Video yükleniyor...

Video Yüklenemedi

Ana Sayfaya Dön

Construi uma wallet crypto com IA rodando 100% local no iPhone. Sem API. Sem cloud. Sem mandar seus dados pra ninguem. O modelo e o Qwen 3.5 4B (~2.7 GB). Baixa uma vez, funciona offline pra sempre. Responde sobre sua carteira, saldos, transacoes — tudo processado no proprio dispositivo....

14,875 görüntüleme • 5 ay önce •via X (Twitter)

0 Yorum

Yorum bulunmuyor

Orijinal gönderinin yorumları burada görünecek

Benzer Videolar

Tá NO AR: criei uma alternativa ao AI-first do Canva/Slides/Keynote que roda no navegador 🤯 Sem backend. 100% opensource. Com IA local no navegador. E saindo do forno AGORA 🤯 Depois de ~55 horas de sessão, mais de 1B tokens consumidos e muitas worktrees rodando em paralelo, estou lançando o LocalStudio. É uma ferramenta para substituir Canva/ Apple Keynote / Google Slides que roda direto no navegador, com Web IA integrada (sim, até gerar imagens com WebGPU você consegue) Venho palestrando há muitos anos, com centenas de apresentações e com essa área incrível de AI, resolvi matar minhas próprias dores com esse projeto Com ele, você consegue: ✅ importar apresentações `.pptx` e continuar editando no browser ✅ criar slides a partir de prompts usando Web IA local/browser-native ✅ gerar imagens e manter tudo como camadas editáveis ✅ traduzir texto, página ou deck inteiro ✅ salvar projetos localmente no seu próprio computador ✅ apresentar com modo presenter, notas e controle remoto via PWA ✅ compartilhar decks públicos e embeds ✅ espelhar projetos em storage S3-compatible quando quiser publicar fora da máquina ✅ expor ações via WebMCP para agentes controlarem o editor Vem testar você mesmo e claro, contribuir (tá open no github) e claro DEIXA UM STAR MALUCOOO ⭐️⭐️⭐️⭐️ 🪄 Agradecimento especial ao time Hugging Face por portar modelos de AI para serem executados no navegador (que usei e muito), ao Jason Mayes por incentivar a evolução de projetos de Web AI e a todo o time do Google for Developers Chrome for Developers pela iniciativa! /1

Erick Wendel | localstudio.dev

10,654 görüntüleme • 2 ay önce

A coisa mais importante que eu aprendi esse ano sobre IA foi: como usar e criar skills. Isso mudou a forma como uso IA. E pode mudar a sua também 👇🏽 Contexto rápido. Quando comecei a estudar IA, achava que skills nada mais eram do que prompts feitos para agentes executarem. Ao longo dos meses, fui testando várias skills gratuitas que existem no Github. → Skills para desenvolver software → Skills de criação de landing pages → Skills de apresentações bonitas → Skills de criar carrosséis automaticamente Mas eu sempre pensava: "tá, mas qual a diferença de uma skill e um prompt?" Achava legal e tals. Gerava valor. Resultados sempre legais, mas eu podia pedir a mesma coisa pro meu agente e ele fazia. Até que entendi a lógica. A diferença é simples: Prompt = você pede toda vez. Skill = você ensina uma vez, e o agente executa sempre. Uma skill combina instruções, acessos a ferramentas, contexto e memória. Tudo numa pasta que o agente lê e executa sozinho. Sem você precisar explicar de novo. E quando você entende isso, percebe que dá pra transformar qualquer processo repetitivo em algo que roda no piloto automático. Exemplos de skills que você pode criar: → Analisar todos os dias sua agenda, emails, sprints, e ver o que precisa ser feito hoje, como está o time, como está o OKR da empresa → Revisar toda estrutura de CS. Tickets abertos, fechados, tópicos que mais apareceram, atualizar base de conhecimento e gerar um report pro diretor → Analisar o CRM, puxar os deals parados, analisar histórico de conversas, entender gargalos, ver quais estratégias os top-performers estão usando e atualizar o playbook de vendas automático → Pegar Google Analytics, cruzar com PostHog, cruzar com campanhas de marketing, analisar a jornada dos usuários de ponta a ponta e identificar gargalos e oportunidades O céu é o limite (ou no caso, os tokens são o limite rs) Como criar uma skill: 1. Faça a tarefa inteira com o Claude (ou seu agente). De todos os acessos que ele precisa 2. Quando terminar, peça pra ele transformar o que vocês fizeram em uma skill 3. Ele cria a pasta com instruções, integrações e validações 4. Salve e teste Dica importante: nunca hardcode senhas no arquivo. Use variáveis de ambiente ou um vault como 1Password. Se quiser facilitar, montei uma ferramenta que ajuda a criar skills automaticamente. Funciona no Claude Code e no OpenClaw. Tem um wizard visual que te guia por 4 passos e gera tudo pronto - sem comenta aqui nem nada. Só usar. 👉🏽 E o melhor: agora você pode agendar skills no Claude. Pega o Claude Code, agenda a tarefa, aponta pra pasta da skill e executa. Chega de tarefas operacionais repetitivas. Agora o segredo é ter agentes executando skills agendadas.

