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"Ser passivo nunca foi submissão… é arte, é poder, é dom." 💋 Vega Triplex 🔞⬆️🍆 Conteúdo disponível nas plaformas #GayGostoso #PassivoDeLuxo #GarotoDePrograma #PrazerSemLimites #TwitterHot #SeduçãoGay #FudendoGostoso

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Neste sábado, 21 de março,Jair Bolsonaro não vive um aniversário comum. Não há celebração pelos seus 71 anos, não há encontro com apoiadores, não há sequer a liberdade de estar com a própria família. O que existe é um leito de hospital, um corpo fragilizado por mais de dez comorbidades e uma rotina marcada por dor, limitações e incertezas. Muitas dessas sequelas têm origem direta no atentado de 2018 - que na prática, nunca terminou. Aquela facada não ficou no passado; ela se prolongou no tempo. Está nas cirurgias sucessivas, nas complicações, nas noites difíceis, nas traições políticas - e tudo isso está marcado em um corpo que já não responde como antes. Mas o verdadeiro calvário não é apenas físico. É existir sob julgamento permanente, ser reduzido a versões falaciosas; é ver a própria história ser disputada, reinterpretada, fragmentada e distorcida - sem que seja permitido que a verdade prevaleça. Bolsonaro deixou de ser apenas um homem há muito tempo; tornou-se um símbolo. E símbolos não têm descanso - são exaltados ou destruídos, mas raramente compreendidos. O isolamento que hoje o cerca não é apenas de paredes. É o silêncio dos que se afastaram, é a superficialidade dos que o condenam - é o peso de existir em um país onde a verdade já não é consenso, mas território de guerra. Neste aniversário, Jair Bolsonaro, não apaga velas, ele enfrenta o tempo. Tempo para lembrar que todo poder é transitório. Que toda ascensão carrega, em si, a possibilidade da queda.E que, no fim, o que resta de um homem não é o cargo que ocupou - mas aquilo que foi capaz de suportar. Há algo profundamente humano em sua condição atual. Porque, despido do poder, da voz e da multidão, resta apenas o essencial: um homem à frente de seu tempo, que lutou pelo que acreditava ser verdade e justiça e que, diante de todas as cruzes que carregou, permaneceu de cabeça erguida ancorado na verdade em sua própria travessia. E talvez seja justamente esse o ato “revolucionário” que desconcerta uma República falida.

Karina Michelin

12,444 просмотров • 3 месяцев назад

O cheiro nauseabundo que acompanha a putrefação e a derrocada da esquerda em todo o mundo se espalha. Cheiro de corrupção, de ideologia fracassada que nunca deu certo em país algum, de mentiras históricas repetidas à exaustão, da criação de uma legião de zumbis woke, das promessas nunca cumpridas, da incompetência atroz, da demolição da economia, da miséria que segue o comunismo como um pet de estimação, da casta vermelha que enriquece, do fisiologismo e outras coisitas más. Mas o maior sintoma desse fracasso pode ser visto observando o comportamento dos ratos no porão do navio apodrecido, prestes a afundar, o casco cheio de rombos. Uma das maiores ratazanas desse complexo, na América do Sul, luladasilva, acaba de admitir candidamente, na França, que 'nunca foi esquerdista', dourando, naturalmente, uma pílula amarga e vergonhosa. Porque se esquece de admitir -ao afirmar o que todo mundo já sabia -que não passou, nunca, de um oportunista barato e imoral, usando o que lhe caía nas mãos para obter poder. Uma espécie de dono de posto de gasolina sacana que se apropria de uma bandeira qualquer para vender seu combustível adulterado. Se apropriar de pautas alheias, aliás, como a luta pela desigualdade social, defesa de minorias, picanha pra o povo, etc, é coisa conhecida da cartilha vermelha, entre as coisas que arrotou mas jamais cumpriu. O sintoma é claro: luladasilva percebe -depois do último fracasso no Peru, onde Keiko Fujimori é eleita- que tem que mudar de bandeira. Mas não é só: quer mudar o passado também, em seus delírios stalinistas. O bom disso tudo é que quando um dos últimos dos sacripantas vermelhos joga a toalha é quando a situação já é crítica e irreversível. Sem saída. Para se reeleger, lula vai tentar se bandear para qualquer lado, centro, direita, do meio, de ladinho, de quatro. É sua genética. Se o povaréu vai acreditar nesse embuste até outubro é outra história bem diferente. E com um final -suponho- nada feliz para o 171.

Marco Angeli

60,769 просмотров • 26 дней назад

O que Allan dos Santos e o delegado Ramagem colocam à mesa não é mais uma polêmica do dia. É um raio X de um projeto de poder que já não faz questão de se esconder. Estamos falando de transformar a segurança pública do Brasil em uma guarda nacional civil centralizada em Brasília, desenhada para obedecer a um governo e um partido, não à Constituição nem à população. A fórmula é simples e perversa. Enfraquece as Polícias Militares, tira delas o vínculo com as Forças Armadas, destrói a autonomia dos Estados, coloca guardas municipais numa cadeia de comando nacional e concentra tudo nas mãos do Executivo federal. Na prática, é o fim do pacto federativo na área mais sensível de todas: a força armada do Estado. O modelo não é novo. Tem nome e sobrenome. Guarda bolivariana. Venezuela. É o roteiro já testado por Chávez e Maduro aplicado passo a passo, sempre com o mesmo discurso bonitinho de “direitos humanos” e “segurança cidadã” enquanto opositores são esmagados e protestos são tratados como crime de Estado. Ramagem explica com a frieza de quem conhece a máquina por dentro. Não se trata de proteger o cidadão, mas de construir uma polícia partidária. Uma força que responde ao projeto ideológico, não ao texto constitucional. Demoniza-se a PM, desarma-se a população, soltam-se criminosos, descriminalizam-se drogas e depois vendem a narrativa de que a única saída é uma estrutura nacional controlada politicamente. É o pacote completo da esquerda autoritária: tirar poder de quem ainda resiste e entregar tudo na mão de quem quer usar a lei como arma, não como limite. Allan faz o alerta que muita gente finge não ouvir. Mesmo que a PEC 18 não passe do jeito que foi desenhada, o problema não acaba. Porque o jogo não é só legislativo. Quando o Congresso resiste, o plano migra para o STF. Interpretação “evolutiva” da Constituição, decisões monocráticas, súmulas vinculantes, criação de obrigações que nunca foram aprovadas pelo povo, mas passam a valer como se fossem lei. Prisão em segunda instância, marco temporal, porte de armas, liberdade de expressão, tudo vem sendo reescrito na caneta, sem voto popular, sem debate honesto. Agora o alvo é a segurança pública. E no meio disso está um detalhe que pouca gente quer encarar. O episódio em que Ramagem foi barrado para assumir a direção da Polícia Federal não foi só birra institucional. Foi o primeiro grande ato de interferência explícita entre poderes. Ficou claro ali que o Executivo eleito não poderia escolher livremente quem comandaria a PF. Por quê? Porque uma PF independente não serviria de correia de transmissão para decisões ilegais. Precisavam de alguém disposto a obedecer calado. O recado estava dado: quem não se curva, é descartado. Quem obedece, sobe. O quadro que emerge da conversa é brutal. Forças Armadas esvaziadas, PMs demonizadas, governadores chantageados por orçamento e processos, STF legislando na prática, uma PF submetida a um projeto ideológico e um governo que flerta abertamente com o modelo de segurança da Venezuela. Enquanto isso, o narcotráfico se expande, os índices de criminalidade explodem e a prioridade parece ser garantir controle político sobre quem tem arma, distintivo e poder de coerção, não proteger o cidadão comum que volta todo dia para casa com medo. Democracia não morre só com tanques na rua. Morre quando o federalismo é esvaziado, quando a separação de poderes vira teatro, quando a segurança pública deixa de ser uma responsabilidade compartilhada e se torna instrumento de um projeto de poder. É isso que está em jogo. Não é uma PEC qualquer. Não é um debate técnico. É a linha que separa um país imperfeito, mas ainda livre, de um regime que usa farda, sirene e toga para garantir a eterna sobrevivência de um grupo no comando. Quem assiste a esse alerta e acha que é exagero vai descobrir, tarde demais, que a tal “guarda nacional civil” não foi criada para proteger você. Foi criada para garantir que você nunca mais tenha força para reagir. Créditos: Allan Dos Santos e Alexandre Ramagem

