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𝐒𝐂 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚 𝐯𝐬 𝐅𝐂 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 — 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐬 𝐀𝐃𝐍 🔹 As distâncias curtas como medida de controle e de progressão gradual e o mais do que explícito tríptico : mobilidade - multi direcionalidade - contra movimento. 🔹 Suscitar situações que saem do preestabelecido e exigem aos jogadores capacidade auto-organizativa,...

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O relacionismo no futebol surge como uma abordagem que valoriza, acima de tudo, as conexões entre os jogadores dentro de campo. Mais do que posições rígidas ou movimentos pré-definidos, este modelo privilegia a constante interação, a leitura do jogo e a capacidade de cada jogador se ajustar ao contexto coletivo. A equipa passa a funcionar como um organismo vivo, onde cada elemento influencia e é influenciado pelos restantes. Neste contexto, a aproximação entre jogadores torna-se fundamental. Reduzir as distâncias permite uma circulação de bola mais rápida, segura e eficiente, facilitando linhas de passe curtas e constantes apoios ao portador da bola. Esta proximidade não só diminui o risco de perda como também aumenta a capacidade de manter a posse, atraindo o adversário e criando espaços noutras zonas do campo. Outro princípio essencial é o uso das diagonais para gerar superioridade. Movimentos diagonais quebram a previsibilidade do jogo, desorganizam a estrutura defensiva adversária e criam linhas de passe menos óbvias. Ao atacar em diagonal, a equipa consegue ultrapassar linhas de pressão e criar vantagens numéricas ou posicionais, potenciando situações de progressão e finalização. Por fim, o relacionismo pressupõe um ambiente onde existe liberdade para o erro. Esta liberdade é crucial para o desenvolvimento da criatividade e da tomada de decisão. Jogadores que não têm receio de falhar tendem a arriscar mais, a explorar soluções diferentes e a contribuir de forma mais ativa para a dinâmica coletiva. O erro deixa de ser visto como falha e passa a ser encarado como parte do processo de aprendizagem e evolução. Fernando Diniz, o mestre do relacionismo🧠

Paulo Andrade

19,781 次观看 • 5 个月前

🎥 🔍— Alguma amostra do quão indispensáveis são as trajetórias sem bola do Froholdt e Gabri Veiga neste FC Porto para gerar ameaça nas costas da pressão ou da última linha contrária (desmarcações profundas). O modelo do Farioli assim o exige e chama o auxílio dos laterais quando o adversário consegue acomodar-se posicionalmente para restringir esses espaços. Kiwior, como se sabe, é o principal protagonista desde trás e procura acionar, na maioria das vezes, duas opções : o apoio próximo nas costas da primeira pressão adversária (diretamente ou através do apoio frontal dum dos interiores para encontrar o 3o homem) ou a diagonal para dar seguimento à desmarcação profunda do interior do lado oposto. Froholdt e Gabri Veiga procuram suscitar sintonia entre os seus comportamentos sem bola no âmbito de evitar paralelismos : apoio / desmarcação profunda / contra movimento. A tal criatividade sem bola, auto-organização para gerar confusão e procura do desequilíbrio em campo contrário. São interações indiretas, semi-esperadas e não necessariamente preestabelecidas, que respondem a contextos específicos do jogo (o que valoriza bastante a actuação dos dois). Contudo, quando as trajetórias de apoio direto são sempre mais de ataque à profundidade do que de reclamação de bola no pé, sobretudo na zona onde se define em grande parte do cenário dum jogo, pode induzir a um limite proposicional (qualitativo) a partir da posse e na tentativa de progressão gradual (viajar juntos). É necessário considerar alternativa ao procurar a verticalização imediata depois da volitiva atração. Dificilmente se pode abdicar da função de conectores dos interiores para alcançar estabilidade. A redundância dessas situações cria um maior foco de atenção na organização contrária e nesse sentido apareceu o apoio dos laterais (A. Costa em destaque) para atacar intervalos e libertar espaços. Procura-se aumentar conexões e vínculos associativos perante a vontade de restrição de espaço do adversário. Resumindo, existe um FCP tributário das ameaças dos seus interiores através das suas trajetórias de ataque à profundidade (funcionalidade operacional) que realça carências da linha da frente na hora de gerar desequilíbrios, emancipando-se de quem chega desde trás.

Rémy M.

