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Ana Sayfaya Dön

Fux suspendeu decisão de Dino no STF e restaurou a de Mendonça no TSE, que havia ordenado a remoção de postagens mentirosas e enganosas associando Flávio Bolsonaro à ideia de tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. "O Plenário é, portanto, o destinatário comum das...

51,342 görüntüleme • 3 gün önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

A dois domingos da eleição, Flávio Dino derrubou neste domingo, 27 de setembro, uma decisão de André Mendonça, no Tribunal Superior Eleitoral, e determinou o restabelecimento de publicações que associavam Flávio Bolsonaro à retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. A informação que originou a controvérsia é falsa, e Mendonça havia classificado os conteúdos como “notoriamente inverídicos”. Mendonça havia determinado a remoção de 1.125 publicações que faziam a associação falsa entre Flávio e um antigo projeto para retirar o título da santa. O projeto foi apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli e arquivado em 2008 - não era de Flávio Bolsonaro. Mas Dino entrou em campo; a decisão nasceu de um pedido do humorista Antonio Tabet, que escreveu no X: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Como Tabet não escreveu nominalmente “Flávio Bolsonaro”, Dino sustentou que seria necessário presumir que a expressão se referia ao candidato e afirmou não enxergar “grau de certeza de ilicitude” suficiente para restringir a liberdade de expressão. E mandou restabelecer também as demais publicações excluídas pelo mesmo fundamento. Uma informação FALSA volta a circular em pleno período eleitoral por determinação de um ministro comunista do Supremo. A campanha de Flávio reagiu dizendo receber a decisão com “perplexidade” e acusou Dino de usurpar competência da Justiça Eleitoral. Qual é, afinal, o critério brasileiro para fake news? Durante anos, “desinformação” foi invocada para justificar remoção de conteúdos, bloqueios de perfis, multas e investigações de todos aqueles de direita. Agora, quando uma informação falsa atinge um adversário de Lula às vésperas da eleição, surge uma interpretação expansiva da liberdade de expressão para permitir sua circulação. Não se combate desinformação escolhendo quais mentiras merecem censura e quais merecem proteção constitucional. Ou a lei vale para todos - direita, esquerda, governo e oposição - ou não vale para ninguém. Às vésperas das eleições, a extrema esquerda quebra todas as regras e leis liberticidas que eles mesmos criaram.

Karina Michelin

28,649 görüntüleme • 4 gün önce

A cinco dias das eleições, o roteiro se repete. Paulinho da Força, aliado eleitoral de Lula em 2022, integrante do conselho político de sua campanha e personagem de uma relação de décadas, marcada por alianças, rupturas e reaproximações, pediu a Flávio Dino que retire Kassio Nunes Marques e André Mendonça da fiscalização da propaganda eleitoral no TSE e redistribua os processos hoje sob responsabilidade dos dois ministros. O pedido ainda será decidido, mas Paulinho pretende alterar justamente quem controla uma área sensível da eleição na última semana da campanha. Dias antes, o PT havia recorrido a uma estratégia semelhante: entrou na ADPF 1.178, ação sobre soberania e efeitos de atos estrangeiros que já estava sob relatoria de Dino, para pedir providências sobre suposta interferência estrangeira na eleição. Entre elas, investigação da PF e até buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede do PL. Agora, novamente, uma pretensão eleitoral de enorme alcance chega diretamente a Dino. E isso acontece logo depois de Luiz Fux questionar exatamente esse expediente no caso Nossa Senhora Aparecida: Antonio Tabet apresentou pedido incidental em processo já relatado por Dino, Dino derrubou decisão de André Mendonça, e Fux reagiu sustentando que o correto seria uma nova ação, submetida à distribuição. O quadro fica ainda mais perturbador porque Kassio Nunes, presidente do TSE, já denunciou ao presidente do STF “indevida sobreposição de competência” e “violação ao juiz natural”. Estamos diante de uma sucessão de manobras processuais, às vésperas das urnas, capazes de deslocar competências, derrubar decisões eleitorais e até tentar retirar dois ministros da fiscalização da propaganda. Chamar isso de golpe não é eufemismo; os fatos documentados mostram uma manobra clara: muda o pedido, muda o autor, mas o atalho processual volta a desembocar no mesmo gabinete de Flávio Dino, o aliado histórico comunista de Lula da Silva. Partiram, de fato, para o tudo ou nada!

