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Tem putinhas que topam qualquer rolê, o que elas querem é transar. Some sluts are down for anything — they just wanna fuck, no questions asked. 😈 #slutty #anytimeanywhere #hornyaf #bareback Complete | Full video

15,819 views • 6 months ago •via X (Twitter)

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Todo e qualquer pessoa empreendedora e independente, em regime comunista, é boicotada, censurada e impedida de trabalhar. Porque não depende do Estado. Pior: o desprezo por qualquer iniciativa pessoal visando desenvolvimento é marginalizada, desestimulada, seja com quem for e em que área for: arte, cultura, comércio. Ou esporte, como no caso da menina Yasmin Kubis Saddock, de quase 14 anos, campeã brilhante do tênis de mesa, que tem uma luta dura para se manter sozinha no esporte e competir. Elites comunistas aparelham escolas, que viram campos experimentais onde criam gado, gerações passivas que alimentam, sem cérebro ou iniciativa, um Estado inchado, corrupto e atrasado. Como Yasmin, o caso do menino Richard Bryan, também de 14 anos, que resolveu vender doces e se transformou no 01 da Paçoca, é significativo e reflete bem essa realidade escrota e analógica, que procura esmagar qualquer talento, que poderia ser uma enorme contribuição, socialmente, ao país. Comunistas são indolentes, preguiçosos, atrasados, tem aversão ao estudo e trabalho, mas adoram e invejam a riqueza alheia, numa contradição histórica. Para conquistá-la sem esforço, invejosos, criam atalhos para o sucesso -que não envolvem esforço, estudo ou dedicação, e odeiam quem empreende e procura liberdade, o que os ameaça. No video, é impressionante que um menino de 14 anos tenha que se defender e lutar contra um sistema podre que o condena por...trabalhar. Isso é o braziu de lula, do petismo nefasto, onde o orgulho por um menino desses é substituído pela condenação e cancelamento. Um braziu falido moralmente que não pode, não deve e jamais dará certo. Paula Schmitt No Instagram orichard.bryan

Marco Angeli

37,481 views • 1 year ago

Bap sobre o Paulo Nobre: "𝐸𝑢 𝑝𝑒𝑟𝑐𝑒𝑏𝑖 𝑞𝑢𝑒 𝑜 𝑃𝑎𝑢𝑙𝑜 𝑒𝑟𝑎 𝑢𝑚 𝑙𝑜𝑢𝑐𝑜 𝑒𝑥𝑡𝑟𝑎𝑡𝑒𝑟𝑟𝑒𝑠𝑡𝑟𝑒, 𝑢𝑚 𝑚𝑎𝑙𝑢𝑐𝑜, 𝑛é? ​𝑀𝑖𝑛ℎ𝑎 𝑜𝑝𝑖𝑛𝑖ã𝑜, 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑅𝑢𝑏𝑟𝑜-𝑁𝑒𝑔𝑟𝑜, 𝑑𝑒𝑣𝑖𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑢𝑚 𝑏𝑢𝑠𝑡𝑜 𝑑𝑜 𝑃𝑎𝑢𝑙𝑜 𝑁𝑜𝑏𝑟𝑒, 𝑢𝑚 𝑒𝑠𝑡á𝑡𝑢𝑎 𝑑𝑜 𝑃𝑎𝑢𝑙𝑜 𝑁𝑜𝑏𝑟𝑒 𝑛𝑜 𝑑𝑜 𝑃𝑎𝑙𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎𝑠." Bap, presidente do Flamengo falou sobre sua relação com a presidente do Palmeiras, Leila Pereira 🎙️ "Eu tinha uma relação, eu conheci o Paulo Nobre num momento muito delicado do Palmeiras, e eu tinha uma admiração enorme pelo que o Paulo fez, porque eu me achava louco, né, com o que eu tinha feito pelo Flamengo. Não vou entrar no mérito aqui das maluquices que eu já fiz pelo Flamengo, mas eu me achava um desequilibrado. E o Paulo, eu percebi que o Paulo era um louco extraterrestre, um maluco, né? ​Minha opinião, como Rubro-Negro, devia ter um busto do Paulo Nobre, um estátua do Paulo Nobre no do Palmeiras. ​Então, conheci o Paulo num momento delicado. E vou te dizer, ah, tinha um misto de loucura e de ingenuidade naquilo ali que ele fez e que acabou dando tudo certo, mas então, assim, eu tenho um máximo respeito pela instituição e pelo Paulo. ​Depois veio o Galliote, que é um cara com quem eu tenho uma relação excepcional. Eu tenho uma relação muito boa com o João Paulo. Não consegui tirar ele do Palmeiras, mas eu admiro o trabalho que ele faz lá, tá certo? ​Né? ​Eu tenho uma relação muito boa com o Anderson Barros. ​Então, tem algumas coisas que você tem diferenças no plano pessoal, e elas são o que são. Eu vou passar no Flamengo, ela (Leila) vai passar no Palmeiras, e eu acho que instituições como Flamengo e Palmeiras, tirando essas bobagens, Flamengo e Palmeiras têm que ter, não precisam ser grandes amigos, não precisam ser corréus, mas precisam sentar na mesa e discutir negócio, como o negócio tem que ser discutido. ​Então, em relação à instituição, absolutamente nada contra, absolutamente nada contra. ​Agora, assim, sabe aquela coisa de você olhar assim, ah, então ela é culpada por tudo de ruim que aconteceu na relação? Não, eu tenho o meu fair share também. ​Todos nós temos de relações que não dão certo. É 100% responsabilidade de um lado? Não, nunca é. ​Eu não sou santo, ela também não é, e enfim, e no jogo tem isso, não é? ​Às vezes tem umas cutuveladas, umas coisas dessas, umas ofensas, você sabe o que você fez, eu sei o que eu, o que eu faço, o que eu fiz, eu tenho certeza que ela sabe também. ​Isso impede a gente de conversar? ​Não impede a gente de conversar, especialmente se o arcabouço for negócios. ​Então, o BAP pessoa física, ele tem direito de achar e de pensar o que ele quiser, o presidente do Flamengo tem que colocar a instituição em primeiro lugar. Eu estaria disponível para sentar e conversar com qualquer um sobre negócio. ​Aliás, acho que, do ponto de vista de gestão, isso é uma coisa curiosa, né? ​Nós temos muito mais em comum, muito mais pontos de vista que nos unem do que nos afastam. ​E assim aquela coisa, como é que diz que assim, que os bicudos se bicam." ▶️ SportsCenter Brasil

