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Essa declaração de Tarcísio de Freitas é torpe e causa arrepios a qualquer pessoa que há um pingo de pensamento crítico e moral. O país está afundado em uma era autoritária e totalitária sem precedentes. Essas eleições regionais estão servindo como um tubo de ensaio para aquilo que será...

152,082 views • 1 year ago •via X (Twitter)

10 Comments

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Ale SBlack1 year ago

Torpe é cometer um crime e não poder se indignar, repudiar etc. Torpe são as pessoas acharem normal.

Lilian Maltês's profile picture
Lilian Maltês1 year ago

Menos Karina, em qquer país sério forjar documentos é crime, Tarcisio é o melhor governador do Brasil, vcs sempre atacando os próximos a Bolsonaro e alavancando 171, acontece q o povo já percebeu o lado q vcs jogam e com certeza não é a favor do Brasil.🤡

Paula Zanelli's profile picture
Paula Zanelli1 year ago

Se o Brasil fosse um país serio, não teríamos na presidência um ex presidiári0.. e corrupto Indignação é a palavra da população, que olha para um cenário que parece ficção, mas na realidade é uma arte de corrupção..

Rodrigo Lima's profile picture
Rodrigo Lima1 year ago

Insisto: depois da eleição do Bolsonaro, nossa Ditadura NUNCA MAIS permitirá que o Povo escolha quem ela não aprove. E o Povo Brasileiro só vai recuperar esse direito se o arrancar das mãos mortas e frias dela.

Jaqueline Iara's profile picture
Jaqueline Iara1 year ago

Se o Brasil fosse sério, Alexandre de Moraes estaria na cadeia há muito tempo.

FÁBIO, SOU BOLSOMINION E GABIZETE❤️🖤's profile picture
FÁBIO, SOU BOLSOMINION E GABIZETE❤️🖤1 year ago

Leve o Marçal pra sua casa, defensora de bandido!

Simone Leibovitz 🌊's profile picture
Simone Leibovitz 🌊1 year ago

Pablo Lamaçal já nasceu criminoso e continua... Defenda o certo.

Luciana Trigueiro's profile picture
Luciana Trigueiro1 year ago

Eu juro que fiquei confusa, vc está criticando o Tarcísio por achar que alguém que falsificar documentos pra acusar alguém de um crime porque pela lei usar drogas ainda é crime, tudo pra sedar bem em uma eleição mas errado é quem quer punição pra isso? O que está acontecendo?

Sheila Barrios's profile picture
Sheila Barrios1 year ago

Tarcísio está certo! E o seu candidato é um farsante!

🇧🇷HUGO CIDREIRA🇧🇷's profile picture
🇧🇷HUGO CIDREIRA🇧🇷1 year ago

@AbrahamWeint tem avisado faz tempo que o Tarcísio é um escroque. Tarcísio é do sistema até o talo, Temer na veia.

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Lula da Silva declarou nesta quinta-feira, 18 de julho - após a prisão de Bolsonaro - que será candidato à reeleição em 2026 e declarou: “Não vou entregar este país de volta àquele bando de maluco que quase o destruiu nos últimos anos. Fiquem tranquilos: eles não voltarão.” A fala, antecipa o enredo autoritário do próximo pleito brasileiro: Lula já deixou claro que não permitirá a alternância no poder - pilar básico de qualquer democracia. Não se trata de um mero “anúncio de candidatura”, mas sim de um aviso velado de que a máquina estatal está sendo preparada para garantir sua permanência no poder. O recado é claro: ou Lula vence, ou o sistema impede que alguém mais vença. Essa declaração, somada ao avanço da censura, perseguição judicial a adversários e submissão total das instituições, consolida a realidade de que o Brasil vive sob um regime totalitário onde as eleições ainda existem - mas o resultado já está definido. A tal “democracia” no Brasil de Lula virou um jogo de cartas marcadas - na boca dele, a vontade popular é apenas uma farsa decorativa: a decisão já está tomada nos porões sujos do sistema. O povo brasileiro está sendo feito refém de um projeto de poder criminoso, nefasto e irreversível, que jamais respeitou as regras do jogo - apenas se especializou em aparelhar as instituições, calar a oposição, reescrever as leis e blindar o ditador. Não há mais eleições, é tudo uma farsa. O que está em curso é uma manutenção forçada do poder pela mentira, pelo medo e pela manipulação institucional. E ele já avisou: “eles não voltarão.”! O verdadeiro golpista não está algemado. Está no poder.

Karina Michelin

170,343 views • 1 year ago

Ignorância pura de alguém que ironicamente construiu sua carreira sob a imagem do ser culto. E totalmente normal, não é? Ele torce para o Fluminense. Já foi até objeto de uma (ridícula) bandeira. Um clube que nasceu elitista, abraçou isso e se orgulha até hoje. E deve incomodar muito ver que o coirmão (e que ele juram que deve lhes algo- mais uma ignorância histórica), que tinha tudo pra ser igual a eles, decidiu seguir um caminho bem diferente. A origem não define ninguém. Você pode aceitar ela ou não. O Flamengo rejeitou ser mais um clube "fidalgo". O Flamengo desde o começo de aproximou do povo. Criou sua sede em um terreno que à época era nada mais que um mangue. Terreno esse que foi aterrado pelo povo. Povo que formou inclusive uma favela anexa à Gávea, de onde literalmente pularam o muro craques como Adilio. Favela essa que décadas depois foi retirada de lá por decisão governamental. Não do Flamengo. Desde as décadas de 20 o Flamengo passou a viajar pelo Brasil, estar em contato com o povo. Enquanto o time da colônia investe em marketing pra transformar em inclusão estratégias adotadas pelos portugueses para, em uma época que o amadorismo ainda prevalecia, obter vantagem esportiva, o Flamengo não precisa disso. A favela é Flamengo. O povo é Flamengo. E não é alguém que raramente deve pisar em uma e que torce para um time que se orgulha de ser de elite que vai mudar isso. A primeira Copa do Mundo que o Brasil acompanhou pra valer tinha dois grandes craques pretos: Domingos da Guia e Leônidas da Silva. Ambos do Flamengo. O último inclusive foi o melhor jogador e virou ídolo do Brasil. Para além do discurso, Flamengo esteve sempre presente. Populismo é você ser um time de colônia cuja torcida canta "silêncio na Favela" contra o Flamengo e fazer campanha para ser o "legítimo time do povo". Populismo é você endividar e acabar com seu clube pra passar a imagem de um clube olímpico, como aconteceu em Sydney, enquanto o Flamengo desenvolve há décadas um trabalho verdadeiramente olímpico junto à população. Flamengo não precisa de campanhas de marketing, frases estampadas em muros e de falas de quem mal sabe o que é uma favela para ser o que é. Flamengo é o time do povo. E não é o time do povo de UMA comunidade, de um bairro, de uma cidade ou estado. Flamengo é o time do povo do Brasil. Embora um torcedor do time da "fidalguia" e "garbo da mocidade" não aceite... O povo não é do Flamengo por populismo. Flamengo é que é do povo. Mas, sinceramente, alguém se surpreende de alguém com esse estereótipo querer ditar o que é certo ou errado em relação aos outros? Ainda quando esses outros literalmente são "outros" para ele? Não, né? Só existe um clube que incomoda tanto a ponto disso. O Flamengo... Aquele mesmo do asfalto, do morro, de Deus e do povo. #MundoBolaFlamengo por CT Paiva CT Paiva - UrubuClube 𓅐 #CRF #fluminense #vasco #pedrobial #corinthians #jucakfouri

Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro

16,889 views • 6 months ago

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 views • 9 months ago