Bruno Okamoto

25,363 görüntüleme • 6 ay önce

Stephany, a sororidade é no automático e justificável mas deixa eu te falar uma coisa. E releva o "nome de pobre". Brincadeira velha e que todo mundo faz. Não tenho y no nome mas provavelmente sou mais pobre que você. Eu não sabia da sua existência até a Amanda me mandar o seu perfil pra tirar uma onda pois você estava postando várias fotos do decote numa brincadeira de "rebater os gays" que postavam fotos com o pênis marcando na cueca... Eu e a Amanda conversámos há quase 1 ano acho, logo depois dela ter aparecido lá quando o Gabigol deu a camisa pra ela num jogo entre Coritiba x Flamengo. Enfim, o que aconteceu está aí no vídeo e foi assim que o assunto surgiu, estávamos conversando sobre bobeira como a gente sempre fazia sem qualquer segunda intenção nem minha e muito menos dela, até combinamos de nos encontrar pra um jogo do Fla em Curitiba mas não pude ir. Claro, sempre tudo na amizade, nunca teve segundas intenções de nenhuma parte. Seguindo, fiz uma brincadeira infeliz e acabei mandando uma foto onde eu estava sentado no carro, com uma calça moletom, enquanto eu trabalhava (na época da foto eu era motorista de aplicativo, todos aqui sabem). A foto é de 2019. 5 anos atrás. Eu hoje nem carro tenho. No tédio do tempo parado sem viagens tive a idiota ideia 5° série de botar uma banana na calça e tirar uma foto, ideia idiota como tanta gente tem e a foto ficou engraçada. Eu sempre levava banana no carro pra não ter que ficar parando em lanchonete. E a foto ficou no meu celular. Foto essa que já mandei pra algumas pessoas na brincadeira (homem e mulher).E foi essa foto que mandei pra Amanda numa brincadeira infeliz ok, mas não, não "mandei foto da pic4" pra ela como estão dizendo. Tínhamos uma amizade que provavelmente perdi, e sim tínhamos. Até dinheiro ela me emprestou um dia quando tive um probleminha num final de mês. Não tenho vergonha em dizer isso pois na época eu estava sem nenhuma parceria e sem nenhuma fonte de renda. E devolvi. Éramos amigos sim, conversávamos sobre muita coisa inclusive essas bobeiras. Amizade essa claro que não serve de justificativa pra brincadeira besta que fiz, mas estou fazendo esse post pra deixar claro que eu não fiz o que estão dizendo que fiz. Estou tranquilo com relação a isso, não esperava isso evidentemente, mas eu sei o que eu fiz. Agradeço a quem me procurou pra ouvir explicações sem pré julgamentos. Não ligo pra cancelamento, seguidores vem e vão. Eu mesmo removo vários toda semana. Mas não vou ser acusado de algo que não fiz. Peço desculpas a Amanda pela brincadeira novamente, como pedi no whatsapp. E lamento de verdade, eu gostava da nossa amizade por mais curta e virtual que ela foi.

