正在加载视频...

视频加载失败

𝐒𝐂 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚 𝐯𝐬 𝐅𝐂 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 — 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐬 𝐀𝐃𝐍 🔹 As distâncias curtas como medida de controle e de progressão gradual e o mais do que explícito tríptico : mobilidade - multi direcionalidade - contra movimento. 🔹 Suscitar situações que saem do preestabelecido e exigem aos jogadores capacidade auto-organizativa,...

10,639 次观看 • 4 个月前 •via X (Twitter)

0 条评论

暂无评论

原始帖子的评论将显示在这里

相关视频

O relacionismo no futebol surge como uma abordagem que valoriza, acima de tudo, as conexões entre os jogadores dentro de campo. Mais do que posições rígidas ou movimentos pré-definidos, este modelo privilegia a constante interação, a leitura do jogo e a capacidade de cada jogador se ajustar ao contexto coletivo. A equipa passa a funcionar como um organismo vivo, onde cada elemento influencia e é influenciado pelos restantes. Neste contexto, a aproximação entre jogadores torna-se fundamental. Reduzir as distâncias permite uma circulação de bola mais rápida, segura e eficiente, facilitando linhas de passe curtas e constantes apoios ao portador da bola. Esta proximidade não só diminui o risco de perda como também aumenta a capacidade de manter a posse, atraindo o adversário e criando espaços noutras zonas do campo. Outro princípio essencial é o uso das diagonais para gerar superioridade. Movimentos diagonais quebram a previsibilidade do jogo, desorganizam a estrutura defensiva adversária e criam linhas de passe menos óbvias. Ao atacar em diagonal, a equipa consegue ultrapassar linhas de pressão e criar vantagens numéricas ou posicionais, potenciando situações de progressão e finalização. Por fim, o relacionismo pressupõe um ambiente onde existe liberdade para o erro. Esta liberdade é crucial para o desenvolvimento da criatividade e da tomada de decisão. Jogadores que não têm receio de falhar tendem a arriscar mais, a explorar soluções diferentes e a contribuir de forma mais ativa para a dinâmica coletiva. O erro deixa de ser visto como falha e passa a ser encarado como parte do processo de aprendizagem e evolução. Fernando Diniz, o mestre do relacionismo🧠

