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GOVERNO LULA INVENTA NARRATIVA E TENTA CRIAR CRISE COM OS EUA A verdade é simples: o governo brasileiro mentiu. O diretor da Polícia Federal mentiu. Lula mentiu. Disseram que houve cooperação internacional no caso Ramagem: não houve. Disseram que houve expulsão: não houve. Se o delegado Marcelo Ivo voltou...

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O regime Lula correu para comemorar o decreto de Donald Trump como se fosse uma “grande vitória diplomática”. Ministros postaram celebrações apressadas, perfis oficiais repetiram slogans e parte da imprensa embarcou no oba-oba. Mas bastou Demétrio Magnoli, na GloboNews, ler o decreto para desmontar toda a fantasia. Um banho de realidade que desmonta a euforia dos incautos - e expõe quem comemorou sem sequer abrir o PDF. Magnoli explicou o básico, o óbvio, o aritmético: não há nada a celebrar. Ao contrário - o Brasil sai mais prejudicado que favorecido. O decreto de Trump elimina a tarifa de 10% para TODOS os países em uma longa lista de produtos. Mas o Brasil não estava nesse patamar: já era taxado em 50% - 40% extras resultantes da chamada “tarifa Moraes”. Com o novo decreto, o mundo inteiro passa a pagar 0%, enquanto o Brasil segue arcando com 40%. Ou seja: não houve benefício para o Brasil; houve aumento da desvantagem competitiva e o prejuízo relativo ficou MAIOR. Magnoli explicou ainda que essa medida não tem absolutamente nada a ver com as negociações bilaterais entre Trump e Mauro Vieira. É uma decisão interna dos EUA, focada na inflação doméstica e no barateamento de insumos. Nada, zero, nulo, sobre Lula, Itamaraty ou “virar a página”. A narrativa do regime de que “Trump recua diante do Brasil” - é puro delírio diplomático. E mais: os argumentos usados pelos ministros para tentar sustentar a comemoração também não se sustentam. O fato de a carne brasileira competir em categorias diferentes da argentina é verdadeiro, mas não tem relação com a retirada dos 10%. O fato de o café brasileiro não ter substituto em volume no mundo também é verdadeiro, mas não muda nada na estrutura tarifária alterada por Trump. A esquerda brasileira comemorou antes de ler, celebrou antes de calcular e agora tenta apagar os posts para não passar vergonha. Quem olha os fatos - não os slogans - sabe: não houve vitória diplomática; houve delírio político. E a reação do governo só confirma o óbvio; o regime perdeu o senso de realidade.

Karina Michelin

130,526 Aufrufe • vor 10 Monaten

Lula acaba de triplicar a aposta no confronto com os Estados Unidos e fez isso recorrendo ao seu truque mais gasto: fingir que não entende a gravidade da crise que ele próprio ajuda a incendiar. Lula afirmou que o Brasil “não pode aceitar” o tratamento dado por Washington, atacou diretamente o secretário de Estado americano, Marco Rubio, chamando-o de “latino-americano frustrado”, e ainda tentou vender a fantasia de que, apesar das agressões verbais, deseja “fortalecer” a relação com os Estados Unidos. A contradição não é apenas embaraçante; é quase caricata. Não se fortalece uma relação diplomática insultando uma das principais autoridades do governo americano, muito menos transformando uma crise comercial, política e institucional em espetáculo ideológico.Também não se defende a soberania nacional com bravatas destinadas a agradar a própria militância enquanto o país mergulha em insegurança jurídica, perda de credibilidade e desgaste internacional. Lula ataca os Estados Unidos, provoca Marco Rubio, alimenta a narrativa de confronto e, depois, apresenta-se como vítima de uma agressão externa. É a velha tática de Maduro: cria-se o incêndio, aponta-se para a fumaça e acusa-se o adversário de estar queimando a casa. Os Estados Unidos não estão olhando apenas para o discurso de Lula. Estão observando o ambiente institucional brasileiro, a perseguição política, a censura, o tratamento dado a empresas americanas, o avanço da influência chinesa e a deterioração da segurança jurídica no país. Enquanto Lula tenta vender a ideia de que está defendendo o Brasil, quem pode acabar pagando a conta é o próprio brasileiro. Lula não está defendendo a soberania nacional; está usando a soberania como escudo retórico para esconder a própria irresponsabilidade. O Brasil precisava de prudência e recebeu Lula, um revolucionário que insiste em desafiar o “império ianque”. A história mostra que confrontos dessa natureza costumam produzir consequências que vão muito além dos discurso - isso não tende a terminar bem.

Karina Michelin

37,832 Aufrufe • vor 3 Monaten