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,483 просмотров • 7 месяцев назад

🗣️COMISSÕES IMPORTAM SIM | Kim Paim chamou atenção para um ponto que quase nunca aparece no debate público: a importância real das comissões no Congresso Nacional. Enquanto muita gente olha apenas para o plenário, é nas comissões que inúmeros projetos são analisados, barrados no nascimento, modificados ou impulsionados antes mesmo de chegarem ao grande público. É ali que ministros podem ser convocados, audiências públicas ganham força, denúncias são formalizadas e pautas sensíveis entram no radar institucional. Kim relembrou o caso da CREDN, Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, onde ocorreram debates importantes, como a participação de Mike Benz sobre possíveis interferências no processo político brasileiro. Segundo ele, foi justamente pela relevância estratégica da comissão que a ida de Eduardo Bolsonaro para a presidência da CREDN provocou reação imediata da esquerda. Na época, o PT chegou a pedir a apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro, em meio à articulação para impedir sua atuação na comissão. Para Kim, esse episódio mostra que as comissões não são “detalhe burocrático”. Elas são centros reais de poder, fiscalização, exposição pública e disputa política. O problema é que essa agenda legislativa quase nunca é comunicada ao cidadão. E, quando a população não entende onde as batalhas acontecem, quem ocupa esses espaços decide o futuro do país longe dos olhos do povo.

The Incorrupt

12,272 просмотров • 2 месяцев назад

O relato de Maria Clara Almeida Melo de Sá, de 21 anos, não é apenas um desabafo nas redes sociais. É o rompimento de um silêncio imposto por anos de culpa, medo e dor. Ao dizer que não podia mais “viver afogada na culpa de algo que não era culpa dela”, Maria Clara traduz uma experiência comum a muitas vítimas de violência sexual, a de carregar sozinhas o peso de um crime que nunca cometeram. Segundo sua denúncia, os abusos teriam começado quando ela tinha apenas cinco anos e teriam sido praticados pelo próprio avô, o ex-deputado estadual Paulo Melo, e pelo pai. O caso corre em segredo de Justiça, como determina a lei em situações de extrema sensibilidade, e está sendo apurado a partir de denúncia feita por ela à Ouvidoria da Mulher do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com acompanhamento da Polícia Civil. Desde que tornou o caso público, Maria Clara passou a sofrer ataques, exposição indevida e tentativas de descredibilização, uma segunda violência que frequentemente recai sobre mulheres que denunciam abuso sexual, especialmente quando os acusados ocupam posições de poder. Ainda assim, ela afirma que a decisão de denunciar foi sua, tomada após anos de terapia para lidar com o trauma. “Eu levantei e fui sozinha. Foi uma escolha minha”, disse, reafirmando sua autonomia. Do outro lado, familiares negam as acusações, e o ex-parlamentar afirma ser vítima de perseguição política. Essas reações, embora façam parte do direito de defesa, revelam um padrão conhecido, o deslocamento do foco da denúncia para a reputação do acusado, enquanto a dor da vítima é colocada em dúvida ou relativizada. O que esse caso evidencia é que denunciar violência sexual não encerra o sofrimento, muitas vezes, o intensifica. Ainda assim, falar é um ato de coragem. Dar nome à violência, mesmo diante do descrédito, é uma forma de romper ciclos históricos de silêncio e impunidade. Ouvir Maria Clara com seriedade não é condenar ninguém previamente; é reconhecer que nenhuma denúncia nasce do nada, e que proteger vítimas é um compromisso básico de qualquer sociedade que se diga justa.
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O relato de Maria Clara Almeida Melo de Sá, de 21 anos, não é apenas um desabafo nas redes sociais. É o rompimento de um silêncio imposto por anos de culpa, medo e dor. Ao dizer que não podia mais “viver afogada na culpa de algo que não era culpa dela”, Maria Clara traduz uma experiência comum a muitas vítimas de violência sexual, a de carregar sozinhas o peso de um crime que nunca cometeram. Segundo sua denúncia, os abusos teriam começado quando ela tinha apenas cinco anos e teriam sido praticados pelo próprio avô, o ex-deputado estadual Paulo Melo, e pelo pai. O caso corre em segredo de Justiça, como determina a lei em situações de extrema sensibilidade, e está sendo apurado a partir de denúncia feita por ela à Ouvidoria da Mulher do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com acompanhamento da Polícia Civil. Desde que tornou o caso público, Maria Clara passou a sofrer ataques, exposição indevida e tentativas de descredibilização, uma segunda violência que frequentemente recai sobre mulheres que denunciam abuso sexual, especialmente quando os acusados ocupam posições de poder. Ainda assim, ela afirma que a decisão de denunciar foi sua, tomada após anos de terapia para lidar com o trauma. “Eu levantei e fui sozinha. Foi uma escolha minha”, disse, reafirmando sua autonomia. Do outro lado, familiares negam as acusações, e o ex-parlamentar afirma ser vítima de perseguição política. Essas reações, embora façam parte do direito de defesa, revelam um padrão conhecido, o deslocamento do foco da denúncia para a reputação do acusado, enquanto a dor da vítima é colocada em dúvida ou relativizada. O que esse caso evidencia é que denunciar violência sexual não encerra o sofrimento, muitas vezes, o intensifica. Ainda assim, falar é um ato de coragem. Dar nome à violência, mesmo diante do descrédito, é uma forma de romper ciclos históricos de silêncio e impunidade. Ouvir Maria Clara com seriedade não é condenar ninguém previamente; é reconhecer que nenhuma denúncia nasce do nada, e que proteger vítimas é um compromisso básico de qualquer sociedade que se diga justa.