13,517 次观看 • 1 个月前

𝑭𝑪 𝑷𝒐𝒓𝒕𝒐 𝒅𝒆 𝑭𝒂𝒓𝒊𝒐𝒍𝒊 — 𝑰𝒏𝒕𝒆𝒏𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒑𝒓𝒐𝒈𝒓𝒆𝒅𝒊𝒓: 𝑷𝒂𝒄𝒊𝒆̂𝒏𝒄𝒊𝒂, 𝒂𝒕𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐, 𝒊𝒏𝒗𝒂𝒔𝒂̃𝒐. 🔹 O pensamento global baseia-se na crença em que as vantagens iniciais pressupõe os que se seguem. 🔹 Intencionalidade dos centrais (e Guarda Redes) em serem sempre um foco atrativo. DeZerbismo bem explícito (uso da sola). Manipulam as trajetórias contrárias através da paciência (esperar a perseguição, transmissão lateral até encontrar o espaço adequado que permite acionar o homem livre). 🔹 O « 6 » com papel determinante na hora de se acomodar posicionalmente, sempre nas costas de quem pressiona os primeiros construtores. 🔹 Interiores protagonistas para gerar situações de 3o homem, procurando vantagens dinâmicas / posicionais / numéricas. Froholdt confortável usando o pé esquerdo para gerar vantagens (pé trocado). Gabri Veiga faz o mesmo a partir da esquerda com o pé direito e brinca com os perseguidores através da astúcia no contra movimento. 🔹 Auxílio dos laterais direto (construção) ou indireto (gerar confusão nas referências contrárias com deslocamento para zonas interiores que viabilizam a lateralização do interior do seu lado ou abrir a linha de passe para encontrar os extremos em amplitude). 🔹 Trajetórias curtas entre linhas em zonas de construção para suscitar vantagens associativas e poder, a posteriori, invadir o último terço depois de encontrar o homem livre com vantagem (encara o jogo de frente com possibilidade de assumir condução).

Rémy M.

16,885 次观看 • 22 天前

𝐀𝐫𝐠𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐝𝐢𝐳𝐢𝐚 𝐨 𝐟𝐚𝐛𝐮𝐥𝐨𝐬𝐨 𝐆𝐚𝐥𝐞𝐚𝐧𝐨, “𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐮𝐦 𝐞́ 𝐨𝐧𝐳𝐞”. * 🎥 𝑃𝑟𝑜𝑔𝑟𝑒𝑠𝑠𝑜̃𝑒𝑠 𝑜𝑓𝑒𝑛𝑠𝑖𝑣𝑎s 𝑑𝑎 𝐴𝑟𝑔𝑒𝑛𝑡𝑖𝑛𝑎 🇦🇷 𝑣𝑠 𝐴𝑟𝑔𝑒́𝑙𝑖𝑎 🇩🇿 Depois de ver a estreia da seleção Argentina na copa, deu para realçar a preponderância da habilidade sobre qualquer tipo de condições atléticas numa equipa onde se evidencia uma conexão futebolística ímpar. Um ecossistema próprio de representação e identidade própria e coletiva que foge da procura do equilíbrio constante e se assume como um todo que terá, necessariamente, de conviver com o desequilíbrio (criatividade anárquica) e alcançar, puntualmente, estabilidade. Um coletivo intimamente ligado às relações, intuito e sensação e que subverte o status quo da actual tendência da sobre responsabilização do quadro tático através de cérebros estimulados em vez de esquemas predefinidos. A seleção de Scaloni é excepção dentro dum pensamento coletivo global, acerca do futebol, onde prevalece a análise excessiva. Para a Scaloneta vale o poder estimulante das proibições alheias. É a tradução da beleza que provoca o “jogar” tal como na época mais silvestre de cada jogador. Um futebol onde se questiona a máxima velocidade e o carácter diferencial da força para reivindicar a fantasia, alegria e certa rebeldia. Se o futebol for a arte do exercício dos imprevistos, a partição da Albiceleste é sinfonia onde o Maestro absoluto é o “10”. A bola o reclama e, sobretudo, o necessita e ele segue com a propensão em não respeitar qualquer lógica. Uma Argentina para quem o jogo nunca para de ser um jogo. Contemplativa, para atingir o mais distante, ela procura sempre quem está próximo com o âmbito de ver mais longe. De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Lionel Messi brincam às escondidas com os perseguidores rivais e não precisam da velocidade e dinamismo acrescido para tal. Sobressaem, antes de tudo, através da astúcia e da compreensão e identificação de critérios espaciais e relacionais que parecem mais inconscientes, intuitivos do que o contrário. O centro de gravidade da equipa toda depende do relacionamento e interações entre eles. Uma seleção que reergueu a utilidade da “lentidão” e paciência onde jogar em “câmara lenta” acarinha-se pelos benefícios que lhe traz : esvaziar a saída para encher a chegada, viajando juntos porque ninguém quer ficar com pena de a ter perdida. Brincam com o dinamismo, impedem qualquer monotonia rítmica. Donos do ritmo, mudam esse mesmo com uma só parede, um toco y me voy, uma cumplicidade que lhes permite jogar de memória. Capazes de adoptar comportamentos antagónicos para se tornarem no homem livre (há quem pare no espaço e quem o ataca) sempre em prol das necessidades de cada situação. Além disso, existe o peculiar protagonismo e iniciativa inegociável de cada jogador. “La nuestra” não é só uma crença sobre identidade e representatividade. La nuestra é o convencimento global de que o “campo” nasce dos laços e harmonia de quem o ocupa que seja no futebol amateur, dentro do “potrero” ou numa copa do mundo. Inclusive, e sobretudo, cresce a partir da forma como se relacionam num contexto onde a audácia é contagiante. Longe do controle obsessivo e das repetições mecânicas, “jogar” é ir ao encontro do que significa realmente a palavra. Suscitar autonomia e expressão individual em prol das ambições coletivas. Ser para ganhar e não ganhar para ser. Enfim, reivindicar a génese do passado, do jogo de relação e passe curto, para construir o futuro. Idiossincrasia que nunca será sustentada com o manual de instruções.

