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Reclama de ser objetificado, mas o Instagram é basicamente espelho de academia e ele sem camisa suando em câmera lenta. O conteúdo entregue é abdômen, o discurso cobrado é profundidade emocional. É tipo vender tanquinho em alta definição, com pose calculada e zero tecido, e depois soltar um: “nossa,...

1,311,857 views • 5 months ago •via X (Twitter)

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Tem cara que impressiona com barulho. Com pose. Com arma na mão. Mas comigo? É catástrofe. Não é estética. Não é promessa. Não é conversa fiada. É presença que entra no ambiente e muda o clima… muda a respiração… muda o jeito que ela olha. Porque quando eu falo que é diferente, não é marketing. É inevitável. E é aí que entra a comparação… Tipo o Charles Oliveira, o Charles do Bronx. Todo mundo sabe o que vai acontecer. Todo mundo vê chegando. Todo mundo tenta evitar. Mas no final? Vai pro chão. E no chão… já era. Mesma coisa comigo. Podem até tentar segurar, desviar, controlar o ritmo… mas quando a catástrofe entra em ação, não tem roteiro que segure. É bagunça. É desordem. É intensidade sem pedir licença. E o mais louco? Ela já chega inclinada pra guerra. Sempre pro lado. Sempre pronta. Como se tivesse vida própria, como se soubesse exatamente o que veio fazer. E quando começa… não tem mais “talvez”. É só reação. É só entrega. É só aquele momento onde ninguém tá mais pensando — só sentindo. Porque não é sobre força. É sobre domínio. É sobre saber exatamente o que tá fazendo… enquanto o outro lado tenta entender o que tá acontecendo. E é por isso que eu digo, sem caô nenhum: Eu não tô nesse jogo como aluno. Eu sou o professor. Professor da matéria que ninguém ensina… mas todo mundo quer aprender. Experiência. Sem teoria. Sem ensaio. Sem espaço pra amadorismo. Aqui é prática… pressão… presença. E quem entra nessa aula… Nunca mais esquece como é estar diante de uma catástrofe de verdade.

Dr. Catástrofe

18,776 views • 2 months ago

Ele disse exatamente isso, sem rodeios, sem disfarce, sem preocupação em parecer maior do que o próprio umbigo: “Eu sou deputado por Minas Gerais. Eu não estou fazendo parte do planejamento desta campanha presidencial. Se Flávio não ganhar, não quero ser culpado como fizeram com a Magnitsky. Então quero deixar bem claro que Minas Gerais é minha prioridade e no primeiro turno eu estarei em Minas, ponto final. Não vou entregar meu capital político sem ter algo (projeto) de volta.” A fala é cristalina. Não há entrelinhas. O país não aparece. O projeto coletivo não existe. O risco compartilhado inexiste. Tudo gira em torno de autoproteção, cálculo e vaidade. Não é discurso de liderança. É ata notarial do próprio ego. Não é estratégia eleitoral. É cláusula de escape. Não é compromisso político. É contrato de conveniência. Quem fala assim não entra para construir. Entra para se preservar. Não caminha junto. Caminha com um olho no retrovisor e outro no espelho. A prioridade não é vencer, é não ser responsabilizado. Não é servir, é garantir que o próprio “capital político” saia ileso, mesmo que o projeto afunde. Quando alguém precisa avisar publicamente que não quer “ser culpado”, já está mais preocupado com a narrativa do fracasso do que com a possibilidade da vitória. E política, goste-se ou não, exige risco, lealdade e coragem de assumir o resultado — bom ou ruim. O resto é retórica para justificar o que sempre foi a mesma coisa: ego blindado, compromisso condicionado e apoio com preço. Exemplo é tudo, fica a lição.

・ Ice ・  Ⅹ ・

37,543 views • 4 months ago

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 views • 6 months ago

Nada começa com violência explícita. Começa com regras. Com termos de uso. Com uma pontuação invisível que ninguém vê, mas todos sentem. Na China, uma geração inteira está descobrindo que o futuro pode ser cancelado por um clique. Jovens que estudaram, trabalharam, obedeceram. Até o dia em que o sistema decidiu que não bastava mais. Entrar na lista negra do crédito social não é cair em desgraça pública. É algo pior. É desaparecer sem barulho. A carteira digital trava. O aluguel não é pago. A comida não é comprada. O transporte não funciona. O salário não chega porque o emprego não vem. E o emprego não vem porque o sistema já decidiu que você não é confiável. Não há tribunal. Não há defesa. Não há explicação clara. Há apenas a rua. Dormir ao relento, cercado por arranha-céus inteligentes, câmeras de alta precisão e slogans de prosperidade coletiva. A tecnologia avança. O humano retrocede. Chamam isso de confiança. Mas confiança não se impõe. Chamam isso de ordem. Mas ordem sem escolha é submissão. Chamam isso de progresso. Mas progresso que elimina pessoas não é progresso, é descarte. O mais cruel não é perder dinheiro. É perder o direito de tentar novamente. Quando um algoritmo decide quem pode comer, trabalhar e morar, o Estado já não governa cidadãos. Administra corpos. E cada jovem dormindo na calçada não é um erro estatístico. É uma mensagem. O sistema está avisando que, ali, viver deixou de ser um direito.

・ Ice ・  Ⅹ ・

19,288 views • 6 months ago

Filhos da puta!!! Pais e profissionais de saúde. ESTA CRIANÇA RECEBE 6 VACINAS EM UM MINUTO ISTO É COMPLETAMENTE INSANO O que estão fazendo com crianças é, no mínimo, irresponsável. Aplicar múltiplas vacinas em sequência, em questão de minutos, sem debate público sério, sem transparência plena e sem espaço para questionamento, não é ciência madura. É protocolo cego. Pais e profissionais de saúde deveriam ser a primeira barreira de prudência, não a correia de transmissão automática de decisões tomadas longe da realidade clínica individual. Criança não é linha de produção. Corpo humano não é campo de teste. Há algo que não pode ser ignorado: doenças infantis estão aumentando. Transtornos do neurodesenvolvimento, condições autoimunes, alergias severas. Isso é fato epidemiológico observado, ainda que as causas estejam em debate. E é justamente por isso que perguntar não é crime. Vender a ideia de que “quanto mais vacinas, maior a imunidade” como mantra absoluto é empobrecer a medicina. Imunologia é complexa. Resposta individual existe. Risco-benefício precisa ser discutido, não imposto. Pais têm o direito — e o dever — de perguntar por que calendários mudam, por que doses se acumulam, por que não há individualização, por que o debate é silenciado. Quando questionamento vira tabu, o problema já não é médico. É político. Isso não é negacionismo. É prudência. É responsabilidade com quem não pode consentir. Crianças merecem cuidado. Pais merecem respostas. E ciência de verdade não teme perguntas.

・ Ice ・  Ⅹ ・

94,463 views • 5 months ago