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🚨 VEJAM ESSE CORTE DO PROGRAMA PINGOS NOS IS! 🚨 Jovem Pan News O comentário do Dr. Andre Marsiglia é daqueles que fazem a gente parar e prestar atenção. Isso não parece casualidade. Isso tem cheiro de coisa pensada, planejada e muito mal explicada. E o pior é ver...

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As discussões entre Nikolas e Eduardo têm um ponto importante… Mas tem uma coisa que ninguém está falando. Ter milhões de seguidores não te faz líder. Te dá alcance. Mas liderança… exige maturidade. Exige saber o peso do que você fala. E principalmente… do que você deixa de falar. Tudo começou lá no X. Um comentário com tom de deboche. Uma resposta atravessada. E pronto… virou discussão. Mas o problema não é a risada. É o que isso revela. Hoje, muita gente confunde influência com liderança. Influência mobiliza. Mas liderança direciona. E são coisas completamente diferentes. União também não é concordar com tudo. Isso não é união. Isso é conveniência. O verdadeiro líder é aquele que, mesmo discordando, sabe colocar o projeto — e a sociedade — acima do próprio ego. E é aí que a diferença aparece. Porque quando o cenário esquenta, fica claro quem quer construir… e quem só quer ter razão. O episódio do Flávio mostrou uma coisa: Quando há direcionamento, a base responde. Rápido. Forte. Mas isso não pode acontecer só em crise. Não pode ser reação. Tem que ser postura. Tem que ser constância. Se existe um projeto maior, ele precisa estar acima das disputas internas. Porque divisão enfraquece. E vaidade destrói qualquer movimento. No fim, não é sobre Nikolas. Não é sobre Eduardo. É sobre quem está pronto para liderar de verdade. E liderança de verdade não grita mais alto… Ela sustenta mais peso. Menos ego. Mais responsabilidade. Porque quem quer liderar um país… precisa, antes de tudo, saber liderar a si mesmo.

Paulo Mansur

65,107 просмотров • 4 месяцев назад

NÃO AO IMPERIALISMO TRUMPISTA Essa ação militarista e imperialista do Trump, de invadir um país e sequestrar o presidente Maduro, não se justifica em nenhum aspecto. Aliás, está claro que a questão nem era a democracia, era o petróleo da Venezuela. Agora ele afirmou claramente, na cara dura, que os Estados Unidos vão ter uma forte participação no petróleo venezuelano. Veja, não é defender as ações do Maduro. Aquilo é uma ditadura. A eleição foi fraudada, o Brasil não reconheceu, mas é o Trump que tem que resolver isso? Não. É o povo venezuelano. E mais: ele usou o pretexto da democracia para querer se apropriar da maior reserva de petróleo do mundo. Se desnudou de qualquer pudor para dizer: não, é o petróleo, é o dinheiro. Para isso, invade um país e sequestra um presidente. Olha, não há justificativa nenhuma para isso. O Brasil tem que ser muito firme, porque depois é a Colômbia, depois é o Brasil. Temos que nos unir contra essa agressão. Isso não significa apoiar o que o Maduro fez: subjugou a Justiça, prendeu opositores, mas não é dessa forma. Daqui a pouco, qualquer país vai discordar do procedimento de outro e se ver no direito de invadir esse outro para resolver do seu jeito e, ainda por cima, se apossar de suas riquezas. Isso contraria todos os tratados internacionais. É deplorável, e o Brasil deve se unir a outros países da América Latina e repudiar fortemente essa agressão.

Carlos Minc

11,696 просмотров • 8 месяцев назад

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 просмотров • 9 месяцев назад

É tudo tão previsível que chega a ser cômico. O partido de Tarcísio declarando apoio ao Jorge Messias é quase uma confissão pública: não existe mais direita, não existe mais oposição, existe apenas sobrevivência política. E sobrevivência, no Brasil de hoje, significa ajoelhar diante do sistema, pedir bênção ao regime e fingir independência enquanto passa pano para tudo que mantém Bolsonaro preso e calado. É impressionante como eles falam isso com naturalidade. O repórter descreve a cena como se fosse apenas um detalhe da vida democrática, quando na verdade é uma obra-prima da traição institucional. O Republicanos, partido de Tarcísio, suposto bastião conservador, evangélico, oposicionista, agora declara apoio ao nome mais conveniente para o Planalto, o queridinho da máquina, o operador perfeito para o jogo do Supremo. E fazem isso com a cara lavada, recitando justificativas quase espirituais. É religião, dizem. É perfil evangélico, dizem. É afinidade. É puro teatro. A verdade é outra: ninguém quer ficar marcado como defensor de Bolsonaro. Ninguém quer atrair para si a fúria do sistema que já mostrou do que é capaz. O apoio a Messias não é afinidade espiritual. É medo. É autopreservação. É cálculo frio. É o recado explícito de que Bolsonaro precisa continuar preso porque solto ele estraga o arranjo, rompe o pacto, desmonta o jogo que garante sobrevida a essa gente toda. Tudo encaixa com perfeição. O partido diz que é independente, mas mama no Ministério do Esporte. Diz que é oposição, mas se alinha com o Planalto. Diz que representa conservadores, mas entrega o voto para quem promete consolidar a estrutura que mantém o país como está. Diz que não tem como levar o apoio para a bancada, mas anuncia mesmo assim, porque o objetivo não é coerência. É submissão. E aí vem o detalhe que denuncia tudo: o mesmo partido de Tarcísio, que posa de alternativa nacional, que alimenta a ilusão de candidatura forte para 2026, agora empurra um nome alinhado ao sistema para o STF. Isso é estratégia de governo? É coerência ideológica? Não. É garantia de tapete vermelho. É o selo de aprovação do regime para entrar no jogo. E o melhor (ou pior) é ouvir que até André Mendonça, indicado por Bolsonaro, está fazendo campanha para Jorge Messias. É a prova final de que o sistema cooptou tudo. Até quem deveria ser voz de equilíbrio agora se comporta como peça do tabuleiro. Tudo isso serve para mostrar o óbvio que ninguém gosta de engolir: querem Bolsonaro preso porque solto ele desarruma o conluio. Ele estraga a festa. Ele desmascara o teatro. Ele impede a normalidade artificial em que todos esses personagens prosperam. Bolsonaro é o único elemento que não aceita o script, e por isso precisa ser silenciado. O apoio do partido de Tarcísio a Jorge Messias não é notícia isolada. É diagnóstico. É o retrato da nova direita domesticada, urbana, palatável, que sorri para as câmeras enquanto entrega a alma do país no bastidor. É o plano perfeito para fingir renovação enquanto garantem que nada, absolutamente nada, saia do controle. O Brasil está diante de uma disputa que não é política. É moral. É estrutural. É sistêmica. E a pergunta que fica é uma só: se até os supostos aliados estão entregando o país de bandeja, quem realmente está disposto a enfrentar o sistema que mantém Bolsonaro atrás das grades? Porque agora está escancarado. Não querem justiça. Querem silêncio. E vão usar qualquer pretexto, qualquer aliança, qualquer verniz religioso para fingir que isso é democracia.

・ Ice ・

81,708 просмотров • 9 месяцев назад