Rémy M.

13,857 次观看 • 3 个月前

Os segundo e o último golo do Sporting dizem muito sobre as intenções e os padrões ofensivos da equipa. No golo de Doumbia, a jogada nasce após uma recuperação de bola. Com Maxi mais baixo, forma-se uma linha de três com os dois centrais, enquanto Altimira e Silas se posicionam nas costas da primeira linha de pressão. No corredor direito, Zalazar baixa para explorar o espaço na largura da segunda linha de pressão, formando inicialmente dupla largura com Geny. Com a aproximação de Fotis, cria-se um triângulo na meia direita entre o grego, o uruguaio e o moçambicano. Essa dinâmica atrai três adversários para o mesmo espaço, libertando a linha defensiva e criando o contexto ideal para Doumbia atacar a profundidade em 1x1 com o central adversário. No golo de Nel, o princípio mantém-se. O Sporting constrói novamente a 3, desta vez com Fresneda mais baixo e Altimira nas costas da primeira linha de pressão. Destaca-se a liberdade de movimentos de Luís Guilherme, que baixa para explorar a lateral da primeira linha de pressão, arrastando consigo o extremo adversário da linha média de quatro. Esse movimento abre espaço entre o extremo e o médio do adversário, criando uma zona de progressão pelo corredor central. Com Altimira a baixar para junto dos centrais, forma-se momentaneamente uma linha de quatro, garantindo superioridade numérica (4x3) sobre a primeira linha de pressão, sendo que extremo adversário é obrigado a saltar para tentar acertar. Criou-se o espaço ideal para Fresneda receber com espaço de progressão. O arrastamento de Luís Guilherme mantém aberto o espaço entre o extremo e o médio adversários. O médio, obrigado a sair na cobertura, tentado limitar a ação de Fresneda, percorre uma distância demasiado longa e chega tarde ao duelo. Esse atraso aumenta ainda mais a distância entre a linha média e a linha defensiva, espaço imediatamente explorado por l Nel, que recebe entre linhas, combina com Flávio Gonçalves e finaliza. Nestes dois lances voltam a evidenciar-se vários princípios do modelo de Rui Borges: a paciência na circulação, a utilização frequente do passe para trás para provocar saltos de pressão e abrir espaços, a liberdade posicional para atrair adversários, a constante dupla largura no corredor direito e os movimentos complementares entre o ponta de lança e o segundo avançado (papel desempenhado por Doumbia). O Sporting continua a deixar excelentes indicadores. Siga para a Amadora.

Sporting Things

14,535 次观看 • 1 个月前

A mudança de perfis no corredor central do Sporting deverá elevar o nível da equipa na pressão, sobretudo em zonas altas do terreno. Doumbia, Silas e Altimira acrescentam outra capacidade física, intensidade e agressividade nos timings dos saltos de pressão, permitindo uma abordagem muito mais eficaz. Doumbia, em particular, oferece ainda a versatilidade de fechar tanto no corredor central como no lateral, dando maior flexibilidade. Sempre que surge um indicador de pressão, como um passe para trás ou para o lado, a equipa consegue acelerar de imediato sobre o portador, pressionando as costas dos adversários com muito mais intensidade. Este tipo de perfis favorece claramente a ideia de Rui Borges, baseada em referências individuais, porque permite chegar mais rápido aos duelos e sustentá-los com maior agressividade. Gostei igualmente da articulação entre extremo e médio. Muitas vezes, o extremo responsável por fechar a largura, neste caso, Doumbia, abria ligeiramente o posicionamento para preparar o salto ao lateral adversário. Esse movimento libertava espaço no corredor central, mas Silas e Altimira revelaram sempre excelente leitura para o ocupar através das coberturas. No lado contrário, o médio mais distante fechava por dentro, impedindo mudanças de centro de jogo e protegendo o espaço interior. Também se destacaram as constantes passagens de marcação. Sempre que um médio abandonava a sua referência inicial para pressionar outra, o colega compensava imediatamente, percorrendo muito espaço com grande velocidade para manter as referências controladas. Essa capacidade física e a rapidez nos deslocamentos permitem que a equipa mantenha a pressão organizada sem perder equilíbrio. É precisamente aqui que acredito que o Sporting vai crescer. As coberturas da linha média sobre a primeira linha e sobre os extremos serão muito mais agressivas, e a pressão em referências individuais terá todas as condições para ser significativamente mais criteriosa, sobretudo no corredor central.

