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Ana Sayfaya Dön

Lula acaba de triplicar a aposta no confronto com os Estados Unidos e fez isso recorrendo ao seu truque mais gasto: fingir que não entende a gravidade da crise que ele próprio ajuda a incendiar. Lula afirmou que o Brasil “não pode aceitar” o tratamento dado por Washington, atacou...

37,832 görüntüleme • 3 ay önce •via X (Twitter)

30 Yorum

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Julio Diniz3 ay önce

As únicas diferenças são o idioma e o bigode!

Ana Ligia Porto profil fotoğrafı
Ana Ligia Porto3 ay önce

Acredito que este video não cairá em esquecimento nas terras dos yankees. Achei isto muito grave por ter sido postado pelo Irã. Que silêncio é este no Brasil? Quem deu ao Irã legitimidade de fazer um video de tal gravidade geopolítica? Não é estranho isso?

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Nil Viana3 ay önce

Ficou magoado pq mexeram com as crianças. "Nossos criminosos"

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Ronaldo Santos Netto3 ay önce

O amigo dele fez isto

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Tio Chico3 ay önce

@Jussara01640931 @LulaOficial Marco Rúbio gosta da América latina e do Brasil. Ele não gosta de vc 🫵. E na sua visão medíocre você não está pavimentando o futuro. Já que MARCO RUBIO está com 60% de chance de ser o novo presidente americano.

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Kiki3 ay önce

@livioluizso

SERGIO A. FERNANDES profil fotoğrafı
SERGIO A. FERNANDES3 ay önce

@ZaniniLi É um DESCONDENADO, ridículo, retrogrado. Com ele o Brasil perdeu décadas de desenvolvimento, regrediu em todos os indicadores econômicos, de saúde, de segurança pública, de educação. Só cresceu com ele os escândalos de corrupção. O Brasil não merecia isso.

Perspectiva profil fotoğrafı
Perspectiva3 ay önce

@marbr Ele hostilizou os EUA a vida inteira, agora está ofendendo a alta cúpula do governo americano. Ele não percebeu que ele é um zero à esquerda na geopolítica internacional. É visto como criminoso é corrupto. O desespero dele é evidente.

Antonio Pereira profil fotoğrafı
Antonio Pereira3 ay önce

Eu também acho que o Brasil não deve aceitar. Declare logo uma guerra contra os EUA, Lula... 😃

🅣🅘🅐🅒🅡🅘🅢 🚩Carvalho🚩 profil fotoğrafı
🅣🅘🅐🅒🅡🅘🅢 🚩Carvalho🚩3 ay önce

Mas quem articula contra o Brasil são os Bolsonaros.

sanhaçocensurador2 profil fotoğrafı
sanhaçocensurador23 ay önce

O Trump não precisa xingar o cachaceiro não. Basta com bons modos dizer a VERDADE!

Vilfram Teixeira Torquato profil fotoğrafı
Vilfram Teixeira Torquato3 ay önce

Bravateiro, sem autonomia governamental, faz o que o grupo comunista que o apoia determina. É um fantoche, nas mãos dos corruptos, instalados em Brasília, sendo manipulado por pilantras diversos, com objetivo de continuar enganando o povo, os empresários e governos estrangeiros.

Não binário político: não petista ou bolsonarista. profil fotoğrafı
Não binário político: não petista ou bolsonarista.3 ay önce

Lula fala para sua bolha, seu cercadinho, na sua campanha (antecipada) para a reeleição. Lula sabe que Rubio e Trump don't give a shit para suas bravatas.

Glauce 🇧🟩🟨🟦🇧🇷 profil fotoğrafı
Glauce 🇧🟩🟨🟦🇧🇷3 ay önce

Ele conhece bem o golpe já que Lula e os companheiros deles quiserem implementar no Brasil a ditadura do proletariado.

Patriota2🇧🇷🇺🇸🇮🇱 🟩🟨🟦 profil fotoğrafı
Patriota2🇧🇷🇺🇸🇮🇱 🟩🟨🟦3 ay önce

Estamos assistindo os últimos espasmos de um político moribundo...