Karina Michelin

28,018 görüntüleme • 3 gün önce

O Brasil acordou nesta quarta-feira, 9 de setembro, diante de mais uma cena jurídica inacreditável - Flávio Dino anulou a decisão de André Mendonça e mandou reintegrar Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Mendonça havia afastado os dois preventivamente na terça-feira, após apontar a produção e circulação de relatórios de inteligência apócrifos, sem assinatura ou timbre, com análises sobre sua atuação e a do advogado-geral da União. Também determinou investigações criminais e disciplinares. A Segunda Turma formou maioria de três votos pela manutenção do afastamento, mas Gilmar Mendes pediu vista antes da conclusão. Dino, porém, acolheu pedido de Andrei na PET 16.669 - sobre emendas destinadas ao filme “Dark Horse”, não na PET 16.662, que trata do afastamento. Alegou que o Partido Novo não teria legitimidade para pedir medida cautelar pessoal; que somente o Plenário poderia examinar o tema; e que Mendonça teria atuado como “juiz de si mesmo”. Também afirmou que Andrei apenas cumpria ordens de Alexandre de Moraes. Há duas distorções: Dino fala em “demissão de todo o corpo diretivo”, mas os 11 diretores apenas colocaram os cargos à disposição, sem saída automática. Também diz que Mendonça paralisou a inteligência da PF. Não foi isso: a restrição atingia relatórios destinados a analisar atos de magistrados, da advocacia pública e da própria polícia judiciária - justamente o material que desencadeou a crise. Dino ainda citou a reunião privada de Mendonça com Vorcaro para insinuar um agravante, embora dissesse não fazer “juízo de valor”. Criticou uma decisão monocrática com outra decisão monocrática, expedida em processo diferente, para devolver o poder aos alvos da apuração. Proibiu novas cautelares baseadas exclusivamente em atos praticados no “regular exercício” das funções e advertiu que resistir à ordem poderá configurar ilícito. Não existe hierarquia entre ministros do STF. Formalmente, são processos distintos; na prática, um ministro desfez a ordem do outro enquanto o colegiado que já formara maioria ainda não concluiu o julgamento. Esse é mais um escândalo jurídico!!!

Karina Michelin

20,529 görüntüleme • 23 gün önce

A Corte Suprema de Cassação da Itália julga neste momento, em Roma, o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil. O caso é considerado um dos processos políticos e diplomáticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos. Durante a audiência desta sexta-feira, 22 de maio, a defesa pediu o adiamento da decisão alegando necessidade de novos aprofundamentos sobre o estado de saúde da ex-deputada. O Ministério Público italiano se manifestou contra o pedido, e os juízes da sexta seção penal se retiraram em “camera di consiglio” - sessão reservada de deliberação interna da Corte. O julgamento ocorre após a Corte de Apelação de Roma já ter autorizado a extradição em decisões anteriores, rejeitando os argumentos da defesa, que sustenta que Zambelli sofre perseguição política no Brasil, não teve julgamentos imparciais no STF e corre riscos dentro do sistema prisional brasileiro. Mas o ponto central é que, mesmo se a Corte confirmar hoje a extradição, o processo ainda não estará encerrado. Após a decisão judicial, o caso seguirá para o governo italiano. A palavra final ficará nas mãos do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, integrante do partido Fratelli d’Italia, fundado pela primeira-ministra Giorgia Meloni. Nordio terá até 45 dias para decidir se autoriza ou não a entrega de Zambelli ao Brasil. Mesmo em caso de parecer favorável do governo italiano, a defesa ainda poderá recorrer ao Tribunal Administrativo Regional da Itália e pedir a suspensão provisória da extradição até o julgamento final do recurso. Nos bastidores jurídicos italianos, porém, existe a avaliação de que esse caminho teria poucas chances de sucesso, já que a decisão do ministro é considerada um ato político discricionário do governo. Além da confirmação da extradição, a Justiça italiana também pode negar o pedido brasileiro ou determinar que o processo retorne à Corte de Apelação de Roma para nova análise. Zambelli está presa há quase dez meses no complexo penitenciário de Rebibbia, em Roma. Após meses de disputas judiciais, recursos e pressão política, o caso entra agora em sua fase mais decisiva.

