Загрузка видео...

Не удалось загрузить видео

На главную

𝑭𝑪 𝑷𝒐𝒓𝒕𝒐 𝒅𝒆 𝑭𝒂𝒓𝒊𝒐𝒍𝒊 — 𝑰𝒏𝒕𝒆𝒏𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒑𝒓𝒐𝒈𝒓𝒆𝒅𝒊𝒓: 𝑷𝒂𝒄𝒊𝒆̂𝒏𝒄𝒊𝒂, 𝒂𝒕𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐, 𝒊𝒏𝒗𝒂𝒔𝒂̃𝒐. 🔹 O pensamento global baseia-se na crença em que as vantagens iniciais pressupõe os que se seguem. 🔹 Intencionalidade dos centrais (e Guarda Redes) em serem sempre um foco atrativo. DeZerbismo bem explícito (uso da sola). Manipulam as...

16,885 просмотров • 22 дней назад •via X (Twitter)

Комментарии: 1

Фото профиля Ivo Pinto
Ivo Pinto21 дней назад

Incrível!

Похожие видео

🎥 🔍— Alguma amostra do quão indispensáveis são as trajetórias sem bola do Froholdt e Gabri Veiga neste FC Porto para gerar ameaça nas costas da pressão ou da última linha contrária (desmarcações profundas). O modelo do Farioli assim o exige e chama o auxílio dos laterais quando o adversário consegue acomodar-se posicionalmente para restringir esses espaços. Kiwior, como se sabe, é o principal protagonista desde trás e procura acionar, na maioria das vezes, duas opções : o apoio próximo nas costas da primeira pressão adversária (diretamente ou através do apoio frontal dum dos interiores para encontrar o 3o homem) ou a diagonal para dar seguimento à desmarcação profunda do interior do lado oposto. Froholdt e Gabri Veiga procuram suscitar sintonia entre os seus comportamentos sem bola no âmbito de evitar paralelismos : apoio / desmarcação profunda / contra movimento. A tal criatividade sem bola, auto-organização para gerar confusão e procura do desequilíbrio em campo contrário. São interações indiretas, semi-esperadas e não necessariamente preestabelecidas, que respondem a contextos específicos do jogo (o que valoriza bastante a actuação dos dois). Contudo, quando as trajetórias de apoio direto são sempre mais de ataque à profundidade do que de reclamação de bola no pé, sobretudo na zona onde se define em grande parte do cenário dum jogo, pode induzir a um limite proposicional (qualitativo) a partir da posse e na tentativa de progressão gradual (viajar juntos). É necessário considerar alternativa ao procurar a verticalização imediata depois da volitiva atração. Dificilmente se pode abdicar da função de conectores dos interiores para alcançar estabilidade. A redundância dessas situações cria um maior foco de atenção na organização contrária e nesse sentido apareceu o apoio dos laterais (A. Costa em destaque) para atacar intervalos e libertar espaços. Procura-se aumentar conexões e vínculos associativos perante a vontade de restrição de espaço do adversário. Resumindo, existe um FCP tributário das ameaças dos seus interiores através das suas trajetórias de ataque à profundidade (funcionalidade operacional) que realça carências da linha da frente na hora de gerar desequilíbrios, emancipando-se de quem chega desde trás.

Rémy M.

13,517 просмотров • 1 месяц назад

𝐒𝐂 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚 𝐯𝐬 𝐅𝐂 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 — 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐬 𝐀𝐃𝐍 🔹 As distâncias curtas como medida de controle e de progressão gradual e o mais do que explícito tríptico : mobilidade - multi direcionalidade - contra movimento. 🔹 Suscitar situações que saem do preestabelecido e exigem aos jogadores capacidade auto-organizativa, cooperativa e autonomia decisional dentro dum contexto onde a bola é o meio e o fim do jogar. 🔹 A iniciativa não se negoceia (os 11, incluindo o GR devem ser protagonistas) sendo uma arma profícua para, desde a saída em construção na zona de risco, procurar manipular a pressão contrária criando focos atrativos e aproveitando as distâncias curtas entre jogadores para sair favorecido : acomodação posicional (distâncias, alturas, posturas) e trajetórias orientadas em função da intenção : ajuda mútua, de apoio direto ou indireto, de distração. 🔹 Através de hábitos operacionais - relacionais cria uma dimensão dinâmica ao seu favor. Horta, Pau Víctor e Zalazar podem interagir de « olhos fechados » e as constantes iniciativas associativas para não só manipular a pressão contrária como também viajar juntos elevam « a empatia futebolística » entre cada elemento da equipa para níveis elevados. 🔹 A conscientização da característica maioritariamente reativa do processo defensivo adversário é para aproveitar : - Procura do homem livre através do conceito do 3o homem. - Olhar por perto para poder ver mais longe. - Também considerar a alternativa mais distante se o contexto que lhe é inerente for vantajoso. - Pelo menos duas opções de passe para o possuidor (evitando paralelismos). - Tentar confundir referências contrárias (ainda mais quando são individuais) 🔹 A nível individual, Moutinho é o cérebro do seu meio campo — clarividência ímpar para actuar consoante os critérios mais determinantes : espacial / temporal. 🔹 Várias saídas, conseguidas apesar do contexto de maior apuro, destacam-se não simplesmente pelo espaço que o adversário esvaziou mas também, e sobretudo, pelo entendimento / sintonia dos jogadores nas suas interações, combinações sem cair na previsibilidade.

Rémy M.