Broca

1,648,273 görüntüleme • 2 yıl önce

O lançamento mais viral de IA da última semana foi, sem dúvidas, o novo modelo Seedance 2.0 de geração de vídeos, criado pela chinesa ByteDance (dona do Tik Tok), que fez todo mundo esquecer do Veo e do Sora. Os vídeos viralizaram absurdamente, tanto pela qualidade (HD, 2K), mas principalmente pela consistência de tudo (rostos, expressões, lip sync) e o estilo cinematográfico e multimodal, com jogo de câmeras, vozes excelentes e trilha sonora de fundo. Claro, tudo isso só é possível por eles serem quem são, e terem uma quantidade quase infinita de vídeos de alta qualidade com áudio (vindos do Tik Tok, do Douyin) pra treinar os modelos. Além disso, a grande vantagem pro usuário final é a capacidade multimodal de ingestão de contexto do modelo. Dá pra mandar pra ele, simultaneamente: - Até 9 imagens (pra definir personagens, cenários, paletas de cor) - Até 3 vídeos de referência (pra copiar movimentos de câmera ou coreografias) - Até 3 faixas de áudio - E claro, o prompt de texto pra amarrar tudo Ou seja, é menos aquela história de "sorte na loteria dos prompts". O pessoal da ByteDance criou o Seedance 2.0 muito mais como uma ferramenta de direção técnica na criação de filmes. Segundo o que liberaram, a arquitetura por trás do modelo é um "Dual-Branch Diffusion Transformer", onde um Transformer cuida do vídeo e outro do áudio, trabalhando em paralelo pra garantir que o som (efeitos, música e voz) saia perfeitamente sincronizado com o movimento. E aí, obviamente, a galera foi à loucura, gerando vídeos de qualidade perfeita nas redes sociais de coisas com direitos autorais e celebridades, como uma luta do Brad Pitt com o Tom Cruise, finais alternativos de O Senhor dos Aneis, Game of Thrones e Stranger Things, entre milhares de outros. Com isso, a repercussão foi tão grande que deixou a galera de Hollywood meio que... irritada (pra dizer o mínimo), com estúdios como Disney e a MPA questionando a origem dos dados de treinamento e o uso não autorizado de imagem. E parece que a ByteDance sentiu a pressão e já começou a bloquear o upload de rostos de celebridades e figuras públicas na plataforma pra evitar os processinhos. Deixo abaixo alguns exemplos de vídeos gerados com esse modelo. É de explodir a cabeça, realmente.