Luiz Milfont 🇧🇷🇺🇸🇮🇱🇬🇧🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 profil fotoğrafı
Luiz Milfont 🇧🇷🇺🇸🇮🇱🇬🇧🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿3 ay önce

É a cartilha do filme "O Rato que Ruge" - onde um país quebrado resolve declarar guerra aos EUA para que o presidente pose como herói.

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Evandro Vettorello3 ay önce

O cara está entrando na vibe dos últimos dias do Maduro....é berro em cima de berro....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Rô.B3 ay önce

Veja as articulações por trás do Mauro Vieira . A China controla o Suriname economicamente.

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DAGMAR3 ay önce

Ate alguns amigos seus pensam diferente!!!!!! 🤮

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ronald27.base.eth3 ay önce

O próximo discurso será igual a este... O resto nós sabemos! 😂😂

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Carlos Scigliano 🇧🇷 SDV3 ay önce

O @JoeBiden brasileiro ficou "BIRULEIBE", diria Igor Guimarães

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Helena Nascimento3 ay önce

Ne porque tá difícil pra esse criminoso...🤔

Cassius 🇧🇷🚩 profil fotoğrafı
Cassius 🇧🇷🚩3 ay önce

Ficou puta porque o Lula peita e ganha sempre do Trump? Ficou puta porque Lula é presidente e não uma vadia rampeira dos Estados Unidos? Se fode aí de raiva gada.

Júlio Cumuru 🇧🇷 profil fotoğrafı
Júlio Cumuru 🇧🇷3 ay önce

@ZaniniLi Mr. President Trump, I think Lula wants to sing 'Imagine'."

Mauro Wellisch profil fotoğrafı
Mauro Wellisch3 ay önce

Só Trump salva o Brasil desse monstro, e a ditadura implementada por ele🙏🏻🇺🇸

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Newton3 ay önce

@RosaneBonoro Esse imbecil é um pária internacional.

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Jussara3 ay önce

@Caverna1617039 O velhote maluco quer ganhar a eleição e pra isso pode até destruir o país e sua economia. Desde q ele e seus capitães cuecas estejam no poder

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Fernando Lopes3 ay önce

@Lfcf142Corra Um decrépito que só fala asneiras

Fabi Campos 🟩🟨🟦 profil fotoğrafı
Fabi Campos 🟩🟨🟦3 ay önce

Ele está doido para cravar um pênalti na esperança que o TSE cace a candidatura dele para ele sair sem precisar perder e gritando "golpe".

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Glauco Rocha3 ay önce

Para o Lula que não tem nada a perder, ele decreta estado de sítio e insegurança institucional, cancela as eleições e fica no poder até quando ele quiser e isso é previsto na constituição.. simples assim!!!!

Benzer Videolar

Mauro Vieira acaba de oferecer uma das explicações mais convenientes - e mais irresponsáveis - para o fracasso diplomático do governo Lula. Segundo a declaração do chanceler, nesta quinta-feira, 16 de julho, o que incomoda Donald Trump é o fato de o Brasil não ter se “curvado” às pretensões americanas. Não, ministro! O que deveria incomodar os brasileiros é ver o país sair de uma negociação com uma tarifa de 25% sobre milhares de produtos, bilhões de dólares em exportações ameaçados e empregos brasileiros colocados em risco - enquanto o Itamaraty tenta transformar derrota em “ato de bravura”. Soberania não significa levantar da mesa sem acordo e depois entregar a conta ao trabalhador, ao produtor e ao empresário. Defender o Brasil até o final, exige competência para negociar, apresentar soluções, construir alianças e impedir que divergências diplomáticas terminem em punições econômicas. A investigação da Seção 301 não surgiu ontem nem se limitou a uma única exigência política. Durante aproximadamente um ano, Washington apresentou questionamentos sobre comércio digital, Pix, tarifas, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e política ambiental. O governo brasileiro sabia exatamente o que estava em jogo. Agora, depois de fracassar em impedir o tarifaço, Mauro Vieira tenta reduzir tudo a uma narrativa infantil - de um lado, os Estados Unidos exigindo “capitulação”; do outro, Lula defendendo heroicamente a “soberania nacional”. Isso é propaganda para esconder incompetência. O próprio governo americano afirma que Lula não negociou de boa-fé e colocou o ego acima dos interesses do povo brasileiro. O Itamaraty responde com bravatas, mas quem sofrerá as consequências não será Mauro Vieira, Lula ou qualquer ministro protegido pelo salário público. Serão os trabalhadores das empresas atingidas, os produtores que perderão competitividade e as famílias que dependem dessas exportações. Um governo sério não confunde diplomacia com palanque eleitoral e não usa a palavra “soberania” como escudo para fugir da responsabilidade. O Brasil não precisava se curvar aos Estados Unidos. Precisava negociar com inteligência, e nisso o governo Lula fracassou.