𝑷𝒂𝒍𝒎𝒆𝒊𝒓𝒆𝒏𝒔𝒆 𝑵𝒆𝒘𝒔

223,727 views • 1 month ago

"O futebol é dinâmico". Quando jogadas ao vento, assim são as palavras também. Só que elas têm poder, Arias. Eu sabia que esse momento ia chegar, só não esperava que fosse ser tão rápido. Eu jamais fui para uma entrevista para mentir ou atacar qualquer entrevistado. Nem mesmo aqueles de quem eu não gosto, o que não era o caso do Arias. Mas eu sempre vou para uma entrevista para tentar arrancar boas respostas e, se for o caso, tirar a pessoa da zona de conforto. Fosse o contrário eu seria assessor de imprensa. Naquele dia a renovação do Arias foi anunciada como uma grande contratação, mas todo mundo sabia que ele esnobou durante muito tempo a proposta altíssima feita pelo clube. Pra quem não sabe, chegou a mudar o comportamento com algumas pessoas no dia a dia porque o Fluminense não cumpriu a promessa de liberá-lo em caso de qualquer migalha da Europa. Isso gerou, sim, desgaste e discussões. Se não ele, do emprersário que PUBLICAMENTE já tinha falado sobre o tema em tom de profundo descontentamento (está nas imagens). Ele estava na coletiva e deu uma risadinha no momento dessa resposta. Todo mundo sabia que aquilo era uma verdade. Mas Arias preferiu, de maneira covarde, tentar me jogar contra a torcida. Essa briga, óbvio, eu não tinha como comprar. Era o ídolo renovando contrato. O torcedor sabia a verdade (a maioria), mas é muito mais fácil falar que o repórter foi mijado...e eu entendo isso, de verdade. Tanto que fiquei na minha...esperei. Faz parte do jogo, de fato, e eu entendo isso. Só que, como dizem, o tempo é o senhor da razão. A verdade pode tardar, mas geralmente aparece. Sempre fiz e sempre vou fazer meu trabalho com seriedade e honestidade. Caráter não é um defeito que eu tenho, graças a Deus. Eu entendo e respeito o jogador querer ir para qualquer lugar. Entendo 100% quando o assunto é um sonho. Não é esse o ponto. Mas apenas seja homem para assumir os próprios atos e as consequências deles (ou de quem te representa). E aí está tudo certo. são escolhas. Só não seja covarde com quem é correto. É muito texto e não tem problema não ler, ele é principalmente pra mim.

Victor Lessa

158,883 views • 7 months ago

📝 dgzin afirma estar "com moral" na Evil Geniuses (EG) e revela desejo da organização norte-americana em ampliar o contrato com ele: “Então, hoje em dia, o que eu sinto aqui e o que é conversado comigo, o projeto [da EG] roda baseado em mim. Então, tipo, se tiver alguma decisão, ela vai passar por mim. Se tiver que tirar alguém ou chamar alguém, vai lá o head coach e o [assistant] coach conversar comigo pra ver o que eu acho sobre isso e aquilo, e me perguntam o que eu tô achando, qual a minha opinião, e se eu tenho alguma coisa ou se eu tenho algum jogador em mente pra meio que trazer pra eles, entendeu? Então, eu não sei, né, mano, o mundo assim é meio doido, mas até então tá sendo isso. Os caras querem muito que eu fique aqui, eu tive uma conversa dois dias atrás [6 de maio] com o dono da organização, nem foi com o head coach, ele acredita muito no meu potencial, ele ficou muito feliz que o meu inglês também tá evoluindo rápido. Então, eu tenho muita moral, às vezes até assusta, eu fico: ‘Cara, será que é isso mesmo, mano? Tô com essa moral toda?’. Porque eu estava com medo, não tem como mentir. 0-5, muita coisa acontecendo, muito comentário… mas eu também tirei essa parada do meu coração, sendo bem honesto. Acho que tem algumas decisões que eu não tenho como, tipo, saber o que tá acontecendo. Se for do coração dos caras algum dia me tirar, portas abertas, agradeço pela oportunidade. Cheguei num ponto da minha vida que eu nunca imaginei, tô aprendendo inglês, tô em outro país, consigo ajudar minha família. Então, pô, independente de qualquer coisa, mas aí a ideia é manter eu. Eles estavam querendo até um negócio de renovar o contrato, acho que a ideia é essa”.