Paulo Andrade

19,781 次观看 • 3 个月前

𝐀𝐫𝐠𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐝𝐢𝐳𝐢𝐚 𝐨 𝐟𝐚𝐛𝐮𝐥𝐨𝐬𝐨 𝐆𝐚𝐥𝐞𝐚𝐧𝐨, “𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐮𝐦 𝐞́ 𝐨𝐧𝐳𝐞”. * 🎥 𝑃𝑟𝑜𝑔𝑟𝑒𝑠𝑠𝑜̃𝑒𝑠 𝑜𝑓𝑒𝑛𝑠𝑖𝑣𝑎s 𝑑𝑎 𝐴𝑟𝑔𝑒𝑛𝑡𝑖𝑛𝑎 🇦🇷 𝑣𝑠 𝐴𝑟𝑔𝑒́𝑙𝑖𝑎 🇩🇿 Depois de ver a estreia da seleção Argentina na copa, deu para realçar a preponderância da habilidade sobre qualquer tipo de condições atléticas numa equipa onde se evidencia uma conexão futebolística ímpar. Um ecossistema próprio de representação e identidade própria e coletiva que foge da procura do equilíbrio constante e se assume como um todo que terá, necessariamente, de conviver com o desequilíbrio (criatividade anárquica) e alcançar, puntualmente, estabilidade. Um coletivo intimamente ligado às relações, intuito e sensação e que subverte o status quo da actual tendência da sobre responsabilização do quadro tático através de cérebros estimulados em vez de esquemas predefinidos. A seleção de Scaloni é excepção dentro dum pensamento coletivo global, acerca do futebol, onde prevalece a análise excessiva. Para a Scaloneta vale o poder estimulante das proibições alheias. É a tradução da beleza que provoca o “jogar” tal como na época mais silvestre de cada jogador. Um futebol onde se questiona a máxima velocidade e o carácter diferencial da força para reivindicar a fantasia, alegria e certa rebeldia. Se o futebol for a arte do exercício dos imprevistos, a partição da Albiceleste é sinfonia onde o Maestro absoluto é o “10”. A bola o reclama e, sobretudo, o necessita e ele segue com a propensão em não respeitar qualquer lógica. Uma Argentina para quem o jogo nunca para de ser um jogo. Contemplativa, para atingir o mais distante, ela procura sempre quem está próximo com o âmbito de ver mais longe. De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Lionel Messi brincam às escondidas com os perseguidores rivais e não precisam da velocidade e dinamismo acrescido para tal. Sobressaem, antes de tudo, através da astúcia e da compreensão e identificação de critérios espaciais e relacionais que parecem mais inconscientes, intuitivos do que o contrário. O centro de gravidade da equipa toda depende do relacionamento e interações entre eles. Uma seleção que reergueu a utilidade da “lentidão” e paciência onde jogar em “câmara lenta” acarinha-se pelos benefícios que lhe traz : esvaziar a saída para encher a chegada, viajando juntos porque ninguém quer ficar com pena de a ter perdida. Brincam com o dinamismo, impedem qualquer monotonia rítmica. Donos do ritmo, mudam esse mesmo com uma só parede, um toco y me voy, uma cumplicidade que lhes permite jogar de memória. Capazes de adoptar comportamentos antagónicos para se tornarem no homem livre (há quem pare no espaço e quem o ataca) sempre em prol das necessidades de cada situação. Além disso, existe o peculiar protagonismo e iniciativa inegociável de cada jogador. “La nuestra” não é só uma crença sobre identidade e representatividade. La nuestra é o convencimento global de que o “campo” nasce dos laços e harmonia de quem o ocupa que seja no futebol amateur, dentro do “potrero” ou numa copa do mundo. Inclusive, e sobretudo, cresce a partir da forma como se relacionam num contexto onde a audácia é contagiante. Longe do controle obsessivo e das repetições mecânicas, “jogar” é ir ao encontro do que significa realmente a palavra. Suscitar autonomia e expressão individual em prol das ambições coletivas. Ser para ganhar e não ganhar para ser. Enfim, reivindicar a génese do passado, do jogo de relação e passe curto, para construir o futuro. Idiossincrasia que nunca será sustentada com o manual de instruções.

Rémy M.

13,857 次观看 • 1 个月前

A mudança de perfis no corredor central do Sporting deverá elevar o nível da equipa na pressão, sobretudo em zonas altas do terreno. Doumbia, Silas e Altimira acrescentam outra capacidade física, intensidade e agressividade nos timings dos saltos de pressão, permitindo uma abordagem muito mais eficaz. Doumbia, em particular, oferece ainda a versatilidade de fechar tanto no corredor central como no lateral, dando maior flexibilidade. Sempre que surge um indicador de pressão, como um passe para trás ou para o lado, a equipa consegue acelerar de imediato sobre o portador, pressionando as costas dos adversários com muito mais intensidade. Este tipo de perfis favorece claramente a ideia de Rui Borges, baseada em referências individuais, porque permite chegar mais rápido aos duelos e sustentá-los com maior agressividade. Gostei igualmente da articulação entre extremo e médio. Muitas vezes, o extremo responsável por fechar a largura, neste caso, Doumbia, abria ligeiramente o posicionamento para preparar o salto ao lateral adversário. Esse movimento libertava espaço no corredor central, mas Silas e Altimira revelaram sempre excelente leitura para o ocupar através das coberturas. No lado contrário, o médio mais distante fechava por dentro, impedindo mudanças de centro de jogo e protegendo o espaço interior. Também se destacaram as constantes passagens de marcação. Sempre que um médio abandonava a sua referência inicial para pressionar outra, o colega compensava imediatamente, percorrendo muito espaço com grande velocidade para manter as referências controladas. Essa capacidade física e a rapidez nos deslocamentos permitem que a equipa mantenha a pressão organizada sem perder equilíbrio. É precisamente aqui que acredito que o Sporting vai crescer. As coberturas da linha média sobre a primeira linha e sobre os extremos serão muito mais agressivas, e a pressão em referências individuais terá todas as condições para ser significativamente mais criteriosa, sobretudo no corredor central.