Karina Michelin

56,636 görüntüleme • 2 ay önce

O verdadeiro objetivo de Lula na Casa Branca A visita de Lula à Casa Branca não foi um encontro entre aliados. Foi a fotografia de um momento em que o Brasil aparece como peça de um jogo maior, não como jogador. Por trás das imagens cordiais, das frases ensaiadas e da tentativa da militância de vender a reunião como uma grande vitória diplomática, o que se viu foi outra coisa: um presidente enfraquecido, acuado internamente, tentando negociar espaço diante de uma potência que já reorganiza o hemisfério com outra lógica de poder. O primeiro ponto é esse. O encontro não produziu o tipo de desfecho que se esperaria de uma visita realmente bem-sucedida. Não houve coletiva conjunta. Lula falou sozinho depois, em ambiente controlado. Mesmo nesse ambiente, não conseguiu entregar a sensação de resultado concreto. E isso importa porque a própria forma do encontro já dizia muito sobre a relação entre os dois lados. Não havia simetria. Havia necessidade de um lado e cálculo do outro. Para entender o que estava em jogo, é preciso olhar o tabuleiro maior. O mundo entrou num processo de desglobalização. A força de um país já não depende apenas de PIB nominal ou de comércio espalhado pelo planeta. Depende de independência produtiva, cadeias resilientes, minerais estratégicos, energia e controle regional. É nesse contexto que os Estados Unidos, sob Trump, passam a reorganizar sua estratégia para a América Latina. E o Brasil entra nesse mapa não por afinidade ideológica com Lula, mas por interesse material. O interesse tem nome: terras raras. O Brasil tem reservas gigantescas desses minerais, fundamentais para semicondutores, defesa e tecnologia avançada. Trump não recebeu Lula por simpatia. Recebeu para negociar acesso, influência e alinhamento num momento em que cada grama de neodímio, térbio e praseodímio passou a valer como ativo geopolítico. É isso que explica o encontro. Lula foi à Casa Branca não como líder de um projeto soberano, mas como alguém tentando vender utilidade num momento em que seu poder interno se deteriora. E aí entra o ponto mais humilhante para o governo. Lula não chegou forte a Washington. Chegou enfraquecido. As pesquisas o mostram em queda, a rejeição cresce, o Senado derrubou a indicação de Messias, a Câmara derrubou o veto à dosimetria e Flávio Bolsonaro aparece forte até em levantamentos que tradicionalmente erram a favor da esquerda. Ou seja, Lula chega à Casa Branca com a autoridade corroída, tentando ganhar tempo. Foi nesse contexto que ele entregou a Trump a lista das autoridades brasileiras barradas pelos Estados Unidos e pediu pelos vistos. Associou isso à dosimetria e, sem perceber, revelou demais. Revelou que a pressão americana tem preço. Revelou que o governo brasileiro tenta usar a redução de penas dos perseguidos políticos como moeda para aliviar a pressão diplomática. Revelou, no fundo, que o discurso de soberania termina quando o regime precisa negociar a própria sobrevivência. O ponto mais importante, porém, não está no eventual efeito eleitoral da visita. Não é isso que define o jogo. O ponto central é outro: até que ponto Lula conseguirá convencer Trump de que pode ser útil o bastante para que os Estados Unidos reduzam a pressão por eleições mais limpas, por fim da censura e por contenção da perseguição política à direita. Esse é o verdadeiro eixo da reunião. O problema não é a fotografia. O problema é o que pode ter sido negociado em silêncio durante essas três horas. Por isso, vender esse encontro como sucesso é falsificar o que aconteceu. O que houve foi um presidente ideologicamente alinhado ao eixo chinês, historicamente hostil a Trump, chegando à Casa Branca com o pires na mão, oferecendo minerais, mercado e interlocução em troca de fôlego político. O Brasil apareceu, mais uma vez, como território de disputa. E Lula apareceu como alguém disposto a negociar qualquer coisa para preservar o aparelho que mantém de pé o regime de censura e perseguição política no país.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