THESPIKE.GG BR

62,191 views • 4 months ago

O ex-vice-presidente da Pfizer, Michael Yeadon — que tem mais credenciais do que qualquer pessoa na Terra para saber disso — explica, em detalhes, como as injeções contra a Covid são, sem dúvida, armas biológicas destinadas a mutilar, massacrar e esterilizar a população humana. "Esses [componentes da injeção] juntos me disseram que alguém entrou numa sala, alguém como eu, e disse: 'Dr. Yeadon, crie injeções que causem danos, morte e redução da fertilidade nas pessoas que as receberem. E crie-as de forma que não matem nem causem danos a todos. Mas, se as administrarmos a um número suficiente de pessoas, com o tempo, isso diminuirá a fertilidade e a saúde delas, reduzindo a população.' E é isso que tenho visto acontecer ao meu redor nos últimos cinco anos..." Este trecho de Yeadon, especialista em alergias e terapêutica respiratória com mais de 23 anos de experiência na indústria farmacêutica (incluindo anos como vice-presidente da Pfizer), foi retirado de um depoimento prestado no âmbito de um processo movido pelo advogado holandês Peter Stassen contra "os arquitetos da Grande Reinicialização", incluindo Bill Gates, Mark Rutte e Albert Bourla. ---------------Transcrição parcial do vídeo---------------- "O ponto realmente importante que preciso compartilhar com vocês, pois está no cerne da minha formação e em décadas de experiência na busca por potenciais vulnerabilidades tóxicas em medicamentos, é o seguinte: fazia parte da minha formação identificar moléculas e componentes que, embora selecionados por bons motivos para atingir algum objetivo medicinal, poderiam apresentar riscos tóxicos." "Quando eu descrever três coisas sobre essas chamadas vacinas que eu sei, como profissional desta indústria que as criou, que axiomaticamente causam danos ou são reconhecidamente arriscadas, eu poderia escolher outras, mas há três que eu sei serem verdadeiras no âmago do meu ser em formação." "A primeira coisa que nos disseram foi que essas moléculas eram sequências genéticas que codificavam algo chamado proteína spike. Disseram-nos que a proteína spike ficava na parte externa do vírus. Bem, eu não concordo com isso, mas foi o que nos disseram. Uma espécie de esfera de desenho animado com espinhos saindo dela. Disseram-nos que essas vacinas codificavam a proteína, a proteína spike, que ficava na parte externa desses vírus. E isso treinaria o sistema imunológico para combatê-lo." "Senhoras e senhores, este é um conceito realmente importante em imunologia. É ensinado a todas as pessoas que têm formação em imunologia, como eu aprendi na primeira aula. O que permite que o seu corpo se trate com gentileza, mas entre em guerra se algo anormal for detectado nele? E o conceito é o próprio, o não próprio ou o estranho? Meu corpo está saudável agora. Meu sistema imunológico, que está monitorando todas as partes do meu corpo, está em paz consigo mesmo porque tudo o que encontra é reconhecido como pertencente a Mike Yeadon — a si mesmo." "Se vocês me injetarem uma sequência genética que fará meu corpo produzir uma proteína estranha, que não é minha, que é uma proteína viral, meu corpo, cada célula do meu corpo que seguir essa instrução, sinalizará ao meu sistema imunológico que fui atacado. E meu sistema imunológico entra em guerra, ataca e mata cada célula que obedeceu a essa instrução. E é isso que aconteceu, senhoras e senhores, com cada célula em cada tecido, em cada pessoa que recebeu essa injeção." "A toxicidade que você experimentaria varia tremendamente porque algumas pessoas a absorveriam eficientemente, a copiariam eficientemente, produziriam a proteína por um longo tempo, e receio que a maioria dessas pessoas já tenha morrido. Outras pessoas a absorveriam mal, a transcreveriam mal e apenas por um curto período, e essas pessoas estão vivas, e depois há toda uma continuidade entre esses extremos." "Mas o ponto é que, se você injetar uma instrução que faça seu corpo produzir uma proteína estranha, que não é própria, seu sistema imunológico a atacará. Senhoras e senhores, vocês sabem disso. Este é o princípio da compatibilidade tecidual em transplantes de órgãos. Este é o princípio por trás do fracasso em transplantes de tecidos, da rejeição de órgãos. Esta, senhoras e senhores, é a base de doenças autoimunes como artrite reumatoide e muitas outras, e doenças neurológicas em que você, seu corpo, se destrói." "Esse é o princípio fundamental que foi incorporado ao desenvolvimento de todas as moléculas dessas empresas. Moderna, Pfizer, Johnson & Johnson, AstraZeneca. Então, eu já sabia em meados de 2020 que elas foram projetadas para causar danos. O quanto eu não sabia, ainda não sei ao certo. Mas esse especialista está afirmando que elas foram projetadas para causar danos." "O segundo ponto realmente importante que quero mencionar é o que estava codificado nessas vacinas baseadas em genes. Supostamente, essas vacinas contêm a proteína spike. Eu não sabia o que era proteína spike, era algo novo para mim. Mas são os espinhos na parte externa desse suposto vírus que eu acho que não são reais. Eu consegui encontrar proteínas semelhantes. E descobri que todas elas são conhecidas por serem toxinas, como neurotoxinas, cardiotoxinas e substâncias que provocam coagulação sanguínea." "Então, novamente, a pergunta: por que codificar em seu produto medicinal algo que, ao ser expresso no corpo, lhe faria mal? Essa é a segunda questão. Há uma terceira, que é quando eu descobri isso, no final de 2020 ou início de 2021, devo dizer, eu chorei." "Dois dos produtos fabricados pela Pfizer Moderna foram formulados. Todo medicamento é formulado. Você está familiarizado com um comprimido, que pode ser revestido ou seco. Pode ser uma cápsula de vários tamanhos. Pode ser um líquido para injeção, um inalador. Todos esses. Você tem o princípio ativo, mas ele é envolvido e protegido por algo que o ajuda a realizar seu trabalho, com sorte, um trabalho benéfico. Dois desses produtos foram revestidos com algo chamado nanopartículas lipídicas ou LNPs." "Lipídio é gordura. Nano significa partícula minúscula, ou seja, pequenas partículas. Então, elas estavam envoltas em nanopartículas lipídicas. Eu pesquisei sobre elas e achei bem interessante. Elas já haviam sido usadas antes em certos medicamentos oncológicos. Mas eis a questão. Como toxicologista, quando comecei a pesquisar, pensei que essas substâncias eram conhecidas por serem tóxicas. E quanto mais eu explorava, mais chocante se tornava a descoberta. Todas as nanopartículas lipídicas testadas são conhecidas por promover a absorção de sua carga útil, seja lá o que elas estivessem protegendo, pelos órgãos dentro do abdômen, os chamados órgãos viscerais, principalmente o fígado e os ovários." "Então, senhoras e senhores, a pessoa que escolhe as nanopartículas lipídicas para formular esses materiais sabia, profissionalmente, que quando injetado em mulheres e meninas, esse material viajaria pelo corpo e se concentraria em seus órgãos reprodutivos. E então faria essas duas coisas que acabei de descrever. Seria expresso e o corpo o reconheceria como estranho, destruindo essas células." "Quando expressa, causaria toxicidade diretamente nessas células. E eu pergunto a vocês, senhoras e senhores, que motivação vocês poderiam ter para fazer isso quando poderiam ter escolhido meia dúzia de outros meios de proteger o medicamento? E devo dizer que, naquele momento, eu sabia profundamente em meu coração que as duas primeiras observações que fiz não eram apenas erros ou coisas do tipo, elas representariam os riscos." "Esses três fatores juntos me levaram a crer que alguém, alguém como eu, entrou numa sala e disse: 'Dr. Yeadon, crie injeções que causem danos, morte e redução da fertilidade nas pessoas que as receberem. E crie-as de forma que não matem nem prejudiquem a todos. Mas, se as administrarmos a um número suficiente de pessoas, com o tempo, elas diminuirão a fertilidade e a saúde, reduzindo a população.' E é isso que tenho observado acontecer ao meu redor nos últimos cinco anos, desde aquele momento."

