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Valdemar Costa Neto fez mais uma confissão pública sobre como o poder opera em Brasília - e só piora. Ao afirmar que Jorge Messias é um “camarada de bem” e que sua indicação ao STF “aprova” porque o governo tem maioria no Senado, o presidente do PL normaliza a...

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⚠️ RENDIÇÃO TOTAL: VALDEMAR COSTA NETO ENTREGA A DIREITA NO ALTAR DO STF! 💣 ​ ​O "cacique" do maior partido de oposição do Brasil finalmente tirou a máscara de combatente para revelar o rosto do Consórcio. Enquanto a base direitista enfrenta o peso da "mão pesada" do Judiciário, Valdemar Costa Neto admite, com uma calma perturbadora, que o jogo dele é outro: o da sobrevivência e da amizade com o sistema. ​A anatomia da traição em 3 atos: ​1️⃣ O ACORDÃO EXPOSTO: Valdemar confessa "boa relação" com Gilmar Mendes e "respeito" por Fachin. Para ele, o STF tem "bons ministros". Para você, o resto é silêncio e censura. 2️⃣ CULPABILIZAÇÃO DA VÍTIMA: Num malabarismo retórico vergonhoso, ele afirma que Bolsonaro "deu força" para Alexandre de Moraes crescer. Ou seja: a culpa do arbítrio não é de quem assina a canetada, mas de quem (segundo ele) não soube "jogar o jogo". 3️⃣ A BANDEIRA BRANCA: Valdemar é explícito ao dizer que não ataca mais o Supremo para "não arrumar problema para o nosso pessoal". O partido não é mais um instrumento de ideais, mas um escudo para a própria elite política. ​Isso não é estratégia, é estelionato eleitoral. Valdemar não lidera uma oposição; ele gerencia uma rendição controlada. O "Teatro das Tesouras" nunca foi tão nítido: as pontas fingem que cortam, mas o eixo permanece o mesmo. ​A direita brasileira é maior que o PL e muito maior que Valdemar. Quem aceita migalhas de convivência com o sistema não tem legitimidade para representar quem luta pela liberdade. ​Assista e sinta o cheiro da naftalina do velho "toma lá, dá cá" travestido de diplomacia. 👇⚡️

Diego Muguet

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O que veio à tona sobre a aprovação do PL da Dosimetria não é novidade, é só mais um escândalo institucional. Segundo relato público da colunista Malu Gaspar, o Senado aprovou mudanças que afetam diretamente as penas do 8 de Janeiro a partir de um acordo envolvendo ministros do STF, liberação bilionária de recursos e barganha política explícita - tendo pessoas presas como peça de negociação. Malu Gaspar afirmou que houve entendimento com ministros do Supremo Tribunal Federal e que senadores citaram nominalmente o ministro Alexandre de Moraes como alguém que teria ligado pessoalmente para parlamentares, pedindo apoio ao texto com a chamada “emenda de redação”, mecanismo que evitou o retorno do projeto à Câmara e manteve milhares de condenações sob cálculo político. De acordo com apuração da própria colunista e do jornalista Rafael Moraes Moura, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, teria condicionado a aprovação da dosimetria a duas contrapartidas: a liberação de R$ 22 bilhões em créditos orçamentários e um pedido para que senadores da oposição “amolecessem o coração” em relação à indicação de Jorge Messias ao STF. O fato mais grave não é apenas a negociação, é o uso de pessoas privadas de liberdade - muitas sem violência, sem liderança, sem individualização de conduta - como reféns de um jogo de poder. Presos políticos viraram barganha entre Judiciário, governo e Senado - por conveniência política. Malu Gaspar afirma não considerar crível que uma operação desse porte tenha ocorrido sem a anuência do presidente Lula. Jaques Wagner, fundador do PT e operador histórico do Planalto, é conhecido por assumir o ônus político e seguir adiante. “Fizeram o jogo que tinha que fazer para fechar o ano”, resume a colunista. Há apenas uma palavra a ser dita: vergonha.

Karina Michelin

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