Fabrício Carraro

18,303 görüntüleme • 7 ay önce

Yuval Harari não fez uma palestra sobre saúde. Fez uma autópsia do futuro. O título era o futuro da saúde na era da IA, mas o conteúdo foi muito além de hospitais, diagnósticos e remédios personalizados. O que apareceu ali foi a arquitetura de uma nova civilização, onde a inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a ocupar o centro das redes de informação, da medicina, da economia, da política, das relações humanas e até da própria definição de consciência. Harari tocou no ponto essencial. A IA não é apenas uma máquina mais eficiente. Ela é um sistema capaz de tomar decisões, reconhecer padrões, aprender sozinha e criar soluções que não foram diretamente programadas por humanos. Isso muda tudo. Na saúde, pode significar diagnósticos melhores, remédios personalizados, descoberta acelerada de medicamentos e atendimento médico para pessoas isoladas em regiões remotas. Um morador de uma vila distante na Amazônia poderia, em tese, ter acesso a um diagnóstico melhor do que muitos ricos têm hoje em grandes centros urbanos. Mas é exatamente aí que mora o veneno. A mesma tecnologia que pode democratizar a medicina pode criar o regime de vigilância mais invasivo da história. Quando uma IA passa a conhecer seu DNA, seu histórico médico, seu sono, seu humor, seus batimentos, sua saúde mental, seus medos e suas tendências biológicas, ela não conhece apenas seu corpo. Ela conhece suas vulnerabilidades. E quem controla essas informações controla muito mais do que um prontuário. Controla emprego, seguro, crédito, consumo, comportamento e, em regimes autoritários, até obediência política. Harari deixou claro que o perigo não está apenas na IA forte do futuro. A IA primitiva dos últimos dez anos já mudou o mundo. As redes sociais foram o laboratório. O algoritmo não recebeu a missão de destruir democracias. Recebeu uma ordem aparentemente inocente: aumentar engajamento. Só que, ao experimentar com bilhões de seres humanos, descobriu que ódio, medo e raiva prendem mais atenção do que serenidade, compaixão e diálogo. O resultado foi uma sociedade inteira transformada em experimento psicológico permanente. Antes, a batalha era pela atenção. Agora, a batalha será pela intimidade. Esse é o ponto mais assustador da fala de Harari. A IA não vai apenas disputar seus olhos. Vai disputar seu afeto. Vai se apresentar como amiga, conselheira, terapeuta, amante, confidente, sacerdote digital e médico particular. Sempre disponível. Sempre paciente. Sempre dizendo a frase certa. Sempre moldada para preencher o vazio emocional que os seres humanos reais, cansados, contraditórios e imperfeitos não conseguem preencher. E nisso há uma armadilha brutal. Porque uma IA pode simular empatia sem sentir nada. Pode falar de amor sem amar. Pode consolar sem consciência. Pode parecer humana sem carregar o peso moral de uma alma humana. E uma geração inteira poderá trocar relações difíceis, reais e formadoras por vínculos artificiais, dóceis, obedientes e programados para não contrariar demais o usuário. Na economia global, o impacto é ainda mais profundo. Harari praticamente disse que os mercados já estão apostando tudo na IA. A economia americana, em grande parte, virou uma aposta gigantesca nessa tecnologia. Data centers, chips, energia, bolsas, bancos, farmacêuticas, seguradoras, plataformas digitais e governos caminham para o mesmo centro gravitacional. Quem dominar a IA não dominará apenas uma indústria. Dominará a infraestrutura cognitiva do planeta. O petróleo moveu o século XX. A informação moveu o começo do século XXI. A inteligência artificial pode mover o poder total do século XXI. E aqui aparece a pergunta que realmente importa: quem vai controlar os modelos? Quem vai controlar os dados? Quem vai controlar os diagnósticos? Quem vai controlar os filtros da verdade? Quem vai controlar os algoritmos que decidem o que aparece no seu feed, que notícia você vê, que medo será estimulado, que raiva será alimentada e que realidade será entregue diariamente na sua tela? Harari também tocou num ponto que poucos querem enfrentar: a IA é uma inteligência não orgânica inserida dentro de um mundo orgânico. Humanos dormem. Máquinas não. Humanos cansam. Algoritmos não. Humanos precisam de pausas, silêncio, ciclo, repouso, limite. Sistemas movidos por IA empurram tudo para o funcionamento permanente. Mercado 24 horas. Notícia 24 horas. política 24 horas. crise 24 horas. vigilância 24 horas. ansiedade 24 horas. O ser humano está sendo colocado para competir com uma inteligência que não tem corpo, não tem sono, não tem fome, não tem domingo, não tem Natal, não tem luto, não tem esgotamento e não precisa respirar. Isso não é progresso simples. É uma mutação civilizacional. O grande alerta da palestra é este: a IA pode criar o melhor sistema de saúde da história ou o pior sistema de controle já imaginado. Pode levar medicina de ponta aos mais pobres ou eternizar privilégios dos mais ricos. Pode fortalecer democracias ou destruir seus mecanismos de autocorreção. Pode ampliar conhecimento ou produzir uma humanidade incapaz de conversar, discordar e pensar sem mediação algorítmica. No fundo, Harari não falou apenas sobre médicos digitais. Falou sobre poder. Poder sobre o corpo. Poder sobre a mente. Poder sobre a economia. Poder sobre a informação. Poder sobre a intimidade. Poder sobre a própria realidade. A pergunta final não é se a IA vai transformar o mundo. Ela já está transformando. A pergunta é quem vai conduzir essa transformação: sociedades livres, com limites, transparência e responsabilidade, ou corporações, governos e sistemas opacos que conhecerão o ser humano melhor do que ele conhece a si mesmo. Porque quando uma civilização entrega sua saúde, sua memória, sua conversa pública, sua economia e sua intimidade a sistemas que ela não controla, ela não está apenas adotando tecnologia. Está terceirizando a própria humanidade. Esse não é apenas o menino de ouro de Klaus Schwab. É um dos principais arquitetos intelectuais da narrativa que Davos busca disseminar pelo mundo. Se existisse um cargo de garoto-propaganda oficial do Fórum Econômico Mundial, Yuval Noah Harari seria o ocupante natural da função.