・ Ice ・  Ⅹ ・

22,567 views • 8 months ago

As ações imediatas que Harry Massis precisa tomar no cargo de presidente do SPFC e as consequências caso elas não sejam tomadas. Na leitura política do clube, Massis precisa efetivar ações a curto prazo, principalmente na gestão administrativa, financeira e do futebol do São Paulo. Demissões de Rui Costa, Márcio Carlomagno, Francisco Moretto, Dedé, Sérgio Pimenta, Roberto Armelin, Érica Duarte, José Eduardo Martins e Eduardo Toni são tratadas como ações sinequanon para opositores e dissidentes (os mesmos que colocar 188 votos a favor do Impeachment de Casares) manterem apoio a sua administração. Caso elas não sejam efetivadas, Massis será rapidamente interpretado como "continuidade de Casares" e dificilmente terá sustentação no cargo. Algumas pessoas me confidenciaram que Massis não chegaria como presidente em Abril caso essa "limpa" não seja efetivada. Massis em suas primeiras 60 horas como presidente do SPFC já tomou algumas ações assertivas, como se reunir com o elenco de FORMA ISOLADA (sem RUI e CARLOMAGNO), afirmando que não haverá mais a cultura de normatização de dever jogador, como também resolverá o mais rápido possível os 3 meses de imagem atrasados. Alguns atletas, segundo apurações, sentiram confiança na postura do novo mandatário tricolor. Todavia, o São Paulo precisa de pressa, com ações sendo tomadas de forma rápida, precisa e direta. Esse é o anseio do torcedor e, principalmente, daqueles que Impicharam Casares no conselho. O quadro social, em sua maioria, pensa da mesma forma. Massis precisara agir de forma independente, não dando voz, palanque ou atenção exagerada a nomes que querem fazer com ele o mesmo que Douglas, Dedé e outros fizeram com Casares (no caso do Harry, os nomes são Leonardo Serafim e Marcelo Pupo, de históricos bem questionáveis no SPFC). Entendo que ser vice no Brasil para qualquer cargo é ter um cargo decorativo e sem relevância. Contudo, Harry Massis agora é PRESIDENTE e tem que tomar ações como tal. A omissão ou demora em atitudes conforme as citadas nesse texto poderá acarretar em uma abreviação da sua administração e, consecutivamente, na antecipação das eleições e em um novo CAOS no São Paulo. Torço e espero que tudo isso não aconteça. Pelo bem do São Paulo Futebol Clube e de seu sofrido torcedor.

Ramoni Artico

46,552 views • 8 months ago

O Elias Jabbour 🇧🇷 🇱🇧 🇵🇸 é um mestre da confusão. Suas falas são tão contraditórias e erradas que é até mesmo difícil entender o que ele está dizendo. Vejam esse corte. Ele começa afirmando que o nazismo, e depois adiciona o fascismo - provavelmente porque não sabe diferenciá-los -, como "partes da história do capitalismo", porque, né, eles não "surgem do nada". O truque essencial de demagogos semeadores da confusão como Jabbour é NUNCA DEFINIR OS TERMOS DA DISCUSSÃO. Querem ver por que? Como ele não definiu o que é "capitalismo", ele somente joga nazismo e fascismo como suas consequências, mas é estranho, porque o fascismo surgiu em 1918-19 na Itália... um país majoritariamente agrário e com uma fraca base de produção capitalista. Bem, como que o fascismo italiano é uma "expressão de um capitalismo em crise" em condições que o sistema de produção capitalista nem havia se desenvolvido? Jabbour responderia que é porque a crise gerada pela "Primeira Guerra é uma crise do capitalismo"... porque Lênin disse em seu livro. Ah, tá... então a crise do capitalismo é mundial mesmo em países cuja base de produção capitalista era subdesenvolvida... É bem conveniente. E fica pior. Se a ascensão de Hitler ao poder devido à crise de 1929 foi uma "expressão" dessa crise capitalista, porque nos EUA, o país epicentro da crise, gerou o New Deal do democrata Franklin Roosevelt, talvez o maior pacote de mudanças "socialistas" na história americana. E mais, a administração Roosevelt foi fortemente antinazista desde o início! Então, a crise do capitalismo "expressa" o nazismo em um país... mas "expressa" um pacote de caráter socialista e um governo antinazista no outro? E pior ainda: gera um governo de pendor socialista e antinazista NO PAÍS EPICENTRO DA CRISE? Jabbour, claro, responderia com algum contorcionismo se utilizando de outra definição de "capitalismo" diferente da utilizada para defender a visão que o fascismo italiano foi "expressão" da crise do capitalismo. O estranho é que na sua fala, para dar um "exemplo" de suas afirmações, eles não fala nada sobre os anos 20-30 do século XX, mas pula para... hoje! Os EUA seriam os maiores "exportadores de ideologias de extrema direita" atualmente... Tá, e o que isso tem a ver com as supostas crises que "expressaram" o fascismo e o nazismo? Como isso explica que o país que supostamente mais "exporta ideologias de extrema direita" nunca teve um governo nazista ou fascista e, na verdade, foi um dos países que contribuiu na derrota do nazifascismo? Ah, é porque... Himmler e Hitler admiravam as leis segregacionistas americanas e a KKK - o que é falso, os nazis tinham sentimentos ambíguos quanto a KKK -... tá, e daí? O que isso explica qualquer coisa dos pontos levantados até agora? Muitos países europeus viam positivamente as leis segregacionistas americanas... e só dois deles viraram fascista e nazista. Como que isso explica o fascismo e o nazismo como "expressão" da crise capitalista? Certamente não é nenhuma defesa quanto às objeções que escrevi até agora. É porque na verdade é só tática diversionista da atenção do público. Jabbour não explica nada, ele só joga essas correlações forçadas e espera que o público não esteja prestando atenção suficiente para perceber as artimanhas. Aliás, para terminar, e até onde pude pesquisar, esse "exemplo" que o Jabbour deu nem sequer o ajuda muito, porque, em termos de células neonazis, o Brasil supera os EUA - embora os EUA tenha mais grupos de impacto e importância. Então, se esse é um bom exemplo da tese que o fascismo e o nazismo são expressões de crises do capitalismo, é porque a crise gestada pelo PT e que explodiu em 2015-2016 foi uma crise do capitalismo? Se for o caso, então o PT é o partido que gesta e gera as crises do capitalismo? E por causa dela os grupos neonazis cresceram? E o Jabbour não apoia o PT? Então o Jabbour apoia as crises do capitalismo que geraram os grupos neonazis? Viram? Estou usando o "método Jabbour" de explicação para mostrar que Jabbour apoia o surgimento de grupos neonazis brasileiros.

