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⚡ Incidentes em Nápoles: adeptos em confronto! Miguel e Rui Borges comentam sem filtros! 👉 #Rapaziada1906 #RPZD1906 #SportingCP #SomosOsMaiores #SportingSomosNós #Bicampeões #Dobradinha

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"(...) Quaresma não pode parar, não sei se parou por estarmos a ganhar 2-0 (...)" 🗣️ Comentário de RUI BORGES à exibição de Eduardo Quaresma, após o CFEA 2-2 Sporting O desempenho de Quaresma na partida: 📌 Foi a par de Altimira o jogador em campo com mais acções defensivas (14) 📌 Somou, ainda com 0-0 no marcador, 2 cortes considerados decisivos ou seja, acções defensivas que evitaram ocasião flagrante/golo 📌 Foi aliás o jogador com mais cortes/alívios na partida (9) 📌 Foi também o jogador com mais duelos aéreos defensivos, tanto em disputados (7) como ganhos (5), algo que até costuma ser o seu ponto fraco 📌Foi (de longe) jogador com mais metros acumulados em progressão com bola (245m) 📌Fez ainda o passe para 1 das 4 ocasiões flagrantes desperdiçadas pelo Sporting 📌 Quaresma terminou com um rating de 7.3, o segundo melhor da partida, atrás apenas de Zalazar (8.0), o nosso MVP #AntunesComenta : Mais difícil do que compreender a dissonância entre o impulso de RB em personalizar a crítica VS o contributo do jogador em causa para que o resultado não fosse ainda pior para a sua equipa, é descobrir o que imagina atingir de positivo um treinador com um considerando irónico deste tipo, em termos de motivação do grupo comandado e do jogador-alvo. Sendo isso tema que salta do domínio dos dados/factos para o território da psicologia e liderança (ou falta dela), os dados (e o jogo observado) não deixam dúvidas: Quaresma foi fundamental para evitar um desaire ainda mais pesado para os leões #GoalPointFacts #SportingCP #CFEASCP

GoalPoint

120,988 views • 9 days ago

A mudança de perfis no corredor central do Sporting deverá elevar o nível da equipa na pressão, sobretudo em zonas altas do terreno. Doumbia, Silas e Altimira acrescentam outra capacidade física, intensidade e agressividade nos timings dos saltos de pressão, permitindo uma abordagem muito mais eficaz. Doumbia, em particular, oferece ainda a versatilidade de fechar tanto no corredor central como no lateral, dando maior flexibilidade. Sempre que surge um indicador de pressão, como um passe para trás ou para o lado, a equipa consegue acelerar de imediato sobre o portador, pressionando as costas dos adversários com muito mais intensidade. Este tipo de perfis favorece claramente a ideia de Rui Borges, baseada em referências individuais, porque permite chegar mais rápido aos duelos e sustentá-los com maior agressividade. Gostei igualmente da articulação entre extremo e médio. Muitas vezes, o extremo responsável por fechar a largura, neste caso, Doumbia, abria ligeiramente o posicionamento para preparar o salto ao lateral adversário. Esse movimento libertava espaço no corredor central, mas Silas e Altimira revelaram sempre excelente leitura para o ocupar através das coberturas. No lado contrário, o médio mais distante fechava por dentro, impedindo mudanças de centro de jogo e protegendo o espaço interior. Também se destacaram as constantes passagens de marcação. Sempre que um médio abandonava a sua referência inicial para pressionar outra, o colega compensava imediatamente, percorrendo muito espaço com grande velocidade para manter as referências controladas. Essa capacidade física e a rapidez nos deslocamentos permitem que a equipa mantenha a pressão organizada sem perder equilíbrio. É precisamente aqui que acredito que o Sporting vai crescer. As coberturas da linha média sobre a primeira linha e sobre os extremos serão muito mais agressivas, e a pressão em referências individuais terá todas as condições para ser significativamente mais criteriosa, sobretudo no corredor central.

Sporting Things

14,118 views • 27 days ago

Resgatando o Passado nas Ruas - Carlos Carlos Bolsonaro - Agosto de 2017 - Escola sem Partido Agosto de 2017 — quando o “gabinete” estava na rua A narrativa é confortável. Simples. Redutora. Carlos Bolsonaro seria o “político de gabinete”. Mas o passado, quando resgatado sem filtros, tem o péssimo hábito de desmentir slogans. Naquele agosto de 2017, longe de qualquer estética controlada, sem palco grandioso, sem blindagem institucional, ele estava na rua. Na Cinelândia. No meio de gente comum. No meio de tensão real. Não era discurso ensaiado em gabinete. Era presença física em um ambiente onde o confronto de ideias não era teórico, era imediato, barulhento, hostil. E o mais revelador não é apenas o fato de estar ali. É o tom. Não há arrogância de poder. Há reconhecimento de fragilidade de um movimento que, segundo ele, mal conseguia se manifestar sem ser rotulado, pressionado, abafado. Há a leitura de um ambiente onde certas vozes eram rapidamente classificadas, reduzidas a rótulos repetidos como mantra — fascista, fascista, fascista — numa tentativa de encerrar o debate antes mesmo que ele começasse. Isso não é gabinete. Isso é campo. Existe uma diferença brutal entre o político que fala sobre a sociedade e o político que se expõe dentro dela, especialmente quando o ambiente não é favorável. E naquele momento, o que se vê não é alguém operando no conforto de uma sala, mas alguém tentando dar sustentação simbólica a um grupo que, na própria leitura dele, enfrentava resistência direta nas ruas. O gesto pode parecer pequeno. “Minha simples presença”. Mas na política, presença nunca é simples. Ela sinaliza lado. Sinaliza disposição. Sinaliza que não se trata apenas de discurso, mas de alinhamento prático, mesmo que isso custe desgaste imediato. E aqui entra o ponto que a história costuma valorizar mais do que a narrativa do momento: coerência de trajetória. Antes de qualquer estrutura maior, antes de qualquer projeção nacional consolidada, havia esse tipo de movimento. Ir, aparecer, apoiar, verbalizar uma pauta que ainda era tratada como periférica ou incômoda. O resgate desse episódio não serve para criar mito. Serve para quebrar caricatura. Porque o rótulo de “político de gabinete” pressupõe distância. E o registro mostra proximidade. Mostra alguém que, concorde-se ou não com a pauta, estava inserido no ambiente de disputa, lidando com pressão, absorvendo tensão e tentando transformar isso em discurso político. A história, quando bem observada, não é feita apenas de grandes discursos presidenciais. Ela também é construída nesses momentos menores, quase ignorados, onde o político ainda não é símbolo consolidado, mas já revela o padrão de atuação que carregará adiante. E talvez seja exatamente isso que incomoda. Não o que foi dito. Mas o fato de que estava lá. Que essas lembranças sirvam de alerta: enquanto Carlos sempre esteve presente e defendendo essas pautas, vale a pena pesquisar o que o seu opositor realmente fazia.

・ Ice ・  Ⅹ ・

14,051 views • 3 months ago