Sporting Things

14,118 次观看 • 2 个月前

Esses três lances mostram, sim, que o Palmeiras pode entregar mais do que vem entregando. Não é segredo, não é defesa ao treinador e nem tentativa de mascarar problemas claros de desempenho. O time tem jogadores capazes e, em momentos específicos, já executou ideias que hoje aparecem de forma esporádica. O problema não é ausência de conceito, mas a falta de constância e repetição desses comportamentos. Os lances também deixam claro que o Palmeiras pode ser mais vertical quando o contexto permite, mas que também tem capacidade para construir com calma. Existe a possibilidade de acelerar, atrair e atacar a última linha rapidamente, mas também de pausar, circular a bola e criar os espaços. Pra jogar curto, porém, não basta só querer. Isso precisa ser trabalhado adequadamente no dia a dia. O que esses três lances têm em comum é a movimentação constante dos jogadores para atrair o adversário, gerar dúvidas e, principalmente, criar linhas de passe. Não se trata apenas de passes curtos ou longos, mas de oferecer soluções reais ao portador da bola. Quando há apoio, jogadores se apresentando em diferentes alturas e ocupação racional dos espaços, a progressão acontece. Quando isso some, o jogo trava, a bola fica exposta e o time passa a depender de ações individuais ou de bolas longas forçadas. O Palmeiras mostra, nesses recortes, que sabe fazer. O desafio é transformar esses momentos pontuais em comportamento recorrente, porque material humano e possibilidades de jogo existem. O que falta é frequência. 🎥: TNT Sports BR

Análise Verdão

11,434 次观看 • 8 个月前

🚨 Triângulos e Losangos: por que esse modelo existe e o que ele produz *Análise fundamentada a partir de sequências de Austrália x Estados Unidos (Copa do Mundo FIFA 2026™)* O que muitos times de elite usam hoje não é uma jogada isolada. É um **princípio de organização coletiva**: o jogo de posição estruturado através de formas geométricas (triângulos e losangos). ### O que é a tática Os jogadores ocupam alturas e larguras diferentes de propósito. O objetivo é simples: o portador da bola deve ter **no mínimo três opções de passe em ângulos distintos** a qualquer momento. ### Por que esse modelo é usado **1. Neutralizar o pressing** Um triângulo garante duas saídas. Um losango garante quatro. Mesmo sob pressão, quase sempre sobra uma linha de passe livre. **2. Viabilizar o terceiro homem** A geometria pré-estabelecida transforma a combinação de terceiro homem em padrão replicável, e não em improviso. **3. Garantir ocupação do half-space** Os losangos raramente se formam no eixo central puro. Eles se deslocam para a zona intermediária — onde a responsabilidade de marcação do adversário é mais ambígua. ### O que esse modelo produz - Progressão com menor risco de contra-ataque - Maior volume de posse (com sequências mais lentas e pacientes) - Finalizações geradas por combinação - Alta exigência técnica sob pressão - Vulnerabilidade em transição se a estrutura for quebrada cedo ### Onde aparece na Premier League - **Arsenal (Arteta)**: o caso mais fiel ao modelo - **Manchester City (Maresca)**: laterais invertidos ajudam a completar a base do losango - **Chelsea (Xabi Alonso)**: tentativa de importar o sistema que ele usava no Leverkusen Depois do retorno do jogo mais direto em 2025-26, esse modelo continua sendo a “linguagem de elite” — falada por um grupo cada vez mais restrito de clubes. ### E na EFL / Championship? É estruturalmente raro por três motivos: 1. Pouco tempo de treino (46 jogos) 2. Perfil de elenco menos técnico sob pressão 3. Incentivo financeiro na direção do jogo mais direto e físico A distância tática entre a elite da Premier League e o Championship, nesse ponto, parece estar aumentando. Triângulos e losangos não são estética. São a unidade básica de um modelo que controla o espaço antes de controlar a bola. Você consegue identificar essas estruturas quando assiste aos jogos? 👇

Football On

60,483 次观看 • 1 个月前