João Eigen

14,868 views • 7 months ago

Tem muito tempo que eu quero falar sobre isso, e acredito que seja o momento certo, eu busquei informação por esses ultimos meses para tentar me expressar da melhor forma, então espero muito de coração que haja respeito e seriedade como nunca. Obrigado a quem realmente for ler, e tentar discutir sobre o assunto <3 obrigado de coração a todos. Bom dia, rapaziada. Hoje, decidi tirar um tempo para falar com vocês sobre alguns assuntos que considero muito importantes. Acredito que o nosso cenário atual ainda é bastante imaturo no que diz respeito a questões políticas. Enquanto algumas pessoas têm medo de abordar temas “sensíveis”, outras, que se atrevem a falar sobre eles, acabam sendo inferiorizadas ou tratadas com irrelevância. Isso ocorre, principalmente, por dois motivos. O primeiro é que a maior parte do público do cenário de e-sports é muito jovem. O segundo é que, para estar inserido nesse cenário, é preciso ter uma vida bastante privilegiada. Afinal, não é qualquer pessoa, na verdade, é uma minoria — que tem acesso a um computador para jogar League of Legends e, consequentemente, acompanhar o cenário de maneira mais intensa. Tendo isso em mente, podemos dizer que o público que acompanha o cenário de LoL pertence a um nicho que, em sua maioria, é elitizado. Por isso, busquei mais conhecimento, especialmente em teóricos das ciências sociais, para fundamentar melhor minhas ideias e compartilhar essa visão com a minha galera e com todos que se interessarem e se sentirem bem-vindos. O fato de eu ser uma pessoa preta influencia minha vida cotidiana em todos os aspectos. Isso não é algo exclusivo meu, mas uma ferida da sociedade que recai sobre mim porque, por acaso, nasci com a pele negra. Um grande teórico brasileiro, Milton Santos, escreve sobre a experiência de ser negro no Brasil no mundo moderno. Ele defende que a pessoa preta no Brasil vive em uma luta constante contra os 500 anos de violência que sofreu. E é evidente que 500 anos de escravidão e colonização não seriam apagados com algumas décadas de “libertação”, especialmente porque essa libertação nunca foi completa. Durante esses 500 anos de imposição do homem branco europeu sobre o homem preto e o indígena, os pensamentos que marcaram os âmbitos sociais e políticos eram aqueles pertencentes à classe dominante, nesse caso, os brancos europeus. Muitas leis e doutrinas, que deveriam orientar o povo, têm fundamentos racistas. Por exemplo, há menos de 100 anos, o artigo 138 da Constituição de 1934, durante a Era Vargas, previa que o Estado deveria estimular a educação eugênica. Isso significa, basicamente, que o Estado ensinava a superioridade dos brancos em relação aos negros. Pessoas vivas hoje foram educadas sob essa ideologia. Portanto, o fato de a escravidão ter, supostamente, acabado há muito tempo não significa que os traços deixados por ela não tenham impacto atualmente. Pelo contrário, qualquer pessoa preta no Brasil hoje sente na pele as consequências da escravidão e do pensamento racista e colonizador europeu. Milton Santos argumenta que existem “marcas visíveis” que ajudam a entender a origem dos problemas raciais. A primeira delas é a corporeidade, ou seja, a aparência, a pele, propriamente dita. As outras marcas são a individualidade e a cidadania. O problema central é que, para a pessoa preta, a cor de sua pele sempre chega antes de sua individualidade. Minha pele preta chega à mente das pessoas antes mesmo do Buero, e muito antes do Daniel enquanto cidadão. E isso é apenas uma das consequências do pensamento racista que ainda existe. Milton Santos também explica que, para o pensamento popular, o erro não está em ter preconceito de cor, mas em manifestá-lo. Em outras palavras, hoje em dia, muitas pessoas repudiam ofensas racistas, mas já foram educadas dentro de uma ideologia racista. Esse simples fato afeta diretamente minha autoestima e a de muitos outros homens pretos. A autoestima vai além da aparência: envolve também o intelecto e a cultura. Muitas vezes, sinto que sou incapaz ou que não posso alcançar algo por ser preto, e isso dói profundamente, especialmente quando somos jovens em desenvolvimento, como eu era quando comecei a fazer streams. Quando comecei a streamar, sofri muitos ataques racistas diretos, sendo insultado pela cor da minha pele. Com o tempo, estudei e passei a compreender algumas coisas. Um teórico chamado Franz Fanon explica que, na América Latina, o racismo se manifesta de forma “velada” por conta do passado colonial. Isso significa que as pessoas foram educadas a serem racistas, ainda que de maneira implícita, e, com o tempo, esse racismo se tornou estrutural e banalizado. Ou seja, atitudes racistas passaram a ser vistas como cotidianas e sem grandes consequências, já que foram “normalizadas”. A colonização racial não apenas explorava os corpos das pessoas, mas também calava, apagava e deslegitimava suas culturas, fazendo-as acreditar que elas não existiam ou que eram erradas. Esse processo gerou, em grande parte da população negra brasileira, um complexo de inferioridade. Recentemente, vimos o caso de Vinícius Jr., que foi injustiçado. O mais chocante, porém, é que houve quem dissesse que ele não merecia o reconhecimento porque era “muito combativo”. Combativo em relação a quê? Ao racismo. Falar sobre racismo e combatê-lo é visto quase como uma atitude violenta em uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Confundem submissão com humildade, dizendo que ele deveria ter sido humilde diante das ofensas racistas. Mas, sinceramente, ele deveria ser humilde com quem o insultava por sua cor? Na verdade, a sociedade espera que a pessoa preta se comporte de forma submissa, pois isso facilita a perpetuação do racismo velado. Querem que nossos corpos não lutem, nossas mentes não estudem e nossas vozes não se levantem. Essa submissão é constantemente aplaudida, porque crescemos em um mundo racista. Além disso, há uma constante comparação entre pessoas pretas para justificar regras com base em exceções. Um dos primeiros comentários que recebi dizia algo como: “O jogador X é negro, MAS não fica de mimimi como o Buero”. O simples fato de eu não aceitar ser ofendido pela cor da minha pele me torna, para alguns, um vitimista ou “mimizento”. Esses comentários não são pontuais; eles sempre existiram e continuam existindo até hoje. Assim como a comparação entre pessoas pretas existe, também me vi em situações de comparação com pessoas brancas diversas vezes. A realidade é que, para a pessoa preta, tudo o que é dito é amplificado e julgado como agressivo, enquanto, para a pessoa branca, mesmo declarações absurdas podem ser ignoradas ou minimizadas. Essa comparação desigual faz parte de um julgamento de imagem, uma imagem que não é definida por mim nem por quem observa, mas é mais uma consequência da cultura racista impregnada na sociedade. A representação das pessoas pretas frequentemente segue estigmas e estereótipos criados para diminuí-las e ridicularizá-las. A mulher preta, por exemplo, sofre com a constante sexualização de seu corpo, um reflexo histórico da época pós-escravidão, quando suas opções de sobrevivência eram limitadas à servidão ou à prostituição. Não era uma escolha, mas uma necessidade, algo que, infelizmente, ainda persiste em muitos casos. Já o homem preto é frequentemente visto como agressivo, selvagem, como uma peça fora do lugar, sempre diferenciado dos demais. Como Milton Santos nos mostra, tudo se resume à pele. Se tudo para na pele, a própria identidade da pessoa preta também