Beta Bastos

177,851 просмотров • 6 месяцев назад

Na abertura da Expointer, em Esteio, o protesto não foi feito apenas com tratores e cartazes. Foram 23 coroas fúnebres colocadas na entrada do evento, em memória de agricultores que, segundo o agricultor Fabio Eckert, se suicidaram esmagados por dívidas e pela ausência de soluções do governo. A cena chocou visitantes e traduziu em símbolos o que já se tornou uma das faces mais cruéis da crise no campo gaúcho. O drama não é novo. Em audiência na Câmara dos Deputados, realizada em maio, o deputado Luciano Zucco (PL-RS) já havia denunciado pelo menos 16 suicídios de produtores no estado. As entidades rurais alertam que esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos ficam invisíveis, soterrados pela dor das famílias e pela burocracia que se recusa a olhar para o problema. Diante dessa tragédia humana, o governo federal anunciou uma Medida Provisória de R$ 12 bilhões para renegociação de dívidas rurais. Mas, no Rio Grande do Sul, onde a estiagem prolongada e a maior enchente da história deixaram o setor devastado, o passivo supera os R$ 27 bilhões. A conta é simples: o valor prometido não cobre nem a metade da ferida aberta, é como oferecer um copo d’água para apagar um incêndio. Enquanto a propaganda oficial do regime fala em alívio, na vida real famílias estão sendo destruídas. Agricultores relatam humilhações em bancos, renegociações que não chegam, prazos que não existem. O que se vê é um governo que aparece para fotografias e discursos, mas não para salvar vidas. O resultado está nas cruzes erguidas simbolicamente na Expointer e nas estatísticas cruéis; o Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional de suicídios, com 1.548 mortes registradas em 2023, segundo a Secretaria de Saúde. O campo gaúcho grita por socorro, mas o poder público responde com migalhas e marketing. O drama dos produtores não é apenas econômico - é existencial. Cada vida perdida é uma denúncia, a omissão custa sangue. E o tempo está se esgotando para que Brasília trate o agricultor não como número em planilha, mas como ser humano que alimenta o país e agora pede apenas para sobreviver.

Karina Michelin

46,948 просмотров • 10 месяцев назад

Me enviaram esse corte do Elias Jabbour 🇧🇷 🇱🇧 🇵🇸 e, mais uma vez, é um bom exemplo didático para mostrar como a retórica da confusão é usada para ludibriar o público. Vamos destrinchar e refutar por partes. 1) Jabbour fala: "Então eles [os EUA] lançam duas bombas nucleares no Japão em nome da democracia, evidente né, [...] foi o capitalismo que lançou essas duas bombas nucleares lá". Eu não vou cobrar o Jabbour de ser um especialista em Segunda Guerra, o que ele não é, mas essa fala é completamente sem sentido. Os EUA não lançaram as duas bombas "em nome da democracia", isso é absolutamente errado: lançaram-nas porque estavam numa guerra que o próprio Japão havia lhes declarado ao atacar Pearl Harbor em 1941. Ainda tratando-se de um inimigo desestabilizador da ordem global, aliado dos nazistas e imperialista. Pode-se questionar se foram realmente necessárias para encerrar o conflito, mas é óbvio que era uma situação de guerra declarada e que, portanto, os EUA tinha todo direito de usar as armas que tinham para derrotar o inimigo e poupar seus homens. Esquecer esses "pequenos detalhes" beira a má-fé. O interlocutor ali fala o óbvio que o Holocausto foi obra do Nacional-Socialismo, uma ideologia antiliberal e tal, ao que o Jabbour responde: 2) Jabbour fala: "Não, o fascismo ele é um produto de sociedades que tem problemas de conflito distributivo [...] então o nazismo é um problema cíclico do capitalismo [...] surgiu com muita força na Alemanha, um país em crise, uma Europa em crise, ressurge hoje no capitalismo em crise, ou seja as crises capitalistas fazem reverberar essas noções de povo eleito, essas noções de superioridade racial, de intolerância com o outro [...] isso que nós estamos tendo aqui é impossível em uma sociedade nazificada, por exemplo [...] mas os industriais alemães apoiaram loucamente o regime nazista e o maior processo de privatização na história da humanidade se deu na Alemanha nazista". Jabbour tem um problema gigantesco com conceitos e a linha do tempo, mas é parte de sua retórica popular: confundir os conceitos e a linha do tempo, jogando elementos parciais no meio para dar a impressão de estar fazendo análise histórica, mas é só confusão mesmo. Vamos por partes. Ele começa falando do fascismo, quando o assunto é nazismo, porque provavelmente não sabe diferenciá-los, porque, na cabeça dele, é tudo "consequência do capitalismo". Mas isso é um problema para sua análise: Se o fascismo surge de crises cíclicas da produtividade capitalista, como explicar a própria Itália fascista? Mussolini chegou ao poder em 1922, antes da Grande Depressão e num momento em que a produtividade mundial estava começando subir novamente após a Primeira Guerra. E mais ainda, num país muito pouco capitalista, porque a Itália era majoritariamente agrária... Claro, Jabbour falaria que foi por causa da "guerra mundial" promovida pelo, óbvio, "capitalismo". É um termo coringa que ele usa para descrever qualquer parcela da história moderna que lhe seja útil para emplacar a sua narrativa comunista. Mas é besteira, o fascismo italiano surgiu numa época de paz e crescente produtividade capitalista, isto é, justamente no começo da superação de uma crise. E agora a crise de 1929. Se, como Jabbour falou ali, Hitler ascendeu devido à crise capitalista, porque o país epicentro dela, os EUA, não viu nada disso, mas, pelo contrário, um governo de cunho historicamente "esquerdista", promovedor de políticas celebradas pela esquerda mundial e profundamente hostil ao nazismo? No epicentro da crise mundial capitalista surgiu um governo extremamente hostil e contrário ao "nazifascismo", sendo que o "nazifascismo" é oriundo das crises do capitalismo? Jabbour quer, à todo custo, emplacar uma causação entre "crises do capitalismo" e o "nazifascismo", mas basta estudar um pouquinho a história para perceber que é, no máximo, uma correlação, e que mais elementos precisam ser inseridos para entender o que aconteceu - justamente o que Jabbour não pode fazer para não quebrar sua narrativa. Como típico de sua estratégia retórica, ele joga ainda ali no meio a ideia do "povo escolhido", claramente insinuando que os EUA são o "nazifascismo" modernos. Isso é só para enganar mesmo, porque a doutrina do "Manifest Destiny" não é uma criação exclusivamente americana, mas uma adaptação de um ethos da modernidade encarnado em vários Estados-nações. O resultado, mesmo que paradoxal, foi a criação de uma nação multiétnica continental. O americanismo modificou o sentido de "povo" para adaptar e enquadrar várias etnias... justamente o contrário das aspirações nazistas, fundamentadas numa raça específica, geneticamente identificável, que havia se espalhado e diluído seu conteúdo pelo mundo inteiro, e que precisava ser promovida novamente através de uma inédita criação estatal que não se restringia ao Estado alemão fundado por Bismarck. Percebem o quanto escapa e é escondido pela retórica confusa e lisa de Jabbour? É uma lástima que esclarecer e ensinar demande muito mais tempo e texto do que confundir e arregimentar. Jabbour quer militantes para a causa, e militante não precisa pensar, só escutar e obedecer, e sua estratégia está bem alinhada com esse objetivo.