Karina Michelin

24,509 görüntüleme • 4 ay önce

A Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino nesta quinta-feira, 10 de setembro, ganhou um elemento comprometedor para o próprio ministro. Segundo a Veja, a PF apreendeu na casa de Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, uma declaração juramentada de quatro páginas em que ela relata três abordagens para que fizesse delação premiada contra Flávio Bolsonaro. Karina afirma que Fernando Sarney a procurou em maio, ofereceu apoio jurídico, disse ter “grande proximidade” com Flávio Dino e que poderia ajudá-la caso tivesse interesse em delatar. Sarney nega o episódio. A própria Karina ressalva que não tem elementos para afirmar que Dino soubesse ou participasse daquele contato. Mas o relato seguinte é ainda mais grave. Em 27 de agosto, um pastor, segundo ela próximo de integrantes do governo federal e ministros do STF, teria transmitido um recado: se fizesse delação, “nada ocorreria” e ela não seria alvo de operação policial. Um jornalista também teria sugerido que, sem colaboração, ela poderia sofrer medidas judiciais. Karina registrou por escrito o temor de sofrer uma operação como “retaliação política”. E então veio a sequência: em 3 de setembro, Flávio Dino assinou, sob sigilo, a decisão que autorizou buscas contra ela. A ordem determinava que o sigilo só fosse levantado após o cumprimento das diligências. 27 de agosto: “delate e você não será alvo de operação”. 3 de setembro: Dino autoriza secretamente a busca. 10 de setembro: a operação acontece. Agora STF e PF precisam responder: quem sabia antecipadamente que Karina seria alvo? Quem tinha acesso a uma ordem sigilosa? E por que, depois de ela rejeitar a delação, aconteceu exatamente aquilo que lhe disseram que poderia acontecer? A assinatura da operação é de Flávio Dino. O que falta descobrir é quem sabia antes - e quem usou esse conhecimento para pressionar uma investigada.

Karina Michelin

59,741 görüntüleme • 22 gün önce

NOVAMENTE... O Chiquini está pedindo boicote ao canal Iron Talks porque o Sestaro não chamou o Lula de corrupto abertamente. PORQUE isso seria crime. Precisamos ter honestidade nessa conversa. Se o SESTARO falasse isso em canal aberto, no tom direto e sem filtro, ele estaria exposto de forma muito diferente. Incomodaria a esquerda, daria munição para denúncias e, sim, poderia virar processo. Antes de tudo, o Sestaro teve que pensar nisso. Não é estar do lado do Lula. É cálculo de sobrevivência. O próprio Chiquini deu um exemplo recente: uma colega procurou a opinião e a ajuda dele justamente por causa de opiniões publicadas aqui no X, que teriam motivado ameaças e etc. Quantas pessoas por aí não estão sendo processadas por causa do que postaram? E quem paga a conta? Advogado, custas, tempo, desgaste. Ninguém. Eu gosto do Chiquini. Não vou jogar pedra nele aqui. Mas a situação com o Sestaro não precisava ter chegado nesse ponto, e até agora não entendi por que chegou. Pedir o cancelamento de um canal que é também fonte de renda de alguém é loucura e passa dos limites. Não digo isso por amizade com o Sestaro, afinal, eu nem sei o perfil dele aqui no X, só entrei na página do Iron Talks ontem. Digo porque a gente tem que prestar atenção para não atrapalhar a vida de quem vive do que produz só porque discordamos de uma postura. O bom senso precisa reinar, sempre! Eu penso que... Chiquini chamar o Lula de ladrão (ou qualquer outra pessoa) é uma coisa. O Sestaro fazer o mesmo é outra. Chiquini é advogado, tem respaldo no meio jurídico, conhece o direito de verdade e tem networking que permite ir mais longe. Outros não têm. Existe uma diferença real entre quem pode falar quase qualquer coisa e quem precisa calibrar o que diz, porque quando o processo chegar nenhum político vai pagar a conta. Perguntem ao Jeffrey Chiquini quanto custa uma defesa DELE desse tipo. A maioria das pessoas no X não tem condições de bancar um custo assim. O Sestaro está sendo mais cauteloso com o Lula justamente porque sabe o momento delicado que estamos vivendo e porque estaria falando diretamente do Lula. Isso não é ser de ESQUERDA. É responsabilidade com o próprio canal e com quem depende dele. Espero que as coisas se acalmem, que o Chiquini e o Sestaro se entendam e que a gente pare de transformar divergência de estilo em pedido de boicote contra PESSOAS. Não é assim que se constrói nada de bom. Abraço aos dois! 🤝🏻🇧🇷 Vamos ARRUMAR O BRASIL!