é interrompida. A cor é usada como principal característica para diferenciar e identificar alguém. “Aquele neguinho ali”, “Quem era aquele neguinho?”, “Aquele neguinho até que era bom”. Eu não tenho nome, origem, idade ou identidade; para a sociedade, eu só tenho cor. Tudo o que me define, minhas ambições, desejos, gostos e desgostos é reduzido à cor da minha pele. Todos os fatores que fazem Daniel ser Daniel e Buero ser Buero são eclipsados pela cor de minha pele. A cor da pele também é usada como justificativa para o apagamento das pessoas pretas na sociedade. Vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas quantos autores pretos você viu na escola? Quantos filósofos, escritores e pensadores pretos foram estudados? Você sabia que, por lei, deveria haver o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas? Onde está esse ensino? Não é possível que, em um país majoritariamente preto, tenhamos menos de cinco autores pretos no cânone literário. E aqueles que fazem parte dele frequentemente têm sua imagem embranquecida. O próprio Machado de Assis, por exemplo, foi retratado de forma embranquecida ao longo da história, a ponto de o fato de ele ser preto nem sequer ser mencionado. Estudamos em uma educação que rejeita e esconde as pessoas pretas. Talvez você, que está se preparando para ser professor, possa mudar isso um dia, pelo bem da comunidade preta no Brasil. É evidente que, se a cor da pele afeta os aspectos sociais, ela também influencia a relação com a classe social. Como mencionei antes, vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas as estruturas de poder no capitalismo ainda são compostas por aqueles que sempre estiveram no controle: os descendentes dos senhores de escravos, os herdeiros de dinastias, e até grande parte da classe média, que se beneficia do privilégio branco. Ver uma pessoa preta em posições de destaque ou ascensão social incomoda essas estruturas de poder. É raro, mas, quando acontece, gera desconforto. A maioria das pessoas que vivem na periferia são pretas, consequência de todo o sistema histórico de exclusão que mencionei anteriormente. E o capitalismo faz questão de manter essa situação, perpetuando a pobreza entre as pessoas pretas, com pouquíssimas exceções de ascensão social. “Mas eu conheci uma pessoa preta que era pobre e conseguiu ascender socialmente.” Esse é um caso específico, uma exceção, e não a regra. No entanto, com base em casos isolados, muitos desenvolvem a narrativa da meritocracia, dizendo que tudo é possível se você acreditar e se esforçar ao máximo. Mas essa não é a realidade. A meritocracia é, na verdade, um mecanismo de controle social, que incentiva as pessoas a darem seu máximo para receberem o mínimo, enquanto a engrenagem do sistema segue funcionando como antes, de forma semelhante à escravidão. A cor da pele influencia diretamente a vida social. É mais difícil arrumar emprego, ter relacionamentos duradouros e, em geral, é mais difícil viver. Reconheço que sou uma exceção no meu meio. O ambiente do League of Legends é extremamente racista, e isso faz de mim um alvo constante. Qualquer coisa que digam sobre mim repercute de alguma forma, e, recentemente, essa repercussão tem sido, na maioria das vezes, negativa. No cenário competitivo, a questão das “narrativas” foi um tema relevante, e as narrativas criadas por outras pessoas me influenciaram diretamente. Muitas vezes, começam a falar de situações que nem aconteceram, mas que ouviram de "tal pessoa" e tomaram como verdade absoluta. Por ser preto, isso tem um impacto cem vezes maior, pois não me é dado espaço para me manifestar. A pessoa preta viveu sob o silêncio imposto pelo colonizador durante 500 anos, e a única opção que esperam que ela aceite é continuar calada, de cabeça baixa, simplesmente aceitando ou “entrando na brincadeira”. Quando essas pessoas falam sobre mim e isso gera alguma controvérsia, não há repercussões negativas para elas, apenas para mim. Esse julgamento é feito de maneira inconsciente porque, mais uma vez, tudo para na minha pele. Por isso, é muito fácil deturpar a imagem de uma pessoa preta, a minha imagem. Eu não tenho a oportunidade de me defender ou responder; e, quando respondo, a minha voz não aparece nos canais de cortes ou de fofoca, apenas o que falam sobre mim. Já estou sendo apagado antes mesmo de ter a chance de aparecer. Por que estou falando tudo isso? Nós já sabemos que a sociedade foi educada e induzida a agir de maneira naturalmente racista. De acordo com Antônio Sérgio Guimarães, em Racismo e Antirracismo no Brasil, a maneira mais eficaz de combater o racismo é agir ativamente, falar sobre ele, dar voz a outros pretos e entrar nessa luta que enfrentamos diariamente. Isso é um posicionamento político claro, que sei que contraria o padrão da maioria no cenário competitivo. Mas, se não começarmos, veremos cada vez mais pessoas pretas sendo rebaixadas e isso é muito perigoso. Compreender de onde veio e para onde vai a pessoa preta no mundo atual, e especificamente no meio dos e-sports, ajuda a promover maior inclusão e diversidade em nosso cenário. É isso que busco fazer: dar voz às pessoas e ser um agente ativo de transformação na nossa comunidade. Precisamos mostrar que, com educação, informação e comunicação direta, podemos avançar na emancipação da população negra dentro dos e-sports A pessoa preta convive com um elemento imaterial profundamente presente: o MEDO. O medo faz parte de sua vida desde sempre, pois é influenciada por dois outros elementos: o TEMPO e a MEMÓRIA. Quem nasce na periferia já começa com menos tempo de vida, pois precisa correr atrás do prejuízo para sobreviver. Além disso, carrega o medo constante de simplesmente ser preto em um país racista: medo da polícia, da sociedade, das consequências políticas, e até do ato de existir. Esse medo é agravado pela ausência de oportunidades de libertação. A memória da população preta é apagada, sua cultura e imagem são diminuídas e esquecidas. Apagar essa memória é uma forma de reclusão social, que impede a conscientização política e reduz a participação das pessoas pretas na sociedade. Isso se reflete no número insuficiente de políticos pretos nas câmaras, de estudantes pretos nas universidades e de profissionais pretos em cargos de destaque. Eu convivo diariamente com pessoas que me desejam o mal e atacam até quem está próximo de mim. Não falo de brincadeiras como o “ratinho com diamante”, que não me afeta tanto, mas de comentários racistas que incentivam, por exemplo, que eu me mate. Essas atitudes são manifestações de algo que chamamos de banalização do mal. A naturalização e estruturação do racismo no Brasil transformam o preconceito contra pessoas pretas em algo corriqueiro. Piadas racistas, estereótipos como “ladrão”, “fedido” ou “agressivo” são aceitos e replicados, criando um ambiente onde o mal é banalizado de forma tão extrema que o preto precisa crescer cercado de violência e, ao mesmo tempo, aceitar calado. Quero deixar claro que meu problema não é com a pessoa branca em si, especialmente em um país tão miscigenado como o Brasil. Minha luta é contra o racismo, mais especificamente, o racismo velado que permeia o cotidiano e perpetua as marcas da escravidão. A conscientização negra pode até ser um pequeno band-aid que tenta sarar a ferida de 500 anos que existe no Brasil, mas é muito importante aquilo que falamos nesse dia, e a influência que podemos causar nesse dia. Minha luta é direta e constante. Lembre-se: a culpa não é sua. É apenas o reflexo de um sistema que precisa ser derrubado.