10,639 просмотров • 5 месяцев назад

O Galvão passou o que a gente passa em algumas arenas e estádios. Nas arenas, que se dizem modernas, te colocam numa espécie de "poleiro". No Morumbi, é mais adequado mas sempre quem fica na bancada da frente, fica em pé batendo papo e dane-se quem está atrás. Depois os "jornalistas" ficam nas redes sociais falando em respeito ao próximo, etc. Mas no próprio espaço não respeitam os que estão em volta No Morumbi, sempre aparece um gaiato pra ficar conversando alto meio metro (às vezes, aparecendo inteiro na Live) de quem está numa transmissão ou fica em pé como se o mundo atrás que se dane. A paralaxe faz com que o sujeito em pé ou com um equipamento colocado na altura do vidro de apoio acabei "roubando" a visão de 40 a 50% do campo de quem está atrás ou de lado. Há uma dificuldade em colocar mochila abaixo da bancada, equipamento como câmera ou antena até o limite abaixo do vidro ou simplesmente entender que se você quer transmitir o jogo em pé (é um direito do cidadão) que tenha o mínimo de raciocínio pra ficar na última fileira. O contrário é atestado de burrice e egoísmo. O que o Galvão mostrou é o que a gente passa em todo jogo, praticamente. Inclusive o fato do sujeito dá frente ainda achar que está com a razão e sair fazendo gesto ou cara feia. Vivemos num momento em que fazer o certo custa muito caro. E acredite: os mesmos influencers e jornalistas que cobram ética e o politicamente correto, em seus constantes discursos, se fossem filmados nas bancadas, ficariam envergonhados.

RICARDO LEITE DA RÁDIO

186,915 просмотров • 3 месяцев назад

Os segundo e o último golo do Sporting dizem muito sobre as intenções e os padrões ofensivos da equipa. No golo de Doumbia, a jogada nasce após uma recuperação de bola. Com Maxi mais baixo, forma-se uma linha de três com os dois centrais, enquanto Altimira e Silas se posicionam nas costas da primeira linha de pressão. No corredor direito, Zalazar baixa para explorar o espaço na largura da segunda linha de pressão, formando inicialmente dupla largura com Geny. Com a aproximação de Fotis, cria-se um triângulo na meia direita entre o grego, o uruguaio e o moçambicano. Essa dinâmica atrai três adversários para o mesmo espaço, libertando a linha defensiva e criando o contexto ideal para Doumbia atacar a profundidade em 1x1 com o central adversário. No golo de Nel, o princípio mantém-se. O Sporting constrói novamente a 3, desta vez com Fresneda mais baixo e Altimira nas costas da primeira linha de pressão. Destaca-se a liberdade de movimentos de Luís Guilherme, que baixa para explorar a lateral da primeira linha de pressão, arrastando consigo o extremo adversário da linha média de quatro. Esse movimento abre espaço entre o extremo e o médio do adversário, criando uma zona de progressão pelo corredor central. Com Altimira a baixar para junto dos centrais, forma-se momentaneamente uma linha de quatro, garantindo superioridade numérica (4x3) sobre a primeira linha de pressão, sendo que extremo adversário é obrigado a saltar para tentar acertar. Criou-se o espaço ideal para Fresneda receber com espaço de progressão. O arrastamento de Luís Guilherme mantém aberto o espaço entre o extremo e o médio adversários. O médio, obrigado a sair na cobertura, tentado limitar a ação de Fresneda, percorre uma distância demasiado longa e chega tarde ao duelo. Esse atraso aumenta ainda mais a distância entre a linha média e a linha defensiva, espaço imediatamente explorado por l Nel, que recebe entre linhas, combina com Flávio Gonçalves e finaliza. Nestes dois lances voltam a evidenciar-se vários princípios do modelo de Rui Borges: a paciência na circulação, a utilização frequente do passe para trás para provocar saltos de pressão e abrir espaços, a liberdade posicional para atrair adversários, a constante dupla largura no corredor direito e os movimentos complementares entre o ponta de lança e o segundo avançado (papel desempenhado por Doumbia). O Sporting continua a deixar excelentes indicadores. Siga para a Amadora.

Sporting Things

14,535 просмотров • 1 месяц назад

Catarino Pascoal é um médio de combate, cuja maior influência surge quando pode explorar o espaço e a sua capacidade de progressão. É um jogador que se sente-se particularmente confortável a receber em zonas baixas do terreno. Na minha opinião, destaca-se mais quando recebe já com algum espaço para explorar. Mesmo quando é obrigado a receber de costas para o jogo, revela uma excelente capacidade para girar sob pressão. Escolhe quase sempre o apoio correto para receber a bola e possui uma agilidade muito interessante, que lhe permite iludir a pressão adversária, enquadrar-se rapidamente com o jogo e sair de situações apertadas. Estas ações tornam-se especialmente evidentes quando a sua equipa é sujeita a uma pressão alta. Sempre que consegue ultrapassar o primeiro adversário e encontra espaço nas costas da linha de pressão, evidencia aquilo que melhor faz: transportar a bola em progressão. Tem capacidade para ganhar muitos metros em condução, aliando uma boa qualidade técnica, que lhe permite manter a bola sempre próxima do pé, a uma velocidade de deslocamento boa, fatores que lhe conferem um raio de ação muito interessante na progressão ofensiva. Também tem capacidade na ligação entre setores, embora não seja um médio particularmente criativo na descoberta de linhas de passe pouco evidentes em contextos de organização ofensiva, sobretudo quando os espaços são reduzidos. Bem-vindo 💚

Sporting Things

11,089 просмотров • 2 месяцев назад