João Eigen

25,609 просмотров • 2 месяцев назад

POLÍTICA NÃO É UM CONFLITO DE IDEIAS. É UM PROCESSO DE AUTOPRESERVAÇÃO E o eleitor, coitado, ainda se imagina partícipe de uma epopeia moral, acreditando piamente que seu voto impulsiona valores, reformas ou princípios. Quando na verdade, seu voto é apenas o carimbo formal que legitima rearranjos internos previamente articulados… e que lhe serão sempre adversos. É basicamente isso que explico nas palestras e faz o mercado enxergar melhor o jogo de 2026. A política não se estrutura em torno de ideologia; isso é só a cortina de para distrair tolinhos. Ela se organiza pela fisiologia: quem garante sustentação parlamentar, quem detém o orçamento, quem nomeia cortes superiores, quem manipula investigações, quem compra silêncio. Todo o resto é ornamento retórico. Observe o exemplo mais recente e didático: o clã Bolsonaro. Erigiram-se como cruzados contra o centrão, pregando a destruição do sistema. Foi a senha para atrair milhões de eleitores ansiosos por rupturas. Mas bastou a ameaça concreta de isolamento institucional e de degola parlamentar para Jair Bolsonaro se atirar nos braços do centrão, o sumo sacerdote do fisiologismo. Emendas secretas fluíram com uma prodigalidade pornográfica, comprando lealdade. O discurso anticorrupção transformou-se em deboche silencioso e o eleitor continuou a bater continência, sem a menor consciência do ridículo. Vamos explicar o papel do eleitor. Essa criatura tragicômica, que se julga um gladiador político porque veste camiseta com rosto de candidato, repete slogans vazios e cospe ódio nas redes sociais, sem jamais perceber que é só figurante, um peão descartável no tabuleiro dos que realmente governam. É ele quem legitima esse espetáculo. A realidade é que ele está apenas emprestando seu CPF para carimbar projetos que nada têm a ver com seu bem-estar e tudo a ver com a autopreservação das famílias e grupos. Aliás, agronegócio, que se registre com toda a frieza que o tema exige: EDUARDO BOLSONARO não defende liberdade, não patrocina anistia, não levanta teses agroexportadoras nem sustenta princípios liberais ou conservadores por convicção. Eduardo Bolsonaro, como todo seu clã, sempre orbitou a mais antiga motivação política conhecida: a proteção e o enriquecimento do núcleo familiar. Blindar o pai, garantir foro para irmãos, preservar o patrimônio político e financeiro, ampliar poder. Essa é a verdade crua: a política, para eles, jamais foi instrumento de mudança estrutural, mas sim um mecanismo de perpetuação patrimonial. E antes que alguém tente apontar isso como uma anomalia do bolsonarismo, convém admitir: essa é, em essência, a política: um aparato institucional desenhado para abusar da sociedade em benefício de poucos, enquanto os muitos aplaudem, fanáticos, sua própria exploração. Por isso meus caros, não foquem na luta da direita contra a esquerda. O que você precisa saber tem mais a ver com: contribuinte vs político. É tão milimetricamente orquestrado, que quase merece ser admirado. Mas não se engane, eles estão num barco que você não está. Quase dá inveja de quem domina o jogo com tamanha destreza, movendo peões que, ironicamente, se orgulham de serem sacrificados. Mas, ao entendê-los, pelo menos terá paz e previsibilidade. É nisso que quero ajudar. No final, resta apenas a reverência silenciosa à perfeição do mecanismo. Ontem me perguntaram se não me indigno com isso. Respondi que não. Não pela justiça, mas pela sofisticação com que se perpetua a injustiça. Ao contrário do que muitos imaginam, é um jogo que traz muitas coisas, nenhuma delas tem relação com PAZ. Se soubesse disso, Jair Bolsonaro jamais teria sonhado em ser presidente. Mas agora sabe. Sabe que nunca esteve preparado para isso. Que sua família, menos ainda. Pense bem antes de se meter com política. Tenha conhecimento suficiente para vigiar quem está lá, sem precisar mergulhar nesse meio. Se você é empresário e gosta desse assunto, é melhor estudar do que se envolver. Vai por mim.

Roberto Reis

23,013 просмотров • 1 год назад

A PALESTRA PRESENCIAL Vocês pediram o contato. O contato virá rsss. Vamos com calma. Outro dia conversei com um amigo que assistiu à minha apresentação. Ele gostou e fez uma provocação justa. A primeira e mais importante informação: não é sobre trade de Tarcísio. Eu já disse que isso é bobagem, diminui o acontecimento. O que está se desenhando é outra coisa bem maior. É mudança estrutural, uma guinada de ciclo político iniciada lá atrás, com Fernando Henrique Cardoso. Esse é o tema da minha palestra. Nos últimos meses apresentei, sem parar, para 10 dos 12 maiores bancos, para as 4 maiores corretoras, casas de research, assets e family offices. Muita gente da Faria Lima e do Leblon. Aí veio a pergunta do meu amigo: E quem está fora desse circuito? O dono do mercado do bairro. O pequeno fazendeiro. O cara da startup. O médico bem-sucedido. O advogado tributarista. O exportador de calçados. O lojista de shopping. O construtor. O hoteleiro. O investidor pessoa física. E tantos, tantos outros. Está todo mundo preocupado com os rumos políticos e todos já se ligaram de que o cenário trará excelentes ou péssimas notícias. Essa turma também tem a pele em risco. Muitas vezes, até mais do que as empresas listadas, pois para eles a informação chega por último. Não seria justo abrir uma porta informacional em algum momento? Na hora que ele falou isso, me vieram duas ponderações. A primeira: todo dia eu publico conteúdo de graça para mais de trinta mil pessoas no X, no Linkedin e nas comunidades de WhatsApp. Eu já faço isso sempre. Absolutamente todos os dias nos últimos 5 anos. O segundo ponto: como ser justo com os institucionais que investem, pagam bem e pedem exclusividade? Meu amigo foi direto (e ele me lê aqui). “Seja justo com todos. Não cobre barato. Ok, é necessário valorizar não só seu trabalho, mas quem já paga bem por ele. Não faça para muitos. Mantenha a exclusividade. Seja proporcional. Quem quer proteger o negócio, a profissão e o dinheiro vai entender a importância do seu trabalho e vai valorizar”. Concordei e aqui estamos. Vou abrir uma ÚNICA PALESTRA PRESENCIAL DISPONÍVEL PARA O PÚBLICO EM 2025. Só desta vez não será para nicho institucional. Uma aula muito honesta, com o melhor do que eu sei e posso oferecer, de seis horas. Um dia inteiro de conteúdo, claro e aplicável. Tudo isso com uma ótima oportunidade de networking. Depois disso, sigo com as agendas institucionais. Se houver algo aberto, será online e, talvez, com um valor maior. É simples. Não é para quem quer. É para quem precisa. Não é objeto de estudo político, isso já temos de graça nos meus canais. É manual inequívoco do cenário, com o como, onde e quando. Importante: Se você é profissional institucional, não compre. Prestigie quem me apresentou a você. Fale com a instituição financeira que me apresentou. Hoje há dois grandes bancos e duas corretoras que distribuem meu conteúdo para players selecionados. Eles oferecem o mesmo caminho, com grupos seletos, em formato petit comité, como sempre fazemos. Então é isso: para todo mundo que sempre pediu por aqui e eu ainda não tinha atendido, chegou o dia. Dia 20 DE SETEMBRO DE 2025 Zona Sul de São Paulo, local a definir. 6 horas de evento. Vamos juntos. O link abaixo:

Roberto Reis

74,712 просмотров • 11 месяцев назад

“Justiça Eleitoral suspende perfis de Pablo Marçal nas redes sociais”, com o subterfúgio da monetização, mas isso tem outro nome: censura. Gostem ou não de Pablo Marçal, uma coisa é certa, ele veio para desafiar o sistema, abalar suas estruturas e mostrar a face que já não é mais obscura da política brasileira. Marçal passa de mocinho a vilão, quando na verdade todos os vilões se uniram para eliminá-lo. O jogo de cartas marcadas está claro, difícil refutar Marçal diante dos fatos que ele apresenta, mais fácil cancelá-lo nas redes sociais em um click, removendo-o do debate público. A democracia nunca existiu no Brasil, mas sim um conglomerado de políticos oportunistas que fingiam ser adversários para manter o status quo ludibriando as massas, que continuam a mercê do sistema nefasto. Lutar contra esse sistema forte, corrupto e totalmente aparelhado em mãos erradas, com mentes diabólicas - não é fácil, aliás nunca foi. O mundo desde de sua existência travou batalhas fundamentais para a contínua evolução da humanidade. Neste momento, a humanidade se encontra em uma verdadeira batalha de conscientização e despertar das mentes. As instituições estão em crise, porque as pessoas que ocupam as instituições passaram por cima dos valores institucionais e humanos para transformar o estado em um grande lobby. Se o povo soubesse do poder que possui em suas mãos, jamais permitiria que abolissem a democracia e os direitos humanos - o problema é chegar neste nível absoluto de consciência em massa, o sistema não permite, te arrasta continuamente para o vazio e a ignorância perene, mas os ventos estão mudando…