51,912 görüntüleme • 4 ay önce

“Momento errado dessa nota”, diz Ana Flor sobre a defesa da Venezuela contra os Estados Unidos feita pela Comissão Executiva Nacional do PT. “Agora, a gente precisa lembrar que o PT reconheceu a vitória de (Nicolás) Maduro, e o governo Lula não. Há uma diferença, mas é o partido de Lula com um novo presidente apoiado por Lula, e vem num momento em que não ajuda na relação que (o ministro das Relações Exteriores) Mauro Vieira quer construir.” “E eu tendo a achar que não foi só a nota. O discurso do presidente da República, hoje no PCdoB, foi neste mesmo tom”, acrescenta Maria Cristina Fernandes, lembrando que Lula afirmou que o povo venezuelano é “dono do próprio nariz”, e Octavio Guedes analisa que o presidente “está arriscando uma linha de que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa: ‘Vamos negociar com os Estados Unidos, mas vamos manter uma posição histórica do partido de defender a não ingerência de outros países’. Porque, vamos e voltamos, é mesmo um absurdo um país admitir que está usando o seu serviço secreto para derrubar um presidente, por mais ditador que ele seja, por mais fraudada que seja a eleição. Lula está marcando uma posição, e a gente pode discutir se é conveniente ou não neste momento.” “Esse é o meu ponto. No dia de hoje, a nota e essa declaração me parecem um erro estratégico”, arremata Natuza Nery. ➡ Assista à #CentralGloboNews: #GloboNews

GloboNews

42,777 görüntüleme • 11 ay önce

Nesta segunda-feira, 20 de julho, durante a Convenção Nacional do PDT, realizada em Brasília para oficializar o apoio do partido à sua candidatura à reeleição, Lula afirmou que “não temos o direito de perder essas eleições”, declarou que “não temos o direito de permitir” que seus adversários voltem ao poder e chamou de “traidores” os brasileiros que viajaram aos Estados Unidos para defender medidas contra o governo brasileiro durante a crise diplomática entre os dois países. Horas antes dessa declaração, os Estados Unidos divulgaram um relatório sobre Cuba que menciona Lula, o PT, o Foro de São Paulo - organização fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 - e outras lideranças da esquerda radical latino-americana. Ao mesmo tempo, Daniel Ortega anunciava o fim das eleições na Nicarágua, enquanto Gustavo Petro declarava que não reconhecerá o resultado da eleição presidencial colombiana. É justamente nesse cenário que Lula abandona qualquer discurso de moderação e afirma que o Brasil “não tem o direito de perder essas eleições”. E vai além - diz que “não temos o direito de permitir” que seus adversários retornem ao poder, afirma que “antigamente traidor era enforcado” e chama de “traidores” brasileiros que buscaram apoio nos Estados Unidos. A disputa política deixa de ser tratada como uma competição democrática e passa a ser apresentada como uma batalha em que a derrota simplesmente não pode acontecer. Enquanto Lula faz esse discurso inflamado sobre “traidores” e afirma que o Brasil “não pode perder” as eleições, quem aparece ao seu lado no palco é Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência, que deixou o cargo em meio ao escândalo das fraudes bilionárias nos descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS. Um governo que se apresenta como defensor da “moralidade”mantém ao seu lado um dos principais nomes associados ao maior escândalo da Previdência. Lula, o Foro de São Paulo e seus aliados mais radicais atravessam um dos momentos mais difíceis de sua história. Diante desse cenário, Lula parte para o tudo ou nada. Que a população brasileira desperte antes que seja tarde demais.

Karina Michelin

18,298 görüntüleme • 2 ay önce