que a equipa soube tornear, sempre empurrada por presidente e treinador – e que ninguém pense que não havia casos de indisciplina, que não havia todos os problemas em que são férteis os planteis de futebol, mas sempre houve acima quem soube resolver as coisas dentro de casa, unicamente com dois objetivos em mente, clube e equipa em primeiro lugar – talvez um dia se faça justiça ao trabalho de Luís Gonçalves, uma espécie de escudeiro de Pinto da Costa e de amortecedor de Sérgio Conceição. Neste dia, há sete anos, enchemos o Dragão e celebramos muito. O ambiente no estádio estava espetacular, como todo o ano tinha sido, em casa ou fora e atesta o pequeno vídeo. O título tinha chegado no dia anterior, com o empate num jogo entre Benfica e Sporting e é dessa noite esta foto em que estou com o presidente, já campeões, com JNPC a passear a flute de espumante, porque ele não bebia álcool, só brindava. A foto do Sérgio com a taça é já em fim de festa, na sala de aquecimento do estádio, junto ao balneário, e é quase o descanso do guerreiro depois do trabalho mais desafiante de toda a vida – pegar num clube sem ganhar há quatro anos, atolado em problemas financeiros e transformá-lo em campeão. Ele tinha dito que não vinha para aprender, mas para ensinar e cumpriu exemplarmente.

Francisco J. Marques

31,365 views • 1 year ago

Um homem morreu após ser linchado por um grupo de pessoas na noite de terça-feira (24), no bairro Muchila, em Feira de Santana, Bahia. A identidade dele não foi divulgada. Segundo a Polícia Civil da Bahia, ele era suspeito de ter estuprado uma criança de apenas dois anos. O estupro teria ocorrido dias antes, em um mercadinho da região, e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento em que o homem se aproxima da criança e a conduz para um local fora do alcance das câmeras. Após a repercussão do caso, moradores se dirigiram até a casa onde ele estava. De acordo com a polícia, o grupo invadiu o imóvel e passou a agredi-lo com diferentes objetos. Em seguida, ele foi levado para a rua, onde as agressões continuaram até a morte. Equipes policiais estiveram no local, realizaram os primeiros levantamentos e identificaram câmeras que podem ajudar nas investigações. Os objetos usados nas agressões foram recolhidos e encaminhados para perícia. A criança foi atendida no Hospital Estadual da Criança e passou por exames. Até o momento, não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde. Em nota, a Delegacia de Homicídios informou que trata o caso como prioridade, com foco na proteção da vítima, apoio à família e responsabilização dos envolvidos. O caso gerou grande repercussão e comoção na cidade. Não sou a favor de linchamento, justiça não se faz com as próprias mãos. Mas também é impossível ignorar o sentimento de revolta diante de um crime tão grave. Casos de violência contra crianças precisam ser tratados com muito mais rigor, com punições duras e efetivas. E, sendo honesta, não vou dizer que lamento o desfecho, porque isso não refletiria a verdade do que sinto. MENOS UM ESTUPRADOR

Beta Bastos

255,356 views • 3 months ago