Karina Michelin

56,479 просмотров • 1 год назад

Tem muito tempo que eu quero falar sobre isso, e acredito que seja o momento certo, eu busquei informação por esses ultimos meses para tentar me expressar da melhor forma, então espero muito de coração que haja respeito e seriedade como nunca. Obrigado a quem realmente for ler, e tentar discutir sobre o assunto <3 obrigado de coração a todos. Bom dia, rapaziada. Hoje, decidi tirar um tempo para falar com vocês sobre alguns assuntos que considero muito importantes. Acredito que o nosso cenário atual ainda é bastante imaturo no que diz respeito a questões políticas. Enquanto algumas pessoas têm medo de abordar temas “sensíveis”, outras, que se atrevem a falar sobre eles, acabam sendo inferiorizadas ou tratadas com irrelevância. Isso ocorre, principalmente, por dois motivos. O primeiro é que a maior parte do público do cenário de e-sports é muito jovem. O segundo é que, para estar inserido nesse cenário, é preciso ter uma vida bastante privilegiada. Afinal, não é qualquer pessoa, na verdade, é uma minoria — que tem acesso a um computador para jogar League of Legends e, consequentemente, acompanhar o cenário de maneira mais intensa. Tendo isso em mente, podemos dizer que o público que acompanha o cenário de LoL pertence a um nicho que, em sua maioria, é elitizado. Por isso, busquei mais conhecimento, especialmente em teóricos das ciências sociais, para fundamentar melhor minhas ideias e compartilhar essa visão com a minha galera e com todos que se interessarem e se sentirem bem-vindos. O fato de eu ser uma pessoa preta influencia minha vida cotidiana em todos os aspectos. Isso não é algo exclusivo meu, mas uma ferida da sociedade que recai sobre mim porque, por acaso, nasci com a pele negra. Um grande teórico brasileiro, Milton Santos, escreve sobre a experiência de ser negro no Brasil no mundo moderno. Ele defende que a pessoa preta no Brasil vive em uma luta constante contra os 500 anos de violência que sofreu. E é evidente que 500 anos de escravidão e colonização não seriam apagados com algumas décadas de “libertação”, especialmente porque essa libertação nunca foi completa. Durante esses 500 anos de imposição do homem branco europeu sobre o homem preto e o indígena, os pensamentos que marcaram os âmbitos sociais e políticos eram aqueles pertencentes à classe dominante, nesse caso, os brancos europeus. Muitas leis e doutrinas, que deveriam orientar o povo, têm fundamentos racistas. Por exemplo, há menos de 100 anos, o artigo 138 da Constituição de 1934, durante a Era Vargas, previa que o Estado deveria estimular a educação eugênica. Isso significa, basicamente, que o Estado ensinava a superioridade dos brancos em relação aos negros. Pessoas vivas hoje foram educadas sob essa ideologia. Portanto, o fato de a escravidão ter, supostamente, acabado há muito tempo não significa que os traços deixados por ela não tenham impacto atualmente. Pelo contrário, qualquer pessoa preta no Brasil hoje sente na pele as consequências da escravidão e do pensamento racista e colonizador europeu. Milton Santos argumenta que existem “marcas visíveis” que ajudam a entender a origem dos problemas raciais. A primeira delas é a corporeidade, ou seja, a aparência, a pele, propriamente dita. As outras marcas são a individualidade e a cidadania. O problema central é que, para a pessoa preta, a cor de sua pele sempre chega antes de sua individualidade. Minha pele preta chega à mente das pessoas antes mesmo do Buero, e muito antes do Daniel enquanto cidadão. E isso é apenas uma das consequências do pensamento racista que ainda existe. Milton Santos também explica que, para o pensamento popular, o erro não está em ter preconceito de cor, mas em manifestá-lo. Em outras palavras, hoje em dia, muitas pessoas repudiam ofensas racistas, mas já foram educadas dentro de uma ideologia racista. Esse simples fato afeta diretamente minha autoestima e a de muitos outros homens pretos. A autoestima vai além da aparência: envolve também o intelecto e a cultura. Muitas vezes, sinto que sou incapaz ou que não posso alcançar algo por ser preto, e isso dói profundamente, especialmente quando somos jovens em desenvolvimento, como eu era quando comecei a fazer streams. Quando comecei a streamar, sofri muitos ataques racistas diretos, sendo insultado pela cor da minha pele. Com o tempo, estudei e passei a compreender algumas coisas. Um teórico chamado Franz Fanon explica que, na América Latina, o racismo se manifesta de forma “velada” por conta do passado colonial. Isso significa que as pessoas foram educadas a serem racistas, ainda que de maneira implícita, e, com o tempo, esse racismo se tornou estrutural e banalizado. Ou seja, atitudes racistas passaram a ser vistas como cotidianas e sem grandes consequências, já que foram “normalizadas”. A colonização racial não apenas explorava os corpos das pessoas, mas também calava, apagava e deslegitimava suas culturas, fazendo-as acreditar que elas não existiam ou que eram erradas. Esse processo gerou, em grande parte da população negra brasileira, um complexo de inferioridade. Recentemente, vimos o caso de Vinícius Jr., que foi injustiçado. O mais chocante, porém, é que houve quem dissesse que ele não merecia o reconhecimento porque era “muito combativo”. Combativo em relação a quê? Ao racismo. Falar sobre racismo e combatê-lo é visto quase como uma atitude violenta em uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Confundem submissão com humildade, dizendo que ele deveria ter sido humilde diante das ofensas racistas. Mas, sinceramente, ele deveria ser humilde com quem o insultava por sua cor? Na verdade, a sociedade espera que a pessoa preta se comporte de forma submissa, pois isso facilita a perpetuação do racismo velado. Querem que nossos corpos não lutem, nossas mentes não estudem e nossas vozes não se levantem. Essa submissão é constantemente aplaudida, porque crescemos em um mundo racista. Além disso, há uma constante comparação entre pessoas pretas para justificar regras com base em exceções. Um dos primeiros comentários que recebi dizia algo como: “O jogador X é negro, MAS não fica de mimimi como o Buero”. O simples fato de eu não aceitar ser ofendido pela cor da minha pele me torna, para alguns, um vitimista ou “mimizento”. Esses comentários não são pontuais; eles sempre existiram e continuam existindo até hoje. Assim como a comparação entre pessoas pretas existe, também me vi em situações de comparação com pessoas brancas diversas vezes. A realidade é que, para a pessoa preta, tudo o que é dito é amplificado e julgado como agressivo, enquanto, para a pessoa branca, mesmo declarações absurdas podem ser ignoradas ou minimizadas. Essa comparação desigual faz parte de um julgamento de imagem, uma imagem que não é definida por mim nem por quem observa, mas é mais uma consequência da cultura racista impregnada na sociedade. A representação das pessoas pretas frequentemente segue estigmas e estereótipos criados para diminuí-las e ridicularizá-las. A mulher preta, por exemplo, sofre com a constante sexualização de seu corpo, um reflexo histórico da época pós-escravidão, quando suas opções de sobrevivência eram limitadas à servidão ou à prostituição. Não era uma escolha, mas uma necessidade, algo que, infelizmente, ainda persiste em muitos casos. Já o homem preto é frequentemente visto como agressivo, selvagem, como uma peça fora do lugar, sempre diferenciado dos demais. Como Milton Santos nos mostra, tudo se resume à pele. Se tudo para na pele, a própria identidade da pessoa preta