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🇨🇳 "Trens suspensos estilo cyberpunk em Wuhan, China, cujo governo não gastou trilhões em guerras e possui quase um trilhão de dólares em dívida dos EUA, sobre a qual coleta 125 milhões de dólares em pagamentos de juros a cada dia, que então investe em infraestrutura impressionante, enquanto as cidades dos EUA desmoronam." Via Facts Chaser 🌎 🤦🏻‍♂️

🇨🇳 "Trens suspensos estilo cyberpunk em Wuhan, China, cujo governo não gastou trilhões em guerras e possui quase um trilhão de dólares em dívida dos EUA, sobre a qual coleta 125 milhões de dólares em pagamentos de juros a cada dia, que então investe em infraestrutura impressionante, enquanto as cidades dos EUA desmoronam." Via Facts Chaser 🌎 🤦🏻‍♂️

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Bomba! Bolsonaro se apavorou no Carnaval e se escondeu na Embaixada da Hungria! Vídeos obtidos pelo The New York Times

Bomba! Bolsonaro se apavorou no Carnaval e se escondeu na Embaixada da Hungria! Vídeos obtidos pelo The New York Times

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🚝🛤️🇨🇳China lança trem inovador sem trilhos e revoluciona transporte urbano! A China celebra a estreia do primeiro trem sem trilhos do mundo, uma inovação que promete transformar o transporte urbano. O lançamento ocorreu em Zhuzhou, na província de Hunan, marcando um marco importante para a mobilidade sustentável. Criado pela CRRC Corporation, um dos maiores fabricantes de trens do mundo, o Autonomous Rail Rapid Transit (ART) é visto como um avanço pioneiro no transporte público. Equipado com tecnologia de ponta, o trem sem trilhos se destaca como uma grande inovação no setor. O trem sem trilhos opera através de tecnologia sensorial avançada, seguindo trajetos mapeados na estrada. Inicialmente, o trem possui três vagões, mas planeja-se que ele possa transportar até cinco vagões em uma fase posterior de expansão. A CRRC Corporation inovou ao utilizar rodas de borracha com núcleo de plástico, um modelo inédito no mercado. Estima-se que o trem sem trilhos tenha uma vida útil de aproximadamente 25 anos. Com 32 metros de comprimento, o trem tem capacidade para transportar até 300 passageiros de uma vez. Funcionando com eletricidade, o trem sem trilhos consegue percorrer 25 km após apenas 10 minutos de carregamento. Ele pode atingir uma velocidade máxima de 70 km/h. Em vez de trilhos físicos, o trem segue linhas pontilhadas pintadas na estrada, com 3,75 metros de largura. O trem possui sensores avançados que detectam o pavimento e coletam informações essenciais da viagem. Com um design inovador, o trem sem trilhos é considerado uma evolução do ônibus público tradicional, assemelhando-se mais a um bonde. Sua operação não depende de trilhos físicos, e o sistema de duas cabeças permite que ele funcione como um trem de metrô, eliminando a necessidade de manobras para mudar de direção. Este trem representa um avanço significativo para a cidade de Zhuzhou, que tem uma população de cerca de 4 milhões de habitantes, oferecendo uma solução de transporte eficiente e moderna.

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2,561,709 views • 2 years ago

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🇺🇸🇨🇳 O que vimos em Munique é estarrecedor, e parece ter saído de uma ficção distópica. Marco Rubio defendeu uma ditadura militar global. Uma ditadura sanguinária, violenta e sem leis. Uma ditadura chefiada pelos EUA, naturalmente, apoiada pelos vassalos do "Ocidente", sem pedir "permissão" a ninguém. Ou seja, os EUA defendem hoje que o direito internacional seja substituído por uma tirania imperial, hostil à soberania dos povos e ao multilateralismo. Há algo, porém, profundamente irônico na fala de Rubio. É macabro, mas irônico que os Estados Unidos tenham se convertido no maior inimigo de um sistema baseado em regras democráticas, em que as decisões que afetam a comunidade internacional sejam tomadas coletivamente, entre iguais, com respeito ao direito de todos. Num cenário como esse descrito por Rubio, países como o Brasil não teriam nenhum direito, nenhuma proteção, e estaríamos totalmente vulneráveis a todo tipo de violências. Toda essa diatribe de Rubio foi precedida por uma longa exaltação das violências imperiais dos séculos passados, seguida de um lamento pelas lutas anticoloniais que puseram fim a séculos de opressão. Não é um discurso sutil. Não há ambiguidade ou metáforas. Rubio defende, sem que seus aliados sejam "acorrentados pela culpa e pela vergonha" (sim, ele usou essa expressão), uma espécie de recolonização do Sul Global. Francamente, eu sempre paro para pensar, nesses momentos, no que as nossas elites políticas acham desse tipo de barbárie. O que pensam, no Brasil, os militares, os bolsonaristas, Tarcísio, e a direita "nacionalista" de um Aldo Rebelo, dessa convocação medieval à tirania, à violência imperial, e à destruição de um direito internacional que o mundo vem tentando construir desde o fim da II Guerra? Naturalmente, Rubio também tenta demolir retoricamente qualquer resquício de respeito que deveríamos ter pela ONU. O secretário trata a ONU como um entulho incômodo e caro, que não conseguiu resolver nenhum dos conflitos recentes, como o da Ucrânia, Gaza e Irã. Ele finge ignorar, por óbvio, que foram os EUA que vêm bloqueando, deliberadamente, unilateralmente, isoladamente, qualquer decisão da ONU ou da comunidade internacional. Felizmente, a fala de Rubio não ficou sem contraponto na Conferência de Segurança em Munique. O orador seguinte foi ninguém menos que Wang Yi, ministro de Relações Exteriores da China. Wang Yi e Rubio ocupam funções equivalentes na hierarquia de seus governos. O contraste não poderia ser mais esclarecedor sobre que nações, hoje, defendem um direito internacional democrático, humanista, baseado no respeito mútuo entre os povos, e quem defende uma ditadura dos mais fortes sobre os mais fracos. Wang Yi agiu como o verdadeiro porta-voz não apenas do Sul Global, mas da Maioria Global. O chanceler chinês defendeu a ONU — "Sem ela, o mundo retornaria à lei da selva, onde os fortes predam os fracos" — e disse que os grandes países devem liderar pelo exemplo: "cooperação em vez de confronto, igualdade em vez de imposição". Wang Yi defendeu mais "democracia nas relações internacionais" e que os assuntos globais devem ser decididos por todos. A soberania dos povos e das nações jamais deve ser violada, é o recado da China. Legendamos e dublamos trechos emblemáticos dos dois discursos, para vocês julgarem com os próprios olhos. Um celebra impérios escravocratas e sanguinários, e lamenta que estes entraram em declínio no pós-guerra. Outro defende a igualdade entre nações, um direito democrático internacional, e comemora a ascensão do Sul Global. Munique 2026 expôs o confronto geopolítico e ideológico que vai definir o século XXI. De que lado o Brasil vai ficar, a propósito, vai depender do país que emergir das urnas em outubro deste ano.

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73,424 views • 7 months ago