buero

1,486,546 views • 1 year ago

Após assistir ao vídeo com trechos da entrevista de Zema à GloboNews, resolvi escrever este Pequeno Manual do Direitista Entrevistado por Jornalista Esquerdista. Ilustrarei as quatro regras com exemplos da entrevista. Vejamos: 1ª Regra: Antes de começar, assuma que o entrevistador é seu inimigo e está ali para te destruir. Para isso, ele fará "gotcha questions", mentirá descaradamente, recorrerá a todo tipo de argumento falacioso possível e editará a entrevista da pior forma para o entrevistado. Exemplo: No vídeo que viralizou, a entrevista foi cortada exatamente após Zema dizer "Tá certo então" em resposta a um comentário falacioso do entrevistador. Na entrevista completa, Zema continua após essa frase com uma boa defesa do seu ponto. 2ª Regra: Antes da entrevista, estude todos os aspectos dos temas que serão discutidos e dos temas mais relevantes para a opinião pública naquele momento, mesmo que a entrevista não seja sobre eles. Exemplo: Sobre o 8 de janeiro, Zema deveria estar ciente dos fatos relacionados à manifestação, ao julgamento e à legislação aplicável. 3ª Regra: Nunca permita interrupções. Acuse o jornalista de não permitir a finalização do raciocínio. Se ele insistir, continue falando de forma cada vez mais assertiva até que ele ceda ou a entrevista termine. Exemplo: Zema não havia concluído seu ponto quando foi interrompido pelos jornalistas, que tentaram contradizê-lo citando a lei 14.197. 4ª Regra: Jamais aceite as premissas do jornalista como verdadeiras. Discuta cada premissa como se fosse absolutamente falsa e sempre confronte os jornalistas. Exemplo 1: Sobre o argumento de Zema de que as penas são excessivas para as ações cometidas, a jornalista o interrompe: "Existe uma lei aprovada por Bolsonaro e desenhada pelo Congresso Nacional que estabelece essas penas. Então, se essas penas não existem em nenhum lugar do mundo, talvez seja porque a lei dos outros países não é como a nossa, que foi feita pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente." Nesse momento, Zema deveria ter contestado todas as premissas: "Não, a lei aprovada pelo Congresso e sancionada por Bolsonaro não trata de manifestações populares com destruição de patrimônio público, que foi o que ocorreu no 8 de janeiro. As penas para isso são leves: apenas multa e detenção por até três anos. No 8 de janeiro, essas pessoas receberam penas de quase vinte anos de prisão. O que aconteceu? O STF, com o apoio de vocês da mídia, está usando a lei 14.197, que trata de crimes gravíssimos como golpe de Estado, espionagem e defesa da soberania nacional, para encarcerar inocentes por anos com o objetivo de fazer terrorismo contra a direita. Estão usando essa lei para incutir medo nos cidadãos, impedindo que exerçam o direito constitucional de manifestação e expressão. Por isso, vocês deveriam ter vergonha de defender uma pena de 14 anos para uma mãe de família que escreveu com batom em uma estátua ou 17 anos para um trabalhador que se sentou em uma cadeira. Não percebem que nenhum cidadão decente concorda com isso? É por isso que a audiência e a credibilidade de vocês estão próximas de zero junto ao povo brasileiro. É por isso que esses mesmos ministros do STF foram sancionados pela mais robusta democracia do mundo como violadores de direitos humanos." Exemplo 2: O jornalista complementa o colega: "E o crime não é sentar na cadeira nem pichar com batom, mas tentativa de golpe de Estado." Mais uma vez, Zema deveria ter contestado a premissa: "Não, o crime foi depredação de patrimônio público. Golpe de Estado é o crime pelo qual esses inocentes estão sendo enquadrados por ministros sancionados por violação de direitos humanos, com o apoio de vocês da mídia. Que golpe de Estado? Para haver golpe, é preciso controlar a força das armas, ter liderança e planejamento. Não havia nada disso. Essas 700 pessoas condenadas por golpe de Estado estavam sob a liderança de quem? Quem coordenou suas ações? Que armas tinham para enfrentar os 11 mil policiais armados do Distrito Federal ou os 212 mil soldados do Exército brasileiro? Do que estão falando? Sei bem que a narrativa dos ministros sancionados para justificar esse terrorismo contra inocentes é: 'Não, veja bem, essas pessoas queriam criar uma comoção nacional para que o Exército tomasse o poder. Por isso, quebraram tudo em Brasília, para que o Exército observasse e tomasse o poder para manter a ordem.' Ora, pra começar, os chefes das Forças Armadas jamais concordaram nem mesmo em usar instrumentos constitucionais, como o estado de defesa, quando questionados. Mesmo sendo algo previsto na Constituição e dependente da aprovação do Congresso, os chefes das Forças Armadas não apoiaram seu uso, por