também é interrompida. A cor é usada como principal característica para diferenciar e identificar alguém. “Aquele neguinho ali”, “Quem era aquele neguinho?”, “Aquele neguinho até que era bom”. Eu não tenho nome, origem, idade ou identidade; para a sociedade, eu só tenho cor. Tudo o que me define, minhas ambições, desejos, gostos e desgostos é reduzido à cor da minha pele. Todos os fatores que fazem Daniel ser Daniel e Buero ser Buero são eclipsados pela cor de minha pele. A cor da pele também é usada como justificativa para o apagamento das pessoas pretas na sociedade. Vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas quantos autores pretos você viu na escola? Quantos filósofos, escritores e pensadores pretos foram estudados? Você sabia que, por lei, deveria haver o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas? Onde está esse ensino? Não é possível que, em um país majoritariamente preto, tenhamos menos de cinco autores pretos no cânone literário. E aqueles que fazem parte dele frequentemente têm sua imagem embranquecida. O próprio Machado de Assis, por exemplo, foi retratado de forma embranquecida ao longo da história, a ponto de o fato de ele ser preto nem sequer ser mencionado. Estudamos em uma educação que rejeita e esconde as pessoas pretas. Talvez você, que está se preparando para ser professor, possa mudar isso um dia, pelo bem da comunidade preta no Brasil. É evidente que, se a cor da pele afeta os aspectos sociais, ela também influencia a relação com a classe social. Como mencionei antes, vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas as estruturas de poder no capitalismo ainda são compostas por aqueles que sempre estiveram no controle: os descendentes dos senhores de escravos, os herdeiros de dinastias, e até grande parte da classe média, que se beneficia do privilégio branco. Ver uma pessoa preta em posições de destaque ou ascensão social incomoda essas estruturas de poder. É raro, mas, quando acontece, gera desconforto. A maioria das pessoas que vivem na periferia são pretas, consequência de todo o sistema histórico de exclusão que mencionei anteriormente. E o capitalismo faz questão de manter essa situação, perpetuando a pobreza entre as pessoas pretas, com pouquíssimas exceções de ascensão social. “Mas eu conheci uma pessoa preta que era pobre e conseguiu ascender socialmente.” Esse é um caso específico, uma exceção, e não a regra. No entanto, com base em casos isolados, muitos desenvolvem a narrativa da meritocracia, dizendo que tudo é possível se você acreditar e se esforçar ao máximo. Mas essa não é a realidade. A meritocracia é, na verdade, um mecanismo de controle social, que incentiva as pessoas a darem seu máximo para receberem o mínimo, enquanto a engrenagem do sistema segue funcionando como antes, de forma semelhante à escravidão. A cor da pele influencia diretamente a vida social. É mais difícil arrumar emprego, ter relacionamentos duradouros e, em geral, é mais difícil viver. Reconheço que sou uma exceção no meu meio. O ambiente do League of Legends é extremamente racista, e isso faz de mim um alvo constante. Qualquer coisa que digam sobre mim repercute de alguma forma, e, recentemente, essa repercussão tem sido, na maioria das vezes, negativa. No cenário competitivo, a questão das “narrativas” foi um tema relevante, e as narrativas criadas por outras pessoas me influenciaram diretamente. Muitas vezes, começam a falar de situações que nem aconteceram, mas que ouviram de "tal pessoa" e tomaram como verdade absoluta. Por ser preto, isso tem um impacto cem vezes maior, pois não me é dado espaço para me manifestar. A pessoa preta viveu sob o silêncio imposto pelo colonizador durante 500 anos, e a única opção que esperam que ela aceite é continuar calada, de cabeça baixa, simplesmente aceitando ou “entrando na brincadeira”. Quando essas pessoas falam sobre mim e isso gera alguma controvérsia, não há repercussões negativas para elas, apenas para mim. Esse julgamento é feito de maneira inconsciente porque, mais uma vez, tudo para na minha pele. Por isso, é muito fácil deturpar a imagem de uma pessoa preta, a minha imagem. Eu não tenho a oportunidade de me defender ou responder; e, quando respondo, a minha voz não aparece nos canais de cortes ou de fofoca, apenas o que falam sobre mim. Já estou sendo apagado antes mesmo de ter a chance de aparecer. Por que estou falando tudo isso? Nós já sabemos que a sociedade foi educada e induzida a agir de maneira naturalmente racista. De acordo com Antônio Sérgio Guimarães, em Racismo e Antirracismo no Brasil, a maneira mais eficaz de combater o racismo é agir ativamente, falar sobre ele, dar voz a outros pretos e entrar nessa luta que enfrentamos diariamente. Isso é um posicionamento político claro, que sei que contraria o padrão da maioria no cenário competitivo. Mas, se não começarmos, veremos cada vez mais pessoas pretas sendo rebaixadas e isso é muito perigoso. Compreender de onde veio e para onde vai a pessoa preta no mundo atual, e especificamente no meio dos e-sports, ajuda a promover maior inclusão e diversidade em nosso cenário. É isso que busco fazer: dar voz às pessoas e ser um agente ativo de transformação na nossa comunidade. Precisamos mostrar que, com educação, informação e comunicação direta, podemos avançar na emancipação da população negra dentro dos e-sports A pessoa preta convive com um elemento imaterial profundamente presente: o MEDO. O medo faz parte de sua vida desde sempre, pois é influenciada por dois outros elementos: o TEMPO e a MEMÓRIA. Quem nasce na periferia já começa com menos tempo de vida, pois precisa correr atrás do prejuízo para sobreviver. Além disso, carrega o medo constante de simplesmente ser preto em um país racista: medo da polícia, da sociedade, das consequências políticas, e até do ato de existir. Esse medo é agravado pela ausência de oportunidades de libertação. A memória da população preta é apagada, sua cultura e imagem são diminuídas e esquecidas. Apagar essa memória é uma forma de reclusão social, que impede a conscientização política e reduz a participação das pessoas pretas na sociedade. Isso se reflete no número insuficiente de políticos pretos nas câmaras, de estudantes pretos nas universidades e de profissionais pretos em cargos de destaque. Eu convivo diariamente com pessoas que me desejam o mal e atacam até quem está próximo de mim. Não falo de brincadeiras como o “ratinho com diamante”, que não me afeta tanto, mas de comentários racistas que incentivam, por exemplo, que eu me mate. Essas atitudes são manifestações de algo que chamamos de banalização do mal. A naturalização e estruturação do racismo no Brasil transformam o preconceito contra pessoas pretas em algo corriqueiro. Piadas racistas, estereótipos como “ladrão”, “fedido” ou “agressivo” são aceitos e replicados, criando um ambiente onde o mal é banalizado de forma tão extrema que o preto precisa crescer cercado de violência e, ao mesmo tempo, aceitar calado. Quero deixar claro que meu problema não é com a pessoa branca em si, especialmente em um país tão miscigenado como o Brasil. Minha luta é contra o racismo, mais especificamente, o racismo velado que permeia o cotidiano e perpetua as marcas da escravidão. A conscientização negra pode até ser um pequeno band-aid que tenta sarar a ferida de 500 anos que existe no Brasil, mas é muito importante aquilo que falamos nesse dia, e a influência que podemos causar nesse dia. Minha luta é direta e constante. Lembre-se: a culpa não é sua. É apenas o reflexo de um sistema que precisa ser derrubado.