Sporting Things

13,989 次观看 • 7 天前

Esses três lances mostram, sim, que o Palmeiras pode entregar mais do que vem entregando. Não é segredo, não é defesa ao treinador e nem tentativa de mascarar problemas claros de desempenho. O time tem jogadores capazes e, em momentos específicos, já executou ideias que hoje aparecem de forma esporádica. O problema não é ausência de conceito, mas a falta de constância e repetição desses comportamentos. Os lances também deixam claro que o Palmeiras pode ser mais vertical quando o contexto permite, mas que também tem capacidade para construir com calma. Existe a possibilidade de acelerar, atrair e atacar a última linha rapidamente, mas também de pausar, circular a bola e criar os espaços. Pra jogar curto, porém, não basta só querer. Isso precisa ser trabalhado adequadamente no dia a dia. O que esses três lances têm em comum é a movimentação constante dos jogadores para atrair o adversário, gerar dúvidas e, principalmente, criar linhas de passe. Não se trata apenas de passes curtos ou longos, mas de oferecer soluções reais ao portador da bola. Quando há apoio, jogadores se apresentando em diferentes alturas e ocupação racional dos espaços, a progressão acontece. Quando isso some, o jogo trava, a bola fica exposta e o time passa a depender de ações individuais ou de bolas longas forçadas. O Palmeiras mostra, nesses recortes, que sabe fazer. O desafio é transformar esses momentos pontuais em comportamento recorrente, porque material humano e possibilidades de jogo existem. O que falta é frequência. 🎥: TNT Sports BR

Análise Verdão

11,432 次观看 • 6 个月前

Lá se foi o mês de junho, que marca também o fim do primeiro ciclo de seis meses da nossa gestão e do nosso trabalho incansável por um Estado mais desenvolvido e pronto para cuidar de quem precisa. Mês que marcou o pontapé inicial no projeto de transferir a sede administrativa do governo estadual para o Centro de São Paulo como forma de revitalizar a região, trazer de volta as pessoa, criar negócios e ofertar habitações populares. Moradia, por sinal, é prioridade. E a parceria com o setor privado será fundamental para potencializar a produção de residências. Qualificamos projetos que podem gerar cerca de R$ 12 bi em investimentos e 50 mil novos lares - na capital, no Interior e Região Metropolitana. No Litoral Norte, demos início a uma nova etapa na construção de moradias em São Sebastião, com o avanço de 186 residências em Maresias e a instalação de estruturas para 518 apartamentos na Baleia Verde. Na segurança pública, sancionamos o aumento salarial de cerca de 20% para as forças policiais. Nas ruas, os índices mostram avanços importantes no combate ao crime em todo o Estado e também nas ações feitas no centro da capital paulista. Também garantimos mais um compromisso com o apoio da Alesp, que aprovou o aumento salarial linear de 6% para mais de 685 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas - reajuste acima da inflação. No mês que marca o Dia do Meio Ambiente, o Governo de S. Paulo anunciou o Plano Estadual de Meio Ambiente, com mais de R$ 2 bi para uma série de ações voltadas a um Estado mais sustentável. Também estivemos em Portugal, onde fomos buscar ideias criativas para o financiamento das Santas Casas e parcerias para a educação. Os investimentos também seguem fazendo a diferença na saúde, na educação e na infra das estradas, com mais de 720 km de pistas recuperadas e investimento de R$ 660 milhões. Investimos ainda em novos equipamentos para a Defesa Civil em todo Estado, além do Corpo de Bombeiros. Isso é só uma amostra do que fizemos em junho. E prova de que, com trabalho e gestão, a gente tem resultado. Seguimos empenhados para garantir muito mais prosperidade para São Paulo.

Tarcísio Gomes de Freitas

177,950 次观看 • 3 年前

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,519 次观看 • 2 年前