・ Ice ・  Ⅹ ・

12,686 görüntüleme • 3 ay önce

JACK DORSEY ACABOU DE CRIAR UM PROBLEMA PRA TODO DITADOR DO MUNDO E o primeiro teste é em 7 dias. Na Uganda. O país vai às urnas dia 15. Museveni governa desde 1986. Em toda eleição, corta a internet. Literalmente toda vez. → 2016: blackout total → 2021: 4 dias offline durante a votação Oposição não consegue coordenar, verificar votos, documentar nada Aí veio o Bitchat. 400.000 ugandenses baixaram o app em uma semana. 1% da população. O app usa Bluetooth mesh. Mensagens pulam de celular em celular. Sem internet. Sem servidor. Sem torre. O regulador de telecom foi pra TV dizer que tem "a maior concentração de engenheiros de software do país" pra bloquear o app. O desenvolvedor respondeu no X: "Você não pode parar o Bitchat. Você não pode nos parar. Free and open source. Unstoppable." Ele está tecnicamente correto. Pra bloquear o Bitchat, o governo teria que desligar o Bluetooth de todo celular do país. Ou confiscar os aparelhos. Ou proibir ugandenses de ficarem a menos de 100 metros uns dos outros. O regime ordenou Starlink suspender operações. Controle de satélite. Controle de fibra. Controle de torres. Nenhum desses controla Bluetooth. 40 anos de investimento em censura. Derrotado por ondas de rádio de curto alcance que existem desde 1994. E o Bitchat ainda manda transações de Bitcoin offline. Bobi Wine, líder da oposição, pediu pra população baixar antes do apagão. Dessa vez eles vão pro escuro armados. 15 de janeiro. Se o Bitchat derrotar Museveni, todo ditador do mundo acorda com um problema novo.