buero

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Resgatando o Passado nas Ruas - Carlos Carlos Bolsonaro - Agosto de 2017 - Escola sem Partido Agosto de 2017 — quando o “gabinete” estava na rua A narrativa é confortável. Simples. Redutora. Carlos Bolsonaro seria o “político de gabinete”. Mas o passado, quando resgatado sem filtros, tem o péssimo hábito de desmentir slogans. Naquele agosto de 2017, longe de qualquer estética controlada, sem palco grandioso, sem blindagem institucional, ele estava na rua. Na Cinelândia. No meio de gente comum. No meio de tensão real. Não era discurso ensaiado em gabinete. Era presença física em um ambiente onde o confronto de ideias não era teórico, era imediato, barulhento, hostil. E o mais revelador não é apenas o fato de estar ali. É o tom. Não há arrogância de poder. Há reconhecimento de fragilidade de um movimento que, segundo ele, mal conseguia se manifestar sem ser rotulado, pressionado, abafado. Há a leitura de um ambiente onde certas vozes eram rapidamente classificadas, reduzidas a rótulos repetidos como mantra — fascista, fascista, fascista — numa tentativa de encerrar o debate antes mesmo que ele começasse. Isso não é gabinete. Isso é campo. Existe uma diferença brutal entre o político que fala sobre a sociedade e o político que se expõe dentro dela, especialmente quando o ambiente não é favorável. E naquele momento, o que se vê não é alguém operando no conforto de uma sala, mas alguém tentando dar sustentação simbólica a um grupo que, na própria leitura dele, enfrentava resistência direta nas ruas. O gesto pode parecer pequeno. “Minha simples presença”. Mas na política, presença nunca é simples. Ela sinaliza lado. Sinaliza disposição. Sinaliza que não se trata apenas de discurso, mas de alinhamento prático, mesmo que isso custe desgaste imediato. E aqui entra o ponto que a história costuma valorizar mais do que a narrativa do momento: coerência de trajetória. Antes de qualquer estrutura maior, antes de qualquer projeção nacional consolidada, havia esse tipo de movimento. Ir, aparecer, apoiar, verbalizar uma pauta que ainda era tratada como periférica ou incômoda. O resgate desse episódio não serve para criar mito. Serve para quebrar caricatura. Porque o rótulo de “político de gabinete” pressupõe distância. E o registro mostra proximidade. Mostra alguém que, concorde-se ou não com a pauta, estava inserido no ambiente de disputa, lidando com pressão, absorvendo tensão e tentando transformar isso em discurso político. A história, quando bem observada, não é feita apenas de grandes discursos presidenciais. Ela também é construída nesses momentos menores, quase ignorados, onde o político ainda não é símbolo consolidado, mas já revela o padrão de atuação que carregará adiante. E talvez seja exatamente isso que incomoda. Não o que foi dito. Mas o fato de que estava lá. Que essas lembranças sirvam de alerta: enquanto Carlos sempre esteve presente e defendendo essas pautas, vale a pena pesquisar o que o seu opositor realmente fazia.

・ Ice ・  Ⅹ ・

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O INEXPLICÁVEL BOLSONARO Por esses dias, vi inúmeros vídeos de política e aquelas controvérsias peculiares do Brasil. E, deixando aquele lado de admirador e passando a operar como analista propositivo, cheguei a seguinte constatação: há no presente momento, um movimento inédito de transformação social no nosso país que acredito ser irrevogável. Esse direcionamento está enaltecendo uma enorme parte do nosso povo, pela disposição de lutar tão bravamente pela liberdade, mesmo em tempos de grande perseguição. Poderíamos discutir durante horas sobre esse ponto de inflexão que desde 2013 (na minha opinião), começou a mostrar a sua cara nas ruas e enfrentar um sistema organizado de corrupção, leniente com crimes políticos, injustiça social etc. Isto é, poderíamos concatenar e explorar esse "eureka" brasileiro no âmbito da sociologia, da antropologia, da filosofia e da ciência política. Mas até aí, estaríamos apenas nos concentrando no povo e não no vetor principal desse despertar. Pois bem. Eu, Sergio Junior, sou um educador por natureza, logo, gosto de trazer explicações concretas e históricas para os alunos, leitores e todos os quais eu aconselho, no âmbito psicológico ou religioso. E por isso, há mais ou menos 2 semanas que estou tentando encontrar uma forma coloquial de definir em palavras, o homem, o principal causador desses movimentos peristálticos que facilitam a passagem e a chegada desse alimento de esperança até o estômago social do Brasil e que, depois de diluído no "corpo", fortalece a fé emocional da nação. Obviamente, já olhei isso pelo aspecto social e da necessidade de um povo de ter uma figura de liderança, mas a resposta não me foi satisfatória. Então recorri a minha mais completa informação intelectual, a espiritualidade religiosa e, encontrei o favor de Deus para o Brasil, como resposta das muitas orações. Sim, mas não preencheu todas as nuances, sobretudo as da vida prática. Então pensei que pudesse encontrar explicações na ciência política e encontrei uma definição de Russell sobre isso: "o conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados", E a definição de Nicolau Maquiavel: "a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o governo". Em nenhum escopo de estratégia política, mesmo nas referências históricas, como Reagan e Churchil, encontrei parâmetros associados ao que aconteceu no Brasil entre 2017 e 2022. E que inexplicavelmente continua no presente ano, mesmo Jair Bolsonaro estando inelegível. Ou seja, se Maquiavel diz que "é a arte de conquistar, manter e exercer o poder" então Bolsonaro falhou, pois não conseguiu se manter... Seria Jair Bolsonaro, um político não-político? Ou por acaso o nosso conceito de política estaria errado e, ele estaria nos ensinando qual é a verdadeira essência da política? De toda maneira, se você possui uma observação mais profunda, você não verá as coisas no âmbito das eleições ou dos votos, embora isso seja "do jogo". Se você perceber como Jair Bolsonaro se move mo meio das multidões em todo território nacional onde ele visita, verás algo muito mais profícuo que a estratégia política, verás vocação, amor genuíno, paixão e elã social. Acredito piamente que Jair M. Bolsonaro tem um dom espiritual de curador da nossa sociedade. Ele é um acalento para o choro dos oprimidos da nossa pátria. No Brasil, nunca existiu um líder político que falasse com todos os extratos da sociedade, como ele o faz. O homem é um ser iluminado. Como qualquer outro, possui defeitos e é passível de alguns reparos, porém, é soldado fiel, homem de princípios e de ilibada reputação. Eu teria inúmeros pontos para falar desse axioma da política brasileira, mas acredito que dizer que é inexplicável, já é suficiente. Jair Bolsonaro Jair M. Bolsonaro, meu respeito absoluto. Sergio Junior #BolsonaroPresidente2026