exemplo, quando questionados por Dilma em 2016. Também não apoiaram quando questionados por Bolsonaro em dezembro de 2022. Que golpe, se no dia 30 de dezembro Bolsonaro nomeou o indicado por Lula, o general Julio Arruda, como comandante do Exército? Então, que golpe, se no 8 de janeiro Lula já tinha pleno comando do Exército? Vocês querem mesmo que o povo acredite que nossos generais veriam algumas pessoas quebrando janelas na Praça dos Três Poderes e diriam: 'É, não temos escolha. Dona Débora escreveu "Perdeu, mané!" numa estátua. Precisamos tomar o poder do presidente recém-eleito com mais de 60 milhões de votos. Estamos numa sinuca de bico. É colocar tanques nas ruas ou deixar um gari limpar a estátua com água no dia seguinte. O que faremos?' É isso que vocês defendem? Não percebem como são ridículos? Como estão afundando a credibilidade da mídia na lama com essa ladainha?" Exemplo 3: Jornalistas alegam que houve tentativa de depor com violência o Estado Democrático de Direito porque policiais ficaram feridos no 8 de janeiro e havia um plano para matar autoridades. Zema deveria ter contestado a premissa: "Fico feliz pela preocupação de vocês, jornalistas, com a segurança dos policiais. Da última vez que ouvi um jornalista da Globo falar de policiais, foi para dizer que não era justo que tão poucos policiais morressem em conflitos com bandidos. Agora, o que tem a ver um policial de tropa de choque atingido por manifestantes em ação violenta com a abolição violenta do Estado Democrático de Direito? A palavra 'violenta'? Esse é o nível infantil do argumento de vocês? Ora, a polícia foi avisada da manifestação. Policiais feridos indicam que o efetivo adequado não foi mobilizado, e não um atentado violento contra o Estado Democrático de Direito. A lei que vocês citam fala de usar violência ou grave ameaça para impedir ou restringir o exercício dos poderes constitucionais. A manifestação ocorreu num domingo, com a Esplanada vazia. Em sete horas, tudo acabou. Os poderes funcionaram normalmente no dia seguinte, até porque aprenderam a trabalhar remotamente durante o lockdown defendido por vocês. Sobre esse plano para matar autoridades, você disse bem: plano. Planejar não é crime no Brasil. Nem mesmo atos preparatórios são crimes em si. Não sabia mesmo? Pareciam peritos em legislação no início desta entrevista. Além disso, não havia qualquer ligação entre esses manifestantes e um suposto plano para matar quem quer que seja. Cada brasileiro tem direito a julgamento individualizado. Quer dizer, vocês, jornalistas, estão defendendo que uma mãe fique 14 anos na cadeia porque escreveu com batom em uma estátua enquanto um soldado escrevia que queria matar alguém? É esse o nível de loucura de vocês? Querem afundar ainda mais o jornalismo brasileiro na lama?"

Marcelo Pessoa

80,846 views • 1 year ago

Denied Service at Leon’s Steakhouse in Longview After RSVP for Greg Abbott + Jay Dean Event | Full Video Proof 👀⚖️🇺🇸 I’m posting the full video for one reason. Transparency. ⚖️ My father, Don Nichols, and I RSVP’d to attend the Governor Abbott and Jay Dean event at Leon’s Steakhouse in Longview, Texas. We showed up early. We took our seats. We sat there silent. We were minding our own business. No scene. No shouting. No confrontation. No “acting up.” Just two East Texas voters waiting like everyone else. 👀 Then I was singled out. Not because of anything I did. Not because I was disrupting anything. But because they “knew who I was.” Watch the video and listen to the words. You’ll hear multiple statements that don’t line up. You’ll hear the part where they admit I have done nothing wrong, while still putting the warning on me alone. You’ll hear the part where they say they are not doing this to anyone else. That is the discrepancy. If I did nothing wrong, why was I the only one approached. If the rules apply to everyone, why was the warning not applied to everyone. If this is about behavior, why was it based on identity. ⚖️ Here is what matters most. I asked questions calmly. I stayed compliant. I stayed non-violent. And when I was told to leave, I left. I did not escalate. I did not argue. I did not raise my voice. I complied, even though I did not agree with being targeted. 🇺🇸 This video shows how easy it is for a citizen to be treated differently in public for no reason other than who they are and what they are known for. That should concern every person in East Texas, regardless of party. Because if it can happen to me while I’m sitting quietly, it can happen to anyone the moment they become “inconvenient.” Longview, Gregg County, East Texas, watch the video. Then decide for yourself what you just witnessed. 👀

Ryan Nichols Sr.

19,210 views • 7 months ago