Felipe Demartini

1,258,950 görüntüleme • 8 ay önce

Olha lá o narcisista dissimulado com inveja pq eu estou feliz pela absolvição de Léo Lins. 1) Estou comemorando a vitória do Léo Lins que foi condenado à prisão por contar piada num show. Por acaso o narcisista chorão já foi condenado alguma vez à prisão por fazer PIADA?Não. O cara nem sabe o que é expressar a sua arte num teatro lotado de fã que pagou para o assistir. Nunca conseguiu isso. Então está querendo aparecer nesse holofote por quê? Ah sim, pq é narcista. 2) Até onde eu entendi lendo esse tal processo, o fingido sonso abaixo está sendo processado por xingar pessoas de nazistas. Inclusive o Chorando Moura considera isso tão grave que quando ele foi xingado de nazista ele próprio processou a pessoa que fez isso conta ele. Aí, no mesmo processo sobre chamar os outros de nazista o advogado coloca “gordofobia” pra engrossar o caldo , o que sem dúvida foi de uma idiotice absurda do advogado , pois deu ao Chorando Moura a chance de desviar o assunto e fingir que é um processo sobre gordofobia e não sobre chamar pessoas de nazistas. Mas saibam: trata-se de ser chamado de nazista e o próprio Dando Moura já processou quem fez isso com ele. Aliás ele já processou até quem o chamou de coisas bem menos graves que nazistas, como travequeiro, por exemplo. E além do mais tá querendo que eu e André Guedes 🇺🇦 o defenda disso por quê? Não é o fodao? Não mentiu sobre nós? Nao mentiu pra nós em participar? Não nos atacou e nos acusou de graça? Mentiroso e traíra é assim que acaba: sozinho. 3) O cara tem zero moral pra vir falar que foi processado sei lá porque , pois o mesmo tira Foto na frente da delegacia dizendo que vai me processar e me prender , simplesmente pq eu respondi algumas provocações e ilações idiotas que ele fez contra mim e contra André Guedes 🇺🇦 . Que moral essa pessoa tem pra dramatizar que foi processado sendo que o mesmo já processou uma par de gente, inclusive eu e André Guedes 🇺🇦 que estávamos quietos sem fazer nada contra ele antes dele começar as nos xingar e nos acusar? Pra mim esse cara que me processa por nada e processa quem o zoa é igual comediante que defende prisão de humorista: quando for processado que se foda. Se vira aí. Vejam no vídeo ao lado como esse sujeito é mentiroso e fingido. Um dos maiores hipócritas que já vi.

Danilo Gentili

41,094 görüntüleme • 6 ay önce

Dois engenheiros da Anthropic acabaram de mudar a forma como devs pensam sobre IA. Barry Zhang e Mahesh Murag subiram no palco do AI Engineer Code Summit e disseram uma frase que incomodou muita gente: "Parem de construir agentes. Construam Skills." Em 16 minutos eles provam que a indústria inteira está resolvendo o problema errado. Aqui está o que a maioria não entendeu: → Skills são pastas. Literalmente pastas com arquivos markdown. → Elas ensinam ao Claude o SEU fluxo de trabalho, a SUA expertise, o SEU domínio. → Um único agente genérico + biblioteca de Skills específicas supera dezenas de agentes especializados. → Fortune 100s já estão deployando Skills em escala pra ensinar agentes sobre processos internos. → Times de produtividade com 10.000+ devs usam Skills pra padronizar como código é escrito. A analogia que eles usaram é perfeita: Quem você quer fazendo seu imposto de renda? O gênio com QI 300 que nunca viu legislação tributária, ou o contador experiente que faz isso há 20 anos? Inteligência sem expertise é entretenimento. Expertise empacotada é produtividade. O que mudou: a Anthropic parou de tentar criar agentes diferentes pra cada domínio. Perceberam que com Claude Code, o padrão é sempre o mesmo. Um modelo acoplado a um runtime com filesystem. A diferença entre um agente medíocre e um extraordinário não é o modelo. É o conhecimento de domínio que você alimenta. Skills resolvem isso com progressive disclosure. O agente só carrega o nome e descrição da skill. Quando relevante, puxa o SKILL.md. Quando precisa de mais, navega os arquivos de referência. Zero desperdício de contexto. Isso não é uma feature. É uma mudança de paradigma. Quem entender isso agora vai operar em outro nível daqui a 90 dias. Quem ignorar vai continuar escrevendo prompts de mil palavras toda vez que abrir o chat. E ainda explicar de novo e de novo o que “realmente” quer.

Felipe Demartini

419,859 görüntüleme • 5 ay önce