Nigra Aqua

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Em 2019 eu era espectadora assídua de Arthur do Val e de Nando Moura, até que, no segundo semestre daquele ano, aconteceu algo envolvendo o Carlos. Não me lembro exatamente do episódio, mas eu acompanhava tudo de perto e sabia o que estava se passando. Salvo engano, Nando Moura chegou a dizer que abandonaria as redes depois de ser arrolado na narrativa do chamado “gabinete do ódio”, construção na qual MBL, Danilo Gentili, Felipe Moura Brasil e outros tiveram enorme responsabilidade. Em um vídeo do Arthur do Val, vi uma distorção completa e absurda do que havia ocorrido no caso do Carlos. Era uma manipulação tão escancarada que fiquei desesperada para alertar outras pessoas de que a informação estava sendo deturpada. No entanto, com pouco alcance no Twitter, isso não teve efeito algum. Poucos dias depois, Nando Moura reapareceu com um clipe musical sobre a Amazônia e, quando retomou os vídeos políticos diários, já estava no mesmo barco do Mamãe Falei. Fiquei órfã dos vídeos diários e, na busca por novos conteúdos, conheci Lilo e Ricardo Gama, que Deus o tenha. Ricardo era espalhafatoso e tinha um jeito que não me agradava muito, mas na descrição de um vídeo havia um convite: “Entre em nosso grupo do zap”. Entrei. Era praticamente um grupo só de tias do zap, uma diversão. No meio delas, havia cerca de dez indivíduos claramente infiltrados, agentes de partidos, fazendo algo parecido com o que o SPACE LIBERDADE faz hoje. Mesmo assim, permaneci no grupo. Sempre aparecia uma tia dizendo que o Kim tinha lançado um vídeo novo, que o Kim isso, o Kim aquilo, e pedindo para dar uma força. Eu achava que se tratava do Kim do MBL e nem entrava na discussão, até criar coragem para clicar em um link. Não me lembro se foi o primeiro vídeo que assisti, mas é o mais antigo que guardo na memória. Ele conectava pontos a partir de fotos, de um jeito mil vezes mais tosco que o PowerPoint do Deltan, detalhe importante. Ainda assim, eu entendi tudo. Dali em diante foi assistir ao Kim e virar praticamente um Rambo nas discussões políticas, municiada como nunca. Hoje, vê-lo chegar ao seu 34º Atlas, mais de 2k de vídeos, é surreal. Só quem não acompanhou sua trajetória tem a pachorra de supor que ele é financiado por alguém. Só quem nunca viu uma live dele limpando o chão de um colégio ou trabalhando em uma oficina de motos na Austrália consegue sustentar isso. Até entendo quem nunca o assistiu, mas quem acompanha não tem essa coragem. E aqueles que eventualmente se afastam quase sempre vestem o chapéu da desinformação, como a maioria, e sentam para ouvir. O garoto é um monstro. Coloca no bolso praticamente todos os youtubers de política. Não tem apego por dinheiro ou poder, possui memória notável e uma impressionante capacidade de arquivamento e articulação, sempre baseada em fatos. Kim, se hoje eu sei que Eduardo não é um irresponsável, que Flávio não é um corrupto, que Carlos não é apenas um briguento e que Bolsonaro não é o frouxo que a maioria dos influenciadores dizia, e que hoje muitos desses mesmos influenciadores apoiam, é porque perderam a narrativa diante da sua verdade. Antes mesmo de pensarem em dizer algo, você já passou pela mente deles e eles já imaginaram as consequências. Muito obrigada por tudo e parabéns 🙏 Pra quem nunca viu o primeiro episódio do Kim Paim, tá aí a introdução:

Bia da Caserna 

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Se compararmos o vídeo feito nas últimas horas pelo Kim, e esse outro vídeo de algumas semanas atrás, veremos o quanto ele "mudou" o discurso, já que o mundo invertido deles começou a desmoronar... A grande revolta de Kim Paim, Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e toda a Direita Trans EAD nunca foi sobre princípios. Nunca foi sobre estratégia eleitoral. Nunca foi sobre defender a direita. A verdadeira revolta deles tem nome: Nikolas Ferreira. E o motivo é extremamente simples. Enquanto muitos vivem presos numa lógica ultrapassada de política baseada em sobrenome BOZONARO, culto a família Bozonaro e exigência de vassalagem cega, Nikolas Ferreira continua crescendo no lugar mais importante para decidir o futuro do Brasil: a geração mais jovem. E eles sabem disso. Eles enxergam que o eleitorado jovem não decidirá apenas a próxima eleição. Esse público vai decidir os rumos políticos do país pelas próximas décadas. É justamente por isso que existe esse incômodo permanente, essa tentativa constante de enquadrar Nikolas, atacar sua independência e forçá-lo a se comportar como mais um vassalo dentro de uma estrutura política onde a regra principal é simples: Obediência absoluta ao Clã Bolsonaro. Porque eles sabem de uma coisa. Hoje, existe apenas uma pessoa capaz de frear o crescimento de Nikolas… O próprio Nikolas. Se ele aceitar se transformar em mais um vassalo político, preso à necessidade permanente de defender qualquer decisão, qualquer erro e qualquer interesse familiar dos Bolsonaro, ele inevitavelmente perde aquilo que o tornou gigante: sua conexão espontânea com milhões de jovens que já rejeitam esse modelo de política baseado em vassalagem e culto personalista. O Nikolas está construindo algo muito maior. Muito além dessa eleição. Muito além dos próximos quatro anos. Ele está construindo um caminho próprio. E em outubro, quando quebrar recordes de votação mais uma vez, a mensagem será impossível de ignorar. Será a prova concreta de que sua força política transcende qualquer estrutura tradicional e não depende de se ajoelhar para ninguém. E quando isso acontecer… Muitos outros jovens políticos, que preservam princípios sólidos e entendem que a direita não pode ser reduzida à submissão a um grupo específico, começarão a perceber algo fundamental: É possível crescer sem vassalagem. Nikolas hoje representa muito mais do que uma candidatura forte. Ele se tornou referência para uma nova geração inteira de lideranças que não aceitam mais a velha lógica de obediência obrigatória disfarçada de “lealdade”. E quando outros bons nomes começarem a seguir esse caminho… …o monopólio político de quem acredita ser dono da direita brasileira começará a ruir. Nós já entendemos isso. Muitos outros também estão entendendo. E o recado está só começando. O futuro não pertence aos donos do passado. O FUTURO É NOSSO! 🇧🇷💛✊🏻

Ualifi Araújo

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- Bem, ele cansou de avisar: - Soberania Nacional sempre foi somente um pretexto para enganar inocentes e eliminar, quando achassem necessário, seus desafetos políticos. Hoje surge mais um exemplo: - Em agosto de 2025, a Anglo American decidiu vender seus complexos de Barro Alto e Codemin, em Goiás, além de projetos de níquel no Pará e no Mato Grosso, para a estatal chinesa China Minmetals, através da MMG Limited. O valor do negócio foi de US$ 500 milhões - uma cifra muito abaixo da proposta de US$ 900 milhões feita pela turca Corex Holding, que acabou preterida. - O resultado é que, por um valor reduzido, a China passou a controlar 60% da produção nacional de níquel, um dos minerais mais estratégicos do mundo, essencial para baterias, veículos elétricos e aço inoxidável. - A escolha por aceitar uma oferta menor, em benefício de um país que já concentra a maior fatia do mercado global, não pode ser tratada como simples transação comercial. É um retrato claro da submissão da soberania nacional diante de interesses externos. Embora a legislação determine que os recursos minerais pertencem ao Estado brasileiro, na prática, o poder de decisão sobre o destino desse patrimônio está cada vez mais nas mãos de outros governos. - Essa negociação não representa apenas a venda de ativos empresariais: representa a concessão, por preço reduzido, de parte vital da riqueza do Brasil - e, com ela, um pedaço de sua própria independência estratégica.

Carlos Bolsonaro

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