Ualifi Araújo

44,919 görüntüleme • 1 ay önce

🚨 SAQ - que tipo de treino é esse Não é tática. Não é condução com bola. Não é corrida contínua. É preparação física específica de futebol: velocidade, agilidade e rapidez. Isoladas. ### O que é Circuito segmentado com cones. Cada faixa trabalha uma qualidade neuromuscular. Oito blocos: agilidade, velocidade, aceleração, stamina, flexibilidade dinâmica, força, potência e mudança de direção. Setup mínimo. Fácil de copiar. Lugar na semana: pré-temporada, aquecimento estruturado ou bloco isolado de físico. Não no treino tático principal. ### Por que separado da bola Mais repetições de qualidade. Sem a decisão tática atrapalhando o gesto puro. É a mesma lógica desta série: primeiro o estímulo isolado. Depois bola, oposição e contexto. ### Onde isso segura o que já pesquisamos Controle orientado pede corte e reaceleração. Sem COD, a leitura certa chega atrasada. Half-space pede ataque ao espaço no metro certo. Isso é aceleração de 5 a 15 metros. Timing de ruptura pede sair do quase parado para a velocidade máxima. É a partida deitada: recuperação e explosão. Contrapressão vive em 5 a 6 segundos. Isso é RSA. Os shuttles treinam exatamente isso. O fast attack 2v2→3v2 do Dubai FC dura 3 a 6 segundos. Sem potência, a decisão não vira ação. A ponte mais clara é a ativação por estações do Sporting CP. Mesmas qualidades. Lá, circuito contínuo. Aqui, faixa por faixa, para ensinar. ### Os recortes SAQ não inventa conceito novo. Explicitar a camada que sempre ficou implícita. A ressalva é a de sempre: pouca bola. Futebol junta percepção, decisão e ação no mesmo segundo. Isolar é necessário. Sozinho, não basta. ### Leitura Half-space, ruptura e contrapressão não são só ideia. São aceleração, corte, potência e repetição de esforço. A tática descreve o que fazer. O SAQ decide se o jogador chega a tempo. Seu microciclo tem bloco de motor ou só jogo posicional? 👇

Football On

480,067 görüntüleme • 10 gün önce

- Discurso de Ódio Que Pode: Quando o Sistema Escolhe Seus Alvos - Recentemente, o governador da Bahia afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores deveriam “ir para a vala”. Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu. - Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como “ameaça à democracia”. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito. - Agora imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido, ou usasse a palavra “vala” em qualquer contexto. Seria manchete, seria prisão, seria processo por “discurso golpista” e “incitação ao ódio”. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema, só há repressão quando o alvo é a oposição. - Esse tipo de discurso, vindo de uma autoridade de Estado, não apenas normaliza o ódio como incentiva o pior: a violência política, o assassinato moral e até físico de quem pensa diferente. É a institucionalização da barbárie com o verniz de “liberdade de expressão progressista”. - Quando se permite que se deseje a morte de opositores impunemente, o que mais pode ser permitido? O que mais pode vir à tona com a conivência de quem deveria conter o extremismo, e não alimentá-lo? - A verdadeira ameaça à democracia não está em frases de WhatsApp ou em manifestações populares. Está no alto da cadeia de poder, onde os que gritam por “tolerância” e “combate às fake news” são os mesmos que, na prática, incitam o ódio, mentem descaradamente e permanecem blindados por um sistema que escolheu lado.

Jair M. Bolsonaro

837,559 görüntüleme • 1 yıl önce

Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

Karina Michelin

46,746 görüntüleme • 2 ay önce